domingo, 6 de fevereiro de 2011

A Nossa Caipira de Cada Dia







Projeto de melhoramento das galinhas caipiras da Agricultura
Familiar
Justificativa:
É com a preocupação de resgatar as sementes, que a Assesoar promove de
forma mais efetiva, a partir desta festa, o resgate das galinhas caipiras, que já
a alguns anos vem se perdendo na agricultura familiar. O projeto quer
reforçar e chamar a atenção para a importância dos animais, e agora
especialmente das galinhas na agroecologia e também para o significado da
produção de ovos e carnes saudáveis para o auto consumo das famílias e da
sociedade.
Pouco se tem discutido o resgate de raças animais. Temos realizados
trabalhos para resgatar grãos. Temos ainda um trabalho muito grande a fazer
para resgatar os suínos, patos, perus, cabritos, ovelhas, coelho, ganso,
marrecos... que correm o risco de não existir mais na agricultura familiar,
aprofundando a dependência.
Como fazer o melhoramento de galinhas?
Vamos começar o melhoramento a partir das aves que já temos em casa,
selecionando as melhores do terreiro, que já estão aí a anos.
Pelas experiências já realizadas por alguns agricultores, é necessário no
mínimo quatro raças melhoradoras para que se evite o refinamento. As raças
Sussex, Rhode, New Hampshire, Plymouth Rock Barrado(Carijó), são boas
produtoras de carne o ovos e por esta razão foram inicialmente as escolhidas
para este projeto.
Inicialmente, as famílias que irão participar do projeto, selecionam de 10 a 12
galinhas de seu terreiro, este é o número máximo que um galo comporta, mais
do que isso começa a dar problemas no choco dos ovos e coloca-se um galo de
uma dessas raças. Estes animais (um galo e 10 fêmeas) não podem ficar
soltos, misturados a outras galinhas do terreiro. Devem ficar isolados. Pode
até ser soltas, deste que tenha só estas aves no terreiro. Com 5 a 6 meses já
se tem um novo bando de aves. Se procede uma nova seleção das melhores
galinhas e colaca-se outro macho, que estava em outra família, de outra raça e
tira o galo antigo e repassa para outra família.
Pode-se por exemplo começar com Sussex, depois coloca Rhode, depois coloca
o Carijó e assim vai fazendo o rodízio dos galos.
Estamos prevendo a necessidade de quatro produtores por município para
facilitar a troca dos quatro galos.
Para esta festa das sementes vamos contemplar 20 municípios. Vai ser
distribuído uma galinha e um galo de uma raça para uma família, que vai
juntar estes dois animais com mais 10 galinhas selecionadas do terreiro. Pela
disponibilidade de raças que temos, vamos começar com galinhas, galos e
ovos de Sussex e New Hampshire.
Para reproduzir estas raças na região de forma pura, para não precisar
comprar sempre de fora, dois agricultores que já vem produzindo estas raças,
irão se dedicar a produzir a raça pura para ir distribuindo na região. O Gelsi
Dutra vai fazer Raça pura de New Hampshire e o José Korb de Sussex.
Como não temos criadores na região as outras duas raças, Rhode e Plymouth
Rock Barrado(Carijó), precisamos comprar de fora. Vamos iniciar com 5
fêmeas e um macho em uma propriedade. Assim teremos uma propriedade
produzindo Rhode e outra Carijó.
Para reforçar o projeto, ainda se pretende trazer pelos menos quarenta
machos puros, 10 de cada raça. Isto abrangeria mais 10 municípios. Dentro da
lógica inicial, agora com 10 agricultores por município, uma família pega um
galo e arruma as dez fêmeas do terreiro, produz um novo bando e seleciona os
animais, e os galos vão rodando no município. No final, o galo pode voltar de
novo. Neste processo, pode entrar outras raças.
No final, teremos 4 produtores de raças puras para apoiar o melhoramento na
região e um conjunto muito grande de aves melhoradas por cruzamento
produzindo boas aves para carne e ovos.
Precisamos contemplar neste programa as galinhas finas (as rinheiras), sendo
recomendado incluir na seleção das fêmeas 1 a 2 galinhas finas, pois conferem
resistência e carne sem gordura.
Um problema que tem acontecido com bastante seriedade é as doenças nas
aves, que tem provocado grande mortalidade. Quem participar desse
programa, deve se preocupar em manter a sanidade dos animais fazendo todo
um esquema de vacinas. É fundamental a preocupação com o local onde os
animais ficarão, observando a insolação, luz, ventilação e técnicas
agroecológicas na precaução das doenças.
O atual projeto se inicia com os agricultores familiares ecologistas, que
preferencialmente tenham participado das articulações em torno do tema e
quem tem vivenciado processos de formação desenvolvidos pela Assesoar e
suas parceiras.
Serão utilizados recursos de um resíduo do fundo de crédito rotativo,
provenientes de municípios de fora da área de atuação das Cresois.
Sussex
Pllymouth Rock
Barrado(Cariijjó) Rhode
Aves melhoradas
com Sussex
PARA PENSAR:
“O sonho e a esperança são dois calmantes que a natureza concede ao ser humano”
Frederico I

