terça-feira, 9 de fevereiro de 2016


Novas Medidas para Renegociação das Dívidas:
Prezados (as) coordenadores (as) de UTEs/ consultores (as) / representantes de entidades de ATER
Este Departamento de forma geral, orienta sobre as novas medidas para Renegociação das Dívidas.
Em 17 de dezembro de 2015 foi publicada a Resolução Nº 4.450, que alterou os prazos para renegociação das operações de crédito fundiário, contratadas ao amparo do Fundo de Terras e da Reforma Agrária, inclusive as operações do Programa Cédula da Terra, contratadas no âmbito do Acordo de Empréstimo 4.147-BR, de que trata o MCR 18-8.
Enquadram-se na Resolução, todos os mutuários inadimplentes em 31/12/2012, da carteira do Fundo de Terra e Reforma Agrária (BT, CT e PNCF) que amortizaram a dívida, pagando no mínimo 5% do saldo devedor até 28/08/2014. Entretanto, não ampara as famílias que estão inscritas na Dívida Ativa da União (DAU) e os que ficaram inadimplente após 31/12/2012.
O prazo para entregar a documentação ao agente financeiro é até o dia 30/06/2016, não havendo possibilidade de prorrogação da data. Portanto, é preciso que haja uma mobilização intensa dos mutuários, para que estes procurem o mais rápido possível a agência bancária. É importante que as informações sejam esclarecedoras para que os processos sejam entregues com a documentação completa.
Reiteramos que, para renegociar os contratos coletivos (associações e cooperativas) o quadro social deve está regularizado e a documentação da Diretoria atualizada.
A SRA disponibilizará material de comunicação para auxiliar os Estados na operacionalização das ações de mobilização e difusão, com: um banner virtual no portal do MDA contendo informações gerais e contatos das UTEs; um panfleto com o passo a passo dos procedimentos; um spot de rádio com a chamada para renegociação; e, a partir do dia 15/02/2015, um espaço interativo no portal do MDA sob o título “Ouvidoria da Renegociação – Resolução 4450”, para que os mutuários exponham suas dúvidas e reclamações. A ouvidoria será acessada a partir do CPF e CNPJ contidos numa relação enviada pelo DCF, com base nas informações dos Agentes Financeiros. Ainda nesse espaço, será disponibilizada uma relação com as principais dúvidas e as respectivas respostas.
Caso, o nome do mutuário não conste na base do agente financeiro, orienta-se a procurar o Banco e a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), para confirmar se já houve a inscrição na DAU (Dívida Ativa da União). Esta consulta pode ser feita pela internet no site www.pgfn.fazenda.gov.br, a partir do CPF ou CNPJ do mutuário. A Resolução 4.450/15 não atende aos inscritos em DAU. Estes só podem renegociar na PGFN. A liquidação dos contratos inscritos também só pode ser feita na PGFN.
Os Estados precisam elaborar estratégias de mobilização e difusão para a operacionalização da renegociação, que envolvam os parceiros diretos do processo (Bancos, Movimentos Sindicais e Rede de ATER).
Os consultores estaduais e as entidades de ATER com contratos administrativos, devem priorizar a demanda de renegociação das dívidas e ainda apresentarem relatórios dos processos de mutuários que foram encaminhados ao Banco, até a data do vencimento dos seus contratos.
Todos os processos devem ser reencaminhados para os Bancos o mais breve possível, priorizando àqueles que já havia sido disponibilizado o aditivo pelo Banco.
A renegociação é feita pelo Agente Financeiro. Nosso trabalho é ser o catalizador nesse processo. Vamos monitorar mensalmente o desempenho de cada Estado, verificando a quantidade de contratos renegociados em função da meta programada. Mensalmente será enviado às UTEs e entidades parceiras um cartaz, com o termômetro da renegociação no âmbito nacional e dos estados.

Coordenador geral da FETRAF/BRASIL toma posse no Conselho de Desenvolvimento Econômico Social


O coordenador geral da FETRAF/BRASIL, Marcos Rochinski, é um dos novos conselheiros do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social. A posse foi realizada dia (28) próximo passado  durante a 44ª reunião do Conselho com a presença d​a presidenta Dilma Rousseff, do​ chefe da Casa-Civil, Jacques Wagner, dos ministros da Fazenda, Nelson Barbosa; do Planejamento, Orçamento e Gestão, Valdir Simão; da ministra da Agricultura, Kátia Abreu e do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.
Para Rochinski, a retomada do Conselho significa o ressurgimento de um espaço de debates para a análise e ​elaboração de propostas em benefício da classe trabalhadora brasileira.
"Nós temos a expectativa de que este Conselho se efetive como espaço de debates para que as propostas se tornem uma realidade em políticas públicas. É um espaço onde também teremos a oportunidade de levar as nossas reivindicações específicas do setor da agricultura familiar", disse o coordenador geral.
Durante a reunião foram abordados temas referentes à retomada do crescimento e fortalecimento da economia e da geração de emprego e renda no país.
O Conselhão
Com o tema Repactuação dos Caminhos para o Desenvolvimento, a presidenta Dilma Rousseff reativou esta semana o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão. O órgão consultivo, formado por 90 representantes da sociedade civil, do empresariado e das centrais sindicais, não se reúne desde julho de 2014.
FETRAF É a Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar.

