segunda-feira, 10 de março de 2014

Preços da mandioca caem em ritmo menor

Segundo o Cepea, demanda caiu, mas oferta também menor limitou desvalorização

Por Redação Globo Rural
agricultura_mandioca (Foto: Ernesto de Souza/Ed. Globo)
Os preços da mandioca mantiveram a trajetória de queda na semana passada, mas como uma intensidade menor que a verificada em períodos anteriores. A informação oi divulgada nesta segunda-feira (10/3) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
De acordo com os pesquisadores, a demanda tem sido menor por parte da indústria, que ainda reluta em formar estoques. E, nas fecularias, o trabalho caiu, com um processamento 24% menor na comparação das duas últimas semanas.
No entanto, do lado da oferta, houve diminuição do ritmo de colheita por causa de chuvas em algumas áreas de produção. E alguns produtores, mais capitalizados, ficaram fora do mercado em função das recentes baixas nos preços.
Diante do cenário, o valor médio a prazo da tonelada de raiz posta na fecularia foi de R$ 330,93 por tonelada. Uma redução de 1,9% em relação à semana anterior.

Tensão na Ucrânia - Brasil Sente Efeitos


suino_criacao_carne (Foto: Shutterstock)
Apesar de distante da tensão política que envolve a Ucrânia, o Brasil tende a sentir seus efeitos à medida que a situação fica mais grave. Foi a avaliação de especialistas em uma teleconferência promovida nesta sexta-feira (7/3) pela consultoria GO Associados com o objetivo de avaliar as consequências da crise ucraniana para economias emergentes.
“No curto prazo, a tendência é de queda (na relação comercial)”, avaliou o professor da Fundação Getúlio Vargas Evaldo Alves. No entanto, ele acredita que o Brasil poderia se aproveitar do fato de estar fora da zona de conflito e de ter uma colônia ucraniana instalada no país para prospectar novas parcerias. “Poderíamos melhorar isso a partir de relações já estabelecidas. É uma oportunidade também para a indústria.”
Entre os produtos que o Brasil exporta para a Ucrânia, está a carne suína. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora (Abipecs). Em 2013, o mercado ucraniano por o terceiro principal destino do produto brasileiro, com participação de 13,18% no volume e de 14,58% na receita com as exportações.
Só em janeiro deste ano, as vendas somaram apenas 244 toneladas, uma queda de 96% em relação ao mesmo mês no ano passado. “O mercado de carne suína tem sentido diretamente os efeitos da crise na Ucrânia”, disse Gesner Oliveira, diretor da consultoria.
Também sócio da GO Associados, o analista Fábio Silveira destacou possíveis efeitos para o mercado de trigo, que tem na Ucrânia um importante produtor. Sendo o Brasil dependente do grão importado, o agravamento da tensão política ucraniana poderia ter um efeito negativo, considerando que o preço internacional do produto está em alta. Nas últimas três semanas, a cotação na bolsa de Chicago (EUA) passou de US$ 6,00 para US$ 6,40 por bushel.
“O preço é global e sobe para todo mundo. O Brasil é um grande importador. Teria problemas de balança comercial e de pressão inflacionária”, disse Silveira, ponderando que o impacto poderia ocorrer no médio prazo.
Ação militar
O diretor do Eurásia Group para mercados emergentes, Christopher Garman, disse que a interrupção das exportações de grãos da Ucrânia está diretamente ligada a uma possível intervenção militar da Rússia principalmente na região leste ucraniana, o que deixaria a situação mais grave. “O risco de acontecer não é pequeno dado o interesse da Rússia de impedir uma aproximação da Ucrânia com a União Europeia. As repercussões econômicas seriam tremendas.”
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Uma delas, segundo Garman, seria uma reavaliação dos preços internacionais de ativos de energia, com conseqüências para as economias emergentes de forma geral e ao Brasil de modo particular. “O preço spot de energia aumentaria e o Brasil estaria olhando para isso porque aumentaria o custo de importação de energia.”
Para Evaldo Alves, a possibilidade de uma ação militar maior da Rússia não é tão grande por causa dos custos para o país. “Esse movimento na Criméia é um embuste. A maioria da população é russa e eles já estão fisicamente lá. Basta reafirmar sua presença.”
De outro lado, uma aproximação da Ucrânia com a União Europeia também traria poucos resultados práticos para a população ucraniana, em função dos ajustes fiscais e econômicos necessários para atender princípios estabelecidos pelo bloco europeu. “A própria Ucrânia começou esse processo deza anos atrás e abandonou”, ressaltou Alves.
A solução, na visão dele, deve ser negociada, já que a Ucrânia precisa se aproximar mais da União Europeia, mas sem deixar de lado sua histórica relação com a Rússia. “É um xadrez complexo. Uma negociação é urgente e deve-se tomar cuidado com um parceiro que está com a arma na mão”, disse, referindo-se aos russos. “Mas não se vê uma liderança ucraniana que saiba negociar.”
Novo conceito recomenda uma redução de proteínas na dieta de bovinos
Fazendo ajustes na dieta de bovinos e ovinos, é possível eliminar excessos, economizar e poluir menos o meio ambiente, sem perder os requisitos nutricionais necessários ao crescimento e à produtividade dos animais. Quem assegura tudo isso é um dos defensores do novo conceito, o pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste Alexandre Pedroso. Ele  aposta na redução do uso de proteínas na dieta de vacas em lactação.
 
