sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Semente Pirata: “No final das contas, pode perder lavoura”

Diretor da Secretaria de Defesa aponta prejuízos provocados pelo mercado ilegal
     

Diretor da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), André Peralta é muito objetivo ao falar que a semente pirata pode comprometer toda a lavoura: “Pode achar que é mais barato, mas se botar na ponta do lápis, no final das contas você pode perder lavoura”. 

Presente no XX Congresso Brasileira de Sementes, Peralta conversou com exclusividade com o Portal Agrolink. Elencou os vários riscos que o produtor rural tem ao comprar semente ilegal: “Você tem diminuição de produtividade, não tem a menor garantia do que está comprando. Pode estar pagando por uma cultivar achando que é uma, e pode ser outra”. 
Ele garantiu que o combate à pirataria de sementes é uma prioridade do Departamento de Fiscalização de Insumos, mas que a tarefa é extremamente difícil. “É um ‘mundo’ a ser fiscalizado. Potencialmente, todo agricultor pode comercializar a semente que, em tese, só poderia produzir para uso próprio. Então nosso universo de fiscalização são todos os agricultores do Brasil – o que para nós é um mundo”, justificou.

“O que o Ministério [da Agricultura] tem feito hoje em dia é agir com base em denúncia. Qualquer cidadão pode denunciar um ‘pirateiro’, tem vários canais para isso. Pode denunciar pela ouvidoria do Ministério, ou entrar em contato com alguma superintendência do Mapa em seu estado, mas tem que ter nome, sobrenome e endereço, porque não temos como ficar procurando, ou correndo atrás de caminhão”, explicou ele.
Peralta enfatiza que a prática pode trazer sérias consequências. “O nome pirata já sugere: é um produto ilegal. Ao agricultor é dado o direito de produzir sua própria semente, então a cada safra ele pode reservar parte de sua produção para a safra seguinte. O que ele não pode, em hipótese nenhuma, é vender essa semente que ele salvou, ou comprar de alguém que não tem Renasem (Registro Nacional de Sementes e Mudas). Em ambos os casos ele está infringindo a lei – tanto quem está vendendo como quem está comprando”, aponta. 


Reuniões estimulam adesão ao Garantia-Safra no Rio Grande do Norte

As inscrições para os agricultores do Rio Grande do Norte seguem prazos diferentes de acordo com a região do município onde vive o beneficiário
     
A Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), por meio da coordenação do Garantia-Safra, participa, nesta semana, de três reuniões no Rio Grande do Norte, com o objetivo de estimular e reforçar aos parceiros a importância da adesão dos agricultores do estado ao programa para a safra 2017/2018. Para isso, estão sendo convidadas lideranças dos governos estaduais e municipais, além de entidades da sociedade civil, como sindicatos as associações de produtores para participarem do processo.

Para esta quinta-feira (17), aconteceu um encontro em São Paulo do Potengi. A primeira reunião aconteceu nesta terça-feira passada (15), no município de Santo Antônio; e, a segunda, nesta quarta-feira (16), em João Câmara. Mais de 45 municípios estão integrados na ação.
A coordenadora do Garantia-Safra, Dione de Freitas, reforçou a importância da ação. “É um chamamento que estamos fazendo para que as prefeituras e os agricultores possam fazer a adesão ao programa para que, em caso de perda da produção, em virtude da estiagem, eles estejam assegurados pelo Garantia-Safra”, disse Dione.

Inscrições e adesões
As inscrições para os agricultores do Rio Grande do Norte seguem prazos diferentes de acordo com a região do município onde vive o beneficiário. Isso significa que os produtores que moram na região 1 do estado, têm até o dia 20 de dezembro deste ano para fazer a inscrição ao programa, enquanto que a adesão (pagamento do aporte) pode ser realizada até o dia 31 de janeiro de 2018.
A data limite de inscrição para os agricultores que vivem nos municípios contemplados na região 2, é 15 de janeiro de 2018, enquanto a adesão é até o dia 28 de fevereiro do ano que vem. Vale ressaltar que os municípios têm até a data limite de inscrição dos agricultores, de cada região, para fazer o pagamento dos aportes municipais referentes a safras passadas, para poderem participar da safra 2017/2018.