FONTE: FETRAF-Brasil

Produtores apresentam “frutas do Brasil” no maior evento de fruticultura do mundo, na Alemanha

Brasília (05/02/2016) – “Frutas do Brasil – Gifted by The Sun (presenteado pelo sol)”. O selo, representado por um colibri (gênero de beija-flor), foi apresentado no maior evento de fruticultura do mundo - Fruit Logistic Berlim, que ocorre todos os anos, no início de fevereiro. A marca foi destaque no stand brasileiro de 400 m2 e representa a garantia de qualidade e sabor das frutas exportadas pelas 26 empresas presentes nesta edição do evento. 
Melões, melancias, bananas, mamões, uvas, limões, abacaxis, laranjas, maçãs, abacates, mangas e, também, polpas congeladas foram degustadas por mais de 70 mil pessoas que passaram pela feira entre quarta (03/02) e sexta-feira (05/02).  O Projeto Frutas do Brasil é uma parceria institucional entre a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), e conta com o apoio da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
De acordo com o presidente da Comissão Nacional de Fruticultura da CNA, Tom Prado, a Fruit Logistic inclui os principais países produtores e compradores de frutas frescas e processadas. “Estamos buscando cada vez mais promover o produto brasileiro no exterior, mostrando o que conquistamos com qualidade e sabor das frutas ressaltadas pela tropicalidade do país”, revela. Tom acrescenta que hoje o Brasil é reconhecido internacionalmente pela qualidade dos produtos que exporta. O que justifica o aumento de 3,8% em valor exportado, o equivalente a US$ 735 milhões, e 11,44% em volume, em 2015 comparado ao ano de 2014. “A expectativa é que ao fim desta edição da feira fechemos mais negócios com diversos países”.
Para o presidente da Abrafrutas, Luiz Roberto Barcelos, participar da Fruit Logistic Berlim 2016 é como estar na maior vitrine de frutas do mundo. “Quem quer exportar está no lugar certo, pois a feira reúne todos os players desse negócio”, comemora. “Estados Unidos, países da Europa e da Ásia têm interesse em fechar negócios”, complementa. 
O Brasil produz aproximadamente 43 milhões de toneladas de frutas frescas e exporta 3% desse total. O mercado interno absorve a maior quantidade. Os principais compradores são os países da União Europeia, destino de 80% das nossas exportações. 
Segundo Barcelos, os países asiáticos, com destaque para a China e o Japão, estão cada vez mais receptivos às nossas frutas. “Recebemos a visita de inspetores chineses no início do ano interessados em conhecer como as frutas cearenses são produzidas e constatar se realmente são livres de pragas. Está previsto, ainda para este primeiro semestre, uma nova visita de prováveis clientes, os japoneses. Estamos muito otimistas com a visibilidade que nossos produtos estão ganhando no mercado,” afirma esperançoso com o futuro.
Desafios: capacitação, infraestrutura e logística - Apesar do bom momento da fruticultura brasileira, existem alguns desafios que precisam ser vencidos para o aumento da produção e da exportação. “Precisamos capacitar os produtores visando as boas práticas agrícolas e a qualidade, uma vez que o mercado externo é muito exigente”, ressalta Eduardo Brandão, assessor técnico da Comissão Nacional de Fruticultura da CNA. Brandão comenta que a maioria dos fruticultores brasileiros não exporta, por não conseguir atender essas exigências. “Também precisamos trabalhar em busca de novos mercados, na redução das barreiras tarifárias e fitossanitárias, questões que muitas vezes impedem as exportações brasileiras”.
Outro ponto preocupante, com impacto direto no crescimento da fruticultura brasileira, é a infraestrutura e a logística, ainda longe de atender às necessidades. “Hoje temos sérios problemas em razão da precariedade das rodovias do país, por onde é escoada a produção em direção aos portos. A grande maioria das frutas é exportada por via marítima”, observa o assessor técnico. E, por fim, Brandão acrescenta que os produtores enfrentam dificuldades com a cadeia de frio, uma vez que as cargas devem ser frigorificadas e a maioria dos portos não tem este tipo de estrutura disponível. 
Fruit Logistic 2016 - A edição de 2016 da Fruit Logistica Berlim abrigou mais de 2.800 expositores de 84 países, sendo 26 expositores brasileiros, com a visita de cerca de 70 mil potenciais compradores de 135 países. Neste ano, o país parceiro foi o Egito. Além da exposição de frutas frescas e secas, hortaliças, legumes e assemelhados, voltada para público especializado, o evento cobriu também os setores de empacotamento e etiquetagem, transporte e logística, armazenamento, soluções de computação e de internet e sistemas de cultivos.