Os testes feitos no sistema de produção de leite da Embrapa mostraram que em muitos casos é possível diminuir o teor de proteínas da dieta sem comprometer o desempenho do animal. O objetivo é aproveitar ao máximo o alimento ingerido pelo animal, aumentando a eficiência e reduzindo os impactos ambientais.
 
Na Embrapa Pecuária Sudeste, Alexandre fez um teste em 2012 num rebanho de 90 vacas em lactação, com produção média de 27 quilos de leite por vaca/dia. No período das águas, em que as vacas pastejam forragem de alta qualidade, foi possível diminuir a inclusão de fontes proteicas em 62 quilos por dia, aumentando o milho e reduzindo o farelo de soja. Isso representou uma economia de R$ 1,32 por vaca diariamente. No período, o dinheiro poupado totalizou R$ 24.870.
 
Com a experiência ficou comprovado que as vantagens não são apenas econômicas. Eliminar o excesso de proteína da dieta significa menos nitrogênio excretado pelos animais. O nitrogênio é o principal elemento das proteínas, além de potencialmente poluidor de águas e solos. Experimentos semelhantes têm sido relatados por importantes publicações científicas e técnicas nos Estados Unidos. Na prática, para saber se seu rebanho consome mais nutrientes do que o necessário, é preciso contar com o auxílio de um profissional capacitado em nutrição animal, para avaliar a dieta.
 
da redação do Nordeste Rural
Perímetros irrigados no Vale do São Francisco ganham investimentos de mais de 14 milhões
Ações de modernização dos perímetros irrigados do Vale do São Francisco, geridos pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) vão receber mais investimentos este ano. Somente no sertão pernambucano, são mais de R$ 14 milhões aplicados nas ações em andamento. São obras de reestruturação de estações, e de instalação de equipamentos visando aumentar o uso eficiente da água do rio pelos produtores.
No perímetro irrigado Senador Nilo Coelho e área Maria Tereza, em Petrolina, 34 estações de bombeamento estão recebendo obras de reestruturação orçadas em R$ 5,2 milhões, visando à reabilitação elétrica das estações de pressurização. Segundo o gerente regional de Irrigação da 3ª Superintendência da Codevasf com sede em Petrolina, José Costa Barros, o prazo de execução desse serviço é de 12 meses e está entre as ações que já vêm sendo executadas para a melhoria da eficiência nos dois perímetros.
O programa Mais Irrigação é coordenado pelo Ministério da Integração Nacional (MI) e executado pela Codevasf em sua área de atuação. Entre as ações já realizadas no Nilo Coelho e Maria Tereza, destaque para a troca de motores elétricos do sistema, investimentos na automoção dos perímetros e realização de obras de pavimentação asfáltica dos núcleos residenciais, que estão em fase de conclusão.
A melhoria no uso eficiente da água é o objetivo dos investimentos que estão sendo feitos pela Codevasf nos perímetros irrigados Fulgêncio, Brígida e Icó-Mandantes, localizados em Santa Maria da Boa Vista, Orocó e Petrolândia, sertão de Pernambuco. O trabalho consiste na instalação de 1,9 mil cavaletes hidráulicos, compostos por válvulas controladoras, hidrômetros, conexões, entre outros acessórios, que farão com que a água seja utilizada como maior controle e de forma eficiente.
Esses perímetros pertencem ao chamado Sistema Itaparica, que reúne 10 projetos irrigados na região do Submédio São Francisco os quais foram implantados pela Chesf e passaram a ser operados pela Codevasf por meio de convênio.Segundo levantamento de 2012 do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), os três perímetros, somados, produziram naquele ano mais de 90 mil toneladas, com a geração de 8.945 de empregos diretos e 13.419 indiretos.   


