terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Feijão para o Povo

Mesa Brasil entrega 10 mil kg de feijão em Angicos
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Através do programa Mesa Brasil, Sesc, e Federação do Comércio [FECOMRCIO], em parceria com a Pastoral Familiar e Associação em prol da Vida e da Família, nesta segunda-feira, 24, foram distribuídos 10 mil quilos de feijão, no município de Angicos.
De acordo com o presidente do Clube de Dirigentes Logista CDL-Angicos, empresário Grimaldi Alves, o presidente da Fecomércio, Marcelo Fernandes de Queiroz esteve presente para fazer a entrega, que aconteceu no ginásio Chico Sola.
A previsão para entrega do famoso feijão em Fernando Pedroza, é sexta feira. As inscrições estão sendo realizadas na Igreja Católica com Marlene de Peteca. Dado o recado.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Tragédia em Nova Friburgo-RJ

FRIBURGO DIZIMADA
O número de mortos na tragédia climática do dia 12  em Nova Friburgo, é algo sem precedentes na história do município, do estado e do país.
Nesta sexta-feira, 22, já haviam sido confirmados mais de 365 óbitos.
Em outras palavras é como se morresse uma pessoa por dia durante os 365 dias do ano vítimas de soterramentos.
Se a conta for em todos os municípios serranos, a estatística dobra.

A tragédia climática em Nova Friburgo matou como nunca na serra.
As histórias de dor e tristeza, com certeza, vão ficar marcadas para sempre.
Existe todo o tipo de drama: por exemplo, pais que perderam filhos e filhos que perderam pais.
E muito deles ainda não sabem ainda que os entes queridos se foram para sempre.

Centenas de pessoas perderam a vida, dezenas estão desaparecidas ainda, e um número incontável de pessoas perderam parcialmente ou totalmente todos os seus bens materiais.
É uma tragédia em cima de outra tragédia.

 Nunca poderia imaginar que Nova Friburgo ficaria conhecida nacionalmente e mundialmente como uma das cidades onde ocorreu a maior tragédia climática do Brasil e uma das dez maiores do planeta onde ocorreu o maior número de vítimas fatais e destruição provocadas por deslizamentos de terra?


Não me conformo e ver tanta tragédia na cidade que residi por 3 anos, que adquerie bastante experiência profissional e aprendi a amar. Vai a minha mais profunda solidariedade aos meus muitos amigos e amigas que lá deixei.

Chuvadas ou o Inverno está Consolidado

Desde sexta feira passada que chove no município de Fernando Pedroza e adjacêncioas. A maior registrada, foi na comunidade de pelo Sinal II, ontem dia 23, com 81 mm.Pelo Sinal, Riacho Doce, Rio Ipueita, 67 mm. Os agricultores da Zona Rural, amanheceram o dia em Fernando Pedroza, procurando a prefeitura municipal, para conseguir o trator com arado para iniciarem o corte de terras. Graças, Graças, Graças...Esperamos que daqui pra frente o inverno esteja consolidado para alegria e felicidade do nosso agricultor e o bem estar geral da população residente.

A Nossa CONAB

Técnicos da Conab fazem estudo de campo das culturas de verão



Técnicos da Conab vão a campo, entre os dias 17 e 21 deste mês, para fazer o 5º levantamento de produção e área das culturas de verão.
O tema foi evidenciado no Domingo Rural deste domingo(16) e, segundo o assessor daquela companhia, Marcos Nogueira, os técnicos vão pesquisar também a produtividade, o estágio das culturas, o clima regional e os preços de mercado de produtos como arroz, milho, feijão, soja, algodão, sorgo, girassol e amendoim. “O trabalho é coordenado pela Gerência de Levantamento e Avaliação de Safras (Geasa/Suinf)”, informa Nogueira.
Ele informou que as localidades a serem visitadas são o Centro-Sul , a região Norte e os estados do  Nordeste Bahia, Ceará, Pernambuco, Piauí e Maranhão. “São quatro técnicos de Brasília e 54 das regionais que visitarão 525 municípios e ouvirão 1.560 informantes. O 5º levantamento será divulgado no dia 9 de fevereiro”.
Nota do Blog:  A minha, a sua, a nossa CONAB, poderia muito bem aumentar o fluxo de venda de produtos agrícolas, como a Ração para o Gado, que nem no período chuvoso, baixa de preço. OK!