Assessoria de Comunicação da CNA

Conselho Nacional da Agricultura reage contra um possível aumento da tributação para exportação


cna2Essa taxação ocorreria por meio da revogação da isenção da contribuição previdenciária que hoje vigora para os produtores que exportam o total ou parte de sua produção. Diante dos insistentes rumores, sem qualquer desmentido oficial, de que o Governo Federal pretende tributar a exportação de produtos agropecuários, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) considera que é seu dever antecipar-se a este eventual grande equívoco.
Cabe registrar que as regras da previdência social brasileira não se ajustam mais à nova dinâmica demográfica do País. Assim, reformar a previdência só tem sentido se for para alterar e adaptar estas regras para ajustá-las à nova realidade, como fizeram e continuam fazendo todos os países relevantes do mundo. Portanto, não é admissível extrair recursos adicionais da sociedade e da produção, para aumentar o financiamento de um sistema que está errado e não se sustentará no tempo.
Para superar a armadilha da estagnação econômica e voltar a crescer, resta ao País o investimento privado e o aumento das exportações. Todas as políticas governamentais sensatas deveriam visar esses objetivos, ampliando e facilitando o espaço da iniciativa privada, abrindo mercados e favorecendo a nossa competitividade externa, por meio da redução dos custos de exportar.

Para o CNA é um verdadeiro ataque contra um setor que foi o principal motor dos anos de crescimento neste século e sustenta, mesmo na crise, o equilíbrio de nossas contas externas. Mais uma vez, tenta-se prejudicar a modernização e o crescimento econômico da agropecuária e do Brasil. “Se essa tributação for imposta, em Pernambuco, as exportações de açúcar, etanol e frutas tropicais, que fazem parte da nossa pauta, serão fortemente penalizadas”, alerta Pio Guerra, presidente da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe).
Fonte: CNA

Crise provoca redução nas vendas de máquinas para a agricultura

maquinas agricolasO levantamento é a Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas – CSMIA/ABIMAQ, e foi divulgado com os resultados de seus 88 associados durante a realização do Show Rural Coopavel. De acordo com o levantamento realizado pela entidade, as intenções de compras caíram 21%, com relação à edição do ano passado.
Nos segmentos de máquinas para grãos a queda foi de 17%. No segmento de máquinas para pecuária, a queda foi 24%. Já no segmento de armazenagem o declínio foi de 16%. O dado positivo é o registro de que as intenções de compra normais se mantêm estável.

De acordo com Pedro Estevão Bastos, presidente da CSMIA/ABIMAQ, os números estão de acordo com as tendências do mercado: “no ano passado as vendas do segundo semestre caíram 20% em relação ao primeiro e, neste momento, a queda permanece no mesmo patamar. Percebemos uma estabilidade e esperamos que 2016 seja igual a 2015”.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

EMPARN divulga monitoramento pluviométrico de janeiro


As boas chuvas ocorridas durante o mês de janeiro, ocasionadas pela presença de um Vórtice Ciclônico de Ar Superior de longa duração, fizeram do primeiro mês de 2016 o mais chuvoso desde 2011. As informações detalhadas foram levantadas pela Gerência de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN). Segundo os dados colhidos, “o monitoramento diário e mensal das principais variáveis oceânicas/atmosféricas que influenciam na ocorrência das chuvas no Nordeste tem mostrado uma evolução favorável. Isso fica evidente no comportamento do Oceano Atlântico, onde as águas superficiais do setor norte tem se apresentado mais frias do que o normal, e o setor sul continua com águas mais aquecidas”.

Também foi observado que no Oceano Pacífico o fenômeno El Niño, que durante os meses de outubro e novembro de 2015 se destacava como um dos mais intensos dos últimos 30 anos (similar ao episódio de 1997/98), atualmente se apresenta na condição de fenômeno moderado, mantendo a tendência de normalidade a partir do próximo mês de maio. Os Centros de Alta Pressão sobre o Hemisfério Norte fortalecem os ventos, tanto sobre o oceano Pacífico, mantendo a tendência de resfriamento das águas superficiais na região do El Niño, como sobre o Atlântico Norte, fortalecendo os ventos Alísios de Nordeste e ajudando na descida da Zona de Convergência Intertropical.

TENDÊNCIA
Para o período atual, entre 3 e 10 de fevereiro, a previsão é de ocorrência de chuvas para os próximos dias. Os valores acumulados devem variar entre 30mm no Agreste e Litoral Sul, 40mm na Região de Mossoró e acima de 60mm nas regiões Central, Seridó, Alto Oeste, Litoral Nordeste e Grande Natal.