da redação do Nordeste Rural

Reunião do PRODECENTRO

TERRITÓRIO SERTÃO CENTRAL CABUGI E LITORAL NORTE REALIZA PRIMEIRA ASSEMBLEIA DO ANO EM FERNANDO PEDROZA

O Território Sertão Central Cabugi e Litoral Norte, realiza amanha 11 de março em Fernando Pedroza, a primeira assembleia do ano de 2014. Assembleias esta marcada para as nove horas no prédio da Câmara Municipal, como pauta, PRONATEC CAMPO, PAA, LANÇAMENTO DO RN-SUSTENTÁVEL E OUTROS ASSUNTOS DE INTERESSE DO TERRITÓRIO. O território é composto por dez Municípios: Angicos, Afonso Bezerra,Caiçara do Rio dos Ventos, Pedra Preta, Pedro Avelino,Lajes, Macau, Guamaré Galinhos e Fernando Pedroza.

sábado, 8 de março de 2014

Como aproveitar melhor os solos arenosos do semiárido
Os solos arenosos são aqueles que têm uma quantidade maior de areia do que a média. Eles secam logo, porque são muito porosos e permeáveis e geralmente são pobres em nutrientes. A baixa capacidade de retenção de água e de nutrientes, a pobreza em matéria orgânica e a estrutura dos solos são alguns dos problemas.
No semiárido brasileiro são relativamente escassas as áreas apropriadas para agricultura irrigada. Mas um projeto de irrigação desenvolvido pela Embrapa Solos, em solos arenosos no nordeste está ajudando os agricultores a baratear os custos de produção, a racionalizar práticas de adubação e a reduzir a mão-de-obra empregada nos pomares e hortas.
O que vem ajudando os agricultores é o zoneamento detalhado que permite o uso dos solos arenosos como uma alternativa para atender demandas da agricultura irrigada regional, gerando emprego e renda. A experiência vem sendo desenvolvido pela Embrapa com solos arenosos no Vale do Rio São Francisco, superando as deficiências do solo e implantando uma agricultura produtiva e inovadora.


