Quando a renda aumenta, o consumo de combustível também cresce
O Programa
Renovabio, que se iniciará neste mês, deve possibilitar a retomada do
crescimento da produção de etanol. Além disso, segundo pesquisadores do
Cepea, outro ponto que deve favorecer o esperado crescimento do mercado
brasileiro do biocombustível é a possibilidade do uso de outras
matérias-primas além da cana-de-açúcar para a produção de etanol, como o
milho.
Quanto ao preço do etanol, deve continuar
competitivo relativamente à gasolina nos estados onde ocorre a maior
parte da produção e do consumo nacional. A proximidade do preço do
etanol relativamente ao da gasolina, por sua vez, vai depender da taxa
de crescimento da renda.
Quando a renda aumenta, o consumo de
combustível também cresce, tanto pela maior aquisição de veículos que
passam a fazer parte da frota, quanto por maior uso daqueles que já
existem.
Produtores rurais tendem a fazer mais sexo que outras profissões, aponta pesquisa
Levantamento feito no Reino Unido com 2 mil pessoas indica que 33% dos produtores fazem sexo ao menos uma vez ao dia
Uma pesquisa realizada pela empresa britânica de produtos eróticos
Lelo UK aponta que os produtores rurais são sexualmente mais ativos em
relação a outros profissionais. O levantamento realizado no Reino Unido
questionou duas mil pessoas sobre suas profissões e vidas sexuais. O
resultado revelou que os agricultores fazem mais sexo, uma vez que 33%
alegou ter relações pelo menos uma vez por dia.
Dos produtores
rurais que participaram da pesquisa, 67% também disseram que o
desempenho sexual nas relações é ‘incrível’. Arquitetos (21%) e
cabeleireiros (17%) estão em seguida na lista, que relaciona a
performance sexual com as condições da profissão.
De
acordo com Kate Moyle, especialista da Lelo UK, o desempenho pode estar
ligado diretamente à disposição física dos profissionais. “O nível de
atividade física em uma carreira como um agricultor, em vez de alguém em
um ambiente de escritório, pode afetar os níveis de condicionamento
físico e energia”, ela explica.
Nota do Blog: Aqui no nosso semiarido velho de guerra, existe uma explicaçao: Os mais antigos sempre diziam que era o unico divertimento do pobre. Pode ser!
Definida regulamentação dos processos de reforma agrária e regularização fundiária
Acesso à terra
Três instruções normativas do Incra foram publicadas na última terça-feira (31), no Diário Oficial da União
Lavoura
O Instituto
Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) regulamentou o
processo de regularização fundiária e reforma agrária, com base na
Medida Provisória (MP) 910 e nos Decretos 10.165 e 10.166, assinados
pelo presidente Jair Bolsonaro, simplificando os procedimentos relativos
à execução dessas políticas. As três instruções normativas foram
publicadas na última terça-feira (31), no Diário Oficial da União.
As
novas normas que o Incra passa a adotar são: IN nº 98, que trata das
dos procedimentos para seleção de famílias beneficiárias do Programa
Nacional de Reforma Agrária (PNRA), IN nº 99, que dispõe sobre as normas
para Titulação de Assentados e Consolidação de Assentamentos da reforma
agrária e IN nº 100, que discorre sobre os procedimentos para
regularização fundiária das ocupações incidentes em áreas rurais. Dessa
forma, ficam inteiramente revogadas as IN 95, 96 e 97 que anteriormente
regulavam esses processos.
Seleção de famílias
A
IN nº 98 traz entre as suas principais mudanças na seleção de famílias
candidatas a lotes de reforma agrária do Incra a obrigatoriedade de
inscrição ativa no CadÚnico. Os candidatos também não podem ter renda
proveniente de atividade não agrícola superior a três salários mínimos
mensais ou a um salário mínimo por membro da família.