CHUVA ACUMULADA POR MUNICÍPIO NO ESTADO DO RN EM 2016

Município-Posto Pluviométrico Chuva Acumulada(mm) até o dia 02/02/16

ACARI(PARTICULAR) 129,1
AGUA NOVA(PREFEITURA) 192,1
ALEXANDRIA(EMATER) 124
ALTO DO RODRIGUES(EMATER) 115,9
ALTO DO RODRIGUES(DIBA/BAIXO ASSU) 108,5
ANGICOS(PREFEITURA) 101,6
APODI(PREFEITURA) 304,1
APODI(BASE FISICA EMPARN) 304,2
AREIA BRANCA(EMATER) 164,1
ASSU(PARTICULAR) 218,9
ASSU(EMATER/ST. CASA FORTE) 133,2
BAIA FORMOSA(DESTILARIA VALE VERDE) 161,4
BARAUNA(EMATER) 115,9
BARCELONA(PARTICULAR) 160,8
BENTO FERNANDES(SEC AGRICULTURA) 94,3
BENTO FERNANDES(RIACHO DOS PAUS-PART.) 145
BOA SAUDE(EMATER) 67,7
BODO(EMATER/Trf p/Delegacia) 140,8
BOM JESUS(PARTICULAR) 148,6
CAICARA DO RIO DOS VENTOS(PARTICULAR) 42,4
CAICO(BATALHAO) 194,4
CAICO(ACUDE MUNDO NOVO-EMPARN) 140
CAICO(ACUDE ITANS) 175,7
CAMPO GRANDE(PARTICULAR) 228
CAMPO GRANDE(PARTICULAR 2) 319,9
CAMPO REDONDO(POLICIA RODOVIARIA) 197,4
CANGUARETAMA(BASE FISICA DA EMPARN) 259,6
CANGUARETAMA(EMATER/BARRA DE CUNHAU) 143,8
CARAUBAS(PARTICULAR) 236,3
CARNAUBA DOS DANTAS(EMATER) 36,6
CARNAUBAIS(EMATER) 106,9
CEARA MIRIM(PREFEITURA) 85,6
CERRO CORA(EMATER) 171,9
CORONEL EZEQUIEL(PARTICULAR) 91,5
CORONEL JOAO PESSOA(EMATER) 186
CRUZETA(BASE FISICA DA EMPARN) 155
DR. SEVERIANO(EMATER) 166,5
ENCANTO(PREFEITURA) 156
EQUADOR(PARTICULAR) 65
ESPIRITO SANTO(PREFEITURA) 226,6
EXTREMOZ(EMATER) 129,3
FELIPE GUERRA(PREFEITURA) 178,5
FERNANDO PEDROZA(EMATER) 80,8
FLORANIA(INEMET) 130,8
FLORANIA(SITIO JUCURI) 169,3
FRANCISCO DANTAS(EMATER) 157,1
FRUTUOSO GOMES(EMATER) 178
GOIANINHA(EMATER) 97
GOV. DIX-SEPT ROSADO(PARTICULAR) 89,6
GROSSOS(GROSSOS) 186,5
GUAMARE(DELEGACIA) 148,6
IELMO MARINHO(PREFEITURA) 94,4
IPANGUACU(EMATER) 154,1
IPANGUACU(BASE FISICA DA EMPARN) 141
ITAJA(EMATER) 159,1
ITAU(PARTICULAR) 263
JACANA(EMATER) 172,1
JANDAIRA(SIND TRAB (EX-PARTICULAR)) 150
JANDUIS(EMATER) 176,2
JAPI(PARTICULAR) 65,9
JARDIM DE ANGICOS(EMATER) 103,1
JARDIM DE PIRANHAS(PREFEITURA) 81
JARDIM DO SERIDO(EMATER/PASSAGEM) 100,4
JOAO CAMARA(CENTRO SAUDE) 77,9
JOAO DIAS(EMATER) 171
JOSE DA PENHA(EMATER) 181,5
JUCURUTU(EMATER) 198,6
JUNDIA(EMATER) 106,5
LAGOA DE PEDRAS(PREFEITURA) 60,2
LAGOA NOVA(EMATER/ST. HUMAITA) 64
LAJES(PREFEITURA) 131,6
LAJES PINTADAS(PREFEITURA) 127,1
