sexta-feira, 28 de junho de 2024

 NOTA CONJUNTA MAPA/MRE

Abertura de mercado para penas de aves em Hong Kong

O produto tem diversos usos industriais, incluindo a fabricação de almofadas, travesseiros, roupas de cama e estofados, além de ser utilizado como matéria-prima em produtos de isolamento térmico e acústico.

Ogoverno brasileiro recebeu, com satisfação, o anúncio, pela Região Administrativa Especial (RAE) de Hong Kong, China, da aprovação sanitária para a exportação de penas de aves do Brasil.

O produto tem diversos usos industriais, incluindo a fabricação de almofadas, travesseiros, roupas de cama e estofados, além de ser utilizado como matéria-prima em produtos de isolamento térmico e acústico.

A abertura amplia o mercado para produtos avícolas do Brasil, refletindo a confiança no sistema de controle sanitário brasileiro. Fortalece, ademais, a relação comercial com a RAE de Hong Kong, China, que foi responsável pela importação de mais de US$ 1,15 bilhão em produtos do agronegócio brasileiro no ano passado.

Com este anúncio, o agronegócio brasileiro alcança sua 72ª abertura de mercado neste ano, totalizando 150 aberturas desde o início de 2023.

Tais resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

 

A redução dos intervalos de parto faz aumentar a produção de leite na fazenda

 

vaca e bezerroCom medidas simples os produtores podem obter importantes ganhos na produtividade do rebanho e maior renda para sua fazenda. Uma das medida é a redução do intervalo entre partos em bovinos. A média do intervalo entre os partos no Brasil é de 18 meses mas o ideal é que esse intervalo seja de 12 meses: um bezerro por ano, por vaca em idade reprodutiva. Essa redução pode representar um ganho de 50% na produção de leite.

A alimentação e as condições sanitárias do rebanho são pontos essenciais para melhorar a reprodução das vacas. Um animal bem alimentado tem mais condições de dar cria em menos tempo. E a manutenção dos animais em local limpo e com a vacinação em dia, livra o animal de doenças infecto-contagiosas. O rebanho também deve ter boas condições de pasto e acomodações confortáveis, para evitar o estresse.

Outro fator importante no manejo reprodutivo é a secagem das vacas. Ou seja, o animal deve parar de dar leite antes de parir. Os técnicos recomendam que a secagem do leite seja feita 60 dias antes do parto. Para isso é preciso parar de ordenhar o animal e não deixar mais o bezerro mamar na fêmea. Em duas semanas, a vaca não vai produzir mais leite.

A correta identificação do cio também ajuda a aumentar a capacidade reprodutiva dos bovinos. O produtor que maneja o rebanho deve estar atento para reconhecer os sinais característicos. Animais agitados, mugindo muito, cheirando e lambendo uns aos outros podem indicar o cio. Na fêmea, a vulva avermelhada ou presença de muco no períneo, logo abaixo da vulva, e também na cauda também são indicativos de cio.

 A  História de Um Verdadeiro Líder.


Meus amigo e minhas amigas muito bom dia.


Hoje quero comentar a cerca da pessoa de Edivan Secundo Lopes, o maior líder popular da politica lajense.


Menino pobre dotado de uma grande inteligência, começou sua luta politica muito jovem morando na casa do estudante.


Em 1972 disputou sua primeira eleição elegendo-se  o vereador proporcionalmente mais votado da história de Lajes pelo MDB..


Edivan Lopes como educador foi diretor da Escola Estadual Prof. Luiz Antonio em Candelária e foi diretor do Atheneu Norte-Rio Grandense em Natal.


Em 1976 disputou a prefeitura de Lajes pelo MDB, ao lado de José Duda da Rocha e Manoel Ferreira do lago, naquela época tinha a famosa sub legenda. Edivan perdeu a eleição para Raimundo Quirino por 422 votos.


Mesmo perdendo a eleição de 1976,  Edivan Secundo Lopes, voltou a sua vida de educador morando em Natal capital do estado.


Em 1982 foi candidato a prefeito pelo PMDB numa eleição histórica derrotando Ramiro Pereira PDS, por 06 votos.

foi uma campanha memorável que eu tive o prazer de trabalhar como locutor em seu palanque, uma eleição de ânimos acirrados.


Edivan eleito, torva-se no maior líder político deste município, onde governou Lajes por três mandados, dois no PMDB e um PTB.