Outra
mudança atende uma recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU) e
altera o cálculo dos critérios de pontuação para classificação das
famílias candidatas a beneficiárias do PNRA. “Anteriormente, uma família
acampada poderia receber até 15 pontos no processo de seleção, esses
pontos foram equilibrados entre os demais critérios divididos entre
primeira seleção e substituição de lotes”, explica a cordenadora-geral
substituta de Implantação da Diretoria de Obtenção de Terras e
Implantação de Projetos de Assentamento do Incra, Cinair Correia da
Silva.
Titulação e consolidação
Entre
as mudanças trazidas pela IN nº 99 está a modernização no procedimento
do fluxo de titulação que torna o processo mais simplificado e objetivo.
“Este é o ponto considerado o maior avanço para os trabalhos de
titulação do Incra, pois dispensa a necessidade de uma vistoria prévia
in loco a todo instrumento de titulação que a instituição for emitir”,
afirma o diretor de Desenvolvimento de Projetos de Assentamento do
Incra, Giuseppe Serra Seca Vieira.
Vieira explica que a intenção
da IN foi instituir outros mecanismos para garantir que o beneficiário
esteja cumprindo as cláusulas previstas no Contrato de Concessão de Uso
(CCU,). “Como exemplo, podemos citar o uso de tecnologia para validar a
preservação do meio ambiente no lote buscando dados disponíveis no
Sistema do Cadastro Ambiental Rural (Sicar) do Serviço Florestal
Brasileiro ou a inscrição do lote no Cadastro Ambiental Rural (CAR), ou
ainda validar a exploração efetiva da parcela através do uso de imagem
de satélite, de sensoriamento remoto”, completa.
Mas o diretor
destaca que há casos previstos na norma em que a realização de vistorias
é obrigatória. São eles: quando o imóvel tiver sido objeto de termo de
embargo ou infração ambiental lavrada por órgão ambiental competente,
quando o requerimento de titulação ou de regularização for realizado por
meio de procuração, se constar na lista de exploração de mão de obra em
condição análoga à de escravo da Secretaria de Trabalho do Ministério
da Economia ou se houver conflito agrário declarado ou registrado na
Ouvidoria Agrária do Incra.
Com relação à consolidação dos
assentamentos da reforma agrária, a nova norma trata de forma objetiva
as condições para consolidação, além de prever casos específicos em que a
consolidação poderá ser afastada.
Regularização Fundiária
A
IN nº 100 traz como principal mudança a fusão dos procedimentos da
antiga IN nº 95 do Incra, que tratava da regularização fundiária fora da
Amazônia Legal, com a Portaria nº 645/2018, da extinta Secretaria
Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário (Sead), que
dispunha sobre os processos de regularização fundiária no âmbito da
Amazônia Legal, para regulamentar a MP 910 e o Decreto 10.165.
A
nova regra adéqua os procedimentos relacionados à vistoria prévia para
regularização fundiária de imóveis rurais, que passou de 4 para 15
módulos fiscais com a medida provisória. “A norma detalha os
procedimentos relacionados a essa mudança, sempre respeitando o que
recomenda a ADIN 4269/2009/STF, que afasta o entendimento de que não
existe necessidade de fiscalização. É preciso esclarecer que a
necessidade de vistoria não deixa de existir”, frisa o diretor de
Ordenamento da Estrutura Fundiária, Humberto César Mota Maciel.
“Dependendo do caso, ela poderá deixar de ser feita in loco, para ser
feita por sensoriamento remoto e cruzamento de dados do Incra com
outros sistemas de informação do Governo Federal, como Receita Federal,
órgãos ambientais e outros que a autarquia necessitar”, afirma.
O
normativo regulamenta a obrigatoriedade e a forma com que o Cadastro
Ambiental Rural (CAR) entrará no processo da regularização fundiária
como uma informação extra para o fortalecimento da fiscalização remota.
Entre outros pontos, também elenca os procedimentos que devem ser
obedecidos no processo e a documentação necessária que o interessado na
regularização precisa apresentar junto ao Incra.