A lista que mostra quais municípios compõem cada uma das regiões pode ser conferida abaixo. 
Regiões do Rio Grande do Norte
Região 1: Acari; Açu; Água Nova; Almino Afonso; Alto do Rodrigues; Antônio Martins; Apodi; Areia Branca; Augusto Severo; Baraúna; Bodó; Caicó; Caraúbas; Carnaúba dos Dantas; Carnaubais; Cerro Corá; Coronel João Pessoa; Cruzeta; Currais Novos; Doutor Severiano; Encanto; Equador; Felipe Guerra; Florânia; Francisco Dantas; Frutuoso Gomes; Governador Dix-Sept Rosado; Grossos; Ipanguaçu; Ipueira; Itajá; Itaú; Janduís; Jardim de Piranhas; Jardim do Seridó; João Dias; José da Penha; Jucurutu; Lagoa Nova; Lucrécia; Luís Gomes; Major Sales; Marcelino Vieira; Martins; Messias Targino; Mossoró; Olho-d'Água do Borges; Ouro Branco; Paraná; Paraú; Parelhas; Patu; Pau dos Ferros; Pendências; Pilões; Portalegre; Porto do Mangue; Rafael Fernandes; Rafael Godeiro; Riacho da Cruz; Riacho de Santana; Rodolfo Fernandes; Santana do Matos; Santana do Seridó; São Fernando; São Francisco do Oeste; São João do Sabugi; São José do Seridó; São Miguel; São Rafael; São Vicente; Serra do Mel; Serra Negra do Norte; Serrinha dos Pintos; Severiano Melo; Taboleiro Grande; Tenente Ananias; Tenente Laurentino Cruz; Tibau; Timbaúba dos Batistas; Triunfo Potiguar; Umarizal; Upanema; Venha-Ver; Viçosa.
Região 2: Afonso Bezerra; Angicos; Barcelona; Bento Fernandes; Bom Jesus; Brejinho; Caiçara do Norte; Caiçara do Rio do Vento; Campo Redondo; Coronel Ezequiel; Espírito Santo; Fernando Pedroza; Guamaré; Ielmo Marinho; Jaçanã; Jandaíra; Januário Cicco (Boa Saúde); Japi; Jardim de Angicos; João Câmara; Jundiá; Lagoa D'Anta; Lagoa de Pedras; Lagoa de Velhos; Lagoa Salgada; Lajes; Lajes Pintadas; Macaíba; Macau; Montanhas; Monte Alegre; Monte das Gameleiras; Nova Cruz; Parazinho; Passa e Fica; Passagem; Pedra Grande; Pedra Preta; Pedro Avelino; Pedro Velho; Poço Branco; Presidente Juscelino (Serra Caiada); Pureza; Riachuelo; Ruy Barbosa; Santa Cruz; Santa Maria; Santo Antônio; São Bento do Norte; São Bento do Trairi; São José do Campestre; São Miguel do Gostoso (dos Touros); São Paulo do Potengi; São Pedro; São Tomé; Senador Elói de Souza; Serra de São Bento; Serrinha; Sítio Novo; Taipu; Tangará; Touros; Várzea; Vera Cruz.


Governo libera mais R$ 90 milhões para seguro rural

Produção agrícola

Valores para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) vão atender safras de inverno e de verão

 Medida aumenta subvenção ao seguro rural, o que facilita acesso a proteção
Medida aumenta subvenção ao seguro rural, o que facilita acesso a proteção

Com a intenção de proteger plantações de verão e inverno de grãos e frutas no segundo semestre, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) liberou mais R$ 90 milhões para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).
De acordo com o órgão, R$ 30 milhões serão destinados para frutas, R$ 10 milhões para trigo e R$ 50 milhões para grãos de verão, cujo período de plantio começa em outubro. A medida foi tomada durante reunião do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR), realizada na quarta-feira (16).
Dos R$ 50 milhões para grãos de verão, R$ 6 milhões serão utilizados, exclusivamente, na subvenção de produtos de seguro rural do tipo faturamento agrícola, também conhecido como seguro renda. Outros R$ 2 milhões serão destinados a um projeto piloto de seguro que envolve a participação direta de empresas privadas.
“Vamos incentivar a contratação do seguro de faturamento agrícola por parte do produtor rural, além de atrair agentes privados para participarem diretamente do programa de seguro rural”, explicou o secretário de Política Agrícola do ministério, Neri Geller.
Balanço do programa
O secretário de Política Agrícola divulgará, na próxima quarta-feira (23), o relatório de perdas e indenizações dos últimos 10 anos de execução do programa de seguro rural. Serão apresentadas informações sobre indenizações por atividade, região e seguradora.
Fonte: Portal Brasil

