quinta-feira, 2 de abril de 2020

Validade da Declaração de Aptidão ao Pronaf é ampliada por seis meses


Prorrogação da validade da DAP assegura acesso de agricultores familiares a linhas de crédito para investimento produtivo.
Prorrogação da validade da DAP assegura acesso de agricultores familiares a linhas de crédito para investimento produtivo.
As Declarações de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAPs) com vencimento entre 25 de março e 31 de dezembro de 2020 tiveram a validade prorrogada por mais seis meses. A medida consta na Portaria nº 24, publicada no Diário Oficial da União do dia 25 de março pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e segue as orientações adotadas pelo governo federal em várias instâncias, por conta da pandemia do coronavírus.
A decisão abrange todos os tipos de DAP ativas. Além dos agricultores familiares, estão incluídos os assentados da reforma agrária, pescadores artesanais, aquicultores, maricultores, silvicultores, extrativistas, quilombolas, indígenas e famílias do Programa Nacional de Crédito Fundiário.
Por meio do documento é comprovada a renda anual e as atividades exercidas pelos beneficiários, para acesso a linhas de crédito específicas, bem como a programas governamentais como os de Aquisição de Alimentos (PAA) e de Alimentação Escolar (Pnae).
A perda da validade implicava na necessidade de renovar a declaração em alguma unidade emissora de DAP. “A prorrogação é uma forma de garantir o acesso ao Pronaf, além de outras políticas públicas, sem que o agricultor precise realizar esse deslocamento”, afirma o diretor de Desenvolvimento e Consolidação de Projetos de Assentamentos do Incra, Giuseppe Vieira.
Operam os financiamentos a esse público, a Caixa e os bancos do Brasil, do Nordeste e o da Amazônia, além de algumas cooperativas de crédito. As instituições bancárias oficiais já foram comunicados pelo Mapa sobre a edição da Portaria. “As DAPs são consultadas pelas instituições financeiras a fim atestar sua validade. Nesse caso, durante a consulta, o agente financeiro verificará no sistema que ela ainda está válida”, ressalta Vieira.
Como o atendimento presencial foi suspenso temporariamente nas superintendências regionais, unidades avançadas da autarquia e várias salas da cidadania nos municípios com os quais o instituto tem acordo de cooperação, em cumprimento a recomendações do Ministério da Saúde, a solicitação de DAP deve ser feita por telefone ou e-mail nas regionais, cujos contatos podem ser consultados em www.incra.gov.br/incra-nos-estados. A emissão da declaração é gratuita e pode ser requerida também nas empresas e entidades de assistência técnica públicas ou privadas. 
Em caso de problemas de acesso ocasionados por um possível aumento no número de pedidos, o usuário tem como alternativa a utilização do Sistema de Ouvidorias do Poder Executivo Federal no endereço: https://sistema.ouvidorias.gov.br.

Assessoria de Comunicação Social do Incra

Serviço de Inspeção Federal garante a manutenção do abastecimento de produtos de origem animal

