sábado, 11 de janeiro de 2014

Busca por produtos naturais favorece expansão do mercado de ovos orgânicos


Aves criadas livres de gaiolas, sem uso de antibióticos, com certificação de bem-estar animal e alimentação 100% vegetal, livre de farinha de origem animal. Assim é realizado o processo de produção de ovos orgânicos. Essas questões vêm motivando os consumidores a buscarem esses produtos naturais, afirma o diretor industrial da Korin Agropecuária, Luiz Carlos Demattê Filho. Segundo ele, esse mercado está em expansão.
– Em geral, no país e no mundo todo, há uma grande procura por esses produtos diferenciados. Os consumidores apoiam esse processo produtivo, que tem uma visão de sustentabilidade – relata.
Conforme o especialista, o sistema resulta na qualidade do produto, que se diferencia. Demattê conta que as pessoas que consomem o produto sempre opinam sobre o sabor superior que os ovos naturais possuem em comparação aos de granja.
No processo de produção de ovos orgânicos, as aves ficam soltas, livres de gaiolas, e botam os ovos em ninhos. De acordo com ele, isso é feito para garantir o bem-estar dos animais, pois dessa forma podem expressar comportamentos naturais inerentes à espécie.
Demattê explica que a produção dessas aves não segue os mesmos padrões da produção de aves convencional.
– Através do programa de bem-estar animal conseguimos não fazer nenhum uso de melhorador de desempenho de base antibiótica ou de qualquer outra substância química, o que garante ovos isentos de resíduos, higidez e saúde das aves. Isso é fantástico – afirma.
Segundo a Korin Agropecuária , em produções convencionais, as galinhas recebem uma série de substâncias químicas adicionadas à ração como: antibióticos, quimioterápicos, anticoccidianos, antifúngicos e promotores artificiais de produção. Além dessas substâncias que têm uma função basicamente preventiva, as aves também são tratadas, quando ficam doentes, com estas mesmas substâncias, porém em doses mais elevadas (doses terapêuticas). Por uma questão de barateamento são utilizados na ração ingredientes de origem animal. Esses ingredientes são resíduos de abatedouros como farinhas de carne, vísceras, penas e ossos. Já na produção natural, a alimentação das aves é 100% vegetal, livre de farinha de origem animal.
Segundo o diretor industrial, isso é feito para garantir aos consumidores absoluta isenção de quaisquer resíduos químicos.
Demattê revela que o valor do alimento orgânico é superior por uma série de fatores, entre elas, por conta da produção ser em menor escala.
Para ele, apesar de todo o potencial e capacidade que o Brasil tem na produção de ovos naturais, ainda há muito o que fazer, sobretudo na pesquisa e no desenvolvimento desta área.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

CORDEL DO SERTÃO

Invocação a Jesus pela seca no meu sertão

 
Jesus! tende piedade
Do povo do meu sertão.
Conviver com essa seca
Ninguém aguenta, não,
Com os animais morrendo
Vai faltar também o pão.
 
Sabíamos que tudo isso
Já podia acontecer
No sertão, por natureza,
É difícil de chover
O que sustenta é a fé
Que temos no Seu poder.

Peçamos também, Senhor!
Pro político esclarecer
Da grande necessidade
De reservatórios fazer
É só isso que precisa
Pra região se abastecer.

Água é nosso alimento
A coisa mais preciosa
Quando a temos em abundancia
A vida é bem mais gostosa
Mas o que sentimos agora
É sensação pavorosa.

Peço-vos, por caridade!
Acode esse povo sofrido
Derrama nessas torneiras
Esse líquido preferido
Reacende aquela chama
Do nosso torrão querido.
                              Nelcimá morais

Tecnologia social contribui com meio ambiente e com as condições de vida de famílias em Jandaíra


Uma tecnologia social ainda pouco conhecida vem revolucionando as condições de vida de três famílias da comunidade rural do Cabeço, localizada no município de Jandaíra. A técnica funciona basicamente a base de esterco de bovinos e água, assim gera sem poluir o ar e o meio ambiente um gaz semelhante ao gaz de cozinha que depois de percorrer uma pequena encanação rustica acende todos os dias o fogão das famílias.

Como diz meu pai, a estrovenga é denominada de Biodigestor Sertanejo e foi desenvolvido como experiência pioneira e a primeira na região do Mato Grande através do Plano Operativo Anual de Projetos NCA - Ambiental e Biodigestores via a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, a DIACONIA ACTALIANCE e a ajuda da Igreja Norueguesa Actaliança e a THE LUTHERAN WORLD FEDERATION. A tecnologia social foi instalada na comunidade através da parceria com a Associação de Jovens Agroecologistas Amigos do Cabeço(JOCA). 




