terça-feira, 29 de abril de 2014

O Dilema da APASA




Participei sábado passado, dia 26 de abril, de uma importante reunião dos Conselhos Fiscal e Administrativo da APASA. Comandada pelo seu gestor, o Agrônomo Marcone Angicano, o evento foi de suma importância para que o presidente podesse transmitir aos Conselheiros, assuntos relevantes da administração da Empresa. Um deles, foi  a sobre carga de leite que a APASA vem recebendo apos o período chuvoso. Para se ter uma ideia, relatou Marcone, a Usina recebia 14 mil litros de leite a três
meses atrás e hoje está recebendo 24 mil. Precisa se fazer um milagre para se escoar toda a produção excedente, relatou muito preocupado Marcone. Além do mais,  até o presente, não diminuiu a cota de nenhum produtor. Ressaltou ainda, que a produção teve um acréscimo por produtor de 70%. Vem acontecendo também com o leite caprino, que aumentou a produção em aproximadamente 80%. Alegou Marcone, que as vendas do leite nas ruas, vem solucionando por enquanto, as despesas diárias que são muitas. É realmente um verdadeiro dilema administrativo a situação por que passa o Gestor Marcone Angicano. Tem que se virar nos trinta presidente.
Novo sistema de acompanhamento da agricultura brasileira
Uma ferramenta capaz de fazer uma radiografia do Brasil com alguns cliques na Internet.e útil para monitoramento da agricultura, que integra informações geradas por satélites e dados sobre o setor. Esse é o SOMABRASIL - Sistema de Observação e Monitoramento da Agricultura no Brasil, desenvolvido pela Embrapa Monitoramento por Satélite. O SOMABRASIL reúne num único ambiente, com acesso livre, bases de dados de recursos naturais e agricultura provenientes de várias fontes e permite ao usuário interagir com essas bases de forma dinâmica, realizando consultas em diferentes níveis e cruzando informações para a construção de mapas de acordo com seu interesse.
Algumas das informações disponibilizadas pelo sistema abrangem dados da Produção Agrícola Municipal e do Censo Agropecuário do IBGE, informações geradas por programas e projetos do IBAMA e INPE, mapeamentos realizados pela Embrapa e outras instituições, além de dados sobre relevo, hidrografia, logística, áreas protegidas e potencial.
O sistema contempla ainda o mapeamento da agricultura de larga escala com a distribuição das culturas de grãos, identificando áreas com uma ou duas safras anuais, informação que ajuda a compreender os processos de expansão, transição e intensificação da atividade. Também é possível consultar informações sobre as safras de milho (1ª e 2ª safras) e feijão (1ª, 2ª, e 3ª), permitindo avaliar a elevação da área de segunda safra nos últimos anos. De acordo com um dos responsáveis pelo sistema, o pesquisador da Embrapa Mateus Batistella, o objetivo do SOMABRASIL é oferecer uma visão integrada da agricultura, da escala municipal à nacional.
Estruturado com base em software livre, o SOMABRASIL tem acesso livre na internet, pelo endereço: www.cnpm.embrapa.br/projetos/somabrasil.
da redação do Nordeste Rural

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Filhote híbrido de zebra com jumento nasce em zoológico

http://www.robsonpiresxerife.com/

Filhote híbrido de zebra com jumento nasce em zoológico do México Um filhote híbrido de um jumento com uma zebra fêmea nasceu há uma semana no zoológico de Reynosa, no México. O animal que está sendo chamado pelos mexicanos de “zebrasno” tem 70 centímetros de altura e pesa 30 kg. Ele foi batizado com o nome de Khumba.
O animal nasceu da união da mãe Rayas, a única zebra do zoológico, com Ignácio, um jumento albino que circula em áreas comuns a outros animais. Khumba tem orelhas de jumento e as patas listradas, como da mãe zebra.
No ano passado, outro filhote híbrido de zebra e jumento nasceu em uma propriedade rural de Flroança, na Itália.

Vacinação contra aftosa



Começa na próxima quinta-feira (1º), a vacinação contra a febre aftosa em vários estados, inclusive, no Rio Grande do Norte. A campanha ocorrerá até o dia 30 de maio nos municípios do Estado e a previsão é de que sejam vacinados 820 mil bovinos e bubalinos de todas as faixas etárias. O Brasil avança campanha de vacinação para erradicação e prevenção de doença infecciosa. A vacinação tem demonstrado ser um meio eficaz na erradicação e prevenção da febre aftosa. Por isso, é importante que o pecuarista fique atento, principalmente, na comunicação da vacina dos animais no serviço veterinário oficial.


O uso variado da mamona nos campos do semiárido
Planta que já faz parte da cultura do agricultor nordestino, a mamona é uma vocação natural da região semiárida. O chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Algodão, Odilon Silva, chama a atenção para a necessidade de o agricultor firmar contratos para vender a produção, antes de iniciar o plantio. Silva afirma que a mamona pode ser uma "poupança para o produtor", gerando renda, principalmente se cultivada em consórcio com outras plantas, como o feijão.
O óleo de mamona tem características únicas e encontra mercado nas indústrias de tintas, lubrificantes e cosméticos, por exemplo, além de poder ser usada para a produção de biocombustíveis. O chefe de transferência de tecnologia da Embrapa Agroenergia, José Manuel Cabral, explica que, tão importante quanto ter destinos para o óleo, é definir aplicações para a torta da mamona.
Atualmente, ela já é utilizada como fertilizante, mas pesquisas estão buscando eliminar as substâncias tóxicas que ela contém, de modo a inseri-la no mercado de rações. "Isso poderá ser de grande valia para os pequenos e médios produtores, que vão ter mais um produto para ser comercializado ou mesmo utilizado para alimentação dos seus próprios animais", comenta.

da redação do Nordeste Rural

domingo, 27 de abril de 2014

Vacinação contra aftosa começa na próxima quinta

5b9aed608e6c467abc3284320b2c951c_1440Começa na  próxima quinta-feira (1º), a vacinação contra a febre aftosa em vários estados, inclusive, no Rio Grande do Norte. A campanha ocorrerá até o dia 30 de maio nos municípios do Estado e a previsão é de que sejam vacinados 820 mil bovinos e bubalinos de todas as faixas etárias. O Brasil avança campanha de vacinação para erradicação e prevenção de doença infecciosa.
A vacinação tem demonstrado ser um meio eficaz na erradicação e prevenção da febre aftosa. Por isso, é importante que o pecuarista fique atento, principalmente, na comunicação da vacina dos animais no serviço veterinário oficial.

