quarta-feira, 19 de março de 2014

Cuidar da saúde do rebanho de ovinos e caprinos reduz prejuízos do produtor
Para o controle da saúde do rebanho através do manejo sanitário adequado, é importante que o produtor reconheça as principais doenças e como elas alteram o comportamento dos animais. As instalações em que os animais são criados também são um fator importante para a sanidade do rebanho. Algumas instalações podem representar armadilhas para os animais, permitindo que ocorram acidentes que levem a prejuízos. A área também deve oferecer proteção contra chuva e sol em excesso, além de ser economicamente viável, utilizando materiais alternativos e de baixo custo, e conforto e bem-estar devem ser sempre observados.
Manejo sanitário é o conjunto de práticas utilizadas com o objetivo de diminuir o aparecimento de doenças em um rebanho e, desse modo, reduzir os prejuízos de ordem econômica causados por elas. A saúde do rebanho depende de diversas práticas de manejo, mas em especial do manejo nutricional, que consiste basicamente na qualidade, quantidade e modo de preparo e oferta dos alimentos aos animais. Para garantir o “reforço” do que é colocado nos cochos, é necessário contar com um planejamento nutricional, de acordo com cada fase de vida dos animais.
Segundo o médico veterinário Samuel Souza, o sucesso na produção na ovinocultura consiste no planejamento e uso adequado das instalações, na adoção das práticas de manejo, no estabelecimento de calendários sanitários e na associação com as práticas de manejo nutricional e reprodutivo.

da redação do Nordeste Rural

Agricultor do RN reza por chuvas

Apesar de um inicio de março promissor e das previsões otimistas da meteorologia, o sertanejo ainda está cético quanto ao inverno de 2014. Esta dúvida será tirada hoje, Dia de São José, apontado pela crendice popular como referencial sobre a estação de chuvas no sertão nordestino. Para aquecer a fé do fiéis, a meteorologia ajuda com a estimativa de que hoje deverá chover em todas as regiões do Rio Grande do Norte, variando de cidade para cidade, conforme informou a Empresa de Pesquisa Agropecuária (Emparn), que faz o monitoramento climático nos 167 municípios potiguares. 

Emanuel Amaral
Com reservatórios praticamente secos, governo do Estado manterá situação de emergência para garantir abastecimento de água

Com reservatórios praticamente secos, governo do Estado manterá situação de emergência para garantir abastecimento de água
São José é o padroeiro da cidade de Angicos, na região Central. Para a festividade religiosa, a programação deverá começar às 06h, com uma primeira missa na igreja local, celebrada pelo pároco emérito de Angicos, Francisco das Chagas. Às 9 horas uma missa solene será presidida pelo arcebispo de Natal, Dom Jaime. Pela tarde, às 16h, uma procissão seguirá pelas principais ruas da cidade, para ser finalizada com a missa de encerramento, celebrada pelo arcebispo emérito de Natal, Dom Matias.

O último bom inverno no Rio Grande do Norte ocorreu em 2011. No comparativo de chuvas acumuladas nos dois primeiros meses do ano, a diferença é grande. Em 2011, a Emparn registrava situação de inverno normal em 50 municípios, chuvoso em 46 e muito chuvoso em 36. Em apenas 10 a situação era classificada como seco ou muito seco. No acumulado de janeiro e fevereiro, a situação em 2014 é a seguinte: seco ou muito seco em 75 municípios, chuvas em torno da média em 66. A Emparn registra ainda situação chuvosa em 10 municípios e muito chuvoso em apenas um.
Mas isso não quer dizer que 2014 seja  ano de seca. O meteorologista da Emparn, Gilmar Bristot, destaca que as chuvas ocorridas até ontem, dia 18, são suficientes para revitalizar a “pastagem natural”, sem levar muita mudança para o campo. “Este é o princípio de um período chuvoso, mas as chuvas que caíram até agora não trouxeram uma mudança efetiva para o cenário do interior e das regiões mais áridas”, disse destacando que os reservatórios de água permanecem com a capacidade baixa.

O diferencial das chuvas que caíram no Estado este mês está na melhor distribuição, tendo em vista que em todas as regiões foi registrado algum foco chuvoso, embora que no Litoral, no Agreste e no Vale do Açu, tenha chovido com mais força. Das 16 cidades com maior volume de chuvas acumuladas entre 1º de janeiro e 18 de março, nove estão localizadas na mesorregião Oeste. Mesmo com 414 milímetros, Frutuoso Gomes, no Alto Oeste, ainda está na situação “muito seco” segundo os parâmetros da Emparn. Para ser considerado normal, o inverno em Frutuoso Gomes tem de ultrapassar 760 milímetros. 