Produtores trabalham para melhorar a exportação do leite brasileiro

copo de leiteO mercado internacional de lácteos brasileiros ainda é considerado pequeno. Os principais exportadores são Austrália, Nova Zelândia e Europa. Mesmo produzido em um país potência em carne, grãos, café, cana etc., o leite brasileiro ainda aguarda seu espaço no agronegócio nacional. Argentina e Uruguai suprem nosso mercado interno. Por questões alfandegárias, importar de outros países fora do Mercosul custaria cerca de 40% mais caro (tarifas mais transporte). Em 2007, numa conjuntura bastante diferenciada (seca na Austrália e na Nova Zelândia), o Brasil chegou a exportar produtos lácteos para alguns países do Oriente Médio, mas tradicionalmente nosso déficit gira em torno de 5%.
Os pesquisadores da Embrapa avaliam que o setor no País começa a se redesenhar. Há maior profissionalização da atividade e os sistemas de produção estão ganhando escala com novos modelos de gestão e a adoção de tecnologias em genética, nutrição, qualidade do leite etc. Mas fazer com que o agronegócio do leite se encontre com o agronegócio nacional exige mais. Na visão de Carvalho, para ser exportador, o Brasil tem que ter preços alinhados com o mercado internacional. “Na média, nosso leite ainda é caro. Enquanto em julho pagava-se lá fora 38 centavos de dólar por litro, aqui dentro o produto era vendido ao equivalente a 43 centavos de dólar”, compara Carvalho.

Para o pesquisador, os altos custos de produção do leite no Brasil são reflexo do mercado protegido vigente no País. Além do mais, o setor nacional sofre com problemas de regularidade de oferta. Mas Carvalho confirma que os indicadores têm melhorado. Um dos exemplos é a maior especialização do rebanho, com descarte de animais de pior genética. Além disso, o País possui o menor custo de produção de milho e soja do mundo, além de pastagens de alta qualidade. Talvez não falte muito para os produtos lácteos comporem nossa pauta de exportações.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017


Boi gordo

Oferta baliza o mercado do boi gordo e o viés altista ganha cada vez mais força

Cenário está cada vez mais firme no mercado do boi gordo
     
O cenário está cada vez mais firme no mercado do boi gordo. No início desta semana foram observadas muitas indústrias fora do mercado, estudando suas estratégias para a semana.  Na última terça-feira (15/8), com a maioria das indústrias com preços definidos, o que se observou foi um cenário de grande firmeza no mercado, com alguns frigoríficos ofertando até R$4,00/@ a mais em relação ao último fechamento.

Essa pressão de alta é reflexo da baixa oferta de boiadas. Alguns frigoríficos, que no início do mês trabalhavam com escalas de até uma semana, hoje já trabalham com apenas um ou dois dias de escala. Para o curto prazo, a dificuldade de compra deve continuar a determinar os rumos do mercado do boi.

Imposto Territorial Rural

Começa prazo para declaração do Imposto Territorial Rural (ITR)

Prazo para que os produtores rurais façam a declaração do ITR de 2017
     
Começou nesta semana, o prazo para que os produtores rurais façam a declaração do Imposto Territorial Rural (ITR) de 2017. Precisam se regularizar junto à Receita Federal todas as pessoas físicas ou jurídicas proprietárias de terras. A data final para declaração é 29 de setembro, podendo ser feita pela internet, no programa de transmissão Receitanet, disponível para download no site da Receita:
https://goo.gl/Zbc6Lr ou por meio de mídias eletrônicas móveis na sede da Receita Federal.
Para a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), é essencial que todos os produtores do estado façam sua declaração e estejam devidamente regularizados junto à Receita, evitando prejuízos futuros. Isso porque o procedimento é obrigatório e pode resultar em multas, e os contribuintes que declararem o Imposto com atraso estarão sujeitos à multa de 1% por mês de atraso, calculada sobre o total do imposto devido, não podendo ser inferior a R$ 50. 