A Palma Forrageira

Plantio de palma consorciada do Pólo melhora qualidade de vida de famílias da Borborema




Famílias agricultoras do município de Casserengue, Curimataú paraibano, estão implantando campos de palma consorciados para o fortalecimento da agricultura sustentável tomando como base a agricultura agroecológica e a busca de convivência com a realidade semiárida paraibana.
São famílias agricultoras do Assentamento Santa Paula que passam a ter uma área de 2 mil metros quadrados cercada em tela, plantada com palma associada a outras culturas e que passam a ser a área de criação de galinhas, patos, perus, guine dentre outras aves que somam no processo de produção num sistema de proteção das aves contra o ataque de inimigos naturais a exemplo da raposa que representa um dos agentes causadores de significativos prejuízos na avicultura familiar.
Domingo Rural entrevistou os agricultores Moacir Paulo Luciano,  Severino Benedito dos Santos; a agricultora Edna Pereira Justino da Costa além do representante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Casserengue, Raniere Martins da Silva e o assessor técnico da AS-PTA, Cleibson dos Santos Silva que falam sobre as ações em desenvolvimento que vem sendo trabalhadas dentro do Projeto Agroecologia da Borborema que tem financiamento da Petrobrás através do Programa Petrobrás Ambiental.
“Pra mim foi uma experiência muito boa porque eu já vejo minhas galinhas dando lucro , antes eu não podia criar devido aos vizinhos que ficavam reclamando, tem vizinhos que não gostam que os animais vá pra terra dele, aí eu digo: a gente vai findar vendendo nossas galinhas, aí chegou essa experiência da tela e eu disse vamos abraçar essa experiência porque acredito que eu acredito que é boa. E está dando certo, graças a Deus está dando lucro, a gente está vendo que a experiência é boa e estamos querendo é crescer mais”, explica a agricultora Edna Pereira Justino da Costa dizendo que a partir de agora as famílias podem fazer agricultura e criações de forma simultânea. “Estamos no caminho certo, já tem vizinho aí querendo , como é que eu entro nesse consórcio, a como é que eu faço? A gente vai e explica: espere sua vez que vai ser consorciado, vamos aguardar que vocês serão beneficiados”.
“Pra mim é uma beleza porque eu não esperava acessar uma coisa dessas, aqui eu quero criar as minhas galinhas, os patos, gansos, os perus”, argumenta o agricultor Severino Benedito dos Santos, contemplado com as ações das entidades parceiras a exemplo do cisternão calçadão e o campo de palma consorciada e elogiou a criação do fundo rotativo dos roçados com telas que fazem com que outras famílias sejam também contempladas. “Eu quero é que todos cheguem juntos, todos compareçam a todas as reuniões nós tivermos aqui agora para a gente conversar porque aqui é um problema familiar que todos tem sua obrigação nisso”, aconselha.
“É uma maravilha a gente conseguir uma propriedade e ter a estrutura dentro dela, um trabalho digno trabalhado, lutado, forçado com as equipes que vêm para ajudar a gente como a AS-PTA, o Pólo Sindical da Borborema e os Sindicatos e as associações que tudo colabora com a gente e dar a cobertura e a gente acha que é uma maravilha”, explica o agricultor Moacir Paulo Luciano, falando sobre o trabalho que está sendo desenvolvida na unidade produtiva da família. “Dá mais sentido ser agricultor nesse sentido e a gente ter o melhoramento dentro da agricultura familiar e todos que não acreditavam, depois que viram o projeto chegar e o trabalho da gente, estão caçando jeito de se enquadrar”.