da redação do Nordeste Rural
A rainha das forrageiras pode ser plantada em várias regiões do mundo
Sua característica de adaptação a diferentes tipos de clima e solo fez com que se tornasse conhecida e cultivada em quase todas as regiões agrícolas do mundo. É por isso que a alfafa é considerada a "rainha das forrageiras" pelos norte-americanos. A planta tem alto valor nutritivo, e pode produzir forragem tenra e de boa palatabilidade aos animais. Do ponto de vista nutricional tem cerca de duas a quatro vezes mais proteína bruta do que o trevo-branco (Trifolium repens) e a silagem de milho (Zea mays).
A alfafa (Medicago sativa) é uma leguminosa perene, pertencente à família Leguminosae, subfamília Papilonoideae, originária da Ásia Menor e do Sul do Cáucaso, que apresenta grande variedade de ecotipos. Foi a primeira espécie forrageira a ser domesticada.
A alfafa é muito nutritiva, apresentando importantes qualidades como forrageira: proteína bruta = 22 a 25%, cálcio = 1,6%, fósforo = 0,26% e NDT = 60%, níveis muito superiores aos de outras fontes de alimentos habitualmente utilizados em nossa pecuária, como o milho (Zea mays), a cana-de-açúcar (Saccharum sp.) e o capim-elefante (Pennisetum purpureum).
Um dos poucos problemas do cultivo da alfafa é o menor uso da forrageira sob pastejo, em virtude de riscos de timpanismo provocado pela presença de saponinas, que são substâncias antinutricionais para os ruminantes. Todavia, os teores dessas substâncias em 28 cultivares adaptadas às nossas condições (Crioula, Florida-77, P30, Moapa, CUF-101, BR2, etc.), variaram de 1,78 a 0,78%, que, aliados à baixa solubilidade da proteína bruta, não constituem fatores limitantes ao uso da alfafa sob pastejo.
Mundialmente, a cultura da alfafa é mais freqüente nas regiões de clima temperado, onde cobre área estimada em mais de 32 milhões de hectares (ha), distribuída da seguinte maneira: no hemisfério Norte, Estados Unidos com 10.500.000 ha e a maior produção mundial, seguidos pela ex-União Soviética, com 3.300.000 ha, pelo Canadá, com 2.500.000 ha, e pela Itália, com 1.300.000 ha. No hemisfério Sul, o maior produtor e o segundo em nível mundial é a Argentina, com 7.500.000 ha, seguida pela África do Sul, com 300.000 ha, e pelo Peru, com 120.000 ha.
No Brasil, a alfafa foi introduzida no Rio Grande do Sul, a partir do Uruguai e da Argentina, apresentando no País área de apenas 26.000 ha, o que não condiz com sua nobreza como planta forrageira. Nesse aspecto, dentre os fatores que ainda dificultam sua expansão no Brasil, destaca-se o pouco conhecimento, por parte de produtores, das exigências da cultura quanto à fertilidade do solo, do manejo, e das práticas de irrigação, e principalmente a limitada produção de sementes e a inexistência de cultivares adaptadas às principais pragas e doenças, que acompanham a alfafa em todo o mundo.
Atualmente, verifica-se aumento da área plantada com alfafa nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, em função da crescente implantação de sistemas intensivos de produção com bovinos de leite, o que, conseqüentemente, tem aumentado a demanda por alimentos de alto valor nutritivo. A alfafa também já começou a ser produzida em pequena quantidade, propriedades do Nordeste, com uso de irrigação.

  
da redação do Nordeste Rural

Emparn instalará torre micro meteorológica em Caicó

imagem ilustrativa
imagem ilustrativa
O meteorologista do INSA (Instituto Nacional do Semiárido), Lindemberg Lucena da Silva, esteve ontem, 07 de março, na Emparn em Caicó para providenciar a instalação de uma torre micro meteorológica naquela base. “O projeto que vamos trabalhar em Caicó é intitulado Medidas de fluxos de gases entre a vegetação, solo e a atmosfera”, disse o técnico.
O estudo analisará a concentração de gás carbônico e as implicações no clima. Esse aumento em grande parte se deve a diversas atividades antrópicas, que por um lado têm aumentado a quantidade emitida para a atmosfera, principalmente pela queima de combustíveis fosseis e por outro têm diminuído a capacidade dos sorvedouros terrestres.

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sexta-feira, 7 de março de 2014

Edital-PRODECENTRO

TERRITÓRIO SERTÃO CENTRAL CABUGI E LITORAL NORTE 

 
 
 
 
 
 
Edital Nº 01/2014
 
 
 
O núcleo diretivo do Território Sertão Central Cabugi e Litoral Norte vêm através deste edital convidar todos os membros dos 10 municípios, Lajes, Pedro Avelino, Afonso Bezerra, Angicos, Fernando Pedroza, Caiçara do Rio dos Ventos, Pedra Preta, Galinhos, Guamaré e Macau, para a primeira assembleia ordinária do ano de 2014, que será realizada no dia 11 de março de 2014  no prédio da Câmara Municipal de Fernando Pedroza.
 
