sábado, 13 de julho de 2013

Emater/RN: Contratos com Apasa e Laticínio Santa Luzia passam de R$ 7,7 milhões

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Por Lúcio Flávio - O Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do RN (Emater) veicula neste sábado (13), pelo Diário Oficial do Estado, dois extratos de aditivos contratuais. Ambos são assinados pelo diretor-geral da empresa estadual, Henderson Magalhães Abreu.

O 6º termo aditivo refere-se ao Contrato nº 107/2010, firmado com a Associação dos Pequenos Agropecuaristas do Sertão de Angicos (Apasa), líder do Consórcio Potiguar, e altera as cláusulas 2ª, do preço e condições de pagamento, passando o valor do leite bovino para R$ 1,80, sendo R$ 1,15 para o produtor e R$ 0,65 para o laticínio por litro
de leite devidamente fornecido e, para o leite caprino o valor de R$ 2,25, sendo R$ 1,60 para o produtor e R$ 0,65 para o laticínio por litro de leite devidamente fornecido; cláusula sexta, da vigência, passando o contrato a vigorar de 1º de junho a 30 de setembro de 2013; e, cláusula 7ª, da dotação orçamentária, como novo valor fixado em R$ 1.140.710,40.

Já o 5º aditivo ao Contrato nº 111/2010 diz respeito ao Laticínio Santa Luzia, líder do Consórcio União, e modifica as cláusulas 2ª, 7ª e 8ª. A que dispõe sobre preço e condições de pagamento define os mesmos valores fixados para a Apasa.

Já a vigência contratual passou a ser de 1º de junho a 31 de dezembro de 2013 e o aporte financeiro envolvido agora representa a soma de R$ 6.564.537,00. A soma dos dois valores é de R$ 7.705.247,40.


Ações do Governo Federal auxiliam a diversificar criação de animais no Semiárido



Ações do Governo Federal auxiliam a diversificar criação de animais no Semiárido

Foto: Ubirajara Machado/MDA

Com 53 anos de história, seu Luiz Lopes Bezerra assegura que a estiagem que enfrenta há três anos é a mais severa que já presenciou. Ele, a esposa e os dois filhos mais novos, com idade de 10 e 17 anos, moram no Assentamento Tanque, no município de Bodocó (PE), a mais de 770 quilômetros da capital Recife. A seca que atingiu o Semiárido fez com que o produtor rural readequasse sua criação de animais.
Antes, concentrado no rebanho de gado leiteiro, seu Luiz passou a criar ovelhas. A diversificação da criação começou com a disponibilização de recursos e de assistência técnica do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura familiar (Pronaf) e do Projeto Dom Helder Câmara, ambas as ações coordenadas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).
“A gente trabalhava com criação de bovinos, depois, devido à seca terrível desses últimos anos, a gente opinou para um complemento com a criação de ovinos”, conta seu Luiz, que hoje mantém apenas uma das 25 cabeças de gado que chegou a ter. "A gente perdeu em média de 60% do gado. Com o ovino a gente não tem essa perda. A ovelha come menos, bebe menos, e ainda é mais fácil de vender. Comercializamos na própria comunidade”, afirma.
Os animais são criados em sua propriedade, que tem aproximadamente 15 hectares. A iniciativa de adequar o rebanho para melhor conviver com os efeitos do Semiárido partiu do próprio agricultor. Em 2008, ele procurou um agente bancário para financiar um projeto de expansão do gado e inclusão dos ovinos. “Comecei com quatro ovelhas. Depois com o Projeto Dom Helder Câmara, recebi mais três cabeças, em 2010.”
O financiamento inicial foi realizado pelo Pronaf, que possui as mais baixas taxas de juros dos financiamentos rurais. Já o Projeto Dom Helder Câmara, desenvolve ações estruturantes para fortalecer a agricultura familiar, com foco no combate à pobreza e apoio ao desenvolvimento rural sustentável.
O diretor do Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor do MDA, Nilton Pinho de Bem, destaca que, no Semiárido, as questões ambientais, econômicas e sociais devem ser analisadas em conjunto. “A sustentabilidade da agricultura familiar no Semiárido está diretamente vinculada a uma melhor compreensão das possibilidades dos recursos naturais daquela região – recursos da mata nativa, regime de chuvas, insolação, de tudo aquilo que a região oferece para produção de biomassa, de vida.”
Hoje, seu Luiz pensa em recorrer ao Pronaf novamente, para aumentar a criação dos ovinos. O incentivo vem de dentro de casa. O produtor quer continuar vivendo no assentamento e ao lado família. “Já saí da área rural, mas é uma coisa que não me passa pela cabeça mais. Com o esforço da gente e ajuda do governo, a gente chega lá”, pondera.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