O tesoureiro do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Casserengue, Raniere Martins da Silva, ao conversar com os ouvintes das emissoras parceiras falou sobre o trabalho desenvolvido naquele assentamento rural e garante que a qualidade de vida das famílias vem mudando para melhor com um processo de aprendizado que se compartilha de forma mais Ampla a cada dia. “E uma coisa que a gente percebe muito que vem dando assistência aos agricultores e apoiando até nas experiências é a questão das visitas de intercâmbio, os cursos de formação que o sindicato em parceria com o Pólo e a AS-PTA vem fazendo tanto no município como no também fora do município, a gente vê que isso vem sendo uma escola para os agricultores e agricultoras para desenvolver suas experiências. Uma coisa também que chama muita a atenção da gente é que a gente percebe que hoje os agricultores estão participando mais das reuniões porque antes o sindicato sentia essa dificuldade de fazer uma reunião e os agricultores participar e a gente percebe que com a chegada dessas dinâmicas e essas visitas de intercâmbios, esses cursos de formação que a gente vem fazendo com os agricultores a gente percebe que eles estão se aproximando mais e estão desenvolvendo suas experiências”.
Cleibson dos Santos Silva é assessor técnico da unidade gestora de recursos AS-PTA, falou no Domingo Rural sobre as ações que estão sendo recebida no município de Casserengue do Projeto Agroecologia na Borborema trabalhado pelas entidades do Pólo da Borborema. “Uma das ações foi o processo da rearborização das áreas degradas que a gente trabalhou no ano passado de 2010 e esse ano a gente está dando início com a implantação dos campos de palmas consorciados. Então o município de Casserengue é um dos municípios contemplado com essa ação e esses campos de palma hoje estão sendo implantados para o fortalecimento dos quintais e o empoderamento dos trabalhos com as mulheres”, relata Cleibson, acrescentando que está ficando melhor ser agricultor familiar na atualidade política em que se está vivendo exemplificando os programas governamentais que compram a produção das famílias agricultores para consumo em programas sociais locais. “Com certeza, nós temos aí o programa do governo aí o PNAE, essa compra direta com a Conab através dos programas do Governo Lula anteriormente e posteriormente a continuidade com o Governo Dilma, então isso é uma das preocupações tanto do pólo como dos sindicatos nos municípios é que essa segurança alimentar venha fortalecer mesmo essas famílias aqui do município e que ela continue essa sustentabilidade com essa alimentação tanto animal como a da própria família”.
Ele falou sobre a importância dos Fundos Rotativos dos Campos de Palma numa dinâmica de manter as famílias unidas na promoção de novas famílias na dinâmica de busca de sustentabilidade. “Essas foram uma das principais preocupações tanto do Pólo como nossa de assistentes técnicos de que esse trabalho venha dar continuidade. Todos os projetos a gente sabe que tem início, meio e fim, então por essa razão nós temos uma preocupação grande e o município de Casserengue hoje está com oito campos de palma implantados e que eles têm essa preocupação de não parar nesses oito, de dar continuidade e no futuro ter de 20, 30 a 50 campos a mais. Então uma das preocupações é a continuidade desses fundos rotativos onde outras famílias se envolvem onde eles ficam dando uma contribuição por mês e que futuramente elas venham ser contempladas também com esse campo, então uma das preocupações é exatamente essa é de que esses recursos cheguem, mas que não cheguem a fundo perdido, eles venham a contribuir com a família e que essas famílias ajudem a outras serem contempladas com esses campos”.
Nota do Blog:
Poderia a Secretaria de Agricultura do RN, copiar o exemplo do vizinho Estado da Paraiba, aproveitando o período chuvoso, para se plantar a Palma Forrageira em algumas áreas do nosso semiárido.
Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Divulgado Pelo Diário de Natal