LUCRECIA(EMATER) 209,6
LUIS GOMES(DELEGACIA) 146,6
MAJOR SALES(PREFEITURA) 193,2
MARCELINO VIEIRA(EMATER) 230
MARTINS(PARTICULAR) 361,2
MESSIAS TARGINO(PREFEITURA) 196,1
MONTANHAS(PREFEITURA) 83,7
MONTE ALEGRE(EMATER) 117
MONTE DAS GAMELEIRAS(EMATER) 78
MOSSORO(PREFEITURA) 147
NATAL(NATAL-UFRN) 148,9
NISIA FLORESTA(PARTICULAR) 102,5
NOVA CRUZ(EMATER) 125
OLHO D'AGUA DOS BORGES(PARTICULAR) 318,7
OURO BRANCO(SINDICATO TRAB.RURAIS) 179,1
PARANA(EMATER) 162,5
PARAU(PREFEITURA) 222,1
PARAZINHO(EMATER - Ex-particular) 122,7
PARELHAS(EMATER) 107,2
PARNAMIRIM(BASE FISICA DA EMPARN) 200,7
PASSA E FICA(PREFEITURA) 179,4
PATU(PARTICULAR) 213,6
PAU DOS FERROS(PARTICULAR) 187
PEDRA GRANDE(EMATER) 125,1
PEDRA PRETA(EMATER) 112
PEDRO AVELINO(PARTICULAR) 140,4
PEDRO AVELINO(BASE FISICA DA EMPARN) 127,5
PENDENCIAS(EMATER) 111,2
PILOES(PREFEITURA) 156,5
PORTALEGRE(PARTICULAR) 268,8
PORTO DO MANGUE(PREFEITURA) 189,1
PUREZA(EMATER) 89,1
RAFAEL FERNANDES(EMATER) 178,8
RAFAEL GODEIRO(EMATER) 207,4
RIACHO DA CRUZ(EMATER) 238,1
RODOLFO FERNANDES(PREFEITURA) 206,5
RUI BARBOSA(EMATER) 61,4
SANTA CRUZ(EMATER) 125,4
SANTA MARIA(SIND.TRAB.RURAIS) 102
SANTANA DO SERIDO(EMATER) 190
SANTO ANTONIO(EMATER) 120,5
SAO BENTO DO NORTE(PREFEITURA) 128
SAO BENTO DO TRAIRI(PREFEITURA) 148
SAO FERNANDO(EMATER) 123,5
SAO FRANCISCO DO OESTE(PREFEITURA) 156
SAO GONCALO DO AMARANTE 135,5
SAO JOAO DO SABUGI(EMATER) 207
SAO JOSE DO MIPIBU(CENTERN - EMATER) 104,8
SAO JOSE DO SERIDO(ASS. USUARIOS AGUA) 126,1
SAO JOSE DO SERIDO(FZ CAATINGA GRANDE) 169,4
SAO MIGUEL(EMATER) 167,1
SAO PAULO DO POTENGI(EMATER) 106,3
SAO PEDRO(EMATER) 121,8
SAO RAFAEL(EMATER) 234,6
SAO VICENTE(EMATER(Ex-PARTICULAR)) 131,2
SENADOR ELOI DE SOUZA(EMATER) 95,8
SENADOR GEORGINO AVELINO(PARTICULAR) 217,8
SERRA DO MEL(PREFEITURA) 129,4
SERRINHA(EMATER) 148,7
SERRINHA DOS PINTOS(PREFEITURA) 139,8
SEVERIANO MELO(PREFEITURA) 222,4
SITIO NOVO(PREFEITURA) 176,5
TABULEIRO GRANDE(PREFEITURA) 152
TAIPU(PARTICULAR) 79
TANGARA(EMATER) 130,5
TENENTE ANANIAS(EMATER-ST MORORO) 208,5
TENENTE LAURENTINO CRUZ(EMATER) 209
TIBAU(PREFEITURA) 307,6
TIMBAUBA DOS BATISTAS 140
UMARIZAL(FAZENDA CAMPONESA(Partic)) 237
UPANEMA(PREFEITURA) 162,7
VARZEA(PREFEITURA) 63,6
VENHA VER(EMATER) 184
VERA CRUZ(EMATER) 75,5
VICOSA(PREFEITURA) 138,7