É o Padre, É o Padre...


Este blogueiro abre espaço para uma causa justa, justíssima. O Pe. Severino Neto, pároco da Paróquia de São José dos Angicos, juntamente com a comunidade pedrozense, está constrindo ao lado da Igreja de São Joaquim, em Fernando Pedroza, o Centro Pastoral Mons. Pinto. A obra se encontra com 80% concluida. A comunidade pedrozense já doou aproximadamente 300 sacas de cimento. Pe. Severino Neto e nos que fazemos parte desta comunidade estamos em campanha para angariar donativos a fim de concluirmos esta importante obra que vai beneficiar toda comunidade residente. Ajude você também a construir o Centro Pastoral. (Breve postaremos a foto). Qualquer doação ligar para 9166 8777-9490 6410.

Caprifeira de Afonso Bezerra

Atenção população amante do campo. Vem aí a Caprifeira de Afonso Bezerra. É sem dúvida, a mais charmosa do estado. Fernando Pedroza estará presente com uma delegação de produtores rurais e populares que gostam de forró. O velho Mira manda avisar para a galera que estará presente. Vai tomar todas.

Sertão Potiguá

É a terra que racha no chão
Quando seca a água no sertão
É no vôo rasante da asa branca
Eu ouço o ronco do trovão

Avisando a todos sertanejos
Que já não demora achegar
Pingos d?água que lá do céu
nosso senhor vai mandar

(Refrão) 2X
Mãe terra deixa eu plantar
Minh?alma neste lugar
Sou um pobre sertanejo
Raiz do sertão potiguá

É o galo que canta na serra
E faz o sertanejo acordar
Com a força da fé que lhe guia
Pra o roçado com o gado lidar

Vai queimar xique xique na seca
Pro rebanho a fome saciar
De tardinha ele volta pra casa
Pro doce aconchego do lar

Este poema cantado pelo Trio Candieiro, é a verdade nua e crua do sertanejo sofredor. Eita sertão velho. Mais eu tgosto dele.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Somalis. O Carneiro da Moda






