terça-feira, 7 de junho de 2016

O produtor que adotou o sIstema silvipastoril tem menos infestação da mosca-dos-chifres

Sistema SilvopastorilO sistema silvipastoril é aquele que o plantio de árvores é associado à criação de gado e ao cultivo de forrageiras para pastagens. Pesquisas realizadas na Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos (SP), indicam que a infestação por mosca-dos-chifres nesse modelo de integração é 38% menor do que no convencional.
De acordo com a pesquisadora da Embrapa Márcia de Sena Oliveira, alterações de microclima e a microfauna associada ao bolo fecal dos bovinos criados nesses sistemas afetam a dinâmica da população das moscas.
Para obter informações mais concretas, foi realizado um estudo do comportamento das infecções por vermes e das infestações pelo carrapato (Rhipicephalus microplus), mosca-dos-chifres (Haematobia irritans) e berne (larvas de Dermatobia hominis) em bovinos de corte. A comparação foi realizada entre animais criados em pastagem integrada com árvores nativas e criados no modelo pecuário convencional, apenas pastagem e gado. A pesquisa ocorreu entre 2013 e fim de 2015.
A análise dos dados de contagens de carrapatos não mostrou diferenças significativas entre os dois sistemas, embora os animais criados no modelo convencional tenham apresentado médias um pouco superiores. Em relação aos vermes e aos bernes, os testes nos dois sistemas mostraram médias de parasitismo semelhantes. Já para a mosca-dos-chifres, foram encontradas diferenças significativas nos animais dos dois modelos. As menores médias foram observadas na integração da pecuária com as árvores nativas.

Para a pesquisadora, tal fato pode ocorrer devido à maior quantidade e diversidade da microfauna associada aos bolos fecais dos animais criados no sistema com árvores e que atuam como predadores das fases de vida livre desse parasita. As fêmeas da mosca-dos-chifres colocam seus ovos nas fezes frescas dos bovinos, local em que se desenvolvem.  “Esses insetos associados ao bolo fecal podem ter influenciado na menor infestação de moscas no silvipastoril, porque reduziram o desenvolvimento das fases de vida livre do parasita”, explica. Ou seja, a maior diversidade e quantidade de insetos no sistema silvipastoril pode indicar que nesse modelo as interações ecológicas contribuem para o equilíbrio populacional de ectoparasitas, como a mosca-dos-chifres.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Emater-RN orienta produtores de arroz vermelho no Vale do Apodi


Emater Mossoró
Vale do Apodi é destaque na produção de arroz vermelho

A Emater-RN realizou no dia 1º de junho uma visita técnica aos agricultores familiares que se dedicam ao cultivo do arroz vermelho na Comunidade de Santa Rosa I, distante 8 quilômetros de Apodi. O encontro contou com a presença de diversos produtores, dentre eles Francisco Edilson Neto, orizicultor e presidente do Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Rurais de Apodi.
O Vale do Apodi é destaque na região Nordeste pelo cultivo do arroz vermelho, variedade que tornou-se rara em nosso país desde que a Coroa Portuguesa proibiu seu cultivo, em 1772. Como à metrópole interessava apenas a variedade branca, a determinação da Coroa levou a cultura do arroz vermelho a migrar para a região do semiárido, onde a variedade pode ser encontrada até hoje, principalmente nos estados do Rio Grande do Norte e Paraíba.
Durante o encontro, os agricultores familiares receberam orientação dos extensionistas da Emater-RN para realizar a adubação adequada, com o uso de adubos nitrogenados e matéria orgânica, o que ajuda a destacar as propriedades físicas do solo e aumentar sua fertilidade.
Os extensionistas da Emater-RN salientaram também a importância da boa qualidade da água para a produção. A salinidade e a toxicidade são aspectos que os produtores precisam observar em cada fase de desenvolvimento da cultura, pois o desequilíbrio desses fatores pode gerar danos severos ao cultivo.
Os orizicultores ainda foram orientados a realizar a análise do solo antes do cultivo de novas áreas, com o objetivo de corrigir o pH (medida que indica a acidez, neutralidade ou alcalinidade do solo) e saber qual a quantidade adequada de adubo e fertilizante a ser utilizada na produção.
Segundo o engenheiro agrônomo e assessor regional de Convivência com o Semiárido da Emater-RN em Mossoró, Alberto Hudson Souza, no Vale do Apodi a maior parte dos produtores utiliza o processo de irrigação por inundação. Entre os agricultores visitados, estima-se que a produtividade média da próxima safra seja de 4.900 quilos por hectare de arroz vermelho.
O arroz representa a terceira maior cultura cerealífera do mundo, ultrapassada apenas pelo milho e trigo. A variedade vermelha foi introduzida no Brasil pelos portugueses no século XVI, a partir do território que atualmente compreende o estado da Bahia, e prosperou onde hoje é o Maranhão, até que seu cultivo foi proibido no século XVII