Assessoria de Comunicação Social do Incra
Governo amplia investimentos para pequenos e médios produtores rurais
Crédito agrícola
Medida contempla instituições financeiras que operam com juros equalizáveis, como Banco do Brasil, BNDES, Sicredi e Bancoob
Recursos para investimentos
Em
decorrência de forte demanda nas operações de financiamento em
investimentos agropecuários do Plano Safra 2019/2020, a Secretaria do
Tesouro Nacional autorizou o remanejamento de recursos com juros
equalizáveis, sobretudo de custeio, para investimentos. A medida foi
tomada a pedido do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(Mapa).
Foram beneficiados com recursos adicionais especialmente o Programa
Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o Programa
Nacional de Apoio aos Médios Produtores Rurais (Pronamp), o Programa
para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (ABC) e
o Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA). O Pronaf
recebeu mais R$ 874 milhões e o Pronamp, um acréscimo de R$ 614 milhões.
A medida
foi publicada no Diário Oficial da União do último dia 12 de dezembro e
contemplou as instituições financeiras que operam com recursos
equalizáveis – Banco do Brasil, BNDES, Sicredi e Bancoob.
De acordo com Wilson Vaz de Araújo, diretor do Departamento de
Financiamento e Informação da Secretaria de Política Agrícola, a medida
foi possível em decorrência de oferta relevante de recursos provenientes
dos depósitos à vista, que compõem os Recursos Obrigatórios para
financiamento no âmbito do crédito rural, o que assegurará a normalidade
na concessão dos financiamentos de custeio da safra.
“Com essa movimentação, o governo espera que as demandas nos diversos
programas de investimentos sejam atendidas pelo menos até o mês de
março”, avalia o diretor do Mapa.
Aplicações da RMN no agro conquistam mercados em 3 continentes
Reconhecido pela comunidade científica com o Prêmio Capes 2019, o
pesquisador Luiz Alberto Colnago vê o uso da RMN atingir novos mercados
A
parceria entre a Embrapa Instrumentação e a FIT – Fine Instrument
Technology, ambas localizadas em São Carlos (SP), trouxe importantes
resultados na aplicação da Ressonância Magnética Nuclear (RMN) no
agronegócio, em 2019 - quando o Centro de Pesquisa completou 35 anos (em
dezembro).
Depois da assinatura - durante a maior feira do
agronegócio brasileiro, a Agrishow (Ribeirão Preto – SP) - de um
contrato para licenciamento do “Equipamento de Ressonância Magnética
Nuclear para análise não-destrutiva da qualidade de alimentos”, o
SpecFit foi vendido no Brasil e na América do Sul, Europa e Ásia.
A
tecnologia é capaz de analisar amostras em segundos, sem destruí-las e
sem deixar resíduos químicos, ao contrário dos métodos tradicionais, que
usam solventes e o tempo de avaliação é superior a quatro horas. Outra
vantagem da técnica é a possibilidade de integração com outros sistemas,
maquinários e internet das coisas (IoT, na sigla em inglês). Soma de competências
Os
três aparelhos exportados, um para cada país - Colômbia, Holanda e
Malásia - a 45 mil dólares cada, mais a instalação, são exemplos de
sucesso da junção de competências entre o setor público, representado
pela pesquisa agropecuária, e a iniciativa privada.
De um lado, o
conhecimento de uma equipe de cientistas altamente qualificada, que tem
à frente o pesquisador Luiz Alberto Colnago, com mais de três décadas
de estudos no desenvolvimento da metodologia e instrumentação de RMN
para o agro.
A ousadia em romper paradigmas o levou a conquistar
o Prêmio Capes de Tese edição 2019, na área de Química, cuja entrega
ocorreu em Brasília (DF), em dezembro, junto com Flávio Vinícius
Crizóstomo Kock, seu orientado de doutorado no Instituto de Química de
São Carlos - USP.
Do outro, a expertise técnica e mercadológica
da empresa privada FIT na construção do equipamento. Da união surgiu o
SpecFIT, nome comercial do aparelho de RMN de baixo campo, robusto e que
pode ser transportado, características consideradas como os maiores
desafios da pesquisa.