Preços do boi gordo estão firmes neste início de ano


Os preços do boi gordo seguem em patamares elevados neste início de 2014. É o que apontam os indicadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
No último dia 3, a cotação atingiu novo recorde, chegando a R$ 115,01 por arroba. Nos dias seguintes, houve um leve ajuste para baixo, fazendo indicador ficar na estabilidade no acumulado dos primeiros dias deste mês.
“Os lotes de animais a pasto ainda são escassos, devido a adversidades climáticas”, avaliaram os pesquisadores, nesta quinta-feira (9).
Analistas da Scot Consultoria reforçam o cenário de preços sustentados para o boi gordo e avaliam que ele deve se manter nos próximos dias. De acordo com os consultores, o escoamento da produção ainda é considerado “regular” e há expectativa de boas vendas.
“Apesar de a oferta de boiadas terminas ainda não estar expressiva, alguns frigoríficos testam o mercado, ofertando valores abaixo da referência, no entanto, ainda sem negócios concretizados”, informou a Scot também nesta quinta-feira.
Pesquisas vão indicar regiões para plantio de citros no semiárido nordestino
Já exists uma alternativa para o produtor rural no sentido de diversificação dos seus cultivos. A Embrapa Mandioca e Fruticultura, em Cruz das Almas, na Bahia, está analisando a introdução e a avaliação de espécies e variedades  de citros para plantio nos estados de Bahia, Pernambuco e Ceará.
Na Bahia, a região do submédio do Vale do Rio São Francisco é promissora para o plantio de espécies cítricas destinadas ao consumo in natura e à industrialização. Para o  pesquisador Orlando Sampaio Passos, da Embrapa Mandioca e Fruticultura, além da multiplicidade de climas e solos na região do semiárido há outro privilégio, que é a ausência de determinadas doenças que estão ameaçando a citricultura do Sudeste.
“A pequena incidência de pragas e doenças é um dos aspectos que mais atraem os interesses de viveiristas, produtores e empresas. E as condições de clima e solo conferem ao semiárido vantagens comparativas em relação aos citros, especialmente limões/limas ácidas e pomelos”, afirma Orlando Passos, pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura que coordena o projeto “Potencial e desafios da citricultura no semiárido brasileiro”.
Segundo ele, os citros poderão trazer benefícios para pequenos e grandes produtores. “Carente de melhores horizontes, o pequeno vai poder sair um pouco do “feijão com arroz”. Já o grande produtor terá alternativa para sair do binômio manga/uva, cujo mercado parece se mostrar saturado”, imagina Orlando Passos.
Quarenta cultivares de citros (laranjas, pomelos, lima ácida, thaiti, tangerinas e limões) oriundas da Embrapa Mandioca e Fruticultura estão sendo testadas nos campos da Embrapa Semiárido. Os testes apontam boas perspectivas para a citricultura na região.
Escolha dos cordeiros para engorda
A seleção dos cordeiros para encaminhar à terminação, exige algumas recomendações:  o produtor de ovinos deve observar a idade, a condição corporal e a saúde do animal. Assim, é recomendável que só sejam encaminhados carneiros logo após a desmama, que ocorre entre 60 a 75 dias, que não estejam muito magros ou muito gordos, com peso vivo maior que 15 quilos para confinamento e maior que 18 quilos para terminação a pasto, e que não apresentem problemas no casco ou miíases, que são infecções na pele por larvas de moscas, conhecidas popularmente como “bicheiras”.
Garantir um melhor padrão de qualidade para a carne de ovinos, reduzir o risco de doenças e custo com medicamentos e diminuir o tempo de terminação ou engorda para abate podem muito bem ser alcançados pelos produtores, seguindo os procedimentos da seleção de cordeiros para terminação, de acordo com os padrões recomendados e observados em pesquisas pela Embrapa Caprinos e Ovinos, em Sobral, no Ceará.
O médico veterinário Fernando Henrique Albuquerque, pesquisador da Embrapa Caprinos e Ovinos, recomenda que para chegar ao programa de terminação, os animais devem ser pesados e ter avaliada sua condição sanitária. Além disso, devem ser vacinados contra as doenças principais, como clostridiose e raiva e também vermifugados.  No caso da vermifugação, ele chama atenção que a decisão de usar o vermífugo deve ser tomada em função do grau de anemia do animal e do exame da contagem de ovos por grama de fezes (OPG), para não aplicar remédio de forma indiscriminada.
A observação do grau de anemia, que pode ser feita por meio do exame da mucosa ocular via método Famacha, pode facilitar também a decisão de encaminhar o animal para uma terminação em confinamento ou a pasto, uma vez que não é recomendável que animais com menor resistência a verminoses sejam destinados à terminação a pasto. “Uma seleção bem feita reduz o risco de surtos de algumas doenças – infecto-contagiosas, verminoses, eimerioses - e também a utilização de medicamentos. Além disso, pode ser reduzido o tempo necessário para a terminação, dando oportunidade do produtor programar outras vendas com maior rapidez”, ressalta o médico veterinário Leandro Oliveira, analista da Embrapa Caprinos e Ovinos.
A adoção dos procedimentos pode garantir um melhor padrão de qualidade para a carne dos animais, de modo a atender às demandas do mercado. Para este melhor padrão, Fernando e Leandro recomendam ainda a capacitação de técnicos de assistência técnica e extensão rural sobre terminação e a utilização de material para facilitar a rotina no período de terminação.
Batata-doce biofortificada é tema de dia de campo (08/01/2014)
Foto: arquivo Embrapa
Batata-doce biofortificada é tema de dia de campo
Um dia de campo sobre batata-doce biofortificada, no município de São João do Piauí, a 516 quilômetros a sudoeste de Teresina, abre a programação de transferência de tecnologias da Embrapa Meio-Norte em 2014. O evento será desenvolvido nesta quinta-feira (9/01), a partir das 8h30, no assentamento Angical, nos arredores da cidade.