Previsão do tempo para o Nordeste hoje


Frente fria influencia o tempo na BA e o dia fica chuvoso no Recôncavo Baiano. No norte do CE e no litoral e centro-sul do PI e do MA, também chove, com períodos de sol. Nas outras áreas da Região, sol e chuva isolada.
Fonte: Climatempo
Incra e Banco do Brasil firmam parceria para renegociação de dívidas de assentados


Em uma ação inédita, Incra e Banco do Brasil (BB) firmaram um Acordo de Cooperação Técnica para atender famílias assentadas interessadas em liquidar ou renegociar operações de crédito rural nos grupos A e A/C do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) contratados até 31 de dezembro de 2010, conforme dispõem a Resolução CMN nº 4.298 (30/12/13) e o Decreto nº 8.177 (27/12/13). O documento foi assinado pelo presidente do Incra, Carlos Guedes de Guedes, e pelo diretor de Agronegócios do BB, Clênio Teribele, na manhã desta quinta-feira (10), no auditório do Incra sede, em Brasília (DF).

“Hoje, num momento histórico em que o Governo Federal faz a maior renegociação de dívidas da reforma agrária, nosso desafio é fazer um atendimento de qualidade em um território tão vasto, com um público tão amplo. Pouquíssimos órgãos, e o Banco do Brasil é um deles, têm essa cobertura e essa capilaridade para nos auxiliar no atendimento desse conjunto de famílias nessas condições”, destacou Guedes.

O diretor do BB destacou a relevância do trabalho feito pelo Incra e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e classificou o esforço para a renegociação das dívidas como extraordinário. “Essa ação é uma ‘catapultada’ para o futuro porque de fato se vencerão etapas muito longas de uma vez só. Um trabalho do qual eu tenho muito orgulho em participar”, afirmou Teribele.


O ministro do MDA, Miguel Rosseto, encerrou o evento enaltecendo a parceria firmada. “A presença da equipe do Banco do Brasil nessa parceria de trabalho dá conta desse novo, grande e bom desafio que temos pela frente, que é a implantação do sistema que permitirá a renegociação das dívidas dessas famílias e a consolidação desse serviço como uma referência de atuação e intervenção do Incra e do Banco para uma parcela importante do povo brasileiro”, enfatizou.

A estimativa é de que 76.295 famílias assentadas sejam beneficiadas com o acordo em 955 municípios brasileiros. O valor total da dívida chega a R$ 2,4 bilhões em 233 mil operações de crédito, o que representa um valor médio atualizado por família de R$ 10.300.


Quitação/Renegociação

Os assentados que têm interesse em quitar ou renegociar suas dívidas devem procurar a Sala da Cidadania do Incra até o dia 30 de junho de 2014 para manifestar seu interesse.
Quem liquidar a dívida receberá um rebate de 80% em seu valor total, com prazo de liquidação até o dia 31 de dezembro de 2014. Os interessados na renegociação receberão um bônus de adimplência de 50%, nas regiões Sudeste e Norte, e de 45% das demais regiões. Para a renegociação, o prazo para pagamento é de até dez anos, com vencimento da primeira parcela em 2015.


Sala da Cidadania

A Sala da Cidadania, que entrará em funcionamento a partir de 16 de abril de 2014, é um portal de autoatendimento que pode ser acessado diretamente na rede mundial de computadores ou na rede física montada nas superintendências regionais e unidades avançadas do Incra, além de sindicatos de trabalhadores rurais, cooperativas, associações e prefeituras municipais. A renegociação das dívidas dos assentados de Pronaf A e A/C será o serviço âncora desse novo portal.

Nele o assentado selecionará o serviço de renegociação, com as opções de liquidar ou repactuar a dívida. No primeiro caso, o sistema imprime o boleto para quitação, que poderá ser pago em qualquer banco ou correspondente bancário. Já na renegociação, o assentado receberá as guias para pagamento e precisará assinar um contrato que deve ser remetido ao Banco do Brasil, com despesas postais custeadas pelo Incra.

Além do Banco do Brasil, o Incra está propondo tanto ao Banco da Amazônia quanto ao Banco do Nordeste que a renegociação de débitos também se dê por meio desse ambiente.

Fonte: http://www.incra.gov.br/index.php/noticias-sala-de-imprensa/noticias/14439-incra-e-banco-do-brasil-firmam-parceria-para-renegociacao-de-dividas-de-assentados.

Dário Alves de Andrade
DFDA/RN

sábado, 26 de abril de 2014

Boa alimentação permite a criação de boas vacas leiteiras
A redução da idade para o primeiro parto melhora o resultado econômico dos sistemas de produção e quanto antes as vacas entrarem em gestação, mais cedo contribuem à atividade leiteira, reduzindo também os custos durante a recria. E é justamente o ganho de peso durante a recria que ajuda a encurtar a idade do primeiro parto. Para obter uma vaca leiteira de qualidade o produtor deve estar atento ao manejo dos bovinos nas diferentes faixas etárias, desde o nascimento até a idade adulta.

Mas antecipar o processo da recria sem os cuidados necessários pode causar danos permanentes aos animais. A Embrapa Clima Temperado criou em 1996 o Sistema de Pesquisa e Desenvolvimento em Pecuária Leiteira (Sispel) com o objetivo de melhorar o desempenho tanto na produção leiteira, como no manejo reprodutivo e sanitário.

A pré-puberdade é o período em que o animal apresenta melhor ganho de peso diário. A introdução da alimentação sólida, a partir de 10 dias, estimula a ruminação e o aumento da capacidade ingestiva. O desaleitamento ocorre aos 60 dias, e para um bom desenvolvimento das novilhas, a oferta de capim, ou feno deve ser feita de imediato. O baixo ganho de peso atrasa a maturidade do animal e a idade do primeiro parto. Já o excesso de peso pode causar danos à glândula mamária, responsável pela produção do leite.