Mesmo diante a pandemia do coronavírus, as atividades de inspeção e fiscalização junto aos estabelecimentos continuam sendo totalmente cobertas para manutenção do abastecimento público de produtos de origem animal
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) tem mantido em funcionamento suas atividades essenciais, com todos os cuidados necessários. Mesmo diante a pandemia do coronavírus (Covid-19), as atividades de inspeção e fiscalização junto aos estabelecimentos submetidos à inspeção permanente continuam sendo totalmente cobertas para manutenção do abastecimento público de produtos de origem animal para consumo humano e de produtos destinados à alimentação animal com segurança à sociedade.
“Nos estabelecimentos onde ocorrem abate de animais, a presença de equipes de servidores do SIF é imprescindível para que sejam realizadas as atividades de inspeção ante mortem e post mortem, visto que somente por meio destes procedimentos é possível identificar os animais com patologias que representam riscos à saúde pública, sendo insubstituíveis como instrumentos de vigilância sanitária animal e de medicina preventiva”, destaca a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lucia Viana.
Atualmente, estão registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) 3.263 estabelecimentos de produtos de origem animal nas áreas de carnes e produtos cárneos, leite e produtos lácteos, mel e produtos apícolas, ovos e pescado e seus produtos derivados.
Durante o mês de março, nenhum abatedouro frigorífico de aves e de suínos registrados no Mapa comunicou paralisação significativa de suas atividades. Já nos abatedouros de bovinos, nove, de um total de 224 registrados, informaram a paralisação temporária das atividades de abate, permanecendo com outras atividades em funcionamento, tais como desossa e o setor de expedição.
“O Serviço de Inspeção Federal atendeu, neste mês, demandas de forma emergencial que resultaram na autorização de 209 de atividades de abate em turnos ou dias adicionais à regularidade operacional dos abatedouros frigoríficos. Já estão programados e autorizados 52 turnos extras para o mês de abril. Os SIPOA regionais estão adotando medidas gerenciais para atendimentos dessas demandas que tem sido salutares para o fornecimento de produtos de origem animal para a sociedade”, ressalta o secretário de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal.
Outro serviço considerado como essencial é a certificação sanitária, que assegura que os produtos e os sistemas de produção atendem a todos os requisitos acordados com os países para os quais o Brasil exporta seus produtos. Apesar do momento atual, 28.164 Certificados Sanitários Internacionais (CSIs) foram emitidos até o dia 29 de março, sendo superior ao mesmo período no ano de 2019, quando foram em emitidos 27.240 CSIs.
Além disso, o Mapa analisa previamente as solicitações de Licenças de Importação (LI) de produtos de origem animal para avaliar se os produtos são provenientes de empresas e países que não contenham restrições sanitárias, visando conferir mais segurança no controle oficial sobre os produtos importados que serão consumidos pelos brasileiros. O prazo estabelecido em legislação para as análises de LI é de 30 dias, porém o tempo médio de análise está atualmente em 3,7 dias. Em março, foram analisadas 4.580 LIs, sendo 3.767 deferidas e 813 indeferidas.

Alimentos da merenda escolar poderão ser distribuídos diretamente para famílias de alunos da rede pública

Parte dos alimentos vem da aquisição de produtos da agricultura familiar
O Senado Federal aprovou nesta segunda-feira (30) o projeto de lei (PL 786/20) que autoriza, em caráter excepcional, durante o período de suspensão das aulas em razão de situação de emergência ou calamidade pública, a distribuição de gêneros alimentícios adquiridos com recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) aos pais ou responsáveis dos estudantes das escolas públicas de educação básica.
O PNAE é gerenciado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e se destina a suprir parcialmente as necessidades nutricionais de alunos da rede pública de educação básica. Desde 2009, no mínimo, 30% dos repasses do FNDE para o PNAE devem ser investidos na aquisição de produtos da agricultura familiar.
O projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados no último dia 25 e, em seguida, tramitou no Senado em regime de urgência. O texto segue agora para sanção da Presidência da República.
A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) defendeu e negociou a medida, que favorece os agricultores familiares. No âmbito do governo, na semana passada, tratou do assunto com o Ministério da Educação, responsável pelo programa da merenda escolar. “Os agricultores podem ficar tranquilos porque podem continuar a entregar a sua produção no mesmo local onde já entregavam”, disse.