Em 1988, quando apresentou Benes Leocádio como seu sucessor, o PMDB rachou completamente inclusive seu vice prefeito o Sr. Paulo Francisco de Albuquerque, abriu com ele.


Mesmo assim Benes Venceu a eleição com uma maioria  de mais de 800  votos, sobe seu adversário o ex prefeito Raimundo Quirino, comprovando assim a grande liderança do Prof. Edivan Secundo Lopes.


Além de prefeito Edivan Lopes foi, secretário adjunto de estado da educação e assistência social, foi também coordenador da LBA no governo de Geraldo Melo e foi suplente de sanador.


Esse foi o ilustre filho de Lajes e líder político Edivan Secundo Lopes.


Para mim Edivan Secundo Lopes era mais que um amigo, era um irmão.


 PROJETOS PRODUTIVOS

Assentados do Piauí apostam em financiamentos do Pronaf para investir na produção


Assentados do Incra no Piauí buscam mais de R$ 6,5 milhões em financiamento do Pronaf A

A assentada Simone de Sousa Farias, de 39 anos, elaborou projeto para investir no plantio de Rosa do Deserto. 

De janeiro a maio de 2024, famílias de 17 assentamentos do Incra no Piauí apresentaram 144 projetos produtivos ao Banco do Nordeste (BNB) solicitando financiamentos por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), Grupo “A”. Caso todos eles sejam aprovados e contratados pela instituição financeira, o valor a ser investido nas áreas de reforma agrária do Incra no Piauí totalizará mais de R$ 6,5 milhões.

Os recursos pleiteados no primeiro semestre deste ano já superam o montante referente aos 148 projetos oriundos de famílias de 27 assentamentos piauienses durante o ano passado. Em 2023, a quantia foi pouco acima de R$ 5,7 milhões.

As propostas foram encaminhadas ao BNB com a anuência do Serviço do Pronaf, da Divisão de Desenvolvimento e Consolidação de Assentamentos do Incra/PI. O banco fará a análise da viabilidade técnica, econômica e a contratação.

Atividades diversificadas

No município de Parnaíba, 47 famílias de três áreas de reforma agrária levaram projetos que, somados, chegam à cifra de quase R$ 2 milhões. No assentamento Cajueiro, as 28 solicitações de crédito destinam-se a investimentos em fruticultura (acerola e caju), aves, bovinos, caprinos, ovinos, além de cultivo de mandioca, milho e feijão.

No Lagoa do Prado, 13 famílias pretendem acessar cerca de R$ 500 mil, a serem alocados em empreendimentos que envolvem bovinos, suínos, aves, caju, mandioca e plantas ornamentais (Rosa do Deserto).

Na área de reforma agrária parnaibana Canaã do Norte, a expectativa de seis famílias é obter quase R$ 250 mil para criar aves, bovinos e suínos.

Em Castelo do Piauí, 29 famílias dos assentamentos Açude Várzea e Bom Jardim requisitaram créditos no valor de R$ 1,2 milhão. As propostas abarcam atividades com inovação tecnológica, agricultura irrigada, além da criação de bovino, de caprino e ovino, de suínos, de galinha caipira, plantação de mandioca e de milho.

No município de Piripiri, famílias dos assentamentos Estreito e Poço apresentaram, ao todo, 24 projetos de financiamento, perfazendo R$ 996 mil. As atividades são ligadas a bovinos, caprinos, ovinos, suínos, aves e, também, às culturas de melancia e mandioca.

Em Palmeirais, 19 famílias do assentamento José Constâncio/Limaza demandam, no total, R$ 788,5 mil. A ideia é expandir a bovinocultura e a avicultura.

Em Buriti dos Lopes, 13 famílias da área de reforma agrária Vale do Iracema almejam R$ 539,5 mil para o plantio de arroz e ampliação do rebanho bovino.

As demais iniciativas partiram de famílias beneficiárias dos município de Barras (assentamentos Baixa Fria e Palmeira II); Curralinhos (Fazenda Jorge); Joaquim Pires (Flamengo, Terra Santa); Miguel Leão (Bacuri); Domingos Mourão (Cachoeirinha) e Teresina (Santana Nossa Esperança).

