terça-feira, 28 de março de 2017

Ministro defende recomposição de florestas


Paulo de Araújo/MMA
Sarney Filho: 10 milhões de mudas
Medida, aliada à proteção de nascentes, faz parte das ações de enfrentamento à crise hídrica no país.


O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, afirmou nesta sexta-feira (24/03), em São Luís (MA), que o ministério está investindo em programas de recomposição de florestas e de proteção de nascentes para enfrentar a crise hídrica no país. Entre as iniciativas, ele destacou a importância do Cadastro Ambiental Rural (CAR), que permite o mapeamento de áreas de preservação permanente em todas as propriedades rurais do país.
Sarney Filho participou da abertura do seminário Revitalização dos rios maranhenses e suas nascentes, evento realizado pelo Ministério do Meio Ambiente, Agência Nacional de Águas (ANA), Instituto Cidade Solidária e o Movimento Ensinando e Aprendendo (MEA).
Acesse fotos
“A mudança do clima e o desmatamento somam-se a problemas de gestão, como o despejo de lixo e esgoto diretamente nos rios, tornando nossas águas inadequadas às necessidades da população, em termos de quantidade e qualidade”, disse o ministro.
O ministro ressaltou entre as principais iniciativas do ministério o Programa de Recuperação de Áreas de Preservação Permanente para Produção de Água, que conta com R$ 48 milhões. Os recursos são do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal, Fundo de Defesas dos Direitos Difusos (Ministério da Justiça), do Fundo Socioambiental da Caixa e da Agência Nacional de Águas (ANA).
“Vamos utilizar parte desse dinheiro para a distribuição de 10 milhões de mudas de árvores para serem plantadas em Áreas de Proteção Permanente, as APPs”, informou Sarney Filho.
BACIA DO RIO PARNAÍBA
Sobre a situação hídrica no Maranhão, o ministro disse que o quadro “é preocupante”, pela escassez de água em várias regiões, o assoreamento e a poluição que atinge os principais cursos d’água que cortam o estado. “A bacia do rio Parnaíba, por exemplo, compartilhado com o Piauí e o Ceará, tem como importante afluente o rio Balsas, que apresenta níveis críticos de escassez de água, situação que gera conflitos de uso”, exemplificou.
Para enfrentar a situação, Sarney Filho adiantou que o ministério, juntamente com a ANA, vai acelerar a criação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Parnaíba.
Ele também destacou os planos de manejo e obras infraestrutura do Parque Nacional da Chapada da Mesa, Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses e da Reserva Biológica do Gurupi, apoio às comunidades tradicionais, combate à desertificação, programas de dessalinização, criação de Comitês de Bacias, combate ao desmatamento e programas de desenvolvimento sustentável.
INCENTIVO
O presidente da ANA, Vicente Andreu, defendeu como forma de estímulo à preservação de nascentes em propriedade particulares, a remuneração dos proprietários, pelos pagamentos por serviços ambientais. “Hoje a Agência Nacional de Águas não tem como remunerar esses proprietários, mas seria de extrema importância a iniciativa”, afirmou.
Para tratar das questões da água, Andreu também considera importante criar uma bancada de parlamentares no Congresso Nacional que ficaria encarregada de tratar das questões que envolvem a qualidade e a quantidade dos recursos hídricos.

Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA): 

segunda-feira, 27 de março de 2017

Governo inaugura Central da Agricultura Familiar nesta segunda (27)


ASSECOM/SAPE

Nesta segunda-feira (27) o Governo do Estado acaba com uma espera de sete anos dos agricultores familiares potiguares. O governador Robinson Faria e o secretário Guilherme Saldanha inauguram a Central de Comercialização da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Cecafes), reformada e equipada, em solenidade marcada para as 10h, no cruzamento das avenidas Capitão Mor Gouveia e Jaguarari em Natal.

O equipamento será composto de 36 boxes e 50 barracas e irá beneficiar em torno de 1.200 agricultores familiares, com a comercialização de uma média de R$ 313 mil por mês e a venda de 170 toneladas de itens. Ocupando uma área de cinco mil metros quadrados ao lado da Ceasa/RN, a Central possui área construída de 2,7 mil metros quadrados e 78 vagas de estacionamento.

Serão 32 boxes destinados à venda de hortifrutis, produtos orgânicos, castanhas, doces caseiros, queijos, mel, polpa de frutas, entre outros produtos da agricultura familiar. Dois boxes de padaria ou similar, que irão comercializar itens como tapioca, cuscuz, pães, doces, alimentos funcionais e típicos da região. Além de outros dois boxes destinados à pesca, onde serão vendidos peixes, ostras e frutos do mar, com espaço para degustação.

O espaço ainda contará com uma lanchonete/restaurante, que servirá desde lanches até refeições completas, como café da manhã e almoço, rodeada por uma ampla praça de alimentação. As 50 barracas completarão o centro comercial com hortifruti trazidos direto da plantação dos agricultores familiares.

“A Central é uma grande conquista para os agricultores familiares, mas também para a população de Natal, que terá acesso a produtos de alta qualidade a um preço acessível, sem a figura do atravessador”, destacou o secretário Guilherme Saldanha.

O investimento total na compra de equipamentos e móveis para equipar a Central foi de R$ 1.570.000,00, sendo R$ 1.413.000,00 provenientes do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o restante referente à contrapartida do Governo do Estado. Já a reforma e recuperação da estrutura da Central foi orçada em pouco mais de R$ 616 mil. 
Fruto de uma parceria do Executivo estadual com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, a Central foi inaugurada em 2010 sem estar pronta para uso e nunca chegou de fato a funcionar. Em 2015, o Governo do Estado por meio da Sape concluiu a construção de uma caixa d'água, sistema que faltava para que o equipamento conseguisse autorização do Corpo de Bombeiros para operar. No entanto, com o desgaste e a depredação proporcionada pelos vândalos ao longo dos últimos anos, foi necessário reconstruir parte da estrutura, reformar e instalar novamente fiação elétrica e equipamentos hidráulicos.


