quinta-feira, 20 de julho de 2017

GOVERNO CIDADÃO

 PROJETO DE FORTALECIMENTO DA PECUÁRIA LEITEIRA BOVINA E CAPRINA
O projeto busca o fortalecimento da pecuária, através da oferta de volumoso para os rebanhos do Estado (disponibilização de feno a preço subsidiado, distribuição de sementes de palma forrageira tolerante a Cochonilha do Carmim e produção de silagem), se propõe também a colaborar com a melhoria da qualidade do leite, através da distribuição de tanques de resfriamento de leite coletivo, com vistas a adequação a IN 62/2011  do MAPA; também busca o melhoramento genético dos rebanhos leiteiros, a partir da estruturação do primeiro centro de treinamento para formação de inseminadores do estado, prevê ainda a distribuição de kits de inseminação artificial para bovinos, como também, será feito um trabalho de melhoramento genético do rebanho caprino leiteiro do estado, por meio de um programa de inseminação de cabras leiteiras, distribuição de reprodutores e formação de inseminadores de cabra.
SITUAÇÃO ATUAL:
Encaminhado para o Banco Mundial para não objeção. Elaboração dos termos de referência.

Valor Estimado: R$ 14.612.477,20 (Quatorze milhões, seiscentos e doze mil, quatrocentos e setenta e sete reais e vinte centavos).

Apropecuária

Projeto define critérios de política permanente para ovinocaprinocultura

Tramita na Câmara dos Deputados projeto de lei que define os parâmetros para a elaboração de políticas públicas voltadas para a ovinocaprinocultura (PL 6899/17)
     
Tramita na Câmara dos Deputados projeto de lei que define os parâmetros para a elaboração de políticas públicas voltadas para a ovinocaprinocultura (PL 6899/17). Para o produtor, o texto traz dois pontos importantes. Primeiro, a determinação de que o Plano Agrícola e Pecuário anual deve ter ações voltadas para a ovinocaprinocultura, incluindo crédito e seguro específicos.

Em segundo lugar, a garantia de uma política de comercialização para os produtores. A garantia será dada pela compra dos produtos (lã, carne, pele, leite e seus derivados) por preços mínimos, fixados nos mesmos moldes dos demais produtos agropecuários.
Também será fornecida concessão de financiamento, com ou sem opção de venda do produto, inclusive para industrialização, acondicionamento, beneficiamento, armazenamento, transporte e distribuição da produção. Além disso, a política de comercialização deverá simplificar procedimentos de importação e exportação de animais vivos e sêmen.

O projeto prevê ainda benefícios fiscais para produtores e exportadores, como a suspensão do pagamento da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins.
Política permanente
O projeto é de autoria do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). O objetivo, segundo ele, é dotar o País de uma política permanente para a cadeia de caprinos e ovinos, que responde por cerca de 10% do rebanho nacional. Caiado explica que os produtores são em sua maioria de pequeno porte, situados no Sul e Nordeste do País.
O projeto traz as linhas gerais que devem ser seguidas pelas políticas públicas para as duas cadeias. Isso inclui planejamento, levantamento estatístico da produção e critérios unificados de fiscalização e controle sanitário.
De acordo com o PL 6899, o planejamento levará em conta questões como crédito e seguro rural, assistência técnica, tributação, pesquisa, sanidade, capacitação e transporte.

A assistência técnica e extensão rural serão proporcionados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e pelas universidades e institutos de ensino, pesquisa e formação profissional. Caberá a eles treinar, por estímulo do poder público, os produtores e atualizar os conhecimentos da área.
Crédito e seguro
Em relação ao crédito, a proposta determina que o Plano Agrícola incluirá linhas de crédito específicas para os ovinocaprinocultores. As linhas devem financiar, por exemplo, aquisição de matrizes e reprodutores, compra de máquinas, construção e reforma de locais de criação, e até consultoria para o sistema de produção.