Ânimo

Um dos que aguarda acesso ao Pronaf A é Antônio Francisco de Sousa França, da área de reforma agrária Lagoa do Prado. Ele quer voltar a investir na ovinocultura. “A experiência recente que eu tive com a criação de ovelhas me animou. Em dezembro, vendi as 42 ovelhas que eu tinha. Foi um bom retorno”, afirma.

Com os R$ 42 mil reais intencionados, França planeja iniciar e multiplicar o plantel, comprando 30 cabeças de ovinos da raça Santa Inês, melhorar o chiqueiro e produzir pasto. “As ovelhas da raça Santa Inês são bem adaptadas à nossa região. Se o crédito do meu projeto for aprovado, vai melhorar muito para nossa família, garantindo nosso sustento até mesmo no período mais seco do ano”, completa. Atualmente, ele tem bovinos, suínos e milho no lote.

Já Simone de Sousa Farias deseja empregar esforços no cultivo de Rosa do Deserto, além de mandioca. Mas a planta ornamental é a maior aposta dela. “Ao contrário da mandioca, a Rosa do Deserto dá o ano todo, não precisa de muita água e tenho uma clientela em Parnaíba e outros municípios vizinhos”, diz.

A assentada começou com a espécie há cinco anos e logo percebeu o potencial do ramo de plantas ornamentais. “Primeiro, comprei uma Rosa do Deserto branca. Depois comprei outra, e a partir daí comecei a produzir sementes. Fui pesquisando e aprendi sozinha a fazer enxertia e a obter maior variedade de cores.”

quinta-feira, 27 de junho de 2024

 

Como a pequena propriedade pode produzir melhor a cultura do feijão

 

FeijãoO trabalho envolve o treinamento de pequenos agricultores e de profissionais prestadores de assistência técnica rural em práticas de cultivo simples e não onerosas, como a recuperação da capacidade produtiva do solo por meio da adubação verde, a semeadura em plantio direto usando tração animal e a adubação de cobertura.

Há alguns anos, o cultivo de feijão por pequenos produtores se tornou difícil por causa dos ataques de pragas e doenças e também pelo alto custo de implantação de uma lavoura. Mas programa o desenvolvimento sustentável de assentamentos no Estado de Goiás, conduzido pela Embrapa Arroz e Feijão, a Superintendência Regional do Incra em Goiás e pela Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento (Faped), resgatou o plantio de feijão na pequena propriedade.

De acordo com o coordenador do projeto, o pesquisador Agostinho Didonet, para recuperar a capacidade produtiva do solo “a primeira coisa feita foi tentar recuperar a fertilidade, dando a opção de produção com uma técnica mais adequada e de menor custo aos pequenos produtores e para isso deve-se incentivar a adubação verde”.

 

Outra característica da nova técnica é o manejo integrado de pragas e de doenças, visando a eliminação ou a substituição gradativa dos agrotóxicos, o incentivo ao uso de sementes de qualidade e à rotação de culturas, dentre elas, arroz, feijão, milho e mandioca.

O resultado mais relevante foi o resgate da cultura do feijão, adaptando as técnicas agrícolas aos costumes e às tradições dos pequenos produtores de cada localidade. Além de assegurar a segurança alimentar das famílias, o resgate do plantio de feijão na pequena propriedade garante a geração de renda com a venda do excedente de grãos.

 

CARTÕES DE CRÉDITO TERÃO NOVAS REGRAS EM JULHO

 

Novas regras serão aplicadas para cartões de crédito a partir do dia 1º de julho deste ano, conforme resolução aprovada em dezembro de 2023 pelo Conselho Monetário Nacional. Entre elas, estão a possibilidade de portabilidade de crédito de um banco para outro e a obrigatoriedade da transparência de informações na fatura.

Desde janeiro deste ano, os juros rotativos do cartão não podem ultrapassar 100% do valor da dívida, ou seja, no máximo as dívidas podem dobrar. Essas três novidades alcançadas em 2024 são benéficas para os donos de cartão de crédito, observa o economista Robespierre do O’.

De acordo com o especialista, a regra da portabilidade funciona da seguinte forma: “A pessoa que tem uma dívida com cartão de crédito, pode levar essa dívida para outro banco. Então, se eu tenho uma dívida no Banco do Brasil, no meu cartão, e quero levar ela para o Santander. Se as taxas de juros forem mais favoráveis para mim, eu posso fazer isso, a portabilidade me permite fazer isso”.