Média Acumulada No Estado 154,4142857

EMPARN - Gerência de Transferência de Tecnologias e Comunicação 

ARCA BRASIL-PROTEÇÃO AOS ANIMAIS

Animais Silvestres



A depredação do meio ambiente e o consumo de animais silvestres vêm causando a destruição de populações inteiras de animais pelo país, além da extinção de inúmeras espécies.





O costume de conviver com animais silvestres no Brasil – país reconhecido mundialmente pela exuberância de sua fauna e flora – data de tempos imperiais. Mas esse hábito de conviver com bichos que deveriam permanecer em nossas matas e florestas tem consequências trágicas.

Para se ter um louro na gaiola, desejo estimulado hoje em dia até mesmo por parte da grande mídia, outros noves morrerão durante o processo de captura, transporte e venda no comércio ilegal. Mantidos em locais inadequados, alimentados e manuseados por pessoas sem noção de sua fragilidade e necessidades primordiais, eles não resistem.

Mesmo quando o bicho é comprado em um petshop ou loja regulamentada, não se terá a certeza de que, em alguma fase, não tenha sido “esquentado” pela máfia dos traficantes de animais, que envolve desde crianças que vendem pássaros em beira de estrada, até grandes esquemas internacionais.

Para piorar, ao chegarem a seus destinos finais, ou seja, a casa do consumidor, começam novos problemas. Os animais serão condenados a passar a vida atrás de gaiolas, em espaços exíguos, muitas vezes sendo criados sem conhecimentos sobre suas necessidades mais básicas e/ou incapaz de supri-las.



A ARCA Brasil se opõe a qualquer tipo de comércio de animais silvestres por considerar que estes não devam ser retirados do seu habitat natural exceto em casos de conservação da espécie.

A entidade também é contrária à caça desses animais sob qualquer justificativa. 

Defesa agropecuária de 15 Estados receberá R$ 24 milhões

Sanidade

Os recursos servirão para estruturar serviços e intensificar combate à febre aftosa e às moscas das frutas

 Os recursos serão destinados ao fortalecimento de 15 agências estaduais de defesa agropecuária, por meio de convênios
Os recursos serão destinados ao fortalecimento de 15 agências estaduais de defesa agropecuária, por meio de convênios.

A defesa agropecuária é uma das prioridades do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e receberá R$ 24 milhões este ano e em 2017. Os recursos serão destinados ao fortalecimento de 15 agências estaduais de defesa agropecuária, por meio de convênios estabelecidos via Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).
A verba federal permitirá às unidades da Federação conveniadas investir em serviços e programas voltados, por exemplo, à erradicação da febre aftosa em todo o território nacional e à intensificação do combate às moscas das frutas.
De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária, Luís Rangel, o Mapa conseguiu viabilizar os convênios a partir da publicação do Decreto 8.613, de dezembro de 2015. Os Estados que receberão os recursos são Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraíba, Mato Grosso, São Paulo, Pernambuco, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Piauí, Roraima, Rio Grande do Sul e Tocantins.
“Esses recursos servirão para estruturar as agências de defesa agropecuária desses Estados”, destaca Rangel. O ministério, acrescentou, vai supervisionar as atividades que visam a proteger a sanidade dos rebanhos e das lavouras brasileiras.
As outras 12 unidades da Federação estão alinhadas com as políticas do Mapa, mas não fizeram convênios nesse período porque já têm ações estruturadas na área de defesa ou não estão envolvidas diretamente nos macroprogamas de sanidade.
Febre aftosa
Na área de sanidade animal, a prioridade é a eliminação total da febre aftosa. Segundo Rangel, hoje, quase todo o território brasileiro é reconhecido como livre de aftosa com vacinação – a exceção é Santa Catarina, que tem o status de livre da doença sem imunização. Apenas o Amazonas, Amapá e Roraima ainda estão em processo de obtenção da condição de livres de aftosa com vacinação, o que elevará o status de todo o País ainda em 2016 e ao reconhecimento internacional até 2017 pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
Outra prioridade da defesa agropecuária é o combate às moscas das frutas, assinala Rangel. Essas pragas constituem, atualmente, a principal barreira sanitária ao avanço das exportações brasileiras do setor de fruticultura. “Temos que trabalhar para eliminá-las, objetivando garantir e ampliar os mercados.”
Seis Estados têm recebido atenção especial do Mapa no desenvolvimento de ações de combate às moscas das frutas: Santa Catarina, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Essas unidades da Federação são exportadoras de maçã, melão, manga, melancia e uva.
Fonte: Portal Brasil