Daniel Consalter, diretor de Tecnologia,
diz que a aceitação se deve à rapidez da análise, qualidade dos
resultados e serviço oferecido. “Entregamos relatórios que são usados
para monitorar o processo e que podem usados como laudo. O nosso suporte
é um grande diferencial que vem sendo cada vez mais elogiado e sendo um
ponto de decisão entre nós e a concorrência”, afirma.
Além de
atender países como a Malásia, no sudoeste asiático, segundo maior
produtor mundial de óleo de dendê, atrás da Indonésia, a inovação
tecnológica chegou primeiro às indústrias brasileiras, produtoras de
óleo de palma, como também é conhecido o óleo de dendê. Impacto no mercado brasileiro
O
Brasil ocupa a quinta posição no ranking mundial, com a produção
concentrada no estado do Pará, de acordo com a Associação Brasileira de
Produtores de Óleo de Palma (Abrapalma). Quatro aparelhos de RMN atendem
atualmente a região Norte do País.
“Dado que o Brasil produz 300
mil toneladas de óleo de palma e o SpecFit proporciona aumento de
rendimento de 2%, estima-se um impacto potencial de R$ 12 milhões por
ano. Além disso, o melhor rendimento econômico das indústrias pode
melhorar também a remuneração dos produtores rurais”, explica o
chefe-geral da Embrapa Instrumentação, João Naime.
Para atender
aos mercados interno e externo, a FIT está ampliando o quadro de
funcionários, dobrando a área física da empresa, e projetando novas
aplicações e negócios.
Com o aporte de recursos da aceleradora
NTAgro e do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da
Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo (Fapesp), a empresa
pretende desenvolver novos aparelhos aplicados às análises de alimentos
frescos, como frutas, e industrializados, entre eles, azeite e vinho.
“O
nome Embrapa carrega um grande peso de credibilidade tecnológica, mas
as portas se abrem além disso. Divulgação, atração de investimento e
parcerias são valores que a Embrapa nos traz, que não vêm de qualquer
cooperação”, afirma Consalter.
Redução representa um desconto de quase 10% no valor do combustível.
Todos os segmentos de atuação da
Potigás deverão sentir a diminuição do preço do gás natural canalizado a
partir da próxima quarta-feira, 01/01: comercial, industrial,
residencial e automotivo. A redução que foi de 2,8% no último trimestre
de 2019 será acrescentada de mais 7% a partir de janeiro de 2020,
representando um desconto de quase 10% no valor do combustível.
A diminuição do preço foi possível depois
da realização de uma Chamada Pública Coordenada para a compra do
suprimento de gás por parte das distribuidoras de gás canalizado do
Brasil.
“Conseguimos avançar nessa questão do
preço do gás e acreditamos que é possível deixar o gás natural ainda
mais acessível a partir da entrada dos novos players no mercado de
produção e exploração na Bacia Potiguar. Nosso objetivo é tornar as
empresas potiguares mais competitivas, investir em infraestrutura a
partir da ampliação da rede de gasodutos no nosso estado e, assim,
contribuir efetivamente com o crescimento econômico sustentável do Rio
Grande do Norte”, explica Larissa Dantas Gentile, diretora-presidente da
Potigás.
Além da economia crescente, os usuários do
gás natural canalizado ainda dispõem de outros benefícios
proporcionados pelo combustível como a praticidade de ter acesso ao
produto 24 horas por dia nos sete dias da semana, a segurança de não
precisar estocar gás, além da sustentabilidade de utilizar um produto
que agride menos o meio ambiente.
A partir desta quarta, 01/01, o Gás
Natural Veicular (GNV) terá redução de R$ 0,16 no m³. E a queda do preço
também chegará para as indústrias, comércios e residências.
“O GNV tem um impacto ambiental e também
social, pois a economia gerada com esse combustível pode ser usada para
investimento em outras áreas. A tendência atual é de crescimento da
oferta de gás e maior competitividade no mercado”, finalizou Larissa
Nota do Blog: Em fim uma noticia boa para a economia do estado.