Plano busca evitar tragédias no Vale do Açu

Por Érika Damásio, do DIÁRIO DE NATAL
Identificar áreas de risco e evitar tragédias. Esse é o objetivo dos trabalhos da Comissão Municipal de Defesa Civil de Assu, junto ao Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte. Com a expectativa de um inverno considerado acima da normalidade aqui no estado, um plano de contingência vem sendo elaborado para definir estratégias contra possíveis enchentes e desmoronamentos de terras. A ideia é até o final do mês, um levantamento seja feito em relação as famílias que possam ter as casas atingidas, além dos possíveis prejuízos para as lavouras e plantações. Segundo o secretário de desenvolvimento rural de Assu, Paulo Brito, os dados do relatório estão sendo baseados de acordo com as experiências dos anos anteriores, quando a cidade foi uma das mais atingidas pelos estragos das enchentes no RN. Por causa das chuvas em 2009, cerca de quatro mil pessoas ficaram desabrigadas e 987 casas sofreram algum tipo de dano.

"Estamos em alerta". Atéagora, a barragem Armando Ribeiro Gonçalves está com 70% da capacidade. Segundo o secretário de desenvolvimento rural, nos anos anteriores (2008 e 2009) o reservatório sangrou e afetou principalmente a agricultura da região. Em relação aos possíveis danos que poderão ser causados durante o inverno, foram encaminhados documentos para os departamentos nacionais de Obras Contra as Secas (Dnocs) e de Infraestrutura de Transportes do RN (Dnit).

Um laudo técnico sobre a Ponte Felipe Guerra foi encaminhado ao Dnit. Segundo o secretário de Desenvolvimento Rural de Assu, as obras de reconstrução não foram concluídas. "A paralisação aconteceu à época das denúncias de corrupção do órgão, no ano passado. Precisamos saber como ficará essa situação" comenta. De acordo com Paulo Brito, a estrutura está bastante velha e com os efeitos das chuvas, a rodovia federal pode deixar o local sem acesso. " Se acontecer um acidente naquele trecho, os motoristas deverão realizar um desvio enorme" alerta o secretário. A assessoria de imprensa do Dnit, até o fechamento dessa matéria, não respondeu sobre os pontos levantados na reportagem.

Medidas

Segundo o secretário Paulo Brito, o que foi feito para abrigar os desalojados em 2009 - imóveis foram alugados, pessoas ocuparam prédios públicos, colégios e hospitais - está previsto para acontecer esse ano, porém de forma mais organizada. Cerca de R$ 8 milhões - ainda falta a liberação de R$ 3 milhões - foram investidos em recuperação de casas e estradas pelo governo federal na cidade, após os efeitos das chuvas. A secretária de desenvolvimento social e habitação, Maira Leiliane, informa que cerca de 100 famílias já foram cadastradas esse ano. "Estamos monitorando áreas de risco e pessoas em situação de extrema pobreza. A meta é que até sexta-feira, 21, possamos divulgar os dados finais do mapeamento para o plano de contigência" revela a Maira.

Divulgado Pelo Diário de Natal II

Espertalhões na Eólica
Faern denuncia que agricultores estão sendo assediados para arrendar terrenos a falsos representantes em Lajes
Andrielle Mendes // andriellemendes.rn@dabr.com.br

Produtores rurais de Lajes, a 125 km de Natal, estão sendo assediados por pessoas que se dizem representantes de empresas de energia eólica no Rio Grande do Norte. Segundo a Federação da Agricultura do Rio Grande do Norte (Faern), elas oferecem contratos considerados absurdos que podem chegar até 35 anos, pedindo 10% de comissão. O assédio está causando pânico em alguns proprietários que não sabem como agir diante das propostas. "Essas pessoas estão pressionando os produtores rurais. Dizendo 'se você não assinar este contrato hoje, vou procurar outro produtor'", relata José Vieira, presidente da Faern.

O dirigente verificou distorções entre as propostas feitas por empresas sérias do ramo da energia eólica e as que estão sendo feitas agora. "Há distorções nos contratos. Enquanto os assinados há algum tempo preveem que os produtores recebam alguma quantia durante o período de medição, que pode durar até dois anos, os apresentados agora não preveem o recebimento de nenhum valor pelos produtores durante o período de medição. Também tem corretor cobrando 10% de comissão durante 35 anos. Isso não existe".