Hortaliças e frutas garantem alimentação saudável no Carnaval

O consumo de hortaliças é requisito para uma dieta saudável em todos os dias do ano, principalmente porque elas são fontes de vitaminas, minerais, fibras e outros compostos bioativos que previnem doenças crônicas, obesidade, problemas cardiovasculares e até alguns tipos de câncer.
De acordo com recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma pessoa deve consumir, no mínimo, 400 gramas de frutas e hortaliças por dia para garantir o aporte de nutrientes essenciais para a manutenção da saúde e do bem-estar. Porém, em situações de alto gasto energético, como o período das festas do Carnaval, uma dieta rica em frutas e hortaliças apresenta ainda mais vantagens ao contribuir para a reposição de nutrientes, para a desintoxicação do organismo e para uma alimentação de fácil digestão.
"As receitas com hortaliças são leves, principalmente os sucos, que podem substituir refrigerantes e repor os sais minerais perdidos na transpiração", sugere a pesquisadora Milza Lana, da área de pós-colheita da Embrapa Hortaliças (Brasília/DF). Outra dica é incluir as hortaliças em pratos preparados habitualmente, como arroz e farofa, que sempre acompanham o tradicional churrasco nos dias de feriado. "Adicionar hortaliças como cenoura, tomate, vagem, abóbora, entre outras, tornam as receitas mais saborosas e saudáveis", comenta.
A pesquisadora idealizou o site Hortaliças na Web, que busca promover o consumo desses alimentos por meio de dicas que ensinam como preparar diversas receitas à base de hortaliças. "Além de saladas e sucos, é possível aproveitar hortaliças em sopas, tortas, bolos e sanduíches. Como a proposta é incentivar o consumo desses alimentos pela população brasileira, as receitas são práticas, de baixo custo e nutritivas", comenta Milza ao destacar que as hortaliças podem ser incluídas em todas as refeições, do café da manhã ao jantar.
O site reúne cerca de 150 receitas preparadas com hortaliças e há um mecanismo de busca para os usuários filtrarem as receitas de acordo com os alimentos de sua preferência. Outra proposta é contribuir para a redução do desperdício de alimento e para economia do consumidor, com dicas de como escolher as hortaliças e como conservá-las para maior durabilidade. "Ao comprar, no mercado, o consumidor deve evitar o excessivo manuseio das hortaliças que são delicadas e muito perecíveis. Em casa, deve armazenar corretamente para que elas não estraguem antes da hora nem percam a qualidade nutricional", aconselha Milza.

Embrapa Hortaliças

Como criar ovinos


 GLOBO RURAL 
Imaginar carneirinhos pulando cerca pode ajudar a pegar no sono, mas para dormir tranquilo muitos consideram mais assegurado se dedicar ao manejo dos mamíferos. Além de ser uma atividade com grande potencial de produção, a lida com ovinos oferece ao criador várias opções de produtos para incrementar a renda mensal.

A espécie ovina (Ovis aries) é geradora de alimentos importantes para a dieta da população. A carne é o principal produto da ovinocultura, seja das raças deslanadas originárias da região Nordeste, que também fornecem pele de excelente qualidade para a indústria calçadista, ou dos rebanhos existentes no Sul produtores de lã fina destinada à exportação para vestuário.

Rara de ser encontrada em certos pontos de varejo há alguns anos, atualmente a carne de carneiro está presente em várias casas de carnes e supermercados de grandes e médias cidades. Hoje é considerada mais comum a disponibilidade de cortes de cordeiros em cardápios de restaurantes, principalmente de churrascarias. Mesmo com preços acima das versões bovina, suína e de frango, a carne ovina registra no mercado procura maior do que a oferta.
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Dotado de elevados teores de proteína, lipídios, minerais e vitaminas essenciais à saúde do consumidor, o leite de ovelha é utilizado por aqui exclusivamente para a produção de queijos e outros derivados. Embora o rebanho leiteiro nacional seja pequeno, a expectativa é de se tornar um excelente negócio para pequenas e médias propriedades.

O ovino também é fonte de insumos para outros produtos. A tripa de cordeiros e ovelhas é útil para o preenchimento de salsichas e linguiças, enquanto o esterco é ótimo material para adubação no preparo de solos para diversos plantios.

Domesticado há muito tempo, o ovino é um ruminante de médio porte e rústico que não é difícil de tratar. Apresenta boa adaptação a alimentos variados, a diferentes climas e conta com características que facilitam sua criação: tem ganho de peso eficiente e ciclo de reprodução acelerado.

Contudo, para mantê-los sadios e produtivos sempre vale seguir cuidados como boa higiene do local do manejo, adotando procedimentos sanitários preventivos, inclusive aplicação de medicamentos indicados. Apesar de os ovinos serem rústicos, garanta que o rebanho seja submetido a um programa de vacinação rigoroso, mesmo para o controle de verminose. Recomenda-se consulta periódica de um especialista.

>>> INÍCIO Antes de tudo, é importante definir o projeto da ovinocultura e o sistema de produção que será implantado na propriedade. Dimensione a demanda do mercado local e decida-se de acordo com a atividade de exploração mais adequada para a região. A escolha das raças dependerá se a produção for para corte ou para lã, material que deve apresentar alta qualidade, com fibras uniformes e resistentes.

>>> AMBIENTE Não há limitações para a criação de ovinos no país quanto às temperaturas e suas variações. Existem raças adaptadas às condições do Semiárido Nordestino, como as deslanadas e semi-lanadas morada nova, somalis e cariri, e aos invernos rigorosos do Sul, como merino australiano, ideal e corriedale, que fornecem lã fina. Contudo, assegure aos animais local seco e bem ventilado.