Segundo o economista, essas medidas podem significar menos endividamento e mais tempo de planejamento para os usuários dos cartões. Já para os bancos, a portabilidade significa mais concorrência. “Essa é uma regra que é benéfica no sentido que abre uma concorrência entre os bancos. Principalmente entre os grandes bancos e aqueles eletrônicos”, afirma Robespierre.

Outra regra que passa a ser válida em julho significa clareza e transparência para os donos de cartões. “Hoje, você tem algumas faturas que dão a entender que vale mais fazer o parcelamento do que quitar o cartão”, considera o economista Robespierre. Segundo ele, por vezes a instituição financeira dá a entender que o valor baixo do parcelamento de faturas significa um alívio para o usuário, e não deixa claro quanto ele realmente vai pagar.

Mais transparente

Por isso, a resolução pede destaque para informações como essas. “As taxas de juros que foram cobradas no parcelamento precisam estar bem informadas, e quanto você pode amortizar”, exemplifica Robespierre. De acordo com um estudo do do Banco Central do Brasil, o País tinha ao menos 206 milhões de cartões de crédito ativos ao fim de 2023.

A resolução preconiza que a fatura da conta de pagamento deverá trazer, em destaque, o valor total da fatura, a data de vencimento da fatura do período vigente e o limite total de crédito. Além desses aspectos, deve conter alternativas de pagamento, como opções de financiamento do saldo devedor da fatura, e informações complementares.

Entre as informações complementares, estão os valores relativos aos juros e encargos financeiros cobrados no período vigente, segregados de acordo com os tipos de operações de crédito contratadas; as tarifas cobradas, de acordo com as regras previstas na regulamentação vigente; e a data de encerramento dos lançamentos na fatura do período seguinte.

 ANUÁRIO DA CACHAÇA

Brasil ultrapassa a marca de 1,2 mil cachaçarias registras em todo o país

Setor movimentou a economia e exportações em 2023 superaram o montante de US$ 20 milhões. O levantamento é realizado pelo Mapa

Nesta quarta-feira (26), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com o Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), ANPAQ e GS1 Brasil, divulgou o Anuário da Cachaça 2024. A publicação é o principal levantamento de dados oficiais do setor, para a difusão de dados, referentes ao ano anterior, e para o fomento de discussões relevantes.

“O anuário comprova que o Brasil está se consolidando como um dos grandes produtores de alimentos e bebidas do mundo, graças a sua vocação. Produzimos com qualidade e o Ministério da Agricultura tem a régua muito elevada para garantir a segurança dos nossos produtos. Isso nos garante oportunidades”, destacou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. “O Brasil é a bola da vez para produtos de qualidade. Vamos trabalhar para fazer da cachaça, cada vez mais, um orgulho brasileiro”, completou.

Segundo os dados, em 2023 o número de cachaçarias registradas foi de 1.217, sendo um crescimento de 7,8% com base no ano anterior. Minas Gerais é o estado com maior número de estabelecimentos registrados, com a marca de 504 estabelecimentos, o que corresponde a 41,4% das cachaçarias do país. Para alcançar tal marca o estado apresentou um crescimento de 7,7%, com 36 estabelecimentos a mais em relação a 2022. Esta é a primeira vez que uma unidade da federação supera a marca de 500 cachaçarias registradas.

Destacam-se também os estados de São Paulo, com 11 cachaçarias a mais em relação a 2022, e Paraná, com aumento de 10 cachaçarias em relação ao ano anterior. Estes números representaram um crescimento de 7,0% e 37,0%, respectivamente. Por região, o Sudeste, com 819 cachaçarias, possui o maior número de estabelecimentos registradas, concentrando 67,3% do total de cachaçarias do Brasil.

O registro de estabelecimentos é a formalidade administrativa que autoriza as cachaçarias a funcionarem, considerando a atividade e linha de produção, bem como a sua capacidade técnica e condições higiênico-sanitárias. O registro é coordenado pelo Mapa e a solicitação é gratuita e deve ser realizada por meio do Portal Único gov.br, utilizando-se o Sipeagro.

“Os dados são animadores. Apesar do cenário desafiador que o setor da Cachaça tem enfrentado nos últimos anos, demonstram uma certa resiliência para o enfrentamento dessas dificuldades e, sobretudo, a relevância dos micro e pequenos produtores”, destaca Carlos Lima, presidente do Instituto Brasileiro da Cachaça.