PARA REFLETIR:
“O campo fértil, se não for renovado com o assíduo arado, só produzirá capim e espinhos”
Ovídio

O Inverno ?

Os nossos agricultores já começam a ficar preocupados, pois faz quinze dias que não chove em nossa região. Embora as previsões são as melhores possíveis. A babugem já estar morrendo. Mas, quem espera por Deus não cança. Vamos esperar, OK?

Cuidados com o Rebanho

Os cochos e a sanidade



Questões sanitárias devem ser observadas, especialmente na posição de comedouros e bebedouros, na construção de uma correta instalação para os animais. “O produtor não vê recompensa para questões como esta na hora de comercializar os animais, porém, observa-se, por exemplo, que em rebanhos com presença da eimeriose o desenvolvimento do animal pode ficar atrasado. Animais saudáveis que ganhariam 150 gramas por dia, com a doença ficam em somente 50 a 80 gramas.
Doenças intestinais como a eimeriose podem ser evitadas quando cochos são posicionados em local e altura corretos.
 “Comedouros e bebedouros devem ficar fora da instalação e deve ser usado o canzil, para que só a cabeça do animal possa alcançar o cocho”, recomenda Fernando Henrique Albuquerque, médico-veterinário da Embrapa Caprinos, como medida para evitar, inclusive, que os animais urinem e defequem nos cochos, problema ainda comum em pequenas propriedades. Também sugere que a altura do cocho fique a 20 centímetros do chão para animais adultos, altura que pode se reduzir no caso de animais jovens. A área de cocho para cada animal deve ser de 30 centímetros para adultos e 20 centímetros para jovens.
O veterinário da Embrapa enfatiza que a contaminação devido à alimentação em cochos inadequados pode causar perdas aos produtores, que nem sempre são visíveis, daí a ocorrência, em muitos casos, de desinteresse na observação dos critérios.

Coisas do Sertanejo

MANDAMENTO CONTRA AS FUJONAS

 

Ninguém aguentava mais, pois as miunças fugiam, varavam qualquer tipo de cerca e promoviam o rebaixamento das folhas tão bem cuidadas, mesmo antes de chegar a colheita. Tinha que haver um jeito para acabar com o sinistro prejuízo.
Até o padre já havia sido acionado e disparara um feroz discurso, durante a missa, contra os donos de miúnças que não se preocupavam com o assunto. "Afinal, não se importar com o problema é o mesmo que participar do roubo da mercadoria dos vizinhos" - espinafrou o homem da batina. "Que cada um cuide de sua miúnça fujona" - concluiu o padre, lembrando que o fogo do inferno estava sempre aceso esperando os infratores.
- Lembrem-se bem: Deus enxerga cada miunça que foge! E sabe de onde ela veio!
Assim, o problema já era local, regional, quase nacional, pois interessava a todo mundo, uma vez que cabras e ovelhas viviam escapando de qualquer fazenda, como se fosse uma sina. Não adiantava rezar, acender vela, nada, nada, nada! Elas queriam é fugir para o vizinho, sempre. O vereador Zeca ofereceu até um prêmio de cem pratas se alguém tivesse uma solução, mas ninguém nem mexia um dedo pois o problema parecia ser tão velho como o mundo.
Um dia, chegou à feira um poeta, vindo deus-sabe-de-onde, com um violão amarrotado, rabiscado, quase quebrando, cantarolando suas experiências coletadas no mundo. Mal tomou conhecimento do caso e resolveu entrar na dança. Puxou o violão, riscou um acorde, com o mote mais apropriado:

Pode ouvir, bom sertanejo
Este verso alvissareiro
Pois de tudo eu sei e vejo
Eu não sou interesseiro
Diga logo o seu problema
Vou acabar com seu dilema
Vem de Deus minha sabença
Que lhe dou sem mais querença
Gente, bicho, amor, tragédia
Aqui termina igual comédia
Diga, então, o pior tormento
E lhe dou o medicamento.