Empresas investem para levar conexão ao campo
Operadoras de telecomunicações levam às fazendas soluções integradas de conectividade de equipamentos, sistemas e serviços
A
agricultura de precisão e as tecnologias digitais aumentaram a
necessidade de a fazenda estar online. E a demanda por conectividade
está levando operadoras de telecomunicações a olhar com mais atenção o
agronegócio e adotar estratégias que incluem desde parcerias com
empresas até a presença em feiras agropecuárias.
Executivos falam
em metas ambiciosas. Prometem infraestruturas seguras e confiáveis para o
tráfego de informações, aumentando a eficiência e a produtividade no
campo. E pacotes que incluem ferramentas como armazenamento em nuvem,
gerenciamento de dados, internet das coisas (IoT), entre outros
serviços.
“O agronegócio é um setor estratégico. A Oi espera
seguir crescendo no segmento de IoT a taxas aceleradas, tanto no
provimento de conectividade como de soluções integradas de equipamentos,
sistemas e serviços”, afirma Rodrigo Shimizu, diretor de marketing
corporativo da empresa.
A
Oi aposta em sistemas rodando na faixa de 450 MHz, que, em sua visão,
permitem a cobertura de amplas áreas a um custo atrativo. Segundo
Rodrigo, a companhia oferece a clientes de grande porte e diversas
culturas projetos de implantação de redes privadas, adaptadas à demanda
de cada um. Antônio Cesar Santos, chefe de inovação e novos produtos B2B da Vivo “Tipicamente,
encontramos um cliente que não tem nenhuma conectividade. Ao implantar
uma rede, muitas vezes, ele precisa ajustar sistemas e, às vezes, até
mesmo processos internos para capturar os benefícios da solução”, diz
ele.
Na TIM, o projeto de levar o 4G para o campo começou em abril
de 2018. Já neste ano, a operadora se aliou a empresas de tecnologia e
de máquinas na iniciativa ConectarAGRO. A companhia opera na faixa de
700 MHz, oferecendo infraestrutura para conexão de dispositivos móveis e
IoT.
A
meta é levar cobertura a cerca de 5 milhões de hectares até o final do
ano. “Um aumento de produtividade de 1% em uma safra de soja paga um
investimento que fica por muitos anos”, explica o diretor de marketing
do segmento corporativo Rafael Marquez, usando como referência uma média
de 50 sacas por hectare e um investimento equivalente a até meia saca
por hectare.
Ao menos por enquanto, a concorrência parece estar
concentrada nos grandes produtores e empresas, com quem projetos e
negócios têm sido anunciados. Mas os de menor porte também estão no
radar das operadoras. Na TIM, por exemplo, o plano é se aproximar de
entidades representativas do setor e cooperativas. Operadoras de telecomunicações
levam às fazendas soluções integradas de conectividade de equipamentos,
sistemas e serviços A
Vivo aposta no uso da rede 4G de 450 MHz no campo integrada a um
portfólio de soluções digitais. A companhia tem formado o que chama de
“ecossistema”, através de parcerias com fornecedores. Um investimento
anunciado recentemente foi um aporte de cerca de R$ 500 mil em uma
startup de telemetria para maquinário.
“Não é uma visão baseada na
conectividade pela conectividade. Entregamos uma solução completa de
forma simplificada”, explica Antônio Cesar Santos, chefe de inovação e
novos produtos B2B da companhia. “O produtor pode contratar diretamente
da Vivo tudo isso ou ir ao mercado e contratar como bem entender.”
Com
proposta semelhante, a Claro fez uma parceria com uma startup que
fornece, entre outros serviços, acompanhamento em tempo real de volumes
de grãos em silos. O diretor de negócios IoT da Claro Brasil, Eduardo
Polidoro, associa a expansão na zona rural à modernização da
infraestrutura da operadora, iniciada em 2017. Além da conexão 4G, os
novos equipamentos habilitam duas redes voltadas para a internet das
coisas.