Já o seguro para o setor deverá suportar a demanda existente. O prêmio do Seguro Rural – um auxílio do governo aos produtores rurais para viabilizar a contratação de seguro – terá que ser diferenciado segundo a espécie (caprino e ovino) e o local da produção.
Merenda escolar
O PL 6899 determina ainda a inclusão da carne, do leite e do queijo oriundos da ovinocaprinocultura no cardápio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que financia a merenda escolar nas escolas públicas.
Pelo menos 30% dos recursos repassados pelo governo para o Pnae terão que ser usados para comprar produtos da agricultura familiar, incluindo ovinocaprinocultores.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo nas comissões de Educação; de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Crédito fundiário

Crédito fundiário é pauta de reunião da Sead com delegados federais

O crédito fundiário é uma das principais pautas do encontro
Os delegados Federais do Desenvolvimento Agrário, representantes da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead) nos estados, se reuniram nessa terça-feira (18) para falar sobre o Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF). O encontro dá continuidade ao ciclo de reuniões em Brasília, que tem por objetivo apresentar detalhes e esclarecer dúvidas sobre as políticas públicas para a agricultura familiar. Na segunda-feira (17) o assunto tratado foi o Projeto Dom Helder Câmara. 

O crédito fundiário é uma das principais pautas do encontro, já que os delegados passarão a ter mais participação na execução do Programa. Uma portaria publicada no Diário Oficial da União atribuiu às Delegacias Federais do Desenvolvimento Agrário (DFDAs) a competência de atuar na gestão e execução do PNCF, podendo contar ainda com o apoio das Unidades Técnicas Estaduais. Na reunião dessa terça-feira, o secretário da Sead, José Ricardo Roseno, reforçou a importância dos delegados para levar as políticas públicas pelo Brasil e disse contar com eles para a boa execução do Programa. “Vocês são a Sead nos estados. O objetivo portaria é dar celeridade, segurança, transparência, e, principalmente, sustentabilidade ao PNCF”.
As Delegacias são o meio mais ágil dos agricultores familiares obterem informações e auxílio sobre as políticas públicas federais para a agricultura familiar. Raquel Santori, subsecretária de Reordenamento Agrário da Sead, afirma que o maior envolvimento das DFDAs aproximará ainda mais a Sead dos estados, principalmente na execução do Programa. “Estamos reforçando o envolvimento e a maior participação dos delegados, sem deixar de contar com o apoio dos governos estaduais. A gente quer qualificar o acesso ao crédito fundiário de modo a alcançar todos que necessitam e preencham os requisitos do Programa”, assegura.

O delegado de Tocantins, Sebastião Pelizari Junior, afirma que vai atuar em parceria com o governo estadual para executar o PNCF da melhor maneira possível. “Vamos continuar buscando o apoio do estado para garantir que o Programa flua melhor. Nós queremos levar as políticas públicas da Sead e colher os resultados para o Brasil”, frisa.
A reunião dos delegados com os profissionais da Subsecretaria de Reordenamento Agrário (SRA) continua nesta quarta-feira (19). Eles estão conhecendo detalhes dos processos do Programa e se inteirando sobre linhas de crédito, requisitos, documentação necessária, fluxo, normativas, legislação, entre outros temas. Na ocasião, os participantes ainda podem tirar dúvidas sobre a Lei nº 13.340, que auxilia na liquidação das dívidas do PNCF. Leia mais sobre a Lei aqui.

Para o delegado do Piauí, Fernando Lima, a capacitação e interação entre os profissionais vai ser fundamental para a aplicação dos trabalhos nos estados. “É muito importante a gente ter essa interação e conversa. Assim, estaremos capacitados para desempenhar essa função da melhor maneira possível”. O Piauí é o segundo estado que tem mais contratos do PNCF e Fernando afirma que vai se empenhar para que os piauienses continuem contratando, mas que também colham os frutos do investimento e paguem as parcelas em dia.
Ainda na pauta desta quarta-feira estão outros pontos importantes, como os sistemas que auxiliarão os trabalhos dos delegados e a interação com outras políticas públicas, como assistência técnica e o Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). 

Semarh: Ivan Júnior confirma inclusão do Açude do Rio de Angicos no Rol de represas a serem recuperadas



Na manhã desta terça-feira (18), o Secretário de Meio ambiente e Recursos Hídricos, Ivan Júnior se reuniu com o Secretário Extraordinário de Gestão de Projetos, Vagner Araújo.