O falastrão mal trajado apreciava aguardente com fatias de caju e não regateou a talagada enquanto chegava o comitê que queria o fim das fujonas, propondo um bom pagamento se ele apontasse experiências de qualquer outro mundo que pudessem colocar um ponto final no difícil problema.
O menestrel, ainda com areia da estrada no cangote, sentiu o peso da responsabilidade, pois se meter com teimosia de cabra e ovelha é negócio de abestalhado, mas não podia fugir do que havia vendido.
- Pois, tá certo, vou pensar e até o final da feira estou conversando e dando solução, pois tudo tem jeito, a não ser para a morte que é mesmo a danação.
Passaram as horas e já perto do almoço o comitê procurou o cantador para ver se sairia coelho daquele mato, tamanho era o desespero. O viajor não fugiu da raia:
- Minha gente, pensei muito, e lembrei de várias ocasiões em que os animais escapoliam. Em cada momento houve uma solução. Alguma há de aqui ter serventia e, então, prestem muita atenção, pois com valentia vou fazer a descarregação.

 

E foi despejando sobre a plateia as soluções que poderiam acabar com o velho problema:
- Primeiro. O melhor é corromper o bode. Todo mundo se corrompe, não é mesmo? Então o bode corrompido vai castigar as fujonas e elas vão mesmo é obedecer o chefe, não? Nenhum macho quer ficar sem mulher, não é?
- Segundo. Pode prender cada fujona e levar para a feira. Entregar a dita pra quermesse do vigário, sem direito de reclamação por parte do dono.
- Terceiro. Pode colocar uma canga em cada buraco de cerca. Igual ratoeira para rato. Quando tentar passar, a fujona não consegue, e ainda fica engastalhada na canga. Bem feito!
- Quarto. Contrate um psiquiatra de miunça. O nome é "etólogo", especialista nas manias dos bichos. As miunças vão respeitar o diploma do doutor.
- Quinto. É só furar um riacho de água corrente acompanhando a cerca predileta das fujonas. Elas sempre ficam apavoradas com a água e desistirão.
- Sexto. Elas só fogem quando a comida do vizinho é melhor. Então o jeito é não deixar que elas percebam que a fazenda está seca ou velha. Dê novidades pras fujonas, sempre, e elas ficarão.
- Sétimo. Arranje uma distração para as fujonas, como escalar uma montanha. Coloque um monte de pedras e elas vão se distrair por ali mesmo, esquecendo os vizinhos. Quanto mais alto, melhor. Sempre coloque mais pedras, cada vez mais alto, para ser novidade.
- Oitavo. Esta é muito fácil. Basta desenhar uma onça assustadora e colocar em cada buraco de cerca. As miunças vão se assustar e correrão para trás. Ao invés de onça também pode usar cobras grandes e pavorosas. As miunças não gostam de nada que rasteje. Em última análise, é só colocar um cachorro em cada buraco na cerca. Assim, quando a fujona chegar, levará um bruto susto e pensará duas vezes antes de cometer o desatino.
- Nono. Se nada disso funcionar, então convém arranjar um benzedor de miunça, para mudar essa sina danosa. O benzedor não benze macho, mas benze as fujonas.
- Décimo. Se nada der certo, então o jeito é contratar um caçador de fujonas. As fujonas ouvirão tiros disparados para o ar e perceberão que o tempo de brincadeira acabou.
Para encerrar, lançou o verso:

E Deus fez, muito bem feito
Nosso mundo em sete dias
Pra acabar com as atropelias
Eis o dez que é perfeito
Pra acabar com as regalias
Das miunças que não têm jeito.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

PARA PENSAR:
A desgraça ensina ou recorda”
François-René de Chateaubriand

PARA REFLETIR:
“Em momentos de crise, só a imaginação é mais importante que o conhecimento”
Albert Einstein