No início da lactação o animal apresenta balanço energético negativo, ou seja, para produzir o leite, consome mais energia do que consegue ingerir, por isso, é importante que a vaca possua reservas em seu corpo. Nessa fase, uma boa nutrição é fundamental. O manejo alimentar das vacas em lactação também é importante para preservar as condições físicas do animal, gestação após gestação, possibilitando a continuidade de uma produção de leite de qualidade. O ideal é que a vaca se mantenha em lactação durante 10 meses no ano e descanse nos 2 meses restantes.

da redação do Nordeste Rural

Pesquisadores buscam novas técnicas para cortar custos e garantir eficiência na criação de bovinos


Especialistas aproveitaram o Encontro de Confinamento da Scot Consultoria, que se encerrou na sexta (25), em Ribeirão Preto (SP), para discutir o uso de novas tecnologias que garantam mais eficiência e menos custo de produção.
Uma pesquisa realizada por um jornal especializado nos Estados Unidos mostrou que se por lá os pecuaristas parassen de usar o pacote de tecnologia que inclui o uso de aditivos na alimentação dos bovinos, eles teriam de aumentar em 11% o tamanho do rebanho para garantir a mesma produção de carne: uma média de 53 quilos menos por boi no final da engorda. Por isso, os especialistas recomentam o uso de novas tecnologias com critérios técnicos e foco no resultado final de cada confinamento.
Os confinamentos no Brasil estão buscando adaptar as estruturas para garantir uma boa eficiência o ano inteiro, chova ou faça sol. A oferta escalonada traz mais tranquilidade sem muito impacto durante as oscilações do mercado. Mas para trabalhar nas águas tem que investir para que o barro não seja um obstáculo a mais que impacta no custo.
De acordo com o zootecnista Luciano Morgan, estudos mostram que 5% de lâmina de barro corresponde a uma piora em eficiência biológica de 3% a 4%. Isso gera um custo a mais de R$ 5 por arroba, já que há presença de barro condiciona a uma queda de consumo e aumento de necessidade de manutenção dos animais.
Outro ponto que vem sendo debatido pelos pecuaristas é o custo com alimentação e a dificuldade em equilibrar as diferentes fontes de alimentos. O bagaço da cana-de-açúcar, por exemplo, já foi uma ótima alternativa para os confinadores muito antes de se tornar fonte de energia nas usinas. Os grãos também podem encarecer cada vez mais com novos usos adotados pelo mercado.
Gustavo Rezende, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, aposta nos chamados aditivos que fazem os animais aproveitarem melhor os alimentos ingeridos, converter em carne de uma forma mais constante. Um levantamento mostrou que a diferença no lucro por animal entre quem usa e quem não usa aditivos é de R$ 57.
– Quando a gente, com a mesma quantidade de alimento, produz mais carne, tudo é melhor: melhor para o produtor economicamente, melhor para o boi que está aproveitando melhor a dieta, melhor para o meio ambiente – diz Rezende. (Rural BR)


Especialistas afirmam que suspeita de caso atípico de vaca louca não deve afetar exportações


Especialistas ouvidos pelo Canal Rural descartam que a suspeita de um caso atípico de vaca louca em Mato Grosso possa afetar as exportações de carne brasileira. Analistas acreditam, no entanto, que num primeiro momento pode haver algum tipo de embargo, a exemplo de situação registrada em 2012.
– A preocupação sempre, do ponto de vista econômico e financeiro, é verificar o que vai acontecer daqui pra frente por conta desse episódio. Acho que vai acontecer o que houve no passado: pode haver um impacto inicial no começo, em alguns países, mas acho que não vai ter impacto nenhum do ponto de vista de desempenho de exportação – avalia Lucio Padua Soares, gerente da área agrícola da Guide Investimentos.
O analista financeiro Luis Gustavo Pereira também acredita que não haja grande repercussão econômica.
– Muito é a expectativa do mercado, que acaba antevendo possíveis embargos, a possibilidade de sanções em relação a alguns países importadores da carne brasileira, e acaba de certa forma tendo uma reação negativa, vendendo posições em papel em função de cautela. Já chegamos a ver esse movimento no passado, em 2012, quando o Ministério da Agricultura também soltou a possibilidade da doença aqui no Brasil, mas pelo que a gente viu os papéis tiveram um impacto negativo e depois se recuperaram rapidamente após ser provado que é um caso atípico.
O diretor de sanidade animal do Conselho Nacional de Pecuária de Corte, Sebastião Guedes, fala eu cautela, e lembra que o caso atípico da doença é diferente do caso clássico.
– O caso clássico é um caso patológico em que o animal apresenta uma série de sintomas prévios, é uma doença que aparece principalmente em vacas velhas, e onde há uma série de desenvolvimento de sintomas antes de a doença se desenvolver. Digamos, a vaca vai ficando entre caduca e louca. No caso atual não houve isso - a vaca morreu, houve uma certa sintomatologia nervosa, e depois houve todos aqueles entreveros no processo de identificação. Foi o primeiro caso, mas ficou estabelecido que foi atípico.
Apesar da avaliação de que o risco de prejuízo aos negócios é baixo, o analista Fábio Silveira reforça que a situação exige atenção da cadeia pecuária brasileira.
– O que a gente tem que fazer é empreender um trabalho, um esforço, para remover essa desconfiança, seja do mercado doméstico, e principalmente do mercado internacional. (Rural BR)

Boleto do Garantia Safra tem nova data para pagamento


Os agricultores familiares inscritos no Programa Garantia Safra 2013/2014, referente à safra de inverno, têm até o dia 16 de maio para efetuarem o pagamento do boleto, nas agências da Caixa Econômica Federal ou casas lotéricas.
O Garantia Safra é um seguro que tem como objetivo garantir condições de sobrevivência a agricultores que tiverem perda de, no mínimo, 50% da lavoura, nas localidades atingidas por seca ou excesso de chuvas. O boleto é emitido pela prefeitura de cada município.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