A finalidade da reunião, encaminhar e discutir os projetos de recuperação de seis açudes do RN: o Pataxó,Novo Angicos [Açude do Rio], Bodó, Apanha Peixe, Boqueirão e a Barragem Lucrécia. Ivan explica que os projetos foram elaborados pela Semarh e as obras serão executados dentro do Programa Governo Cidadão.
Durante o encontro, os secretários assinaram um termo de cooperação técnica e operacional para que as equipes da Semarh possam acompanhar a execução das ações e obras de infraestrutura hídrica que estão sendo executadas pelo Governo Cidadão. A gerente executiva do Programa, Ana Guedes, também estava presente na reunião.
fonte do blog de angicos noticias


Dupla visitou propriedades e constatou as mudanças sociais trazidas pelo projeto

O projeto Segunda Água, executado pela Emater-RN para auxiliar agricultores familiares na captação da água da chuva em períodos de estiagem, inspirou o técnico agrícola Francisco Evangelista da Silva Neto a escolher o tema para seu trabalho de conclusão de curso em Agronegócio, oferecido pelo Senar-RN.
Evangelista atualmente é bolsista de extensão da Emater no município de Lagoa de Velhos – região de São Paulo do Potengi - e trabalhou em parceria com a colega de curso Ana Cristina da Silva Urbano em uma pesquisa de campo.
Juntos, diagnosticaram em detalhes a importância social e econômica trazida pela implantação de 26 barragens subterrâneas e outras tecnologias que fazem parte do projeto Segunda Água somente naquele município. A dupla teve a orientação do engenheiro agrônomo da Emater-RN e instrutor do Senar, Didier Pirroni Rodrigues Segundo.
No TCC, eles mencionaram as principais culturas desenvolvidas pelas famílias nas áreas com barragens subterrâneas, renda familiar, grau de satisfação dos produtores beneficiados, mudanças trazidas na propriedade após a implantação das tecnologias, entre outros quesitos.
Na pesquisa, eles fizeram um apanhado histórico das tecnologias no município, a partir de 2012. Das 26 famílias contempladas com barragens, 14 estão inseridas em áreas de assentamento.
A dupla visitou in loco as famílias assistidas e analisaram que tipo de atividades se destacam – milho, batata doce, feijão, hortaliças e palma forrageira, por exemplo. Oitenta e cinco por cento das famílias obtém renda mensal superior a dois salários mínimos e 50% também se dedicam à cadeia produtiva da bovinocultura leiteira.

Abertas inscrições para curso sobre diagnóstico em gestação de cabras e ovelhas

Adilson Nóbrega - Diagnóstico permite trabalhar manejo para épocas de parição
Diagnóstico permite trabalhar manejo para épocas de parição
Estão abertas até o dia 1º de agosto as inscrições para o curso de Diagnóstico de Gestação em Cabras e Ovelhas, com uso de Ultrassonografia em Tempo Real – Scan B, que acontecerá na sede da Embrapa Caprinos e Ovinos em Sobral (CE), nos dias 8 e 9 de agosto. As inscrições do curso, que abre a programação de uma série de capacitações abertas ao público no segundo semestre de 2017, podem ser feitas pelo link: http://bit.ly/CursoUltrassonografia
“O diagnóstico é uma ferramenta importante para o manejo reprodutivo, por identificar precocemente as gestações e permitir ajustar manejos nutricional e sanitário para a época prevista de parição”, destaca o médico veterinário Alexandre Monteiro, analista da Área de Transferência de Tecnologia da Embrapa Caprinos e Ovinos, que ministrará a capacitação. A técnica do Scan B também permite identificar fêmeas com dificuldade de reprodução, orientando um possível descarte e quantificar, em tempo real, os fetos.
Alexandre reforça que esta modalidade de diagnóstico permite boa aplicabilidade em campo, por ser de fácil manuseio. “Trata-se de uma técnica bem popular na bovinocultura e equinocultura e que já vem sendo trabalhada para caprinos e ovinos. É simples e rápida de se fazer, mas exige conhecimento para executá-la”, afirma ele.
O curso é voltado para profissionais ou estudantes de Medicina Veterinária. Os valores das inscrições variam de acordo com a categoria e a opção por hospedagem e refeição no Núcleo de Treinamento e Capacitação da Embrapa Caprinos e Ovinos. Se o participante optar por se hospedar e se alimentar na empresa, as inscrições custarão R$ 1.100,00 para profissionais e R$ 950,00 para estudantes. Caso opte por não se hospedar na Embrapa, as inscrições custarão R$ 950,00 para profissionais e R$ 800,00 para estudantes. No total, serão abertas 10 vagas.
Os interessados devem apresentar seu número de inscrição do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CMRV), no caso de profissionais, ou comprovante de matrícula e histórico escolar, no caso de estudantes. Para estes últimos, é recomendável que já tenham cursado disciplina de diagnóstico por imagem ou similar.
Programação de cursos
O curso de Diagnóstico em Gestação de Cabras e Ovelhas é o primeiro de uma programação outros cursos previstos pela Embrapa Caprinos e Ovinos no segundo semestre, todos abertos à inscrição do público. Os profissionais de Medicina Veterinária serão também o público-alvo do curso sobre Exame Andrológico em Pequenos Ruminantes Domésticos, que acontecerá de 11 a 13 de setembro, com 15 vagas previstas.
Os outros cursos acontecerão no mês de novembro. O primeiro será sobre Seleção de Matrizes e Reprodutores Caprinos e Ovinos para Reprodução, no dia 8, com abertura de 30 vagas para produtores rurais e técnicos. Por último, nos dias 28 a 30, será ofertado curso sobre Controle Integrado de Verminose em Caprinos e Ovinos, também voltado para produtores e técnicos interessados.
Mais informações sobre capacitações pelo telefone (88) 3112.7465 
Embrapa Caprinos e Ovinos