Ontem, nas redes sociais, internautas relatavam a ocorrência de boas chuvas no Vale do Açu  e no Seridó. De acordo com informações estava chovendo forte na cabeceira do Açude Itans, que está com menos de 10% de sua capacidade, que é de 80 milhões de metros cúbicos. 

Reflexos da seca
Situações que levam à edição do 4º decreto de emergência

- Prejuízo na Agropecuária
De acordo com a Secretaria  de Agricultura Pecuária e Pesca do estado, em 2013 foi registrado um prejuízo superior a R$ 3,8 bilhões na agricultura e pecuária do estado. Um percentual de -46,76% em relação ao ano  de 2012.

- Condição hídrica deficiente
Segundo a Emparn, os mananciais de armazenamento variam entre 25% a 30% da capacidade máxima. A região mais crítica é o Seridó, e o Oeste Potiguar, com açude de Pau dos Ferros com praticamente seco, e a barragem Armando Ribeiro Gonçalves com 33,59% da capacidade, a mais baixa de sua história.

 - Qualidade da água
A Companhia de Águas e Esgotos  relatou que no RN 21 cidades vivem um colapso no sistema de abastecimento de água encanada, ou recebem líquido impróprio para o consumo humano. Esta situação ocorre as regiões do Seridó, Oeste e Alto Oeste do estado. O colapso acontece quando a Caern não consegue manter o serviço de abastecimento por falta de água de onde ela é tirada
Na missa de São José, celebrada em Angicos, nenhum sinal de chuva.
Os fiéis usam sombrinhas pra se proteger do sol…
Fotos: Rodrigo Rafael/Elaine Vládia
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Da classe política, presentes a senadorável Wilma de Faria (PSB), o candidato a deputado federal Walter Alves (PMDB), e os deputados estaduais candidatos à reeleição, Ezequiel Ferreira (PMDB), Márcia Maia (PSB), Leonardo Nogueira (DEM) e José Adécio (DEM).
Além de prefeitos da região.
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Chove com intensidade em todo o Rio Grande do Norte, de acordo com o registro da Emparn nas 24 horas correspondentes ao período de 7 da manhã de ontem e 7 da manhã de hoje.
Foram registradas chuvas acima de 100 milímetros em Portalegre (106,0 mm) e, em todo o Alto Oeste.
Abaixo de 100 milímetros choveu em quase todo o Rio Grande do Norte.

Dia de São José-Padroeiro do Agricultor-São José dos Angicos

Dia de São Jose - Equinócio de Outono

 


Hoje é comemorado o dia de São José, padroeiro da cidade de Angicos-RN


Em anos de estiagem o dia de São José é a última esperança do sertanejo de um bom inverno, se não chover até esse dia é sinal de seca.
É que nesse período ocorre a passagem do equinócio de outono .


O equinócio de outono para o hemisfério sul da Terra ( de primavera para o hemisfério norte ) ocorre quando da passagem do Sol pelo ponto Vernal ou ponto Gama. A data e o horário da passagem variam ligeiramente de ano para ano. O calendário gregoriano, utilizado em quase todos os países, está organizado de maneira a manter, aproximadamente nas mesmas datas, as ocorrências dos equinócios e solstícios. O equinócio de outono (primavera) geralmente acontece nos dias 19, 20 ou 21 de Março.


Quando ocorre um equinócio, a linha que une o centro da Terra ao centro do Sol, cruza o equador terrestre, ou seja, o Sol fica a pino ( no zênite, em termos astronômicos ) nos locais situados no equador ( latitude 0º ). A cidade de Macapá-AP, situada no equador, tem o Sol a pino nesse dia. Em outras palavras, no instante de um equinócio, o segmento de reta que une o centro da Terra ao centro do Sol é perpendicular ao eixo de rotação da Terra.


O nome "José" significa "Deus acrescenta um filho" ou "Deus cumula de bens", em hebraico.


Descendente de Davi, São José era carpinteiro na Galileia e comprometido com Maria. Quando Maria recebeu a anunciação do anjo Gabriel de que daria à luz ao Menino Jesus, José ficou bastante confuso porque apesar de não ter tomado parte na gravidez, acreditava na sua fidelidade. Resolveu, então, terminar o noivado e deixá-la secretamente, sem comentar nada com ninguém. Porém, em um sonho, um anjo lhe apareceu e contou que o Menino era Filho de Deus e que ele deveria manter o casamento.
Maria deu a luz a Jesus, em Belém.