O pasto será melhor aproveitado com o manejo de subdivisão da pastagem
O manejo adequado da pastagem constitui uma das opções mais econômicas e deve preceder a adubação, a irrigação ou outras tecnologias que podem ser adotadas de acordo com cada propriedade. Além disso, para um melhor aproveitamento do pasto, a técnica da subdivisão da pastagem se mostra um complemento interessante.
Na pecuária leiteira, a produção de forragem é responsável, em média, por 60 a 70% do custo de produção. Uma das opções mais baratas, portanto, é a produção de leite a pasto. A subdivisão da pastagem deve ser utilizada independente do sistema de pastejo adotado, seja contínuo ou rotativo, e favorece a utilização mais racional do pasto.
Para os produtores que buscam maior eficiência no aproveitamento de forragem para o seu rebanho leiteiro, é necessário, primeiramente, adequar o número de cabeças ou da unidade animal, que é 450 kg de peso vivo, em relação à área e a pastagem produzida.   De acordo com a Embrapa Rondônia, o manejo adequado da pastagem necessita de subdivisão adequada.
Para pequenas áreas, o pastejo rotativo intensivo ou semi-intensivo permite melhor aproveitamento do pasto, enquanto em áreas maiores, possui a limitação de custo da cerca, quando se utiliza muitos piquetes, caso em que normalmente são adotados os sistemas de pastejo contínuo ou rotativo.
De acordo com a zootecnista da Embrapa Rondônia, Elisa Köhler Osmari, a utilização de cerca elétrica também barateia os custos. “É importante lembrar sempre de proporcionar um corredor adequadamente drenado, com 5-8 metros de largura, dependendo da drenagem e quantidade de animais. A presença de sombreamento por árvores ou sombrite também deve ser feita na hora de subdividir os piquetes. O fornecimento de água e sal pode ser suprido em uma praça de alimentação a que os animais tenham acesso diariamente”, reforça Elisa.
Existem tabelas disponíveis com intervalos de descanso e de ocupação de acordo com cada gramínea, além de alturas adequadas de entrada e saída. As alturas ou massa de forragem em quilogramas são os melhores critérios para definir o tempo de permanência dos animais em todos os sistemas de pastejo. A principal vantagem da subdivisão da pastagem é permitir o diferimento adequado, além de maior eficiência de colheita da forragem.
Esse manejo facilita também o controle de ervas daninhas, controle de carrapatos, evita o superpastejo – ocasião em que o pasto fica exaurido e não consegue mais rebrotar com o mesmo vigor; e o subpastejo – ocasião em que a pastagem fica lignificada, isto é, com muitos colmos e folhas secas, perdendo valor nutritivo. A subdivisão de pastagem adequada permite ainda a economia na suplementação, especialmente durante o período seco, por permitir melhores condições da pastagem, que constitui o alimento mais barato na produção de leite. Por fim, outra vantagem indireta é evitar coberturas indesejáveis ou brigas entre animais de diferentes categorias, devido a separação dos mesmos.
da redação do Nordeste Rural
Capim Paiaguás é nova opção para época seca
Pasto degradado é um problema sério e a estimativa é de que cerca de 70% das pastagens cultivadas estejam em algum grau de degradação ou degradadas. Nas pesquisas, a BRS Paiaguás mostrou ser uma boa alternativa para recuperar pasto com agricultura e é o primeiro material selecionado para integração lavoura-pecuária. Como pasto, mostrou resultados vantajosos em termos de ganho médio diário e taxas de lotação em unidades animal por hectare (UA/ha), na média de três ciclos de águas e três de secas.

A facilidade de manejo da Paiaguás é outra vantagem sobre as demais cultivares de Brachiaria brizantha no mercado. Na integração com lavouras, mostrou não competir com a cultura associada, ser de fácil dessecação com herbicidas e fornecer ótima palhada para o plantio direto. A BRS Paiaguás destina-se a pecuaristas do Brasil central com poucas alternativas de alimentação no período seco e/ou a produtores interessados na integração lavoura-pecuária, seja para cobertura do solo e plantio direto em pastagem de inverno no cerrado ou de curta duração, com cerca de ano e meio a dois anos, para voltar com plantio de lavoura.

Foi selecionada com base na produtividade, vigor de perfilhamento, facilidade de manejo e, apesar de não apresentar resistência à cigarrinha-das-pastagens, mostrou ter elevado potencial de produção animal no período seco, com alto teor de folhas e bom valor nutritivo. Os pastos da BRS Paiaguás apresentaram bom controle de invasoras sob pastejo mais intensivo.

A espécie africana é do gênero braquiária e foram necessários 10 anos de estudos, da Embrapa Gado de Corte, até seu lançamento. Durante a pesquisa, a planta passou por diversos testes e chamou atenção em alguns aspectos, como por exemplo pelo maior acúmulo de forragem e disponibilidade de folhas na seca quando comparada com outros capins. Além disso, a Paiaguás apresentou melhor valor nutritivo, resultando em ganhos de peso maiores por animal e por área. “A cultivar tem um diferencial importante que é a produtividade na época seca associada com o valor nutritivo, o que acarreta um melhor desempenho animal no período da estiagem,” afirma a pesquisadora Cacilda do Valle.


da redação do Nordeste Rural

Soluções para o semiárido



Dirigentes e pesquisadores de oito unidades da Embrapa com atuação no Nordeste estiveram reunidos recentemente  na Embrapa Agroindustrial, em Fortaleza. O objetivo do encontro é discutir a criação de um portfólio de “Convivência com a Seca”, a partir da elaboração de projetos de pesquisa, seguido de um diagnóstico da situação atual enfrentada pela região por causa da seca; identificar produtos, tecnologias e serviços a serem disponibilizados à sociedade no médio prazo. As pesquisas terão as como base a oferta ambiental (água e solo), a produção animal e a produção integrada.

Manejo Florestal

A Emater-RN capacita os extensionistas rurais sobre o manejo florestal da caatinga, dentro da Chamada Pública do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal (FNDF) 06/2013, promovida pelo Ministério do Meio Ambiente. A empresa vencedora da licitação, Nordeste Reflore, apresentou o cronograma de atividades que serão desenvolvidas ao longo do ano. O treinamento, direcionado a 30 agentes, tem como foco principal de atuação  a região Seridó, onde a desertificação é progressiva.