“À medida que amplio a estrutura para pessoas, habilito
essas duas novas redes. O agronegócio é prioridade e, na área que
gerencio, o que mais recebe investimentos. Atuamos na conectividade,
como operadora, mas também oferecemos soluções desde instalação de
sensores até plataforma em nuvem”, resume Eduardo.
Diretor
de assuntos regulatórios do SindiTelebrasil, entidade que representa as
operadoras, Sérgio Kern reforça que o agronegócio traz oportunidades
para o setor, mas poderia ser ainda melhor se houvesse um ambiente mais
atrativo. Os tributos e taxas, por exemplo, são altos e comprometem o
retorno do investimento em IoT.
“O que temos discutido para
considerar nesse tipo de aplicação, que será intensivamente usada na
área rural, é uma tributação zero de Fistel. É a grande reivindicação
das empresas para impulsionar a oferta”, diz ele, referindo-se ao Fundo
de Fiscalização das Telecomunicações.
Os
ministérios da Agricultura e da Ciência e Tecnologia anunciaram, em
agosto, a criação da Câmara do Agro 4.0, para ampliar a conectividade no
campo. A iniciativa é parte do Plano Nacional de Internet das Coisas,
lançado em junho, que integra ainda o Ministério da Economia, o Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a sociedade
civil.
A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia) prevê
ultrapassar 18 milhões de doses de sêmen comercializadas em 2019. O
cálculo, do presidente da entidade, Márcio Nery Magalhães Júnior,
considera "o crescimento significativo nas vendas registradas no
decorrer do ano".
Até setembro, foram 11.450.505 doses, contra
9.701.282 no mesmo período de 2018. Segundo Magalhães Júnior, a
expectativa para 2020 é crescer mais. "Trabalhamos com a possibilidade
de chegar acima dos 22 milhões de doses comercializadas, abrangendo as
vendas diretas para clientes, exportações e prestações de serviço",
disse ele em nota.
Esse resultado representaria um crescimento de 22 a
24%. "O criador realmente acordou para o impacto da genética dentro do
negócio dele - não só no aumento da produtividade, mas também na redução
dos custos na fazenda", avalia o executivo.
Para
o presidente da Asbia, o incremento também reflete o aumento do uso da
genética de corte em vacas de leite - a tecnologia beef on dairy - e a
maior utilização da IATF (inseminação artificial em tempo fixo) em
rebanhos leiteiros.
O ano de 2020 começou trazendo muita alegria aos sertanejos.
Com chuva.
Chove no interior do RN. – Portalegre – 134 mm – Alexandria – 100 mm – Severiano Melo – 100 mm – Parelhas – 87 mm – São João do Sabugi – 33 mm – Jardim de Piranhas – 28 mm – Caicó – 8 mm
Nota do Blog: As chuvas se concentraram em maiores proporções, nas regiões oeste e serido. Ontem dia 1º chuveu bem na regiao do pico do cabugí.
A pecuária faz o Valor Bruto da Produção Agropecuária de 2019 crescer
Com
a chegada do fim de 2019, a estimativa do Valor Bruto da Produção
Agropecuária (VBP) é de R$ 617 bilhões, com base nos dados de novembro.
Um crescimento de 2,1% em relação ao valor obtido em 2018, que foi de R$
604,5 bilhões. Com a nova estimativa, o valor deste ano se iguala ao
VBP de 2017, o maior já registrado e considerado excepcional para a
agropecuária do país. O
resultado de 2019 foi puxado pela melhoria no desempenho da pecuária,
que somou R$ 213,7 bilhões de produção, com acréscimo real de 7,8%.