O analista Marcos Jacob Almeida, líder do projeto Alimentos Biofortificados, é o palestrante técnico do evento. Ele falará sobre os aspectos agronômicos e os benefícios nutricionais da batata-doce biofortificada, que é rica em ferro, zinco e betacaroteno. Após a palestra, o dia de campo segue com a colheita das ramas e de batatas, separação por categoria e pesagem, distribuição das ramas e degustação de produtos à base de batata-doce.

O evento tem o apoio da Prefeitura de São João do Piauí, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Recursos Naturais, Banco do Nordeste, Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba – Codevasf e Associação das Escolas Famílias-Agrícolas do Piauí. O prefeito Gil Carlos Modesto Alves abrirá oficialmente o dia de campo.

A programação de transferência de tecnologias da Embrapa Meio-Norte em 2014 é mais ampliada que em anos anteriores. Serão desenvolvidos ao longo de todo o ano visitas técnicas, seminários, workshop, cursos, dias de campo, palestras, encontros e oficinas. Os eventos serão realizados pela equipe de pesquisadores da Embrapa em Teresina e da Unidade de Execução de Pesquisa no município de Parnaíba.

Brasil pode ter maior produção de soja do mundo, diz ministro

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, afirmou na manhã desta quinta-feira, 9 de janeiro, que a produção de soja pode chegar a patamares ainda maiores do que as projeções atuais, que apontam para a produção de cerca de 90 milhões de toneladas durante a safra 2013/14. O anúncio foi feito durante a coletiva de imprensa dos levantamentos de grãos e café para a temporada atual.
“O desempenho da soja para esta safra deve ser ainda melhor que as previsões atuais, podendo alcançar 95 milhões. Esse resultado deve-se ao aumento da produtividade e consolidará o Brasil como o maior produtor desse grão no mundo, superando os norte-americanos”, disse Andrade.
A previsão é que o Brasil registre uma produção de grãos de 196,7 milhões de toneladas, ao todo, um aumento de 5,2% em relação à safra passada, de 186,9 milhões de toneladas.
No levantamento, realizado por técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o destaque foi para a soja, que teve um crescimento de 10,8%, o que representa uma produção estimada em 90,3 milhões de toneladas para a safra atual. O arroz acompanhou o comportamento de alta com um aumento de 5,1%, chegando a 12,4 milhões de toneladas. O feijão primeira safra – que já está em fase de colheita no Paraná –também se destaca, com uma elevação de 35,6% na produção, passando de 964,6 mil para 1,3 milhão de toneladas.
Já o milho primeira safra, 2ª maior cultura produzida no Brasil, apresentou um decréscimo de 5,9%. A queda prevista, segundo a Gerência de Avaliação de Safras da Conab, se deve à redução de plantio do grão em virtude dos preços mais favoráveis para o plantio de soja.
Com relação a área plantada, a cultura de soja apresentou o maior crescimento em relação à área plantada, com aumento de 6,6%, passando de 27,7 para 29,6 milhões de hectares. Outras culturas também apresentaram elevação em relação à área, como o arroz, feijão e algodão. Por sua vez, o milho primeira safra apresentou decréscimo de área de 4,7%, passando de 6,8 para 6,5 milhões de hectares.
“A nossa produção aumenta a cada ano. Isto porque o Brasil desenvolveu grandes tecnologias no campo, e contamos diariamente com o trabalho dos produtores, que não medem esforços para colocar a nossa produção como uma das maiores do mundo”, finaliza Andrade. (Com informações da Conab)