Defensivos Agrícolas


A retirada de 180 agroquímicos do mercado terá impacto na produtividade e fará explodir a inflação, diz a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA). São duas ações civis tramitando na Justiça Federal que analisam suspensão imediata de produtos. A CNA enviou ofício à Justiça, para mostrar, do ponto de vista técnico, a importância destes produtos, alguns em uso há quase 70 anos.
tribunadonorte.com.br  

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Piadas de Caipira

Faltavam poucos dias para o casamento de Adolfo, filho de um fazendeiro de Munguengue. A mãe da moça, uma quarentona escultural, estilo Luiza Brunet, lhe disse, no alpendre da fazenda:
— Adolfo, quero que você saiba que eu sempre te achei um homem atraente e ... bem ... estou sem graça de falar ...
- Pode falar, dona Sônia! Fique à vontade!
— Bom, Adolfo, antes que você casasse, eu gostaria de fazer sexo com você!
Adolfo fica boquiaberto e a sogra prossegue:
— Eu vou lá pro quarto! Se você quiser ir embora, já sabe onde é a porta, se quiser me ter é só ir lá pro quarto, estarei te esperando ... gostoso!
Adolfo espera a sogra ir para o quarto, pensa por meio segundo e decide o caminho que vai tomar, corre para a porta e encontra, apoiado no seu Jeep, o seu sogro, marido da dona Sônia, sorridente.
-- Parabéns, Adolfo! — disse ele — Queríamos saber se você era um homem fiel, honesto e leal e você passou pelo teste!
Então a sogra saiu da casa e também o cumprimentou.
Adolfo bota a mão na cabeça e pensa: É bem melhor carregar as camisinhas no Jeep do que no bolso.
MILHO

A Conab garante que nenhum produtor cadastrado no Programa de Vendas em Balcão foi excluído da Operação Especial, que desde maio de 2012, oferece milho em condições especiais para criadores atingidos pela seca na região atendida pela Sudene. Até 30 de junho, os 272 mil cadastrados no Programa de Vendas em Balcão na área da Sudene poderão adquirir até 3 mil quilos de milho/mês, ao preço  de R$ 18,12 a saca.

RAÇÃO

Criadores da região do Seridó pedem à Conab uma fiscalização mais rigorosa na listagem dos beneficiários do programa de milho do governo.  Vários desses criadores já teriam vendido ou todo ou grande parte do rebanho e, mesmo assim, continuam adquirindo o milho com preço subsidiado.
NOTA DO BLOG:Tomara que a CONAB cumpra o que vem prometendo, somente assim, teremos milho para os nossos rebanhos.

Seca deve reduzir safra de cana-de-açúcar em 2,8%, estima Unica

56,44% da oferta deverá ser direcionada à produção de etanol.
Produção de álcool deve ser 1,2% maior; já a de açúcar deve cair 5%.

Da Agência Estado
A estiagem no início do ano prejudicou o desenvolvimento dos canaviais e a moagem pelas usinas do Centro-Sul do Brasil deve cair 2,84% em 2014/15, para 580 milhões de toneladas, conforme a primeira estimativa da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), divulgada nesta quarta-feira (23). Na temporada 2013/14, que se encerrou oficialmente em março, foram moídas 596,94 milhões de toneladas.
Conforme Antonio de Padua Rodrigues, diretor técnico da entidade, "a seca intensa observada ocorreu exatamente no período de maior desenvolvimento da cana"'.
Ainda de acordo com a Unica, o atual ciclo deve ser novamente mais alcooleiro, com 56,44% da oferta de cana direcionada à produção de etanol. Na safra anterior, esse porcentual foi de 54,78%. Com isso, a produção do biocombustível deve atingir 25,87 bilhões de litros, aumento de 1,20% em comparação com os 25,57 bilhões de litros de 2013/14.
Desse total, 14,63 bilhões de litros serão de hidratado e 11,25 bilhões de litros, de anidro. Já a produção de açúcar deve ficar em 32,5 milhões de toneladas, 5,23% menor que as 34,29 milhões de toneladas observadas em 2013/14.
A Unica prevê que a quantidade de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR), que mede o nível de sacarose nas plantas, alcance uma média de 135 kg por tonelada de cana processada na temporada, número 1,2% superior à média de 133,33 kg/t de 2013/14. Quanto ao rendimento agrícola, a entidade estima que o volume de cana colhida por hectare deve passar de 79,8 toneladas para 73,4 toneladas em 2014/15 (-8%).
Área plantada
Apesar de estimar uma queda no volume a ser processada, a Unica informou que a área plantada em 2014/15 é cerca de 5% maior que a de 2013/14. "
Esse crescimento decorre da maior renovação do canavial e do significativo volume de cana não processada em 2013/14 (cana bisada), que deve representar cerca de 3% da área a ser colhida em 2014/15", disse a entidade, em nota. Segundo a Unica, pelo menos 10 usinas podem confirmar a paralisação das atividades na safra por conta das dificuldades pelas quais passa o setor. Além dessas 10 unidades, outras 30 estão em recuperação judicial.

Chuvas podem comprometer produtividade do milho em MT

Maior produtor brasileiro de safrinha terminou plantio com atraso.
Agora, apreensão é quanto ao regime de chuvas nos próximos meses.

Plantio de soja em MT (Foto: Leandro J. Nascimento/G1)Plantio de milho foi encerrado em MT após atraso
(Foto: Leandro J. Nascimento/G1)
Olhares atentos para o desenvolvimento das lavouras de milho segunda safra em Mato  Grosso. Com o plantio dos quase 3 milhões de hectares (2,9 milhões ha) da temporada 2013/14 já concluído, a apreensão é que o regime insuficiente de chuvas interfira no ritmo de crescimento das plantas.

O cenário é o oposto ao registrado durante a semeadura, quando o excesso de precipitação fez o cultivo ser concluído com atraso e um mês após o encerramento da janela ideal de semeadura.