Segundo a Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (ARCO), a
raça Somalis Brasileira pertence ao grupo dos ovinos de "garupa
gorda", originário do "corno da África", região formada pela Somália e
Etiópia, embora também seja encontrada no Quênia e Tanzânia. Na
América, a Somalis Brasileira foi primeiramente introduzida nas ilhas de
Tobago e Granada e nos territórios da Colômbia e Brasil, e, mais
recentemente, na Guiana e Venezuela (SILVA et al., 1998).
Silva e Lôbo (2006) relataram que os atuais animais originaram-se após
seleção e adaptação local daqueles da raça Blackhead Persian,
introduzida no Brasil no ano de 1939, por criadores do Estado do Rio
de Janeiro. Entretanto, os animais não se adaptaram ao clima e foram
levados para o Nordeste, onde se encontram disseminados
particularmente nos Estados do Ceará e Rio Grande do Norte.
A Somalis Brasileira já se afastou bastante do tronco original,
apresentando garupa menos gorda e alguma lã pelo corpo, o que
sugere ter havido infusão de raças sem garupa gorda e com alguma lã.
A “garupa gorda” é um depósito de gordura, que se reverte numa
reserva de energia para o animal sobreviver nas épocas mais críticas
(VILLELA et al., 2005). Como a raça possui a cabeça e parte do
pescoço preta e o corpo branco, a Somalis Brasileira é chamada
“carneiro da cabeça preta”. Atualmente, os rebanhos desta raça
encontram-se distribuídos nos Estados nordestinos, em núcleos
fechados, pertencentes a instituições de pesquisa ou a criadores de
elite, e disponibilizados para venda em feiras e em exposições
agropecuárias (SILVA; LÔBO, 2006).
Características Raciais
A Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (ARCO, 2010) definiu o
padrão racial da raça na seguinte forma:
Aspecto geral - Ovinos de porte médio, deslanados, mochos. Cabeça e
pescoço negros ou pardos. Com anca e base da cauda gorda. Machos
adultos com 40/60 Kg e fêmeas adultas com 30/50 Kg.
Cabeça - Tamanho médio, perfil retilíneo, chanfro curto. Sem chifres
(mochos). Orelhas curtas de forma cônica com terminação lanceolada.
Olhos negros. Pelagem preta ou parda (vermelha).
Raça Somalis Brasileira: Origem...
Pescoço - Curto, forte, bem inserido no corpo, de cor preta ou parda.
Corpo - Linha dorso lombar reta; Garupa forte com boa cobertura de
gordura; Cauda curta, com densa camada de gordura na base,
terminação afilada.
Membros - Fortes, com aprumos corretos e boa cobertura muscular.
Cascos pretos, podendo ser amarelados nos animais de cabeça parda
(vermelha).
Pelagem - Branca, com cabeça e o pescoço pretos. Permissível a
tonalidade parda (vermelha) nestas partes. Permissível a extensão da
área escura até a base do pescoço e a metade da espádua. Animais
velhos podem apresentar pelos pretos ou pardos na área branca do
corpo. Cabeça, pescoço, tronco e membros cobertos de pelos curtos,
admitindo-se a presença de lã em pequena quantidade.
Aptidões - Produção de carne e pele.
Adaptação - Animais rústicos, adaptam-se bem às condições climáticas
da região semiárida.
Defeitos - Manchas brancas na cabeça e pescoço; Manchas pretas ou
pardas na parte inferior dos membros e no corpo; Porte pequeno;
Orelhas muito grande; Presença de chifres; Más formações bucais
(prognatismo, retrognatismo, agnatismo); Tronco curto; Cauda muito
longa; Criptorquidia, monorquidia, hipoplasia, ou acentuada assimetria
testicular; Problemas de aprumos; Presença de lã em grande
quantidade;
Características de Reprodução
Puberdade
A identificação da idade em que se inicia a puberdade permite seleção
precoce de animais destinados à reprodução, contribuindo para reduzir
o intervalo de gerações e, consequentemente, permitindo o
melhoramento genético mais rápido do rebanho. O aparecimento da
puberdade varia com a espécie e a raça, e dentro da mesma raça,
devido a fatores como peso corporal, época de nascimento, níveis
nutricionais e tipo de nascimento.
Na prática, a puberdade aparece quando ocorre o primeiro estro clínico,
seguido ou não da ovulação. Simplício et al. (1982) observaram que
em borregas Somalis Brasileira, criadas no Nordeste brasileiro, o
primeiro estro clínico está acompanhado da segunda ovulação, ou seja,
na primeira ovulação não há ocorrência do estro clínico. Ainda neste
12 Raça Somalis Brasileira: Origem...
trabalho, os autores verificaram que 87,5% das borregas tinham
ovulado antes do estro clínico, com uma taxa de ovulação de 1,05,
evidenciada pela presença de corpos albicans. Na segunda ovulação,
observou-se uma taxa de 1,13, determinada pela presença de corpos
lúteos.