Sobre o ITR
O fato gerador do ITR ocorre quando há o domínio útil ou a posse do imóvel, localizado fora do perímetro urbano do município. Os contribuintes do imposto podem ser o proprietário do imóvel - tanta pessoa física quanto pessoa jurídica -, o titular do seu domínio útil ou o seu possuidor a qualquer título. A alíquota utilizada varia com a área da propriedade e seu grau de utilização.

A base de cálculo é o valor da terra sem qualquer tipo de benfeitoria ou beneficiamento - inclusive plantações, ou seja, é o valor da terra nua. A função do ITR é extrafiscal. Funciona como instrumento auxiliar de disciplinamento do poder público sobre a propriedade rural. Parte da receita vai para o município arrecadador e estado, na proporção variável, conforme o ente fiscalizador atuante for mais expressivo, ou seja, quem fiscaliza leva o maior pedaço do Imposto. 

Exportações de castanhas devem alcançar US$ 1 bilhão em uma década

Vendas externas

Atualmente, segmento vende para o exterior o equivalente a US$ 200 milhões ao ano
 Consumo doméstico de castanhas crescerá entre 6% e 8% em dez anos
Consumo doméstico de castanhas crescerá entre 6% e 8% em dez anos

A produção de castanhas nativas coletadas (castanha-do-pará, de caju e baru) e exóticas cultivadas (pecan e macadâmia) deve ajudar a impulsionar as exportações brasileiras. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a expectativa é de que as vendas externas saltem dos atuais US$ 200 milhões para US$ 1 bilhão em 10 anos.
Já no mercado interno, o consumo do produto deve crescer entre 6% a 8% no mesmo período, segundo o vice-presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) e diretor da Divisão de Nozes e Castanhas do Departamento do Agronegócio da Fiesp, José Eduardo Mendes de Camargo.
O diretor participou, nesta quarta-feira (16), de audiência com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi. No encontro, ele pediu apoio para ampliar a participação da castanha no agronegócio brasileiro. O ministro disse ser possível atender ao setor com linhas de crédito para cultivo.
O diretor da Fiesp observou que as castanhas representam alternativa rentável do agronegócio, em função de serem consideradas um alimento funcional, com grande consumo no mercado doméstico.
Fonte: Portal Brasil, 

ExpôLajes 2017



Tudo começou com a ideia de uma feira de Caprinos e Ovinos na cidade de Lajes, organizada por alguns criadores de Caprinos e Ovinos do nosso município entre os quais destacamos:  Boris Marinho, Idalécio Pinheiro, José Maria Maria Melo e vários outros.



vendo que o negócio era produtivo, os criadores criaram a Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos do Sertão Cabugi- ACOSC., tendo como seu primeiro Presidente o saudoso deputado federal Nélio Dias um dos grandes defensores na Caprino-Ovinocultura do Sertão do Cabugi.

Com a crianção da ACOSC, foi iniciada a I Caprifeira de Lajes e região, sendo realizada todos os anos, passando a estar no calendário da Secretaria de Agricultura do Governo do Estado.



Com o crescimento da feira o evento foi tomando proporção gigantesca e hoje se tornou na Exposição de Caprinos e Ovinos da região.



A ExpôLajes Acontecerá de 01 a 03 de Setembro no Parque de Exposição Dep. Nélio Dias, as margens da BR 304 Lajes RN.

Veja a Programação da Exposição

Foco Sertanejo

A Produção Integrada de Pimentão ganha um importante aliado

Pimentão coloridoÉ o Portfólio de Produção Integrada de Pimentão (PIP), que a Embrapa Hortaliças (Brasília, DF) lança no próximo dia 18 de agosto durante a XIX Semana do Pimentão, que vai até o dia 19 na Cooperativa Agrícola da Região de Planaltina (Cootaquara), no Núcleo Rural de Taquara (DF). O lançamento está marcado para 19h45 e contará também com palestra sobre pragas que atacam a cultura.
O portfólio reúne 10 publicações resultantes de projeto de cooperação entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Embrapa Hortaliças para subsidiar as normas técnicas específicas para o sistema de produção integrada de pimentão que estão em fase final de publicação.
Para o coordenador da PIP, o pesquisador Jorge Anderson Guimarães, essas publicações reunidas em um portfólio facilita o acesso dos produtores às tecnologias que orientam sobre os procedimentos necessários para a obtenção do certificado de Produção Integrada de Pimentão. A certificação será viável após a publicação das normas técnicas.