 Conab: Nova distribuição de milho atenderá novamente o estado do RN







A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) fará a remoção de 12,9 mil toneladas de milho em grãos estocado em armazéns localizados no estado do MT, para abastecer suas unidades de armazenagem nos estados de AM, CE, PE, RN e DF.
O edital para contratação de frete foi publicado no endereço virtual da Companhia nesta quarta-feira (19) e o leilão será realizado na quinta-feira da próxima semana (27), frisa informação da assessoria de imprensa.
A medida objetiva atender compradores de pequeno porte que atuam na criação de aves, suínos, bovinos, caprinos e outros de muitos estados, cadastrados no programa Vendas em Balcão.
A quantidade de milho destinada a cada estado: 1,5 mil toneladas para o AM, 3 mil toneladas para o CE, 1,2 mil toneladas para PE, 4,7 mil toneladas para o RN e 2,5 mil toneladas para o DF.
O programa Vendas em Balcão visa facilitar o acesso a pequenos criadores e agroindústrias de pequeno porte aos estoques públicos de produtos como milho e outros.
Os interessados em participar do programa devem efetuar o cadastro em uma das unidades operacionais da Conab localizadas na sua região ou próxima a ela.
Após o cadastramento, devem comparecer ao polo de venda para verificar a qualidade do produto e formalizar sua opção de compra, quando será emitida a Guia de Recolhimento da União (GRU).
Maiores informações podem ser obtidas diretamente nas Superintendências Regionais ou no site da Conab.


Queda na safra de laranja brasileira reduz as exportações


A redução na oferta de laranja registrada na safra 2016/2017, encerrada em 245,31 milhões de caixas de 40.8kg, 18,6% menor que o ano anterior segundo os dados do Fundecitrus, teve impacto negativo nos embarques brasileiros de suco de laranja. De acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações brasileiras de suco de laranja concentrado equivalente a 66º Brix (FCOJ Equivalente) somaram 894.669 toneladas no acumulado da safra 2016/2017, uma redução de 17% ante o volume de 1.080.938 toneladas registrado na safra 2015/2016. Em relação a receita os embarques acumularam queda de 7%, com um total de US$ 1,621 bilhão.
A União Europeia, maior mercado do suco de laranja brasileiro com 66.7% de participação, mostrou a queda mais aguda, com retração de 23%. Os volumes somaram 579.556 toneladas. Em receita a queda foi de 14%, com um total de US$ 1,05 bilhão, ante os US$ 1,20 bilhão registrados na safra 2015/2016.
Nos Estados Unidos o recuo foi de 13%, encerrando o período com um total de 172.777 toneladas. A boa notícia é que, apesar da redução nos volumes, a receita registrou crescimento de 4% e fechou em US$ 317,5 milhões.
Para o Japão, o volume embarcado fechou o período com uma queda de 9%, somando 40.996 toneladas. A receita foi de US$ 69,5 milhões, recuo de 2%. Já na China os volumes registraram alta de 8%, com 29.549 toneladas. A receita avançou 14%, com faturamento de US$ 54,9 milhões.