Simplício et al. (1982) reportaram em 334,4 dias a idade à puberdade
de ovinos Somalis Brasileira, com 18,3 kg de peso vivo, enquanto Silva
et al. (1988) observaram uma idade inferior a esta, de 307,2 dias, para
a mesma raça. Joubert (1962), trabalhando com a raça Blackhead
Persian, na África, relatou em 399,7 dias a idade à puberdade destes
animais.
Silva et al. (1988), avaliando a puberdade em ovinos deslanados no
Nordeste brasileiro, verificaram que a média dos pesos à puberdade de
fêmeas da raça Santa Inês mostrou-se significativamente maior (30,7
kg) do que das raças Morada Nova (23,5 kg) e Somalis Brasileira (21,5
kg), que não diferiram entre si.
Taxa de acasalamento
Silva e Araújo (2000) definiram a taxa de acasalamento como o
número de matrizes acasaladas por matrizes expostas.
Silva et al. (1998) observaram uma taxa média de acasalamento de
98% para ovinos Somalis Brasileira (Tabela 1), variando de 88 a
100%. Segundo os autores, essa alta taxa de acasalamento deve-se à
boa condição corporal das ovelhas e carneiros na época do
acasalamento, assim como a boa libido do carneiro.
Simplício et al. (1982) obtiveram uma média de taxa de acasalamento
de 99,25 % (Tabela 1), sendo 98,5 e 100% as taxas de cobertura para
matrizes adultas e jovens, respectivamente. Esse percentual médio foi
superior ao encontrado por Barbieri et al. (1991b) e Silva et al. (1998)
NOTA DO BLOG:
O carneiro Somalis(o famoso cabeça preta) tem se adaptado muito bem ao clima do semiárido nordestino. Eu mesmo verifiquei no meu rebanho, que a raça somalis neste período de estiagem, está se sobressaindo das demais raças. Com uma reprodução contínua e precocidade avantajada dos cordeiros. Não é atoa que o carneiro somalis está na moda. Muito bem procurado.
Curiosidades
VARIEDADES
Você sabia...?
... que sonhar com uma cabra significa que você está tramando algo contra alguém? É o que dizem.
... que sonhar com uma tosquia de ovelha significa que vem trabalho lucrativo pela frente?
... que o chifre do rinoceronte é feito de cabelo compactado?
... que Gengis Khan começou sua vida como pastor de cabras?
... que as cabras descansam entre 4 a 6 horas por dia?
... que as cabras têm o espaço que merecem? De fato, uma cabra jovem nunca terá o mesmo
espaço que a cabra mais velha, mais hierárquica, que fica sempre mais à vontade.
... que, durante as secas, um caprino é capaz de aproveitar a água bebida, resistindo de 3 a 4 dias sem beber? Mesmo sem beber nesse período, perderá menos de 4% do peso total corporal.
... que o bode identifica a cabra que está em cio pelo cheiro da sua urina? Não é só ele: também o carneiro faz o mesmo
com a ovelha.
... que, perto de parirem, as cabras e ovelhas afastam-se do rebanho?


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Vocabodário
- Cabra-topetudo - Insolente, provocador.
- Enchiqueirado: Animal que está sem contato com fêmea
- Cabrão - Bode. Criança que berra muito.
- Cabra-onça - Valentão, metido, esbravejador.







quarta-feira, 10 de julho de 2013

Tecnologias sociais podem melhorar a vida do agricultor no nordeste

As tecnologias sociais têm em comum o baixo custo e a facilidade de implantação. A meta é permitir que o produtor consiga ampliar os ganhos com sua atividade ou dê início a um novo modo de geração de renda. A produção de hortaliças é uma opção, pois as verduras podem ser cultivadas num espaço pequeno e vendidas a um bom preço. Além de hortaliças, os pequenos produtores podem produzir fruteiras. Essa é a ideia que está por trás dos quintais produtivos. A água usada no plantio vem de cisternas de placa ou de enxurrada. Na área de processamento agroindustrial, os derivados do leite são uma boa opção para quem deseja contar com um dinheiro extra no fim do mês, produzindo queijo, ricota e bebida láctea.
A Embrapa Agroindústria Tropical, com recursos do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e parceiros regionais, executa ações de articulação institucional, de mobilização social comunitária e implantação de tecnologias sociais de convivência com o Semiárido que vêm melhorando a qualidade de vida de famílias de dez municípios do Rio Grande do Norte inseridas no Plano Brasil Sem Miséria (PBSM) do Governo Federal.
Algumas tecnologias implantadas buscam melhorar a qualidade de vida dos pequenos produtores. Dois exemplos disso são o fogão ecoeficiente e a fossa verde que se apresentam como alternativas viáveis à redução de problemas de saúde resultantes da queima da lenha, como no caso dos fogões ecoeficientes; da redução dos problemas de contaminação ambiental, como no caso da construção de fossas verdes (canteiros biossépticos); e da captação, do aproveitamento e da otimização do uso da água em atividades de culturas agrícolas, como no caso dos sistemas cisternas de enxurrada e quintais produtivos.
O objetivo é que os pequenos produtores possam se manter com o seu próprio negócio. Eles vão contar com o apoio e com o conhecimento da Embrapa, ONGs e instituições parceira, ao longo do projeto.
da redação do Nordeste Rural
 