>> Confira a integra do Anuário da Cachaça 2024 – Ano referência 2023

PRODUTOS

Após a concessão do registro de estabelecimento é preciso que a cachaçaria registre os produtos com que pretende trabalhar. Em 2023, houve um crescimento de 18,5% em relação ao total de produtos registrados que havia em 2022, alcançando o número de 5.998.

O estado mineiro também possui o maior número de cachaças registradas, com 2.144 produtos, o que corresponde a 35,7% das cachaças do país. Já Sergipe detém a média mais elevada, com 16 produtos registrados por estabelecimento. A média brasileira é de 4,9 cachaças registradas por cachaçaria.

EXPORTAÇÕES

Em 2023 houve um aumento de 0,7% no valor total das exportações, alcançando a marca de US$ 20.242.453, o maior montante da série. O resultado demonstra uma valorização de 9,3% do produto exportado, que em 2022 teve o preço médio de 2,15 US$/L e no ano passado chegou a 2,35 US$/L.

O Estados Unidos mantém-se como o maior mercado de exportação para a cachaça, avaliado em US$ 4.653.002, o que representa quase 23% do mercado de exportação de cachaça. Destaca-se também a Europa, com sete países entre os 10 principais parceiros econômicos na compra de cachaça. O continente foi responsável por um mercado de US$ 10.142.990, o que representa 50,1%. Atualmente, há países compradores de cachaça em todos os continentes do planeta.

EMPREGOS

O setor de cachaça no Brasil apresenta um histórico de fomento da economia brasileira. Entre os resultados, está a geração de empregos diretos e indiretos em toda cadeia.

Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, a atividade de fabricação de bebidas gerou um estoque de 134.678 empregos diretos em 2023, com variação positiva de 3,35% em relação a 2022. Neste cenário, 4,7% do estoque de empregos da atividade de fabricação de bebidas deve-se à fabricação de aguardente de cana-de-açúcar, o que corresponde a 6.371 empregos.

O Sudeste é a região com maior estoque de empregos em 2023, com a marca de 3.062 posições, o que corresponde a 48% de todos os empregos da fabricação de aguardente de cana-de-açúcar. Já o Nordeste é segunda região em estoque de empregos, com 2.444 posições, apresentou o maior aumento absoluto em números de empregos gerados, com 87 novas posições criadas em 2023, o que corresponde a uma variação de 3,69%.

Anuário da cachaça
Nota do NOSSA TERRA
A fabricação de CACHAÇA traz emprego e renda. 
Mas, beba com moderação

 

George Soares é escolhido o novo Conselheiro do Tribunal de Contas do RN e deixará mandato de deputado estadual!



 George Soares é escolhido o novo Conselheiro do Tribunal de Contas do RN e deixará mandato de deputado estadual. Campeão de emendas, Vale do Açu perderá o maior representante de todos os tempos.


Escolhido em votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa, George Soares tem 45 anos, é formado em Ciências Contábeis pela UFRN e conta com especialização em Gestão de Empresas e Pessoas. Ele foi reeleito em 2022 para o seu 4° mandato como deputado estadual com mais de 50 mil votos. George assume o lugar do médico e conselheiro Tarcísio Costa, em razão da sua aposentadoria voluntária.

Para se tornar conselheiro do TCE é necessário ser brasileiro, ter mais de 35 anos, idoneidade moral, reputação ilibada, notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública, além de contar com mais de 10 anos de exercício ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos nas áreas citadas.

George Soares agora será responsável por analisar as contas da Assembleia Legislativa, das câmaras municipais e com parecer prévio, as contas anuais do Governador do Estado e dos prefeitos municipais.

Parabéns, George Soares!
Postado por Aluizio Lacerda

 

Em meio a boas perspectivas para safra de algodão no Brasil em 2023/24, que está em fase inicial de colheita, a baixa nos preços praticados na bolsa de Nova York – principal referência para as cotações no Brasil – é talvez hoje a única dor de cabeça para os cotonicultores nacionais.

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Segundo estimativas mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil elevou em 17% a área plantada em 2023/24, para 1,94 milhão de hectares. A produção pode crescer 15,2% e atingir 3,65 milhões de toneladas, nesta safra que está com 6,9% da área colhida.