Ao se comparar a safra 2016/2017 com a 2006/2007, a queda é de 34% no período. A retração já era esperada, visto que na safra 2016/17, conforme anunciado anteriormente, as empresas associadas à CitrusBR processaram um total de 185,5 milhões de caixas de 40,8 quilo, volume 22% menor em relação as 240,4 milhões de caixas processadas na safra anterior. Dessa forma, com um rendimento industrial de de 286 caixas para a produção de uma tonelada de FCOJ equivalente a 66º brix, a produção de suco foi de apenas 648 mil toneladas, 18,4% inferior à safra anterior.

terça-feira, 18 de julho de 2017

 SAIBA POR QUE É MUITO IMPORTANTE VOCÊ TER DENTRO DE CASA UMA PLANTA DE BABOSA!

Muita gente tem a ideia equivocada que dormir com plantas no quarto faz mal.
Mas como diz o botânico Gilberto Kerbauy, da Universidade de São Paulo, se isso fosse verdade, "não haveria um índio vivo na Floresta Amazônica”.
 
É claro que existem plantas mais apropriadas para ficar no quarto.
 
Essas plantas purificam o ar e aumentam os níveis de oxigênio.
 
E farão você dormir e respirar melhor.
 
Aqui estão cinco delas:
 
1, Lavanda

 
Esta planta alivia a ansiedade e ajuda os insones.
 
Inalar o perfume de lavanda proporciona um efeito calmante e sedativo.
 
2. Babosa (aloe vera)
 
Especialistas acreditam que ela tem um forte poder desintoxicante e anti-inflamatório.
 
Além disso, a babosa é uma planta especial para ter em sua casa, uma vez que elimina substâncias químicas contidas em produtos de limpeza.
 
E também purifica o ar.
 
Aqui um dado relevante: quando exposta em área altamente poluída, a babosa desenvolve manchas marrons e sinais de que algo está errado em termos de qualidade do ar.

Também absorve o dióxido de carbono, monóxido de carbono e formaldeído.
 
Uma única planta babosa pode conseguir o que nove purificadores de ar podem.
3. Jasmim 
Ele é capaz de dar uma boa noite de sono de uma forma completamente natural.

O melhor sobre o jasmim é que, além de melhorar a qualidade do sono, reduz a ansiedade.
 
Você nunca mais vai acordar irritado novamente.
 
4. Espada-de-são-jorge
Ela purifica o ar e aumenta os níveis de oxigênio.
 
E é provavelmente a melhor planta para ficar no seu quarto.
 
A espada-de-são-jorge absorve o dióxido de carbono e emite oxigênio durante a noite.
 
Se você precisa melhorar a qualidade do seu sono e respirar facilmente, esta planta é ideal para você.
 
5. Hera
 
Os cientistas dizem que esta planta é excelente para a purificação do ar.
 
Ela absorve perigosíssimas toxinas, como o benzeno e o formaldeído.
 
É certamente uma das melhores plantas para você manter em seu quarto.

Vem aí a Grande Vaquejada de Santana do Matos

GRANDE VAQUEJADA DE SANTANA DO MATOS



I M P E R D Í V E L

Secretário Ivan Junior

Um Secretário preocupado com a situação hídrica do Estado do RN.

Seminário

Técnicos têm capacitação sobre avaliação de espécies forrageiras no semiárido

Projeto é uma parceria da Embrapa com a CNA, com investimentos de R$ 2,2 milhões em suas ações
     
Técnicos de nível superior da equipe do projeto “Forrageiras para o Semiárido” participaram, entre os dias 11 e 13 de julho, de capacitação sobre métodos e técnicas de avaliação de plantas forrageiras, na Embrapa Caprinos e Ovinos (Sobral-CE). Os participantes acompanharão os trabalhos nas Unidades de Referência Técnica (URTs) do projeto, que testará, nos próximos dois anos, forrageiras tolerantes à seca nos nove estados do Nordeste e em Minas Gerais, para indicar aos produtores rurais alternativas para a alimentação de seus rebanhos. O projeto é uma parceria da Embrapa com a Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com investimentos de R$ 2,2 milhões em suas ações.