O Brasil tem uma das maiores áreas irrigadas do mundo

irrigação pivôCom cerca de 20 mil pivôs centrais irrigando uma área de 1,275 milhão de hectares, o Brasil está entre os dez países com maior área irrigada no planeta. Mesmo assim, o País tem potencial para aumentar em cinco vezes as lavouras com essa tecnologia de irrigação. Foi o que mostrou estudo feito pela Embrapa e pela Agência Nacional de Águas (ANA). O relatório que já foi publicado revela um aumento de 43% no uso de pivôs entre 2006 e 2014.
O trabalho identificou uma forte concentração na adoção de pivôs: os 100 maiores munícipios concentram 70% da área total brasileira irrigada. O levantamento foi realizado por meio de imagens de satélite em todo o território nacional. Foram identificados pivôs em 22 unidades da federação, todavia 80% da área irrigada encontra-se em quatro estados: Minas Gerais, Goiás, Bahia e São Paulo. O estudo também registrou uma forte expansão da atividade nos últimos anos em Mato Grosso e Rio Grande do Sul.

O estudo teve como responsáveis técnicos os pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo (MG) Daniel Pereira Guimarães e Elena Charlotte Landau. Eles afirmam que, além de auxiliar na gestão do uso da água, gestores públicos poderão ter informações sobre o uso da água na irrigação e até avaliação da safra agrícola. “O cálculo mostra a área irrigada e a localização exata de cada pivô central”, ressalta Charlotte. Os pesquisadores contam que foi feito cruzamento das bases de dados referentes à agricultura irrigada com as bases de bacias hidrográficas da ANA e de municípios com dados organizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrando não somente o uso, mas também a disponibilidade dos recursos hídricos. Os maiores polos de irrigação, entre os 16 identificados, encontram-se nas bacias hidrográficas dos rios São Francisco e Paraná, esta última concentra 50% dos pivôs centrais do País.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Representantes da EMPARN (Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN), em parceria com a EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), estiveram na Câmara Municipal de Lajes levando aos produtores rurais do município o conhecimento a respeito do algodão colorido. Estiveram presentes autoridades políticas, agricultores, representantes de associações rurais, apicultores, representantes das secretarias municipais, e uma equipe da Inter TV Cabugi fazendo uma matéria do encontro.
Os Técnicos Alexandre Wanderley e Aldo Medeiros fizeram uma breve explanação a respeito da atuação das empresas de pesquisas agrária, trouxeram até Lajes o produtor rural Luiz Cassimiro que tem propriedade no município de Angicos para falar um pouco de sua experiência. Luiz Cassimiro contou que já tinha lutado com o algodão branco desde o tempo de seu pai, mas que viu a praga de algodão destruir as plantações e o sonho. Mais recentemente seu filho foi à Paraíba e trouxe algumas sementes de algodão colorido e ele resolveu fazer o experimento em cerca de 2 à 3 ha, obtendo 2 mil kg e vendido a produção para a própria Paraíba.
Algumas perguntas e sugestões foram feitas e respondidas como por exemplo:
* Tipo de solo adequado e quanto tempo leva da planta à colheita? Almir – Solo recomendado: aluvião, não sendo recomendado solo com afloramento rochoso; se obtém o produto com até 120 dias.
* É possível usar água de poços para irrigar a plantação? Alexandre – Recomenda-se a irrigação de salvação, planta-se no inverno e irriga-se à noite quando houver um período prolongado de estiagem.
* É preciso arrancar as plantas anualmente após a colheita? Almir – Recomenda-se que arranquem as plantas anualmente e façam novas plantações com as sementes extraídas da colheita.
* Quantas limpas deve-se dar na plantação em cada safra? Luiz Cassimiro – Ano passado foram dadas 3, esse ano 2 e precisará a terceira novamente. Depende da regularidade das chuvas.
* Mercado é bom? Para quem Vender? – Almir – O mercado é excelente principalmente o de sementes comprado pela Bahia já que a safra de lá não coincide com a daqui. Luiz Cassimiro – Vendi minha produção em pluma à R$ 10,00 (imagino que a arroba 15 kg) dependendo da perspectiva do mercado.
Experimento em Lajes – Será feito um pequeno plantio na Base Física do Fomento com acompanhamento da EMPARN / EMBRAPA, para ser demonstrada na Expolajes deste ano que acontecerá na primeira semana de setembro.
No Campo
Algumas das pessoas que estiveram na reunião foram até a fazenda do senhor Cassimiro para conhecer o trabalho que vem sendo desenvolvido onde na oportunidade foi feita uma reportagem especial pela emissora filiada a Rede Globo que serpa apresentado no programa Globo Rural.
O prefeito de Lajes, Benes Leocádio, o presidente da Câmara Mael Querino, o assessor técnico Josimar e o secretário Cesar Militão acompanham toda as atividades desenvolvidas em campo como você pode observar nas imagens da nossa matéria.
Com Imagens de Robson Cabugi e texto do Blog de Cicero Lajes
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Repasses para obras de integração do Rio São Francisco terão aumento de 43%
O repasse de recursos para as empresas que estão executando as obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco será elevado da média mensal de R$ 150 milhões para até R$ 215 milhões, o que representa um aumento aproximado de 43%.