Enquanto que o valor da produção das lavouras teve ligeira queda em
relação ao ano anterior, totalizando R$ 403,2 bilhões. “O
mercado internacional favorável, onde os preços das carnes
principalmente de frango e de suínos, situaram-se em níveis maiores, e
as quantidades exportadas fizeram com que os resultados atingissem
posições favoráveis ao setor em 2019. Na pecuária, apenas o leite teve
queda de valor, 2,1%. Aumento acentuado ocorreu na carne bovina, 5,1%,
carne suína, 12,5%, de frango, 13,1%, e ovos, 24,1%. A proximidade das
celebrações de final de ano no país, sem dúvida estão estimulando a
demanda interna desses produtos”, explica nota técnica do Departamento
de Financiamento e Informação, da Secretaria de Política Agrícola do
Ministério. Conforme
as estimativas do VBP dos meses anteriores já apontavam, um grupo de
produtos apresentou bom desempenho este ano, com destaque para o algodão
(alta de 16,6%), amendoim (14,6%), banana (16,6%), batata-inglesa
(93,4%), feijão (55,9%), mamona (36,9%) e milho (24,3%). Já cinco
produtos apresentaram queda no faturamento: arroz (-4,9%), café
(-26,9%), cana-de-açúcar (-9,6%), mandioca (-14,1%) e soja (-10,4%.
Entre
as regiões do país, o Centro-Oeste permanece na liderança com um valor
de produção de R$ 182,7 bilhões, seguido pelo Sul (R$ 153 bilhões),
Sudeste (R$ 147,9 bilhões), Nordeste (R$ 57,7 bilhões) e Norte (R$ 37,8
bilhões)
A cidade de Fernando Pedroza, amanheceu no primeiro dia de 2020 com muita chuva. Pelo que se tem conhecimento as precipitações se estendem por todo município e por toda região central do estado. Para os mais experientes, significa um bom sinal para o decorrer de 2020.Graças a Deus.
Brasil tem muita chuva no primeiro dia de 2020
Brasil tem muita chuva no primeiro dia de 2020
Risco de chuva forte é alto em todas as Regiões do país
O primeiro dia de um novo ano é feriado no Brasil, mas para os meteorologistas que trabalham com a previsão e monitoramento do tempo, o primeiro dia do ano de 2020 será de muito trabalho. Por causa do ar muito quente e úmido que predomina no paí, grandes nuvens carregadas crescem sobre todas as regiões do país e provocam pancadas de chuva com raios, muitas vezes com forte intensidade e com ventania.
As condições para chuva são aumentadas no Norte e no Nordeste do Brasil pela atuação de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) e pela Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).
Na Região Sul do Brasil, a circulação de ventos em vários níveis da atmosfera e a passagem de uma frente fria pelo litoral estimulam a formação de várias áreas de instabilidade.
Confira como fica o tempo no Brasil no primeiro dia de 2020
Previsão da Climatempo para 1/1/2020
Poucas áreas do Brasil ficam livres da chuva nesta quarta-feira, 1º de Janeiro de 2020. O tempo fica seco com muito sol e calor em todo o centro-norte do estado de Roraima, incluindo a região de Boa Vista. Dia de muito sol também no extremo norte do Amapá, onde está a região do Oiapoque.
O sudoeste do Rio Grande do Sul, região de Uruguaiana, é outra área no país que deve ficar sem chuva apesar da grande quantidade de nuvens. Dia de sol e tempo seco na região dos Lagos, no Rio de Janeiro, e no Litoral Norte Fluminense.
Quase todo o Brasil tem pancadas de chuva com raios nesta quarta-feira, principalmente à tarde à noite. Mas antes da chuva o sol vai aparecer forte em praticamente toda a região Sudeste do país. Tem muito sol no litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro. A chance de chover em São Paulo aumenta na tarde desta quarta-feira. Vitória tem sol e chuva rápida.
Já sobre o Nordeste, na maioria das áreas da Região Norte e também no Distrito Federal, no norte de Goiás e no norte de Mato Grosso, o ano de 2020 começa muitas nuvens e as pancadas de chuva podem acontecer a qualquer hora. Há risco de chuva forte em todos os estados do Nordeste e do Norte, exceto em Roraima.
No Sul do Brasil, os maiores períodos com sol devem acontecer sobre o Paraná, no Vale do Itajaí e no litoral norte de Santa Catarina, mas também há risco de temporais.