Para evitar transtornos, a Faern está tentando organizar, em parceria com a Federação da Indústria do RN (Fiern), um seminário para debater o assunto com os produtores rurais e alertá-los sobre possíveis golpes. Enquanto isso, José Vieira pede para os produtores não assinarem nada sem antes consultar a federação. "Orientamos que eles não assinem nenhum contrato sem procurar antes uma assessoria jurídica. Estes contratos, que podemos classificar como 'leoninos', prejudicam os produtores rurais".

O assunto foi discutido em reunião na sede da Fiern na última sexta-feira. A intenção era esclarecer e alertar os donos de fazendas e propriedades rurais na questão do arrendamento de terras para construção de empresas eólicas. De acordo com produtores que participaram da reunião, a questão merece um cuidado maior, pois estão chegando na cidade e na zona rural, pessoas que se apresentam como representantes de empresas de energia eólica e oferecem contratos sem esclarecer seu conteúdo exato. José Vieira não sabe se a situação se repete em outros municípios do RN, mas orienta todos os produtores rurais procurados por estas pessoas a entrar em contato com a Faern ou consultar uma assessoria jurídica antes de assinar algum contrato.

Para o presidente da Faern, o caso é preocupante e merece maior atenção dos produtores. Ele ressalta que a Federação da Agricultura está ciente e já disponibilizou sua assessoria jurídica para maiores informações. Para ele, as pessoas, que estão se passando por representantes de empresas de energia eólica, querem lucrar em cima da ingenuidade dos produtores.

iNVESTIMENTO ALTO

A razão do assédio é a captação de investimentos no setor de energia eólica no RN. Apenas a CPFL Energia, uma das empresas atuantes no ramo, pretende investir cerca de R$ 1,24 bilhão em grandes projetos de geração de energia na região Nordeste.

Dos dez projetos para a Região, oito estão no Rio Grande do Norte. São os parques eólicos Santa Clara I, Santa Clara II, Santa Clara III, Santa Clara IV, Santa Clara V, Santa Clara VI, Eurus VI e Campos dos Ventos II. Junto com as usinas termelétricas do projeto EPASA - Termonordeste e Termoparaíba, no estado da Paraíba, os empreendimentos terão capacidade instalada total de 560 MW.

De acordo com dados da CPFL Energia, estão sendo investidos cerca de R$ 939 milhões nos parques eólicos potiguares. As 109 torres nos municípios de Parazinho e João Câmara, no agreste do Estado, já começaram a ser construídas. "Estes parques terão garantia física de 90 MW médios e devem entrar em operação comercial a partir de julho de 2012", informou a assessoria da empresa.




 Diário de Natal Rádio Clube FM

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Foto Oficial da Presidenta

 
Publicamos a foto oficial da nossa presidenta. Rogando a Deus, que ela, na sua sensibilidade de mulher, olhe com bastante carinho para o povo nordestino, principalmente os nossos sofredores agricultores, homens do campo, que produzem alimentos para a mesa dos brasileiros. Missão dificil neste árido, que não tem nada semi, é árido mesmo.Anilton Souza

Agricultores Recebem o Garantia Safra

Mais de 600 mil agricultores familiares recebem Garantia-Safra 2009/2010
17/01/2011 15:05
Até janeiro de 2011, 604.481 agricultores de 661 municípios receberam o pagamento do Garantia-Safra relativos à safra de 2009/2010, totalizando R$ 360 milhões em benefícios. Cada agricultor recebeu R$ 600,00 divididos em quatro parcelas. Na safra 2009/2010, o número de agricultores familiares que aderiram ao programa chegou a 661.802 e o de municípios participantes, 859.
"O objetivo do nosso governo e da presidenta Dilma é fazer com que os agricultores familiares tenham melhores condições de vida. Sabemos que não há nada pior para um agricultor do que perder sua lavoura. E o Garantia-Safra representa justamente isso: uma política para apoiar os agricultores familiares nos momentos mais difíceis", avalia o secretário de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), Laudemir Muller.
O Garantia-Safra é uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e cobre perdas da safra provocadas por escassez ou excesso de chuvas na área de abrangência da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). Atende agricultores familiares dos municípios localizados na região Nordeste, no norte do Espírito Santo, no norte de Minas Gerais, no Vale do Jequitinhonha e no Vale do Mucuri, com renda até 1,5 salário mínimo, que cultivam arroz, feijão, algodão, mandioca e/ou milho, em áreas de 0,6 a 10 hectares.
O Programa proporciona melhoria das condições de vida dos agricultores no Semiárido. Envolve os governos municipais, estaduais e o governo federal e consolida  relação de cidadania entre o Estado e os agricultores familiares. O pagamento dos benefícios é feito mediante Comunicado de Ocorrência de Perdas e da constatação de perda superior a 50% da safra.