Importantes orientações para o cultivo da banana em várias regiões do Brasil

 
bananeira - plantaO Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) acaba de ser definido para os tipos de bananeira mais cultivados no Brasil: Cavendish (Nanica), Prata, Maçã e Terra. O Zarc é um sistema de dados que indica os riscos envolvidos para várias culturas agrícolas nas diferentes regiões do País. Ele é utilizado, por exemplo, por instituições financeiras para avaliação de crédito e seguro rural, uma vez que traz informações sobre as chances de sucesso de cada lavoura dependendo do local e da época em que for plantada. Desenvolvida pela Embrapa em 1996, a ferramenta também embasa políticas públicas de desenvolvimento agrícola. O sistema gera calendários de plantio que indicam quando e onde determinada cultura terá mais produtividade.
Por isso, especialistas comemoram a inserção da bananicultura no Zarc, afinal a fruta é a mais plantada e consumida no Brasil, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A expectativa é que a presença da fruta no Zarc contribua para expandir os sistemas de cultivo no Brasil, ampliando a produção da cultura e as regiões produtoras, uma vez que as áreas aptas para a bananeira incluem praticamente todo o território nacional, à exceção de algumas regiões mais frias do sul do País. É uma cultura no Brasil dividida tanto entre grandes e pequenos produtores, que respondem por 48,6% da produção, de acordo com o Censo Rural 2017.
Para ter uma ideia, 18.873 estabelecimentos de agricultura familiar produzem banana, o equivalente a 79,8% do total de estabelecimentos. O Zarc avalia elementos que influenciam diretamente o desenvolvimento da produção agrícola, como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível no solo, demanda hídrica da cultura, altitude, latitude e longitude No caso da bananeira, aspectos hídricos são determinantes para a segurança do cultivo. “Se a planta sofrer inicialmente um estresse hídrico ou térmico, pode comprometer a produção do primeiro ciclo. Por isso, se o local ou a época apresentar um risco maior, é esperado que os agentes financiadores tratem diferente comparado a um de menor risco. Toda essa informação que foi gerada e está publicada vai servir como base para políticas de crédito e seguro agrícola a serem aprimoradas ao longo dos próximos anos”, analisa o pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura Maurício Coelho.

Embrapa Meio-Norte doa material de proteção individual ao Ministério da Agricultura

Arquivo - Máscara do tipo N95 existente no mercado
Máscara do tipo N95 existente no mercado
A Embrapa Meio-Norte doou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), nesta terça-feira (31/03), materiais de proteção que serão utilizados pelos fiscais agropecuários que estão em atividade durante a pandemia do coronavírus.
A doação foi feita em atendimento a uma solicitação do superintendente Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Estado do Piauí, Germano Coelho Silva Barbosa.
Foram entregues à Superintendência Federal de Agricultura (SFA/PI), 40 unidades de respiradores PFF2 (máscaras N95), oito caixas com 100 unidades de luvas tamanho M e oito caixas com 100 unidades de luvas tamanho G.
Germano Barbosa informa que o material será utilizado por servidores do MAPA que estão realizado trabalho que exigem contato com o público e por aqueles que continuam as atividades em trabalho externo (inspeções,  fiscalização e auditorias).
O Governo Federal publicou um decreto, no dia 20 de março, que define como serviços públicos e atividades essenciais a vigilância e certificações sanitárias e fitossanitárias, a prevenção, controle e erradicação de pragas dos vegetais e de doença dos animais e a vigilância agropecuária internacional. Com isso, um grupo de funcionários da SFA no Piauí continua em atividade e necessita de equipamentos de proteção individual.
Para o chefe-geral da Embrapa Meio-Norte, Luiz Fernando Leite, nesse momento, é importante colaborar com todas as instituições que estão mantendo os serviços essenciais, contribuindo para a proteção dos profissionais que estão em atividade.

terça-feira, 31 de março de 2020

SERVIÇO CONCLUÍDO >> CAERN conclui conserto na Adutora Sertão Central

A imagem pode conter: atividades ao ar livre, texto que diz "caern Caern conclui conserto na adutora Sertão Central"
A Caern concluiu o serviço da Adutora Sertão Central, que foi deslocada neste final de semana com a força das chuvas na região, afetando o abastecimento de Angicos, Caiçara do Rio do Vento, Fernando Pedrosa, Jardim de Angicos, Lajes, Pedro Avelino, Riachuelo e, ainda, a comunidade Cachoeira do Sapo. 

A equipe da Caern religou o sistema na tarde desta segunda (30), devendo normalizar o abastecimento até quarta-feira (1º) à tarde. #Caern #abastecimento #SertãoCentral.