Em relatório semanal divulgado nesta terça-feira (22), o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), diz que "as chuvas que prejudicaram os trabalhos no campo no primeiro trimestre do ano podem prejudicar o desenvolvimento do milho nos próximos três meses”. No entanto, a perda pode se dar em função da escassez e não mais com o excesso.
"Apesar de ser normal para o Estado apresentar volumes de chuvas reduzidos a partir de meados de abril, tal fato pode prejudicar a produtividade, que já tem projeção inferior à das duas últimas safras, com média estimada atualmente em 85,4 sacas por hectare no Estado", elenca o Instituto.

Para os analistas, "as chuvas podem ser decisivas para a produtividade do cereal mato-grossense nesta safra". A citação faz referência às previsões de tempo já estabelecidas para o Estado.

Segundo a Somar Meteorologia, para as próximas duas semanas a média de chuvas deve ficar acima de 20 milímetros/semana. Já para a segunda semana de maio, o volume médio semanal deve ficar próximo de 5 milímetro, diz ainda o Imea em seu boletim semanal.
"Até lá, estima-se que cerca de 99,8% do milho se encontrará pendoado, 45,9% em fase de enchimento de grãos e 7,8% em fase de maturação", descrevem os analistas.

Nesta nova safra a previsão é de colher 15,2 milhões de toneladas. O volume é 32,42% menor se comparado a resultado de 2012/13, quando foram 22,5 milhões de toneladas.
Alerta aos agricultores para conservação do solo e da água
Para preservar o solo, o agricultor deve adequar o sistema de cultivo para manter a maior quantidade possível de cobertura vegetal. O solo coberto com plantas durante o período chuvoso ajuda a reduzir os efeitos da erosão. Em áreas onde é feito o cultivo convencional com preparo do solo, as culturas de cobertura podem servir como adubo. Também conhecido como adubação verde, o cultivo de plantas de cobertura é uma das técnicas mais baratas e acessíveis de conservar o solo, pois aumenta a infiltração e retenção da água e a matéria orgânica, fatores importantes para melhorar a fertilidade e conservar o solo.

Além da adubação verde, outras técnicas de manejo e de conservação do solo recomendadas pela Embrapa para a região semiárida são adubação, calagem, cobertura do solo, rotação de culturas, cultivo em curvas de nível, plantio direto e terraceamento. Para o uso adequado de cada parcela da sua propriedade, o agricultor deve realizar o manejo e a conservação do solo e da água. “Esse manejo consiste em técnicas que devem ser adotadas em áreas de cultivo ou de pecuária, para reduzir os problemas causados pela erosão e a falta de retenção da umidade no solo, pois somente assim é possível sustentabilidade econômica e ambiental da agricultura na região semiárida”, explica o pesquisador João Henrique Zonta, da Embrapa.
da redação do Nordeste Rural
A sustentabilidade para a produção das fazendas
Sendo a pecuária de corte a principal atividade da fazenda, é muito importante destacar que a sustentabilidade da propriedade depende da geração de renda por meio da comercialização de bovinos ou de recursos a ela associados que permitam o bem-estar social, a remuneração de seus proprietários, a manutenção do ambiente e de sua biodiversidade.

As preocupações ambientais para a sustentabilidade são conservação da biodiversidade e das paisagens, conservação dos recursos hídricos, conservação e produtividade das pastagens, manejo e bem-estar do rebanho, viabilidade econômica e aspectos sociais aceitáveis. Para ser sustentável, é importante que os sistemas, além de garantir a sua produtividade ao longo do tempo, também sejam capazes de conservar o meio ambiente, garantindo o bem-estar e a qualidade de vida da população.

da redação do Nordeste Rural

Embrapa alerta para risco de entrada de fungo causador do Mal-do-Panamá no Brasil


Existe grande risco de entrada no Brasil da raça 4 tropical de Fusarium, fungo causador do Mal-do-Panamá em bananais, também chamado de TR4 (da sigla em inglês "Tropical Race 4"). O alerta é de pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Mandioca e Fruticultura, de Cruz das Almas (BA).
Antes restrito ao sul da Ásia, onde sua rápida e agressiva disseminação tem provocado severas perdas em países como Filipinas, Taiwan, Indonésia e China, o TR4 foi detectado recentemente em plantações da África (Moçambique). Caso essa raça chegue aos bananais do continente americano, especialistas afirmam que variedades cavendish, que inclui a banana nanica, poderão ser dizimadas.
O fungo pode entrar no Brasil por diferentes vias: solo contaminado carregado em sapatos, ferramentas, mudas de bananeira (visivelmente sadias, mas infectadas) e plantas ornamentais, que podem também ser hospedeiras.
– É muito importante que as medidas de quarentena em portos e aeroportos e pontos fronteiriços sejam restritivas – informa o fitopatologista da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Fernando Haddad.
Ele ressalta que as pesquisas já desenvolvidas pela Embrapa, em relação às raças existentes no Brasil, sejam na área de melhoramento genético, ou na de manejo da doença, são um marco referencial para o combate de um eventual surto de TR4 no país. Hoje, a Embrapa já faz monitoramento das populações do patógeno existentes no território brasileiro, o que auxiliará na seleção e na recomendação de variedades, e até numa detecção oportuna de um foco de TR4.
O pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Miguel Dita, diz que não existem dados exatos sobre a área afetada pela doença no mundo, mas na Indonésia, em apenas três anos (2000-2003), a área plantada na Sumatra Ocidental caiu de 1.400 hectares para 715 hectares. No caso de Taiwan, a exportação para o mercado japonês caiu exponencialmente de 2000 a 2008, passando de 350 milhões para 50 milhões de caixas, por causa da doença. Essas áreas estão condenadas para o cultivo de banana, uma vez que o fungo é um habitante do solo e consegue sobreviver, mesmo na ausência da bananeira, por mais de 30 anos. ( Estadão)

Caicó sediará pela primeira vez 4ª Exposição Regional Nordeste de caprinos Boer

Caicó sediará a 4ª Exposição Regional Nordeste de caprinos Boer. O evento será realizado no mês de maio, durante  a 41ª Exposição Agropecuária do Seridó que acontecerá nos dias 16, 17 e 18 de maio, no Parque de Exposições Monsenhor Walfredo Gurgel.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Boas Chuvas em Fernando Pedroza

Choveu ontem a tarde em Fernando Pedroza, 75 mm. O tempo começou a ficar encoberto a partir das 15 horas. Tudo indica que as chuvas atingiram toda área rural. Graças a Deus.