terça-feira, 9 de julho de 2013

Comissão aprova MP de socorro aos atingidos pela seca

A comissão mista que analisa a Medida Provisória 610/13, que prevê socorro aos agricultores e às famílias moradoras de municípios atingidos pela seca, aprovou há pouco o parecer do relator, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE). O parlamentar está confiante que será possível concluir a votação da proposta até a próxima segunda-feira (15), para que a presidente Dilma Rousseff possa sancionar a medida antes do recesso parlamentar, previsto para começar em 17 de julho.
O relator apresentou o parecer na segunda-feira (8). Oliveira estendeu as condições favoráveis para a quitação de empréstimos concedidos por meio do Fundo Constitucional do Nordeste (FNE) a todos os produtores rurais, alterando o texto original da MP, que prevê o benefício apenas para os agricultores que participam do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

segunda-feira, 8 de julho de 2013

PARA PENSAR:

"Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és. Saiba eu com que te ocupas e saberei também no que te poderás tornar”

Johann Goethe


PARA REFLETIR:

"No fundo, não há bons nem maus. Há apenas os que sentem prazer em fazer o bem e os que sentem prazer em fazer o mal. Tudo é volúpia...”

Mário Quintana

Juros para o Semiárido

Vai baixar a taxa de juros para empréstimos a médio e grande produtor do semiárido


 
Os recursos para novos empréstimos na região atingida pela seca, foram anunciados pelo Governo Federal e terão um valor global de R$ 3 bilhões para esses produtores por meio do Plano Safra Semiárido.A grande novidade da proposta governamental para a safra 2013/14 na região é a redução dos juros. No caso do médio produtor, as taxas anuais para os financiamentos de custeio serão de 4% e os de investimento, 2%. Já para o grande produtor, esses índices serão de 5% e de 3,5%, respectivamente. Pelo Plano Agrícola e Pecuário (PAP) lançado em junho deste ano, as taxas de juros variam entre 5,5% a 3,5%.
Em relação aos empréstimos de investimento, essas taxas reduzidas referem-se ao financiamento de infraestruturas produtivas adequadas à realidade da região. Por exemplo, para financiar barragens, sisternas e poços; recomposição de rebanhos (caprinos, ovinos e pecuária de leite); investimentos em culturas relevantes para a região (mandioca, feijão, fruticultura, etc) e sistemas produtivos que contemplem reserva de alimentos para animais.
Os médios produtores do semiárido também serão beneficiados com R$ 10 milhões para assistência técnica e extensão rural, além de diminuição da alíquota do prêmio de 3% para 2% pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), que assegura operações de custeio de até R$ 300 mil. A diferença dessa modalidade é que ela isenta o produtor da dívida no caso de perdas de produção por adversidades climáticas.

domingo, 7 de julho de 2013

9ª Caprifeira de Afonso Bezerra

Vem aí a 9ª Caprifeira de Afonso Bezerra. O evento considerado o melhor a mais charmoso da região central este ano estará recheado de novidades, tanto para os produtores como para a juventude que vai curtir as bandas que serão apresentadas. Fernando Pedroza estará presente com vários produtores e uma galera legal, inclusive o produtor rural Miranda, ex secretário de agricultura, vai marcar presença a partir da sexta feira, doido pra dançar forró na Flor do Sertão.