1-        Pronatec campo;
2-        Conferencia da Defesa Civil;
3-        Analisar pedido de desistência ao Núcleo Diretivo.

quinta-feira, 6 de março de 2014

A importância do sorgo como alimento para o rebanho em períodos de seca
O sorgo é uma cultura que pode ser plantada em toda a região Nordeste. Por sua alta resistência ao período seco, representa uma boa opção de reserva estratégica de alimento para os animais. Também pode ser cultivado e colhido no período chuvoso para a formação de forragem. dos pesquisadores Alexandre Barros, da Embrapa Solos - Unidade de Execução e Pesquisa em Recife (UEP Recife), e José Nildo Tabosa, do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA).
Para o pesquisador Alexandre Barros, da Embrapa Solos, o período de plantio do sorgo, no Nordeste, geralmente é o chuvoso. No entanto, é importante que o produtor rural leve em conta o Zoneamento Agrícola para o plantio. “Cada região tem o seu Zoneamento Agrícola divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Por isso, o agricultor deve verificar qual o melhor período para o plantio do sorgo na sua região. No Nordeste, a melhor época é o início das chuvas”.
José Nildo Tabosa, pesquisador do Instituto Agronômico de Pernambuco, explica que no Semiárido, por exemplo, o sorgo é uma das plantas, assim como a palma forrageira, para o cultivo durante o período de estiagem. “O sorgo é uma planta rústica que, comparativamente ao milho e outras forrageiras, por sua origem africana de tolerar altas temperaturas, é recomendado para o Semiárido”. Para o pesquisador do IPA, na agricultura familiar, o sorgo forrageiro, na forma de feno e silagem, é altamente recomendado para alimentar os animais em substituição ao grão em condições ambientais desfavoráveis.
A Embrapa Solos, com representação em Recife desenvolveu uma pesquisa que auxilia o agricultor a plantar o sorgo na época correta. Trata-se de uma tecnologia elaborada em três etapas: a primeira se refere à avaliação pedológica, onde se observa as condições do solo; a segunda corresponde a avaliação de aptidão climática para a cultura do sorgo;  e a terceira é o resultado do cruzamento entre as informações pedológicas e climáticas, dando como resultado o potencial pedoclimático para a cultura do sorgo. Essa forma, o agricultor pode utilizar as informações para plantar o sorgo no momento e lugar apropriados, considerando as limitações e as potencialidades do solo e clima.
Para conhecer as variedades de sorgo mais indicadas para cada região, acesse o site do Ministério da Agricultura -www.agricultura.gov.br - e procure as portarias de Zoenamento Agrícola segmentadas por estado, dentro do campo de Política Agrícola.

da redação do Nordeste Rural

Agricultura empresarial financia R$ 2,79 bi em armazenagem

Os financiamentos concedidos pelo governo federal para a construção e reforma de armazéns por produtores e cooperativas somaram R$ 2,79 bilhões entre julho do ano passado e janeiro deste ano. O valor representa 62% dos R$ 4,5 bilhões em crédito disponibilizados para a agricultura empresarial durante a safra 2013/14.
Pelo Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), foram contratados R$ 2,18 bilhões dos R$ 3,5 bilhões disponíveis. Já pelo Programa de Sustentação de Investimento (PSI-BK) voltado para cerealistas, os empréstimos totalizaram R$ 611 milhões de R$ 1 bilhão destinado para esta modalidade.
Apesar do volume expressivo de empréstimos já garantidos, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller, garante que não faltarão recursos para os produtores interessados nessas operações. “Um exemplo é a linha de crédito do PSI-BK, que disponibilizou R$ 7 bilhões durante a safra atual, mas já passou em mais de 32% do valor inicialmente programado. Isso porque o governo federal deixou claro que continuará concedendo empréstimos aos produtores com taxas de juros baixos mesmo que os limites das modalidades de crédito sejam atingidos”, explicou.
Além dos R$ 4,5 bilhões para a agricultura empresarial, ainda foram reservados mais R$ 500 milhões ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
A avaliação atualizada mensalmente das contratações do crédito agrícola é realizada pelo Grupo de Acompanhamento do Crédito Rural, coordenado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Reunião do PRODECENTRO em Fernando Pedroza

Terça feira próxima, dia 11, acontecerá a 2ª Reunião Ordinária do Colegiado PRODECENTRO, na cidade de Fernando Pedroza-RN. O evento está marcado para as 9.00 horas, nas dependências da Câmara M. de Fernando Pedroza. O Diretor do MDA-RN, Raimundo Costa, já confirmou presença e será um dos palestrantes. Até lá conpanheiros.