Piadas de Caipira

Duas mulheres muito gostosas, verdadeiros aviões, resolveram sacanear com Bastião vaqueiro, um velhinho com mais de 80 anos.
Aproximaram-se dele sentado na caçada da bodega em Munguengue e uma delas pergunta:
— Oi, velhinho simpático, tudo bem? O que você faria com duas mulheres tão gostosas como nós duas?
Bastião vaqueiro, muito bruto, depressa respondeu:
-Oxente dona!! Com ocês duas, nada. Mas com mais duas de ocês, abriria um puteiro.
Já é possível criar tambaqui em tanques escavados
A proposta do sistema intensivo é contribuir para aumentar a produção de alimento e gerar renda, com reduzido impacto ambiental. Um dos ganhos foi viabilizar o aumento da densidade dos peixes em tanques já existentes, sem abertura de novas áreas para construção de tanques A experiência mais importante desse tipo de produção vem sendo desenvolvida pelos pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental.

A criação intensiva de tambaqui em tanque escavado com utilização de aeradores resultaram em um sistema que permitiu aumento de produtividades e vantagens ambientais na piscicultura. O pesquisador Roger Crescêncio afirma que a tecnologia concilia vantagens econômicas, maior produtividade e maior rentabilidade por hectare com vantagens ambientais; aumenta a produção nos empreendimentos de piscicultura existentes sem causar desmatamento de novas áreas; não gera efluentes; as estruturas de produção estão fora da área de preservação permanente (APP); o sistema funciona sem renovação de água, apenas faz reposição do que evapora/infiltra.

A implantação do projeto em área de produtor, monitorado por equipe de pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental, resultou em índices de produtividade três vezes maior e lucratividade de 54% no empreendimento. Os resultados obtidos no cultivo do tambaqui com a utilização de aeradores alcançaram produtividades acima de 15 toneladas por hectare. A tecnologia é uma novidade no cultivo do tambaqui.


da redação do Nordeste Rural

Soja e milho têm colheitas estimadas em 70% e 68% no RS, diz Emater

Trabalhos estão entrando para a reta final, segundo empresa.
Relatório mostra avanço nos trabalhos na última semana.

Colheita da soja em Mato Grosso (Foto: Leandro J. Nascimento/G1)Colheita da soja avança no Rio Grande do Sul
A colheita da safra de soja avançou no Rio Grande do Sul, apesar do tempo instável em determinados períodos da última semana, e chegou a 70% da área plantada. A indicação é da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS).
Expectativa é que os trabalhos encerrem até o final deste mês, ou até o início de maio, uma vez que 25% do total da área apresenta plantas maduras e aptas à colheita, aponta a empresa em seu Informativo Conjuntural.
De acordo com a Emater, outros 5% estão em fase de formação de grãos. Em seu relatório semanal, a empresa elenca que as produtividades têm oscilado. "Na média geral, porém, a produtividade se mantém nos níveis recentemente divulgados, que gira ao redor dos 2.700 quilos/hectare", descrevem os técnicos.
Neste ano o Rio Grande do Sul deve colher 12 milhões de toneladas de soja.
O preço da saca variou -1,72% na última semana, sendo vendida a R$ 62,19.
Milho
Para o milho, a colheita chega aos 68% sobre a área semeada, marcando um avanço de 6% em relação à média dos últimos anos. Conforme a empresa, o ritmo desacelerou no último período, em função das chuvas e também da colheita da soja, que é priorizada pelos produtores devido à maior perecibilidade da oleaginosa após sua maturação, diz a Emater.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Diagnóstico de gestação em bovinos: quanto mais cedo, melhor o manejo 
O diagnóstico de gestação é parte importante do manejo reprodutivo e deve ser feito o mais precocemente possível, depois da estação de monta. Com o auxilio da ultrassonografia, o diagnóstico pode ser feito 30 dias depois do término da estação de monta. Por palpação retal, deve ser realizado 45 dias após a estação. A pesquisadora da Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS), Alessandra Nicacio, explica que quanto mais precoce for feito o diagnóstico, mais cedo o produtor pode decidir o que fazer com o animal: manter ou descartar.

“Se a vaca estiver prenhe, já deve ser separada para o lote de vacas prenhes, que devem ter um manejo diferenciado, principalmente, na época de parto, pois acompanha-se a condição corporal durante o pré-parto, além de os animais serem mantidos em um piquete maternidade”, diz.

Caso a estação de monta não tenha gerado bons índices de prenhez, uma opção é fazer a contra-estação - no meio do ano - que seria uma segunda estação de monta, com as vacas que não emprenharam na primeira. Normalmente a estação de monta acontece entre outubro/novembro até janeiro e, às vezes, fevereiro. “Depende da fazenda e do período de chuvas, pois a estação começa juntamente ao período chuvoso”, afirma a pesquisadora.

Ela alerta que em muitas fazendas o diagnóstico é feito somente no período da desmama, que ocorre por volta de maio, o que resulta numa perda de tempo sobre a decisão do que fazer com o animal, atrasando os descartes e gerando prejuízos econômicos.

Métodos

A diferença entre fazer o diagnóstico por palpação retal e ultrassonografia é que o ultrassom possibilita mais informações como viabilidade fetal, visualização de alteração de útero, permite diferenciar o conteúdo uterino para diagnosticar processos infecciosos, ou seja, possibilita o diagnóstico mais preciso da prenhez e da condição da vaca. “Por isso, o ideal é trabalhar com ultrassom que tem resultado mais rápido e eficiente. Outra vantagem é que, por volta de 60 dias de gestação, já é possível ver o sexo do feto”, finaliza Alessandra. 



Texto: Kadijah Suleiman - MTb RJ 22729JP
Embrapa Gado de Corte

Tomate Híbrido

Um hibrido de tomate bem adaptado para o processamento industrial
O primeiro híbrido nacional de tomate para processamento industrial, BRS Sena, foi uma das tecnologias apresentadas pela Embrapa na 13ª edição da Tecnoshow Comigo, entre 07 a 11 de abril, na cidade de Rio Verde, em Goiás. Desenvolvida pela Embrapa Hortaliças, a cultivar foi lançada em 2012 durante o VI Congresso Brasileiro de Tomate Industrial, em Goiânia.