Mapa alerta para medidas de prevenção ao coronavírus no campo

Coronavírus

Produtores e transportadores devem redobrar cuidados para evitar contaminação

  Lavar as mãos é uma das medidas para evitar o contágio pelo coronavírus
Lavar as mãos é uma das medidas para evitar o contágio pelo coronavírus
Com a pandemia do Coronavírus, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) alerta para a importância do reforço de medidas de prevenção ao vírus no meio rural.
Os cuidados devem ser adotados, pois animais, pessoas, veículos e equipamentos que entram na propriedade podem ser fonte de contaminação do vírus para os trabalhadores, já que o vírus (Covid-19) fica nas superfícies por um tempo.
“O vírus não atinge animais e vegetais [não transmitem], mas a higienização de alimentos continua sendo fundamental e necessária para mantê-los seguros antes de cozinhá-los”, destaca Luís Eduardo Pacifici Rangel, diretor do Departamento de Análises Econômicas e Políticas Públicas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Nesse momento, há necessidade e urgência de se reforçar medidas de higiene em todas as etapas da cadeia de produção dos alimentos, principalmente no transporte e manipulação das mercadorias nos centros de distribuição”.
O Brasil tem o maior rebanho comercial bovino, com cerca de 213,5 milhões, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São mais de 15 milhões de pessoas ocupadas nos estabelecimentos agropecuários espalhados por todo território nacional. A área agrícola cresceu 3,3% entre 2016 e 2018, de acordo com o monitoramento do instituto. São mais de 664 mil km², o equivalente a 7,6% do território nacional.
“Esses números mostram a dinâmica do setor, que envolve inúmeros elos da cadeia produtiva”, observa Orlando Melo de Castro, diretor do Departamento das Cadeias Produtivas do Mapa ao destacar a importância dos produtores rurais e transportadores de alimentos e bebidas, que estão na linha de frente do setor, adotar recomendações dos órgãos de saúde para prevenir o contágio e a transmissão do Covid- 19.
Toda cadeia produtiva de alimentos e bebidas é atividade considerada essencial de acordo com o Decreto 10.282, de 20 de março de 2020.
As regras higiênico-sanitárias da produção agropecuária já são amplamente conhecidas e aplicadas regularmente pelos produtores rurais, refletindo a excelência da produção brasileira. Há uma série de recomendações que devem ser tomadas principalmente na circulação de mercadorias e cuidados pessoais na logística.
Os transportadores, especialmente, devem observar essas orientações.
 >> Veja abaixo as recomendações gerais:
  • Lavar, com frequência, e sempre que necessário mãos, braços e rosto com água e sabão;
  • Aplicar, frequentemente, e sempre que necessário álcool gel nas mãos;
  • Aumentar a frequência de desinfecção das superfícies de contato de veículos seja volante do trator e ou câmbio, painel e maçanetas de carros;
  • Manter a distância segura (recomendação de 2 metros) entre pessoas nos locais de descanso e evitar aglomerações.

>> Recomendações para circulação de operadores de veículos de carga:
  • Entrar no pátio apenas no momento do carregamento;
  • Utilizar álcool gel nas mãos antes e após a entrega/retirada de documentos;
  • Motoristas de contêineres, não desçam das cabines. Os contêineres deverão ser plugados no estacionamento de caminhões e liberados para entrada para carregamento e já direcionados para a área de expedição.

>> Recomendações para entregas de materiais: 
  • Motorista não deve sair do veículo;
  • Antes da entrega de documentação, o motorista deve passar álcool gel nas mãos;

>> Recomendações para os produtores rurais:
    Seguir a orientação padrão do Ministério da Saúde.
  • Lave as mãos em intervalos menores, com água e sabão;
  • Evite aglomerações e contato pessoal muito intenso;

Quanto tempo o novo coronavírus vive em uma superfície ou no ar?