O Distrito Federal está entre os maiores produtores de pimentão em cultivo protegido (com uso de estufas) no Brasil. De acordo com números da Emater (DF), a área plantada no ano passado foi de 217 hectares e a produção chegou a 18 mil toneladas. A cultura do pimentão tem importância social na região por ter como característica pequenas propriedades com emprego de mão de obra familiar. 

quarta-feira, 16 de agosto de 2017


Fórum

Fórum discute melhorias no Pronaf

Diretor substituto do Departamento de Financiamento e Proteção da Produção da Subsecretaria de Agricultura Familiar (SAF), José Carlos Zukowski
     
Representantes da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead) se reuniram, nesta terça-feira (15), com agentes financeiros, entidades representativas da agricultura familiar e profissionais da assistência técnica, durante o 39° Fórum sobre o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O encontro foi em Brasília e tinha, entre os principais objetivos, melhorar o funcionamento e execução do Pronaf, principal política voltada para a agricultura familiar no Brasil.

O Fórum do Pronaf é um espaço de discussão sobre as políticas públicas de crédito e de seguro rural. A abertura do evento teve a presença do subsecretario da Agricultura Familiar, Everton Ferreira; do diretor substituto do Departamento de Financiamento e Proteção da Produção da Subsecretaria de Agricultura Familiar (SAF), José Carlos Zukowski e do representante da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), Lucio Valadão.
Na ocasião, os participantes apresentam as demandas do setor e tiraram dúvidas sobre o programa. Segundo Zukowski, o fórum é uma oportunidade de aprimorar as ações da Sead frente ao crédito rural. “Esse tipo de encontro é muito importante para o agricultor familiar. Com essas iniciativas, a gente aperfeiçoa as políticas e as ações para que o agricultor seja melhor atendido”, afirmou.

O Fórum trouxe uma novidade: a inclusão da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) nas rodas de conversas. Zukowski lembrou que, nas edições anteriores, as discussões com as empresas de Ater eram feitas de forma separada. “Pela primeira vez, a gente agrega todos os parceiros do Pronaf de forma conjunta. A Ater tem um papel fundamental e a participação dela amplia o debate”, justificou o diretor.
Investimento
Os participantes falaram ainda sobre o Plano Safra 2017/2020, lançado em maio deste ano, que disponibiliza R$ 30 bilhões em crédito para a agricultura familiar. O novo Plano Safra já mostrou avanços e, durante o Fórum, a Sead apresentou os números que mostram o crescimento do Pronaf no início deste ano agrícola. De acordo com o levantamento, a quantidade de contratos do Pronaf, em julho desse ano, teve um aumento de 12,32% em relação ao mesmo mês da safra passada. 

Com recursos, o agricultor pode estruturar e custear sua produção. “Tivemos grandes avanços na nossa agricultura, em termos de aumento da produtividade e da produção, e o crédito tem um papel fundamental nesse processo”, assegura Zukowski. O fórum acontece a cada três meses.

 ASSÚ: Barragem ARMANDO RIBEIRO GONÇALVES com nível muito baixo

barragem baixa
O maior reservatório de água do Rio Grande do Norte, a barragem Armando Ribeiro Gonçalves vem perdendo diariamente um bom volume de água. De acordo com a última medição, realizada nesta última segunda-feira (14), a barragem está acumulando 399,38 milhões de m3, o que representa 16,6% de sua capacidade total.

 LAGOA DE VELHOS: Prefeitura Municipal investe em Silagem para produtores rurais

Silagem realizada no Assentamento Potengi – Iguatu, na Agrovila São Pedro, com o agricultor familiar Wagno Ivo.
Para animizar os efeitos da seca, a Prefeitura Municipal de Lagoa de Velhos, através da Secretaria Municipal de Agricultura, tem investido em Silagem para o rebanho de gado.
O objetivo é incentivar  o produtor rural, que sem custo algum recebe o benefício.
A Silagem é um método de produção que se baseia na conservação de forragem para alimentação animal, principalmente nessas épocas de escassez de alimentos naturais.

NOTA DO BLOG: Este trabalho de silagem efetuado por alguns municípios, é de fundamental importância para o pequeno produtor. Aproveita os resquícios do mato verde, ensila, guardando para a fase crítica do período da  escassez de chuvas.