O anúncio foi feito pelo ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, depois de reuniões realizadas ontem com representantes das prestadoras de serviço responsáveis pelas obras civis e elétricas do projeto.

 BEZERRO NASCE COM DUAS CABEÇAS NO SERTÃO




Um bezerro nasceu com duas cabeças nesta segunda-feira (30) na cidade de São José do Rio do Peixe, no Sertão paraibano. O nascimento foi registrado em um sítio, localizada na Zona Rural do município. Segundo o veterinário que acompanhou o caso o animal conseguiu sobreviver apenas 24 horas.
Este é o terceiro animal que nasce assim na região. É uma malformação congênita. O bezerro nasceu com quatro olhos, três orelhas, dois focinhos e apenas um esôfago e uma traqueia. Em casos assim o filhote não sobrevivem porque nascem sem o céu da boca.
A vaca que deu a luz ao bezerro passa bem após o parto.


Conab: Companhia contrata frete para remoção de 48 mil toneladas de milho para diversos estados

Foto: Reprodução
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) enviará 48 mil toneladas de milho para diversas unidades de atendimento do programa Vendas em Balcão distribuídas pelo país.
O serviço de remoção foi contratado nesta quarta-feira (1º) por meio de leilão.
O valor total da operação foi de R$ 17,2 milhões, adianta relato fornecido pela assessoria de comunicação da empresa, em Brasília.
O milho está localizado no MT e na BA e será entregue até o final de agosto, dependendo da região, em postos do programa Vendas em Balcão dos seguintes estados: AC, AM, BA, CE, GO, MA, PA, PB, PE, PI, RN, RS, RO e SE.
O milho faz parte dos estoques da Conab e será entregue ensacado e os embarques deverão iniciar em 48 horas após a convocação formal a ser realizada pela Conab.


Tese de doutorado desenvolvida na EMPARN recebe prêmio na Espanha


ASSECOM/EMPARN

A engenheira agrônoma Jeane Martins apresentou tese de doutorado na Universidade Politécnica de Valencia, na Espanha, onde defendeu o trabalho intitulado “Efecto del tratamiento fertilizante sobre la producción de semilla oleaginosa y el rendimiento graso en la obtención de biocombustibles en el nordeste de Brasil”. A pesquisadora foi bolsista da EMPARN de 2009 a 2011 e coordenou projetos de agroenergia e agroecologia, sendo hoje docente do Instituto Federal da Paraíba – IFPB.

O projeto apresentado na Espanha foi desenvolvido na Estação Experimental de Terras Secas, em Pedro Avelino, e contou com o envolvimento de pesquisadores e técnicos da EMPARN. Os cultivos trabalhados foram mamona, girassol e algodão, manejados sob diferentes tipos de fertilização.