domingo, 16 de janeiro de 2011

O Garantia Safra

  Mais de 550 mil agricultores familiares já aderiram ao Garantia Safra
Mais de 550 mil agricultores familiares já aderiram ao Garantia-Safra

Foto: Tamires Kopp

Mais de 550 mil agricultores familiares já aderiram ao Garantia-Safra
13/01/2011 10:58
A adesão dos  agricultores familiares do Semiárido brasileiro ao Programa Garantia-Safra no ano agrícola 2010/2011 já somam mais de 550 mil adesões. No total, serão disponibilizadas nesta safra cerca de 732 mil cotas.
Para o ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Afonso Florence, esses resultados nas adesões dos agricultores mostram a importância do Programa e seu potencial para o combate à pobreza rural.
Em alguns estados que participam do Programa, o período de adesão já encerrou: Minas Gerais, Maranhão e Piauí. Os agricultores familiares do Ceará, Paraíba e Pernambuco (região 1) contam, ainda, com prazos para o pagamento do boleto no valor de R$ 6,40. Ceará e Pernambuco (região 1) têm até 21 de janeiro e Paraíba até 31 de janeiro  de 2011.
Para os estados de Alagoas, Sergipe, Bahia (região 2) e Rio Grande do Norte (região 2) as inscrições estão abertas até fevereiro de 2011.
O Garantia-Safra é uma ação do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), executada em conjunto com prefeituras e governos estaduais, para atender as famílias agricultoras do Semiárido brasileiro que vivem em municípios que tiveram perda de, pelo menos, 50% da produção agrícola por causa da seca ou do excesso de chuvas.
Trata-se de um seguro de renda mínima, ou seja, no caso de perda comprovada, os agricultores que participam do Programa recebem R$ 640 por agricultor familiar, pagos em quatro parcelas de R$160,00.
Como participar
Para participar do Garantia-Safra é preciso que, tanto agricultores, quanto prefeituras e governos estaduais, se inscrevam no programa. Para os estados é necessária a assinatura de um Termo de Adesão junto à União. Quanto aos municípios, é feita uma assinatura do Termo de Adesão junto aos governos estaduais. Além disso, é preciso estar em dia com o Fundo Garantia-Safra. Já o agricultor precisa procurar as empresas estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) ou os sindicatos de trabalhadores rurais do município e obter orientações.
O primeiro passo para o agricultor participar do Programa é a emissão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), na versão eletrônica. Mesmo aquele que já tenha a DAP eletrônica deve procurar a empresa de Ater ou o sindicato para atualizar as informações, como área e culturas que pretende plantar nesta safra, entre outras.
As informações prestadas pelo agricultor são verificadas por meio do Sistema Garantia-Safra para assegurar que os agricultores inscritos tenham o perfil do Programa. Após essa verificação, é disponibilizada uma lista com os nomes dos agricultores efetivamente inscritos para homologação pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS).
Os agricultores familiares homologados são convocados pela prefeitura para receber o boleto bancário referente à adesão ao Garantia-Safra. Cada estado ou município possui cota anual de agricultores a serem atendidos pelo programa, definida pelo comitê gestor do Garantia-Safra.
O Garantia-Safra
O programa abrange os estados da região Nordeste, do Vale do Jequitinhonha, do Mucuri e do Norte de Minas Gerais, além do Norte do Espírito Santo. Para participar, o agricultor deve cultivar arroz, feijão, milho, algodão ou mandioca, em áreas de, no máximo, dez hectares, e ter renda bruta mensal de até um salário mínimo e meio por família. Para fazer parte do Garantia-Safra, tanto os agricultores beneficiários, quanto estados e municípios, precisam cumprir algumas etapas, definidas pela Lei nº 10.420, de abril de 2002, que instituiu o programa.