Quando Jesus tinha dois anos, José foi novamente avisado por um anjo que deveria fugir de Belém para o Egito, porque todas as crianças do sexo masculino seriam exterminadas, por ordem de Herodes.
José, Maria e Jesus fugiram para o Egito e permaneceram lá até que um anjo avisasse da morte de Herodes.

Apesar da grande importância de José na vida de Jesus Cristo não há referências da data de sua morte.
O sertanejo espera que este ano o inverno seja generoso e que as chuvas venham em abundância (não por castigo) para que o pequeno produtor não sofra tanto vendo seu rebanho ser dizimado.

terça-feira, 18 de março de 2014

Novo ministro da agricultura diz quais são as prioridades para o setor
O novo Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, foi empossado ontem, pela presidenta Dilma Rousseff. Na ocasião ele disse que uma das suas prioridades é o reforço do Plano Agrícola e Pecuário para a safra 2014/15. “Reconheço os avanços do governo no Plano atual e acredito que ainda há espaço para desenvolver algumas modalidades, como o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural. Além disso, é preciso reforçar a Política de Garantia de Preços Mínimos. Vou tratar destes temas como prioritários junto à equipe econômica”, destaca Geller.
 
O novo ministro é natural do município de Selbach, no Rio Grande do Sul, mas foi em Lucas do Rio Verde (MT) que construiu a carreira profissional e política. “Lucas ainda era um assentamento rural quando cheguei, em 1984, aos 15 anos, para trabalhar. Lá dirigi trator, caminhão, fui frentista e gerente de posto de gasolina. Tive uma longa trajetória até me tornar um produtor rural”.
 
Atualmente, desenvolve atividade de plantio e comercialização de grãos, como soja e milho, em sua propriedade. Também tem empresa no setor de combustíveis e foi vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do estado do Mato Grosso (Aprosoja), além de deputado federal em 2007 e 2011. Exerceu, ainda, mandato de vereador em Lucas do Rio Verde (1996 e reeleito em 2000).
 
Antes de assumir a pasta da Agricultura, esteve à frente da Secretaria de Política Agrícola do Ministério desde janeiro do ano passado, quando participou ativamente da elaboração do atual Plano Agrícola e Pecuário e trabalhou na aprovação da liberação de variedades de soja transgênica por parte da China.
da redação do Nordeste Rural
Recomendações para sustentabilidade da agricultura no semiárido
O solo do semiárido brasileiro em função das constantes secas, da predominância de solos rasos e cobertura vegetal esparsa corre riscos de desertificação. A área ameaçada corresponde a quase um milhão de quilômetros quadrados - o equivalente a mais da metade da Região Nordeste e ainda o norte de Minas Gerais. Essas características tornam o solo da região mais vulnerável ao processo de degradação, aliado ao mau uso do solo nas áreas agrícolas.
Para preservar o solo, o agricultor deve adequar o sistema de cultivo para manter a maior quantidade possível de cobertura vegetal. O solo coberto com plantas durante o período chuvoso ajuda a reduzir os efeitos da erosão. Em áreas onde é feito o cultivo convencional com preparo do solo, as culturas de cobertura podem servir como adubo. Também conhecido como adubação verde, o cultivo de plantas de cobertura é uma das técnicas mais baratas e acessíveis de conservar o solo, pois aumenta a infiltração e retenção da água e a matéria orgânica, fatores importantes para melhorar a fertilidade e conservar o solo.
Além da adubação verde, outras técnicas de manejo e de conservação do solo recomendadas pela Embrapa para a região semiárida são adubação, calagem, cobertura do solo, rotação de culturas, cultivo em curvas de nível, plantio direto e terraceamento. Para o uso adequado de cada parcela da sua propriedade, o agricultor deve realizar o manejo e a conservação do solo e da água. “Esse manejo consiste em técnicas que devem ser adotadas em áreas de cultivo ou de pecuária, para reduzir os problemas causados pela erosão e a falta de retenção da umidade no solo, pois somente assim é possível sustentabilidade econômica e ambiental da agricultura na região semiárida”, explica o pesquisador João Henrique Zonta.
da redação do Nordeste Rural