Quanto Mais Cabra, Mais Cabrito

Lotando mais a propriedade



“Criar como se fazia antigamente é inviável”, diz o produtor José Maurício Lima Verde, de Piratininga (SP), que possui rebanho de 300 matrizes. Ele conta que desde 2001 vem investindo na compra de reprodutores de elite. “Além disso, temos investido nas pastagens, com adubação e irrigação, o que reduz gastos com ração”, explica. Segundo a Aspaco, em média, pode-se colocar de 15 a 20 ovelhas por hectare; com manejo intensivo da área, a lotação pode chegar a 40 animais por hectare. Há cinco anos Lima Verde adotou o confinamento dos animais. “Foi uma evolução. Melhora a qualidade do rebanho e forneço aos frigoríficos um produto de ponta, à altura do produto importado.”

Exposições e Feiras pelo Brasil

Leilão FBO Carioca 10 anos
l Data: 07/02/2011   l   Hora: 21h (Horário de Brasília)   l   Transmissão: Canal Terraviva

 


Exposição da Cabra Leiteira do Brasil
l Data: 26 a 30/04/2011   l    Local: Leopoldina – MG

 



8ª Feira Internacional de Caprinos e Ovinos
l  Data: 21 a 25/03/2011   l    Local: Centro de Eventos dos Imigrantes, Rodovia dos Imigrantes,  km 1,5 - São Paulo - SP

 

Coisas do Sertanejo

O BODE CHEIRADOR

 

Havia um povoado entre Coxixola e Zabelê, nos antigos tempos em que lagartixa e calango saboreavam um bom papo no tronco da macambira. O velho fazendeiro, turrão como ele só, havia descoberto uma maneira para ninguém mais roubar suas galinhas, porcos, cabras e ovelhas, sem levar a justa palmatória da justiça. Ele escolheu um bodete com cara de malandro desconfiado, que vivia cheirando tudo no curral e nos arredores. O dito animal era um especialista nos cheiros das coisas que transitavam perto da casa e podia distinguir esse odor em qualquer outro lugar.
Nas empreitadas de cerca, muro, açude e poço, o velho fazendeiro levava o bodete que logo começava a cheirar as botas, sandálias ou alpercatas dos trabalhadores. Quando reconhecia um cheiro, fazia sua cabriolice natural e o fazendeiro logo dava o tom:
- Ah, ah! - o bodete está dizendo que você anda cabulando o serviço, trançando lero nos terreiros da casa-grande. É hora de se comportar, homem, e trabalhar, pois o bodete não deixa nada escapar!
Assim, a fama do animal crescia. Quando desaparecia alguma galinha, pato, ganso, marreco, cabrito ou carneiro, lá ia o fazendeiro e seu fiel bodete até a delegacia, cheirar sapatos dos presos nos últimos dias. Era tiro e queda: se o ladrão ali estivesse, o bodete fazia o trabalho da polícia, entregando o larápio, na hora!
- Ôxa! Com um bode farejador desses, quem é que precisa de cão ­policial? - comentavam no povoado.
O certo é que os surrupiadores dos bens alheios foram montar praça em outra freguesia, dando sossego no po­voado, ou - ao menos - à terra do velho fazendeiro.
Para quebrar a monotonia, Seu Totonho resolveu fazer uma vaquejada sertaneja e convidou o mundo inteiro. Chegou gente de todo canto e muitos nem cavalo tinham. Foi, então, que alguns desavisados, talvez por traquinagem, roubaram uma bonita égua do velho fazendeiro, tendo em vista desfilar na festança na conquista de alguma donzela, como se bom corredor fosse da dita vaquejada.
- Pois isso não fica assim, não! - garantiu o velho turrão. É uma desonra roubar bem uma bela égua de meu terreiro. Vamos buscar a roubada, esteja onde estiver.