O trabalho foi avaliado e obteve a valoração de Excelente e “cum laude”, que significa com louvor, por ter trazido impacto positivo para a sociedade. O estudo foi indicado a prêmio dentro da academia, com solenidade prevista para o ano de 2017, na Espanha.

Problemas climáticos contribuem para a retração do PIB Agropecuário

Queda foi de 0,3% no primeiro trimestre deste ano em relação ao anterior
A seca e o excesso de chuvas nas regiões produtoras de grãos contribuíram para a queda de 0,3% no Produto Interno Bruto (PIB) da Agropecuária nos primeiros três meses deste ano, em relação ao trimestre anterior. A avaliação é do coordenador geral de Estudos e Análises do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, José Gasques. O PIB do setor no período somou R$ 88,6 bilhões. Os números foram divulgados, nesta quarta-feira (1º), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Produto Interno Bruto é a soma de todas as riquezas do país. O PIB total brasileiro (R$ 1,47 trilhão) também teve o mesmo percentual de retração que o do setor agropecuário, 0,3%.
Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, a agropecuária sofreu uma queda 3,7% nos três primeiros meses deste ano, enquanto o PIB total caiu 5,4%.
Segundo analistas do IBGE, o resultado da agropecuária se deve principalmente à diminuição na produção e na produtividade de alguns produtos com safra relevante no primeiro trimestre deste ano. De acordo com o levantamento de safra do IBGE, divulgado em maio, a produção de milho reduziu 5% em relação à safra anterior. Já a do arroz caiu 7,6% e o fumo, 20,9%.

O coordenador geral de Estudos e Análises do Mapa lembra que o levantamento de safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), órgão vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, também apontou diminuição na safra do algodão (-1,6%), arroz (-12,9%), feijão (-7,3%), milho primeira safra (-10,6%) e sorgo, (-11,4% ).

Hortas urbanas: Uma ideia para se espalhar


Divulgação
Talita Campoi: produtos orgânicos
MMA traz para o ciclo de conferências da Semana do Meio Ambiente palestrante que falará sobre hortas urbanas, uma forma de reaproximar o homem da terra.


Plantar e colher o próprio alimento é algo exclusivo para quem mora em zonas rurais ou casas com grandes áreas verdes. Correto? Errado. É exclusivo para quem coloca a mão na terra e busca comer de forma mais saudável.
Esse é inclusive um hábito que vem crescendo bastante nas cidades. Preocupadas com a sua saúde, e em estabelecer uma relação mais próxima com o meio ambiente, cada vez mais pessoas têm buscado cultivar a sua própria horta. Uma alternativa para consumir hortaliças e temperos, aplicando, principalmente, os conceitos da produção orgânica.
O casal Talita Campoi (29 anos, relações públicas) e Daniel Pacheco (38 anos, engenheiro químico) começou a se interessar mais pelo assunto das hortas urbanas em 2012. Mas só em 2015 eles passaram a ser os responsáveis pela operação da Urban Farmers no Brasil, uma empresa de origem suíça que se compromete a oferecer produtos orgânicos em larga escala nas grandes cidades, através da produção de fazendas urbanas no topo dos prédios.
Talita será uma das palestrantes do ciclo de conferências “Ideias que merecem ser Disseminadas”, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) especialmente para a Semana do Meio Ambiente. A palestra de Talita acontecerá no dia 3 de junho, às 19h, e tem como tema as hortas urbanas.