Del Monte vai demitir 6,2 mil trabalhadores no RN e Ceará


César Alves
Seis mil e duzentas pessoas deverão ser demitidas no Rio Grane do Norte e no Ceará com a saída da Del Monte Fresh Produce Brasil do mercado internacional de banana. Principal exportadora do produto em solo potiguar, a Del Monte informou que deverá manter em torno de 700 dos 6.900 empregados no RN e CE, corte de quase 90% no número de colaboradores. O número é equivalente a três vezes e meia o total de trabalhadores contratados por todo o setor agropecuário nos dois estados, em 2013, que foi de 1.806, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho e Emprego. A empresa não detalhou em quanto tempo as demissões vão ocorrer nem o total de trabalhadores que serão dispensados apenas no RN.
No estado, a Del Monte mantém 10 fazendas na região do Vale do Açu com 1.450 hectares de área plantada. De acordo com o gerente geral da Del Monte no Brasil, Sérgio Camacho, com a mudança de estratégia, até julho de 2014 essa área para o plantio de banana será diminuída para 900 hectares, o que equivale a uma redução de 38%. Em 2013, a produção da multinacional no RN fechou em 3,5 milhões de caixas de 18 quilos de banana, sendo que 60% desse valor – 2,1 milhões de caixas – foi para o mercado externo.
Na última semana, a Del Monte já havia anunciado que deixaria de produzir para o mercado internacional. Entre os motivos apontados pelo gerente geral da companhia está a cobrança de taxa de 40% para a banana brasileira que é exportada aos países europeus, enquanto que concorrentes são isentos devido a acordos comerciais.
Sérgio Camacho acrescenta entre os fatores negativos os custos que seriam altos com insumos no RN e CE, em comparação com outros países produtores que competem com a Del Monte, além de dificuldades na liberação de agroquímicos que em outros países não são proibidos, o que gera custos maiores do que os enfrentados pelos concorrentes.
Na opinião do gerente geral, uma solução possível seria a diminuição da taxa de importação do produto, o que poderia ser viabilizado com negociações entre o Mercosul e a União Europeia. “O ambiente não é positivo. A Del Monte não pode seguir arcando com essa situação negativa. Estamos gratos por estar aqui. Não se trata de uma crítica. É uma decisão. Já estamos aqui há 12 anos e podemos dizer que é muito complicado exportar do Brasil”, afirma.
Com a mudança, a estimativa do gerente geral é que a produção em 2014 chegue a um patamar de 2,25 milhões de caixas de 18 quilos de banana no RN, que serão distribuídos para a Grande São Paulo, Ribeirão Preto, Campinas e Manaus. “Também estamos fazendo contatos para vender para a Bahia”, diz. A Del Monte planeja produzir coco nos 550 hectares que deixarão de ter bananas, ideia que ainda está em fase de estudo, segundo ele.
Conforme o presidente da Companha Docas do Rio Grande do Norte, Pedro Terceiro de Melo, a exportação de banana da Del Monte pelo Porto de Natal envolve algo em torno de 1.080 contêineres/ano entre os 3 mil contêineres de frutas exportadas anualmente. “É um prejuízo para o porto. A banana representa 10% da exportação das frutas. Toda a perda é representativa. Temos que buscar suprir isso com outro segmento”, avalia.
O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Silvio Torquato, explica que a banana é isenta de pagar o imposto estadual, o ICMS. “Num primeiro momento, não vejo o que fazer. É uma questão de estratégia de mercado da empresa”, explica. Torquato diz que não foi procurado. O secretário de Estado de Agricultura, Tarcísio Bezerra, também diz não ter sido procurado pela empresa.
Não é a primeira vez que a Del Monte Brasil enfrenta problemas com a sua produção. Em maio de 2008, a produtora e exportadora de frutas anunciou a demissão de cerca de mil funcionários no Rio Grande do Norte, devido aos “inúmeros prejuízos” causados pelas enchentes no Vale do Açu, onde concentra sua produção. As demissões ocorreriam principalmente em Carnaubais e na Zona Rural de Assu.
Na época, entre as 12 fazendas da companhia, pelo menos quatro tiveram o acesso comprometido por alagamentos. E estimaram perda de metade da produção prevista para o ano, de 4,5 milhões de caixas (81 mil toneladas).
Nos últimos oito anos a empresa oscilou entre as posições no ranking de exportações no estado. A colocação mais baixa foi em 2008, no ano seguinte, se posicionando em décimo primeiro, e movimentando U$$ 14.282.680. Sendo que, desde 2010, a produtora iniciou investimento no mercado nacional, fortalecendo clientela no estado de São Paulo, onde agrupa 95% da clientela nacional.
Ano passado, a empresa não conseguiu conter a queda nas exportações no primeiro semestre. A área de plantio foi ampliada em 150 hectares, chegando a 1,4 mil apenas no estado, mas ainda assim o volume exportado foi 28% menor que o exportado no mesmo período de 2012. A razão foi a seca. O quadro fez a empresa repensar investimentos e cogitar a possibilidade de enxugar o quadro de funcionários.