 

Começou o trajeto singular, pela delegacia, outras fazendas, a animália na feira, mas nada! Enquanto isso, mais gente ia se apinhando para a vaquejada.
Então, o velho fazendeiro entrou no recinto, cheio de pompa, escopeta e punhal comprido, cartucheira cruzada no peito, chapéu de coco, levando o bodete numa corda.
- Vamos fazer uma vistoria na gente decente dessa festança. Que os justos não tenham medo, pois o meu bode não erra e vai achar o desafeto se ele aqui estiver.
Para abreviar a trabalheira, os cavaleiros fizeram fila e o bodete foi cheirando bota por bota. Havia bota bordada, bota trançada, bota pintada, bota de jacaré, bota de cobra, bota brilhosa, bota estrelada, bota cintilosa, e tantas mais.
Lá quase no final da fila, houve um diz-que-diz-que, um fala-fala, e o bode acabou ganhando liberdade para ir cheirar a bota de uma dama cujo perfume abarcava quase a pista inteira de vaquejada. O bodete achegou-se e começou a saborear daquele perfume jamais visto no terreiro ou na vida, e foi se engraçando. A moça achou a maior graça, pois sabia da fama do velho sabujo caprináceo e foi deixando, até porque todo mundo não tirava os olhos da cena empolgante. A princesa despejava um sorriso estonteante para todos, enquanto o bodete morria de amores, na cheiração.
O certo é que o bodete esqueceu-se do trabalho, inebriado pelo cheiro estonteante da moçoila. O velho fazendeiro saiu arrastando o animal pela corda, em direção do tumulto dos homens em discussão.
Levou o bode para uma bota masculina, para ele demonstrar sua sabença, mas o animal teve uma inspiração divina e se mostrou muito zangado, pinoteando, resfolegando, rangendo os dentes.
- Xiii! o bode está com paixonite! - sentenciaram os mais velhos.
Nesse ponto, para acabar a confusão, um famoso corredor das vaquejadas e dos botequins achegou-se e esnobou a linda bota de cano longo:
- Cheira aí, ô, para mostrar que sou macho e direito.
O bodete ergueu o sobrolho, empinou a trunfa, aquele amarfanhado monte de cabelos na testa, arrepiou a crina, bufou com cara feia e cravou os dentes na botina, arrancando um grito do esnobe vaqueiro.
Ninguém entendeu nada, mas o bodete continuou seu trabalho, mordendo todas as botinas de macho que encontrava pela frente. A cada mordida, dava um sorriso de satisfação, pois estava enfeitiçado pelo doce aroma almiscarado da jovem moça. Vingava-se nas botas enfeitadas dos machos.
Daí para frente, o bodete transformou-se em bode normal, sonhador, sempre gastando longo tempo cheirando as fêmeas do curral, para ver se descobria, de novo, o doce aroma que o havia enfeitiçado.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Simplesmente um Comentário

Após 4 meses de criação do nossaterra, temos a satisfação e o orgulho, de postar este comentário direcionado ao nosso público número 1, que é aquele que gosta e se dedica as coisas do campo, da nossa zona rural. Temos a imensa satisfação de dizer que nesse período alcaçamos mais de 1.000 leitores, ultrapassando uma barreira invejável de pessoa que realmente gostam da zona rural. Estamos sim, felizes, pois não é fácil que um blog, que posta apenas notícias relacionadas com a agropecuária, agroindústria, com o semiárido, alcance o sucesso tão rapidamente. O nossaterra não trata de política partidária, não enche a bola de políticos, nem tão pouco de lideranças comunitárias, que muitas vezes se abarganham do poder exercido para contrair dividendos. Fomos bem claro em nosso  1º Editorial, quando relatamos que esse blog era voltado apenas para as coisas da zona rural. Queremos aqui pedir desculpas a todos os leitores que sempre estão nos solicitando para postarmos algum comentário como, político patidário, em defesa de prefeitos ou vereadores, etc, etc...Em fim é o nosso propósito e não arredaremos o pé da nossa substancial conduta de apenas favorecer o homem do campo, as coisas da zona rural. SAUDAÇÕES...Anilton Souza

Parabéns aos Nossos Deputados Federais

NOSSATERRA envia os sinseros parabéns aos nossos Deputados Federais. Que Deus ilumine a todos e que olhem com bastante carinho para os nossos sofridos homens do campo. Extensivo aos nossos Senadores da República.

Parabéns Aos Nossos Deputados Estaduais

Nossaterra envia os nossos sinseros parabéns aos nossos Deputados Estaduais que irão a partir de hoje, compor o nosso Legislativo Estadual. Que Deus ilumine a todos e que olhem com bastante carinho para o nosso sofrido homem do campo.