>>> APRISCOS Os currais para ovinos não precisam ser fechados completamente, porém, em áreas mais frias, use cortinas para impedir correntezas de ar. Melhor ainda se os terrenos forem bem drenados, com solos duros e consistentes. Pisos de chão batido, com cama para forração, são bons substitutos aos ripados, que podem causar problemas de aprumos nos animais mais pesados, têm pouca durabilidade e investimento alto.

>>> SISTEMA A decisão deve ser de acordo com a finalidade da produção e das condições do local de criação. Para um rebanho comercial de ovinos com aptidão para produção de carne e lã, que exige muitos animais, é necessário possuir uma área grande. De outro lado, propriedades menores, que são indicadas para a engorda e venda de reprodutores, exigem estrutura como divisões de pasto, cabana e galpões, além de investimento em mão-de-obra e alimentação suplementar.

>>> ALIMENTAÇÃO Além de volumosos, como pastagens, capineiras, fenos e silagens, que requerem conhecimento e orientação de profissionais da área para manter a qualidade da refeição dos animais, inclua na dieta suplementos a base de grãos e farelos. Não deixe faltar elementos minerais, como ferro, cobre e cobalto. Coloque os comedouros do lado de fora do galpão e em local de fácil acesso para os carneiros. Sempre abastecidos, os saleiros podem ser espalhados pelas pastagens e instalados perto do aprisco.

>>> REPRODUÇÃO Raças oriundas da Europa apresentam cios que se repetem, com picos frequentes a cada 15 dias entre março e maio. As originárias de regiões próximas à linha do Equador, têm capacidade para parir o ano inteiro. Um exemplo são as deslanadas brasileiras. Atualmente, é comum a realização de inseminação artificial, transferência de embriões e fertilização in vitro na rotina de alguns criadouros. A cada parto de monta natural ou controlada, nasce um ou mais cordeiros após 155 dias de gestação. O desmame, que pode ocorrer a partir dos 45 dias de vida, frequentemente é realizado entre 60 e 90 dias do nascimento.

RAIO X
Criação mínima: é importante consultar um especialista para avaliar as características da propriedade.
Retorno: filhotes podem ser desmamados a partir dos 45 dias de vida.
Reprodução: um filhote por parto, embora deve-se levar em conta que há uma porcentagem de ovelhas que procriam mais de um cordeiro por parto.
  

Regional de Assú da Emater inscreveu mais de 5 mil produtores rurais ao programa Garantia Safra, Angicos é uma das cidades contempladas

 



Nas 18 cidades que compreendem a área geográfica sob a jurisdição do escritório regional do Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do RN (Emater/RN), foram cadastrados 5.228 agricultores para habilitação ao programa Garantia Safra, do governo federal, gerido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). A informação foi dada pelo técnico do escritório regional, Edmílson José dos Santos.

Na Região I do programa – constituída pelos municípios de Alto do Rodrigues, Assú, Campo Grande, Carnaubais, Ipanguaçu, Itajá, Paraú, Pendências, Porto do Mangue, São Rafael e Triunfo Potiguar – foram cadastrados 3.214 agricultores.

Na Região II – formada por Afonso Bezerra, Angicos, Fernando Pedroza, Lajes, Macau, Pedra Preta e Pedro Avelino – foram cadastrados 2.014 produtores rurais.

Produtores pernambucanos investem numa alternativa para aumentar a produção de etanol

malibu-sorghumÉ o Sorgo Malibu, uma rentável opção na produção de etanol que pode crescer entre os produtores pernambucanos. Cultivado como complemento da cana-de-açúcar na produção de etanol, o sorgo Malibu vem sendo considerado uma solução bastante interessante para a produção de biocombustíveis e é uma excelente opção para suprir a demanda do mercado sucroenergético do Nordeste, principalmente em Pernambuco.
O Sorgo Etanol Malibu ´e comercializado pela Nexsteppe, empresa dedicada ao desenvolvimento pioneiro de matérias-primas sustentáveis para as indústrias de bioenergia, biocombustíveis e bioprodutos. Ele também pode ser cultivado em áreas de renovação de canavial e em áreas de rotação de culturas sendo uma opção para início de safra. É possível colher o sorgo dentro de um período de 90 a 110 dias após plantado fazendo com que os primeiros canaviais fiquem um período maior no campo acumulando açúcares. Dessa maneira garante-se o recebimento da cana com maior qualidade de matéria prima e melhores resultados na produção de etanol.

Por ser uma cultura de rápida colheita, o Sorgo Etanol aumenta o volume de matéria-prima para a produção de etanol, diluindo os custos fixos e podendo ser cultivado durante a safra ou em condições de irrigação. Esta matéria-prima garante também que fornecedores de cana próximos à usina possam cultivar sorgo para fornecer às indústrias mediante contrato de fornecimento com preço estipulado em toneladas / hectare, complementando seus rendimentos durante este período e fazendo com que as usinas consigam chegar ao seu volume máximo de produção.