COMO FUNCIONA
No modelo que o casal está trazendo ao Brasil, ervas, verduras, legumes e peixes são cultivados através da aquaponia, o que permite que 90% da água seja reutilizada, sem agrotóxicos ou desperdícios.  Isso possibilita a redução do processo e da logística de produção, para que o alimento tenha qualidade e validade maior e preço menor.
O sistema de aquaponia integra peixes e hortaliças, formando um ecossistema onde as plantas filtram as águas dos peixes e os dejetos dos peixes servem de adubo para as plantas. “Um ciclo que economiza 95% de água frente à agricultura tradicional”, ressalta Talita.
O modelo de cultivo que a empresa suíça desenvolveu na cidade de Basiléia (na Suíça) é semelhante ao praticado por empresas da Europa, Ásia e Estados Unidos, com a mesma tecnologia adotada na produção em larga escala, com a diferença de que as hortas, nesses outros locais, são mais simples e não possuem o sistema inovador da aquaponia.
Essa grande produção gera, anualmente, cinco toneladas de vegetais e 850 kg de peixes em uma fazenda de 250 m2 na cidade suíça de Basiléia.
Os produtos serão vendidos para supermercados, hotéis e restaurantes. Porém, o público final poderá ter acesso, também, ao visitar as “fazendas”, conhecendo de perto o que é essa nova era da agricultura e comprando os produtos.
O INÍCIO
O envolvimento deles com a empresa começou em agosto de 2015, quando Roman Gaus, presidente e fundador do Urban Farmers, esteve no Brasil para realizar uma palestra na Virada Sustentável, em São Paulo. Desde então, o casal se tornou embaixador da empresa no país.
No Brasil ainda não existe nenhuma operação da empresa. A unidade que o casal implantará será a primeira. “Ainda está sendo decidindo o local exato. Já na Europa, além da unidade na Suíça, existe uma operação na Holanda (em Den Haag), todas em topos de prédios”, conta ela.
Segundo Talita, que acaba de voltar da festa de inauguração da fazenda da Holanda, a sensação foi incrível. “Uma fazenda no telhado de um prédio? Perto do céu! Vendo a cidade do alto. Foi incrível, uma sensação de criança”, destacou ela.
HORTA EM CASA
Para quem quer começar uma pequena horta em casa, Talita sugere que é importante começar lendo bastante sobre o assunto, para se informar mais. “Entender como é cuidar de plantas. Ter disciplina e saber que, como nós, as plantas têm alma, precisam de cuidados, e até de conversas. E, claro, é importante começar aos poucos. Comprar um ou dois vasos e, a partir daí, ir aumentando, é uma boa estratégia para começar e ter sucesso”, conta, bem humorada, a relações públicas.

Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA): 

IDIARN: Órgão estadual prorroga prazo para compra de vacina contra febre aftosa

Foto: Reprodução
O Governo do Estado, por meio do Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do RN (IDIARN), ampliou até o próximo sábado (04) o prazo para adquirir vacina e imunizar o rebanho contra febre aftosa, sem qualquer penalidade ao produtor rural.
Basta se dirigir a alguma revenda credenciada pelo IDIARN e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e comprar as doses, explica a informação passada pela assessoria do órgão, em Natal.
A declaração de vacinação deve ser feita até o dia 15 de junho, uma quarta-feira, no IDIARN, escritórios do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do RN (EMATER/RN) ou secretarias de Agricultura dos municípios.
O produtor que não vacinar seu rebanho fica inadimplente com o IDIARN e corre o risco de ser multado, além de perder o acesso às linhas de crédito das instituições financeiras e benefícios concedidos pelo Governo do Estado.
Quem não comprar a vacina até o sábado, só poderá adquirir as doses a partir de segunda-feira (06) mediante autorização do IDIARN.

Caicó sedia a partir desta quinta-feira a 14ª Plenária da Bacia Hidrográfica do Rio Piancó-Piranhas-Açu


O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Piancó-Piranhas-Açu realiza nesta quinta (02) e sexta-feira (03) a 14ª Reunião Ordinária para aprovação do Plano de Recursos Hídricos, da Bacia Hidrográfica. Serão dois dias de intensas discussões, realizadas no auditório do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Caicó.
A programação desta quinta começa às 14 horas com abertura, e já na sequência tem aprovação de atas, e apresentações e esclarecimentos sobre o Plano de Recursos Hídricos da Bacia, com exposições de Nelson Césio (Igarn), Sérgio Ayrimoraes (Agência Nacional de Águas) e José Procópio de Lucena (presidente do CBH-PPA); além de apresentação da tese de doutorado em Recursos Hídricos, Bacia Hidrográfica Piancó-Piranhas-Açu, defendida pelo promotor de Justiça da Paraíba, Alcides Amorim, e apresentação do relatório de atividades do CBH-PPA (Ano 2015).
Na sexta-feira (03), a programação começa às 08h com informes gerais, e na sequência apresentação da Criticidade do Sistema Mãe D’Água/Curema e apresentação das ações de fiscalização realizadas até o momento, e o planejamento para o futuro, com o Setor de Gestão e Fiscalização da Agência Nacional de Águas; apresentação do Projeto para Construção do novo ByPass no reservatório de Coremas, pelo Setor técnico da Chesf, e eleição do 1º secretário da Diretoria Colegiada do CBH-PPA.