No treinamento desta semana, os técnicos realizaram práticas de avaliação de gramíneas, pastagens nativas e palma forrageira, além de realizarem coletas de solos para análises. Essas técnicas serão executadas para a avaliação, nas URTs, de gramíneas (capim-piatã, capim-massai, capim-buffel e capim-corrente), plantas lenhosas (leucena, moringa e gliricídea), palmas (orelha de elefante, miúda e Sertânia), além de culturas para produção de silagem (variedades ou híbridos de milho, sorgo e milheto, desenvolvidos pela Embrapa e testados no ambiente semiárido). Essas espécies serão avaliadas de forma solteira ou em consórcio com outras.
Para os participantes, o projeto traz potencial para atender a demandas de relevância na pecuária do semiárido. “É uma pesquisa que vem no momento certo, para nos dar a oportunidade de testar tecnologias em uma realidade de sequeiro, observando a pluviosidade local”, afirmou Eduardo Barroso, engenheiro agrônomo que acompanhará a URT em Ibaretama, no Ceará.
Já o zootecnista Josimar Torres, responsável pelo acompanhamento da URT de Lajes, no Rio Grande do Norte, destacou ser motivador o desafio de apresentar alternativas viáveis para que os agricultores consigam melhor produtividade na realidade de semiárido. “Será importante que o produtor veja, na prática, que a forma como ele trabalha no ambiente local pode melhorar”, ressaltou ele.

Além do Ceará e Rio Grande do Norte, o projeto Forrageiras para o Semiárido também atuará com unidades em Fortuna (MA), São Raimundo Nonato (PI), Garanhuns (PE), Juazeirinho (PB), Batalha (AL), Poço Verde (SE), Ipira (BA), Baixa Grande (BA), Montes Claros (MG) e Carlos Chagas (MG). Segundo a engenheira agrônoma Ana Carolina Mera, assessora técnica do Instituto CNA, além de intensificar pesquisas com culturas já em teste pela Embrapa e parceiros, o projeto também valorizará outras forrageiras nativas em cada região de atuação.
Segundo Ana Carolina, uma das perspectivas importantes é de que, uma vez recomendadas plantas forrageiras adaptadas para o semiárido, os produtores possam adotá-las de forma permanente em suas rotinas de trabalho, trabalhando-as como culturas, integradas aos sistemas de produção para uma pecuária sustentável na região. “Queremos orientar para um uso racional das forrageiras, com práticas de manejo, de adubação. E que o produtor também possa aproveitar a vegetação nativa como fonte para ampliar sua renda”, esclareceu ela.
A assessora destacou também que as URTs já estão em fase de implantação, com parte delas já em pleno funcionamento até o mês de novembro. Em cada uma delas, serão realizadas, no período do projeto, visitas de equipes da CNA e Embrapa para acompanhamento de etapas de plantio, coletas de amostras de plantas e solo e monitoramento das atividades.

Transferência de tecnologias
Além da pesquisa com as variedades e espécies vegetais forrageiras, o projeto também prevê o compartilhamento de informações sobre seus resultados. Como ferramentas para essa transferência de tecnologias, estão previstos dias de campo nas URTs, um futuro portal com experiências de sucesso e a Caravana Mais Forragem, que estará presente em feiras e eventos agropecuários para apresentar resultados de pesquisas.

Também está previsto o desenvolvimento de um aplicativo para ajudar produtores rurais a fazer orçamentação forrageira, facilitando tomadas de decisão sobre uso, conservação e reserva de alimentos para os rebanhos. O aplicativo levará em consideração a disponibilidade de forragem nativa e a demanda por alimentação dos rebanhos nas propriedades rurais.
Segundo a pesquisadora Ana Clara Cavalcante, da Embrapa Caprinos e Ovinos, a pesquisa nas URTs no semiárido fortalecerá ainda mais a base de dados para o desenvolvimento do aplicativo, permitindo opções adequadas às realidades locais. “O interesse é fazer com que o produtor tenha todas as condições de produção, mesmo em ambientes mais suscetíveis às secas”, frisou ela.
O Forrageiras para o Semiárido integra o arranjo de projetos "Estratégias para garantir a segurança alimentar de rebanhos no ambiente semiárido", da Embrapa, envolvendo, além da Embrapa Caprinos e Ovinos, a Embrapa Meio-Norte (Teresina-PI), Embrapa Cocais (São Luís-MA), Embrapa Semiárido (Petrolina-PE) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).