Fonte: Tribuna do Norte
Nota do Blog:
Péssima notícia para a tão combalida economia do RN.

quarta-feira, 12 de março de 2014

País exportou 969 mil toneladas de soja em janeiro de 2014


O volume do complexo soja exportado pelo Brasil em janeiro de 2014 totalizou 969 mil toneladas, 89% deste volume composto por farelo de soja, 8% de óleo e 3% de soja em grão. Na comparação com janeiro de 2013, o volume cresceu 52%, impulsionado principalmente pelo aumento no volume exportado de farelo, de 42%.
Os embarques de soja em grão, que passaram de 284 toneladas para 30.606 toneladas, e também os envios de óleo de soja, que apresentou aumento de 128%. Os dados são do boletim semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).
MAPA.

Preço do tomate sobe 60%


Em 2013, o tomate foi considerado o vilão da inflação. Agora, o preço voltou a subir devido à estiagem que atingiu as regiões produtoras do país. As cotações do produto já têm alta de 60%.
No maior entreposto da América Latina, a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), em São Paulo, os preços dos legumes registraram alta de 33%. O tomate ficou 67% mais caro em fevereiro. A vagem também teve alta de 67%, e o pimentão verde, 60%. A abobrinha italiana azumentou 49% e o chuchu, 46%.
Entre as frutas, as maiores altas foram da uva niagara, da melancia, da manga tommy e do melão amarelo. Entre as verduras, coentro, alface e repolho subiram mais de 100% no mês passado. No caso do tomate, mesmo com a forte alta, o preço em torno de R$ 3,20 pelo quilo em fevereiro é menor que os R$ 4,00, em média, cobrados no atacado no mesmo período em 2013.
Nota do blog:
Vai começar tudo de novo. O vilão do ano passado está voltando.

Desvio de Milho nos Estoques

Fiscalização descobre desvio de milho nos estoques públicos
No fechamento das ações de fiscalização de estoques públicos da Companhia Nacional de Abastecimento foram identificados desvios de produtos em armazéns privados. Nesta primeira etapa da fiscalização em todo o país, foram vistoriados 118 armazéns dos estados de Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Tocantins.
Os fiscais da Companhia identificaram um desvio, no Mato Grosso, de 13,7 mil toneladas de milho. O produto, estimado em R$ 3,7 milhões estava depositado em uma unidade armazenadora privada no município de Sinop.
A Conab já informou o desvio ao Ministério Público e à Polícia Federal e trabalha com os órgãos estaduais e federais para rastrear o produto. A armazenadora que praticou o desfalque está impossibilitada de operar com a Conab por dois anos e terá que restituir o estoque inicial em dinheiro ou em produto.
Também no Mato Grosso, foi verificada perda de 5,3 mil toneladas de produtos. O registro de perda durante o armazenamento, ou seja, uma redução do estoque, é natural. A perda pode ser quantitativa, quando é detectada a queda de peso do produto em função da atividade respiratória e da diminuição do teor de umidade dos grãos, ou qualitativa, quando ocorre a depreciação das características iniciais do produto.
Até o final deste ano, outras sete rodadas de fiscalizações estão programadas, além das operações especiais conforme demanda dos programas operados pela Companhia. Neste trabalho, 22 fiscais estarão trabalhando no levantamento dos produtos e dos estaques.
Nota do blog:
Grande novidade! Até no Milho?
   

Reunião do PRODECENTRO


Aspectos da Reunião:
Foi realizada ontem nas dependências da Câmara M. de Fernando Pedroza, a 1ª Reunião Ordinária do Colegiado PRODECENTRO. O Evento contou com a presença de todos os municípios que compõe o território. Contou ainda com a presença do Delegado Adjunto do MDA, Dário Andrade, que veio mais uma vez esclarecer as dúvidas sobre o pronatec rural, seguro safra, crédito fundiário e a nova dinâmica dos territórios, que serão coordenados pela UFRN. Após a reunião houve uma confraternização no restaurante e pousada N.S.das Dores, no centro da cidade. A próxima reunião do colegiado, será na cidade de Macau, dia 08 de abril do corrente ano.