Ainda não é possível afirmar quanto tempo o novo coronavírus sobrevive na superfície ou no ar, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Mas pesquisadores afirmam que ele parece se comportar igual aos outros tipos de coronavírus.
Estudos avaliados pela OMS apontam que o vírus pode persistir nas superfícies por algumas horas ou, até mesmo, vários dias. Isto pode variar e depende das condições do local, do clima e da umidade do ambiente.
As pessoas podem pegar o Covid-19 de outras pessoas que têm o vírus. A doença pode se espalhar de pessoa para pessoa através de pequenas gotículas do nariz ou da boca que se espalham quando uma pessoa com a doença tosse ou exala.
Essas gotículas pousam em objetos e superfícies ao redor da pessoa. Outras pessoas pegam o Covid-19 tocando esses objetos ou superfícies e depois tocando nos olhos, nariz ou boca.
A recomendação da OMS é de que, caso você desconfie que uma superfície está contaminada, limpe-a com um desinfetante e evite tocar nos olhos, na boca ou no nariz. Após isso, higienize as mãos com álcool ou lave-as com água e sabão.
No ar
As pessoas também podem pegar o novo coronavírus se respirarem gotículas de uma pessoa com Covid-19 que tosse ou exala gotículas. É por isso que é importante ficar a mais de 1 metro (3 pés) de uma pessoa doente.

No dia Mundial da Saúde e Nutrição um alerta para a importância da proteína animal na dieta

 
dia da saúde e nutriçãoHoje, dia Mundial da Saúde e Nutrição um alerta dos especialistas para a importância da proteína animal na dieta. Carnes, leite e ovos estão entre os principais alimentos do tipo e são principais fontes de aminoácidos essenciais ao organismo humano. Conforme o calendário oficial do Ministério da Saúde, se comemora hoje, 31 de março, o Dia Mundial da Saúde e Nutrição, e tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da saúde e de uma boa alimentação.
Em 2019 a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura revelou que a fome é um problema que atinge 820 milhões de pessoas no mundo e, em consequência, 149 milhões de crianças tem seu crescimento atrofiado devido à desnutrição. Com o propósito de reverter tais perspectivas, a Elanco Saúde Animal recomenda garantir a segurança alimentar das pessoas, incluindo acesso universal a carnes, leite, peixes e ovos, buscando proporcionar este acesso de forma sustentável.
Assegurar que a sociedade tenha alimento suficiente, de qualidade e especialmente proteínas animais apropriadas, é uma aposta no desenvolvimento das pessoas e no futuro da sociedade, sobretudo pelo papel fundamental que têm na construção de uma dieta saudável. Além de serem completas e melhor absorvidas pelo organismo humano, são elas que fornecem um conteúdo maior de aminoácidos essenciais, aqueles não produzidos pelo corpo e que permitem o desenvolvimento de funções vitais, como formação de estruturas ósseas e musculares.
Tão importante quanto ingerir proteínas animais é variar os tipos delas no cardápio¹. Isso porque esses alimentos trazem também vitaminas e minerais que variam entre si. Enquanto o frango, por exemplo, é uma excelente fonte de cobre, zinco, selênio e ferro, a carne suína é rica em vitamina B6, que ajuda o organismo a metabolizar proteína e carboidratos. Diferente dos mitos disseminados em torno da carne, ao ser inserida no cardápio de maneira equilibrada com outros grupos alimentares, ela cumpre papel indispensável na nutrição humana.

Economia: Com impacto do coronavírus, Brasil deve voltar a ter recessão neste ano


A economia brasileira caminha para uma recessão neste ano. Com o impacto do coronavírus, bancos e consultorias voltaram a revisar para baixo as projeções para o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) e parte dos analistas dá como certa uma retração da atividade, o que não ocorre desde 2016.
Para a maioria deles, a dúvida já é de qual vai ser o tamanho da queda.
O avanço do coronavírus tem provocado uma paradeira na economia global e nacional. Parte da população está isolada em casa, o varejo baixou as portas para ajudar a conter a propagação do vírus, e fábricas tiveram de interromper ou reduzir a produção.
Na ponta, o resultado dessa combinação perversa são as demissões anunciadas pelas empresas, o que vai piorar o quadro do emprego no país.
A última vez que o mundo sentiu um impacto tão grande foi na crise financeira de 2008. No Brasil, a doença chegou num momento muito ruim. Os últimos números da economia no ano passado já apontavam para uma perda de ritmo.
Tamanho do tombo
Por ora, tem sido difícil apontar qual será o real tamanho da recessão esperada para este ano. A única certeza é de que houve uma deterioração acentuada da economia nos últimos dias. A dificuldade de se dá porque é impossível saber qual será a duração do isolamento social no país.