A empresa Eagle Flores, Frutas & Hortaliças, licenciada pela Embrapa Produtos e Mercado (Brasília, DF), atua na produção e na comercialização das sementes do híbrido. Referência no segmento da tomaticultura nacional, a empresa promoveu a divulgação do BRS Sena junto aos participantes da feira. “Tendo em vista ser aquela região grande produtora de tomate para indústria, é muito importante que o material que foi desenvolvido para as nossas condições de cultivo seja disponibilizado para os produtores”, registra a agrônoma Flávia Clemente, supervisora da área de Transferência de Tecnologia da Embrapa Hortaliças.

Com a oferta do novo híbrido, a tomaticultura industrial ganhou um forte aliado contra um de seus principais problemas. O BRS Sena é tolerante ao begomovírus, responsável por significativas perdas de produção e que é transmitido pela mosca-branca, de difícil controle. Além da begomovirose, o BRS Sena mostrou também certa tolerância à mancha-bacteriana, também agente de grandes perdas na produção. “Quando da avaliação do seu desempenho em campo, foi verificado um comportamento superior do BRS Sena com relação a essas duas doenças”, observa Quezado.
da redação do Nordeste Rural

Assembleia Legislativa discutirá endividamento rural

convite seca
A Assembleia Legislativa promoverá na próxima sexta-feira (25), às 09h30, audiência pública com o tema “Endividamento Rural do Nordeste”. A reunião é uma propositura do deputado estadual Fábio Dantas (PCdoB) atendendo à solicitação da coordenadora do movimento Grito da Seca do RN, Joana D’Arc Pires.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

RN: Incra investe em obras de infraestrutura nos assentamentos

A Superintendência do Incra no Rio Grande do Norte apresentou os critérios do Chamamento Público para a seleção de propostas de apoio à infraestrutura em projetos de assentamentos. Esta semana, prefeitos e secretários de dez municípios dos territórios do Mato Grande e Açu/Mossoró conheceram detalhes do edital que deve investir cerca de R$ 100 milhões ao longo de 2014 em todo o País. O programa prevê a edificação de obras estruturais em áreas da reforma agrária beneficiadas pelo Programa Minha Casa, Minha Vida e do Plano Nacional de Habitação Rural (PNHR).

O chamamento público prevê a celebração de convênio entre o Incra e o município nas ações de implantação, complementação ou recuperação de estradas vicinais internas e de acesso aos assentamentos. O objetivo é estruturar os assentamentos, e assim, proporcionar às famílias os benefícios sócio-econômicos mínimos, necessários à fixação do homem no campo, através da implantação ou melhoria da sua rede viária de acesso e moradia digna.

De acordo com o superintendente do Incra/RN, Íbero Hipólito, ainda essa semana deve ser realizada uma reunião com a equipe de infraestrutura do instituto agrário e os engenheiros dos municípios interessados para detalhar, ainda mais, as cláusulas e diretrizes do edital. “Estamos dispostos a ajudar no que for preciso, disponibilizando o conjunto de profissionais qualificados do Incra para que o máximo de municípios apresentem projetos que tragam melhoria de vida para as famílias da reforma agrária”, afirma o superintendente.

No edital, os municípios que apresentarem propostas com estratégias de integração com políticas públicas de implantação ou manutenção da infraestrutura com o uso de equipamentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC II), receberão pontuação adicional no processo de seleção. O chamamento também diz que os projetos que contemplam municípios do Norte e Nordeste têm prioridade.

Para propostas de investimentos conveniadas com recursos do edital público é obrigatório o desembolso de contrapartida, com percentuais indicados no documento. A elaboração dos projetos deve respeitar, entre outras orientações, a realização de um processo participativo que garanta a pactuação de responsabilidades e prazos, já que esse ano é um ano eleitoral e demanda período com datas definidas pela Justiça.

Produção de mel no Brasil será organizada visando melhorias na produtividade
Cinco regiões do País, com registro de 16 instituições e sob a liderado pela Embrapa Meio-Norte, em Teresina, no Piauí, foram beneficiadas com a aprovação de um programa de arranjo tecnológico com um orçamento de R$ 7,8 milhões para os próximos dez anos, com aporte dos recursos financeiros feito pelo Tesouro Nacional.
A pesquisadora que vai liderar o programa de acompanhamento é Fábia de Mello Pereira. O arranjo de pesquisa, desenvolvimento e inovação, estruturado será desenvolvido a partir de 23 projetos focando a abelha e seus produtos.
Com o título Conservação e Uso Sustentável dos Recursos Genéticos de Abelhas em Agroecossistemas e Impactos no Agronegócio Brasileiro, o arranjo vai trabalhar em 11 linhas temáticas. São elas: apicultura, meliponicultura, conservação de recursos genéticos, polinização, mapeamento de plantas com importância para as abelhas; além de melhoramento genético, diversificação da produção, qualidade dos produtos apícolas, mudanças climáticas e os efeitos sobre as abelhas e organização da cadeia produtiva.

Hoje, já incorporados a esse arranjo, quatro projetos, dois planos de ação e três atividades estão sendo conduzidos pela Embrapa Meio-Norte. Os projetos estudam as populações, conservação de recursos genéticos e estratégias de manejo na entressafra para reduzir o abandono das colmeias pelas abelhas. Mais 16 projetos de instituições de pesquisa e ensino, como outras Unidades da Embrapa e universidades, de norte a sul do País, serão apresentados aos longos dos próximos dez anos.

O conjunto de projetos, sem sobreposição de ações, na avaliação da pesquisadora Fábia de Mello Pereira, deve mudar o perfil socioeconômico da cadeia produtiva do mel no País. “Os projetos em execução e os que serão apresentados estão estruturadas nas demandas de conhecimento sobre conservação e criação de abelhas no Brasil, e do fortalecimento da atividade na agricultura familiar e no agronegócio”, ressaltou.
da redação do Nordeste Rural