Estou de Volta

Após um período ausente das minhas atividades, nossaterra volta ao batente. tchuo...

domingo, 9 de janeiro de 2011

A Palma Forrageira

Praga que devastou palma no Cariri Ocidental está de passagem comprada para Barra de Santana

03/01/2011-17h39

A Cochonilha do Carmim(Dactylopius coccus), continua em evidência no Programa Domingo Rural da Rádio Serrana de Araruna em conexão já que tem demonstrado seu vigor e capacidade enquanto devastadora dos palmais no semiárido paraibano e desta vez sinalizando seu próximo ataque aos campos de palma do município de Barra de Santana, Cariri Oriental paraibano.
O tema foi evidenciado no Domingo Rural deste domingo Rural deste domingo(02/01) via Rádio Serrana de Araruna, Rádio Independente de Serra Branca e Rádio Farol FM através de colocações feitas pelo pesquisador da Emepa, Edson Batista Lopes, afirmando que o município de Barra de Santana é bola da vez já que a praga conseguiu infestar-se em mais de 50% dos campos produtivos do município de Caturité que faz divisa com Barra que é uma das mais importantes bacias leiteiras da região. “Caturité a situação está difícil, eu acho que hoje 50% das propriedades já estão infestadas. Tem áreas lá em que três hectares assim de palma de cinco anos a cochonilha deixou toda no chão, é incrível o poder de proliferação dessa cochonilha e o poder de destruição, é violento. Eu nunca vi uma praga tão violenta como essa cochonilha do carmim, tem propriedades que os proprietários já abandonaram porque o controle é muito caro”, explica Batista Lopes ao dialogar com os ouvintes 590 kHz em conexão.
Participante da edição do Domingo Rural deste domingo(02/01), o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Barra de Santana, Paulo Barreto Medeiros falou sobre as ações que serão implementadas ainda no início desse semestre 2011 a exemplo da utilização das variedades desenvolvidas pela Emepa no sentido de que quando a praga venha a chegar em breve as variedades já estejam implantadas e, desta forma, o município não venha sofrer os prejuízos em conseqüência da temível praga. “O momento é de susto, os produtores de Barra começam a se assustar, ainda não tiveram uma visão ampla do grande problema, mas só em ouvir falar já estão assustados porque Caturité já começa demonstrar a preocupação grande com a perca grande de seus campos de palmas e agora Barra de Santana está começando a se assustar”, explica aquele diretor sindical.
Paulo explicou que os indícios deixam claro que Barra de Santana será mesmo o próximo território a ser atacado pela praga e lamentou que as autoridades locais não tenham manifestado qualquer preocupação com a realidade o que tem feito com que a entidade dos agricultores busques desenvolver atividades que chamem a atenção dos produtores para a realidade perigosa que o município se aproxima já que a palma representa hoje o principal produto alimentício do rebanho bovino. “Os indícios que dá é que Barra de Santana será a bola da vez do grande prejuízo, diante disso, a gente está tendo essa preocupação, o sindicato já dentro do município nós não contamos com uma ampla assistência técnica já que só temos no município um técnico da Emater, nós não contamos com o conselho de desenvolvimento rural sustentável, nós não contamos com uma secretaria de agricultura que passou mais de ano fechada e retoma agora mas não deu sinal ainda pra que veio então o sindicato dentro de sua preocupação já começamos o nosso trabalho com a preocupação de mostrar aos agricultores e nossos produtores que tem que se tomar uma iniciativa e seguir o caminho. E qual é o caminho? É fazer a transformação nas palmas, mudar, fazer as mudanças nos seus plantios”, explica aquele representante rural, lembrando que unidades produtivas e de demonstração estão sendo preparadas com recursos do próprio sindicato e de produtores locais além de folders educativos sobre a praga e as novas alternativas que serão distribuídos em todos os recantos do município.