Economia com fertilizantes na semeadura do inverno

Semeadura de inverno na Região Sul
A estiagem que afetou os cultivos de verão na Região Sul limitou a capacidade das plantas de extrair os nutrientes disponíveis no solo. Avaliar o residual de fertilizantes pode representar economia na implantação das lavouras de inverno.
De acordo com o pesquisador da Embrapa Trigo, Fabiano De Bona, a base de fertilizantes para a produção de grãos é a fórmula NPK- nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K). “Grande parte destes nutrientes ficaram no solo e devem ser contabilizados no investimento para adubação da cultura de inverno”, explica Fabiano. Segundo ele, o ponto de partida para verificar a disponibilidade de nutrientes é análise do solo: “Eu preciso saber o quanto de nutrientes está disponível na área e isso só é possível através da análise de solo. Repor a adubação sem considerar a safra anterior é anti-econômico. Você pode estar aplicando mais fertilizante do que a planta vai conseguir absorver”.
Avaliar o contexto da lavoura e não apenas a reposição de nutrientes é o que recomenda o pesquisador da Embrapa Trigo, Anderson Santi. “Precisamos considerar se a área recebeu milho nos últimos anos ou foi somente soja, qual o volume de palhada, o tipo de solo, relevo, clima. São vários fatores a considerar antes de fazer a adubação. A racionalidade econômica exige o planejamento no uso de insumos e os fertilizantes representam uma parcela importante dos custos de produção”.
Para saber mais ouça a entrevista com os pesquisadores:

segunda-feira, 30 de março de 2020

CORONAVÍRUS >> Saiba como evitar a contaminação dos alimentos em sua casa

Em tempos de quarentena e tentativa de conter a pandemia do coronavírus, é muito importante manter a preocupação e o cuidado com os alimentos que chegam à nossa casa. Isso tudo porque é sabido que mudanças bruscas na rotina e na alimentação podem acabar prejudicando a imunidade dos moradores e deixando as pessoas de casa mais vulneráveis ao Covid-19. O nutrólogo Guilherme Mattos separou algumas dicas para alertar os brasileiros em relação às novas práticas domésticas.
Ir ao supermercado para fazer compras é quase inevitável em algumas regiões onde não há delivery, por isso é importante que todos tomem cuidado com o que chega em casa. Isso inclui legumes, frutas e outros alimentos e embalagens.
Para alimentos industrializados, embalados ou até mesmo em caixas, como o leite, o ideal é usar um pano com álcool em gel 70%. Já produtos em recipientes vedados devem ser bem lavados com água corrente da torneira.
Em relação a frutas, legumes, hortaliças e verduras, a higienização deve ser realizada também com água corrente e logo após a lavagem, deixar os alimentos imersos em uma solução com água sanitária por 15 minutos – lembrando de usar uma colher de sopa a cada 1 litro de água. Após esse tempo, lavar novamente e deixar secar naturalmente. Caso o alimento não seja consumido, é importante guardar na geladeira em recipientes com tampa.
Mattos alerta para a necessidade de higienizar além dos alimentos o local onde eles serão estocados, incluindo pia, bancadas e a despensa. “Pode ser com água e sabão ou o álcool em gel”, recomenda.

Como preparar os alimentos?

Quem ficar responsável pela preparação dos alimentos deve ter muita atenção neste momento. O indicado é sempre lavar as mãos durante todo o processo, porque embora o calor do cozimento iniba o vírus, ele ainda pode permanecer na pele e, pior, contaminar os alimentos crus e gelados.
Postado por Canindé Rocha