Chuvas fortes devem áreas do Nordeste na sexta-feira

http://www.robsonpiresxerife.com/ 

nuvem chuvaHá previsão de chuva forte hoje (10) em boa parte da região Nordeste, dentre elas centro-sul do Maranhão, Piauí, área de sertão e na faixa litoral leste, abrangendo desde a capital do Rio Grande do Norte até a capital de Pernambuco. Na Bahia, não há previsão de chuva, o tempo será seco, de sol com pouca nebulosidade, especialmente na área central do Estado.
Neste sábado, as chuvas diminuem em boa parte da região Nordeste, mas podem ocorrer pancadas isoladas no sul do Piauí e do Maranhão. O calor volta com força sobre o norte do Maranhão e Piauí, Ceará e sertão. Tempo mais firme para o Estado da Bahia para esta semana.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Piadas de Caipira

Um burro morreu bem em frente a Igreja de Munguengue e, como uma semana depois, o bicho ainda estava lá, o padre resolveu reclamar com o Prefeito.
— Seu prefeito, tem um burro morto na frente da Igreja há quase uma semana e o senhor não faz nada!
O Prefeito, grande adversário político do padre, alfinetou dizendo:
- Mas Padre, não é o senhor que tem a obrigação de cuidar dos mortos?
— Sim, sou eu seu prefeito! — respondeu o padre, com serenidade. — Mas também é minha obrigação avisar os parentes do morto!
Aprenda a fazer manteiga de garrafa em casa
A manteiga de garrafa é um tipo de manteiga artesanal bastante consumida no Nordeste. Em diferentes regiões é conhecida como manteiga de gado ou da terra. Em temperatura ambiente, se mantém em estado líquido, sendo comercializada em garrafas. A Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (Emepa) desenvolveu um método simplificado de fabricação caseira da manteiga, aproveitando o resto do soro que se obtém após a produção do queijo coalho nas propriedades.
Para a engenheira agrônoma Glória Lemos, o soro, que muitas vezes é descartado, produzindo mal cheiro e atraindo moscas para o local, pode ser coletado e aproveitado na fabricação da manteiga de garrafa, gerando mais uma fonte de renda para o produtor rural.
A engenheira agrônoma explica que para fazer a manteiga de garrafa utilizando a técnica desenvolvida pela Emepa, o primeiro passo é armazenar o soro em um local limpo, arejado e livre de insetos. “No entanto, não é necessário colocá-lo em refrigerador”, detalha. A partir daí, o produtor deve recolher diariamente a nata formada no soro, depositá-la em outro recipiente - de plástico ou inox - e adicionar o sal à nata a cada coleta realizada.
“Este processo pode ser feito de cinco a seis dias, até se obter nata suficiente para a elaboração da manteiga de garrafa”, explica Glória, lembrando que a cada acréscimo é preciso bater um pouco a nata para uniformizá-la.
Gloria Lemos diz que para para produzir um litro de manteiga de garrafa se utiliza a quantidade de dois quilos de nata obtida a partir do soro do queijo coalho. Ela destaca ainda que o controle higiênico-sanitário deve acontecer em toda a cadeia, desde a produção da manteiga até a comercialização do produto engarrafado. Esta técnica foi desenvolvida pela pesquisadora Maria Dalva Bezerra, da Estação Experimental Pendência, da Emepa, em Soledade, na Paraíba.
Propriedades do semárido e subúmido podem usar sistemas agroflorestais
Os Sistemas Agroflorestais (SAF) oferecem vantagens econômicas e ambientais ao produtor rural, pois além de produzir alimentos, o agricultor pode recuperar áreas que ficaram degradadas pelo uso intensivo da agricultura convencional. Para o pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura, em Cruz das Almas, na Bahia, Antonio Nascimento, o SAF é um sistema onde o agricultor tem atividades as mais diversas possíveis em uma mesma área, como a produção de culturas de ciclo curto ou anuais, alimentares principalmente, envolvendo, ainda frutíferas perenes e essências florestais.
“Em uma mesma área o agricultor pode ter produtos de subsistência como o feijão, o milho e o arroz e frutíferas perenes que irão produzir depois de 3 a 4 anos e até essenciais florestais para fins de uso como energia, em fogões a lenha e até mesmo para madeira para cerca ou mourões,  ainda segundo ele o número de culturas depende do espaço e do planejamento do produtor".
Segundo o pesquisador várias espécies podem ser adaptadas ao Semiárido, preferencialmente aquelas que resistem aos baixos períodos de chuva. “Uma delas é o nim indiano, que tem se adaptado bem ao Semiárido por ser uma planta de crescimento rápido e que exige pouca chuva”, acrescenta.
Na avaliação de produtores que têm a experiência do sistema, nas suas propriedades, a floresta não é um empecilho para a produção agrícola. Ao contrário, contribui para a produtividade das lavouras.