Semarh inicia ações de recuperação do canal Piató


ASCOM/SEMARH

O Secretário Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Ivan Júnior, recebeu, na manhã do dia (24) passado, vereadores de Assu, representantes da Comunidade Porto Piató e do Grupo Lagoa Viva para discutir a recuperação do Canal do Piató. A assessoria técnica e de infraestrutura da Semarh também participaram da reunião.
O objetivo principal do encontro foi debater alternativas e soluções, bem como apresentar o planejamento e o cronograma de ações da Semarh para desassoreamento do canal, que leva água do Rio Piranhas até a Lagoa do Piató, em Assu.
De acordo com Ivan Júnior, a Semarh está realizando um diagnóstico, através de levantamento topográfico, para ter ideia do volume de areia que deve ser retirado dentro do canal, que tem uma extensão aproximada de 9 km.
“Estamos trabalhando com agilidade pra finalizar esse estudo. O Governador Robinson Faria pediu atenção redobrada nessa recuperação e nos solicitou celeridade na condução do processo, em virtude da importância do canal para a região. Nossa expectativa é finalizar a recuperação o mais rápido possível”, conclui Ivan.
O diagnóstico também vai fornecer informações sobre o melhor local para ser iniciada a recuperação, com intervenção das máquinas. Ivan destacou que a Semarh também já está agilizando, junto ao Idema, todas as licenças ambientais necessárias.
A equipe técnica da Semarh explica que, como a Lagoa do Piató está muito acima do nível do Piranhas-Açu, a desobstrução do canal não vai garantir sozinha que a água do rio entre lá. “Outros fatores são determinantes para entrada de água na lagoa, como a sangria do açude Mendubim, a sangria da barragem Armando Ribeiro Gonçalves e o aumento dos índices de precipitação no rio e na própria lagoa”, apontou Ranielle Linhares, Coordenador da Assessoria Técnica da Semarh.
Governador Robinson Faria solicitou ainda que a Semarh faça um planejamento para elaborar um projeto de recuperação ambiental da Lagoa do Piató. O reservatório é fonte de renda para centena de pescadores das comunidades Porto Piató, Olho D’água Piató, Areia Branca Piató, Bela Vista Piató e Banguê e incrementa a economia da região através do turismo ecológico.
A Lagoa do Piató está integrada à Floresta Nacional de Açu (Flona), uma das 313 Unidades de Conservação geridas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).  É considerada o maior reservatório natural do Estado do Rio Grande do Norte.

Bolsistas Aprovados na EMATER-RN


EMATER RN
candidatos aprovados no concurso para bolsistas

A homologação do resultado final do processo seletivo para bolsistas, feito em parceria entre a Fundação Guimarães Duque/Ufersa e a Emater-RN, foi publicada hoje, dia 23 de março,no Diário Oficial da União.
A partir da próxima semana, com data a ser divulgada, deverão se apresentar no campus da Ufersa, na sede da Fundação Guimarães Duque (FGD) os candidatos que realizaram entrevista em Mossoró. Já os entrevistados em Natal se apresentarão no escritório central da Emater-RN, no Centro Administrativo do Estado.
Confira a lista de aprovados
- See more at: http://www.emater.rn.gov.br/Conteudo.asp?TRAN=ITEM&TARG=143777&ACT=&PAGE=&PARM=&LBL=MAT%C9RIA#sthash.A7LSSOqp.dpuf












CÓDIGO VAGA VAGA CANDIDATO PONTUAÇÃO SITUAÇÃO CLASSIFICAÇÃO
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) ELAINE PATRICIA DE OLIVEIRA SOUSA 199 SELECIONADO 1
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) FRANCISCO EUDES DA SILVA 187 SELECIONADO 2
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) HIAGO ALEXANDRE PEREIRA FELIX 180 SELECIONADO 3
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) GENIVAL ROCHA DA SILVA JUNIOR 177 SELECIONADO 4
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) FIAMA BEATRIZ TAVARES 176 SELECIONADO 5
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) MARIA PATRICIA LOPES DE LIMA 171 SELECIONADO 6
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) ÁUREA MARIA DE MELO SOUSA 170 SELECIONADO 7
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) DILCINEIA CRISTINY DE BRITO OLIVEIRA 167 SELECIONADO 8
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) CAMILA AUGUSTA AQUINO TAVARES 165 SELECIONADO 9
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) ESTENIA CINTIA MARTINS DE CASTRO 153 SELECIONADO 10
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) PAULO NETO DE MOURA 152 SELECIONADO 11
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) HERCULANO GERALDO DE OLIVEIRA 151 SELECIONADO 12
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) ANTONIO LUCIANO DE OLIVEIRA 146 SELECIONADO 13
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) FRANCIMAR FONSECA TAVARES 145 SELECIONADO 14
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) MARIA GABRIELA EVANGELISTA 144 SELECIONADO 15
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) TATIANE CRISTINA LIMA DA SILVA 141 RESERVA 16
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) JOSIVANIA NICACIO ROCHA 136 RESERVA 17
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) MARCIEL TAVARES DE MOURA 134 RESERVA 18
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) ADRIA JAMILY GOMES DE AQUINO 115 RESERVA 19
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) LÚCIA REGINA DE LIMA RÉGIS 110 RESERVA 20
1020 TÉCNICO AGRÍCOLA (ASSU) NÍVEA MEDEIRO DE ASSIS BRITO 107 RESERVA 21
1022 ENGENHEIRO AGRÔNOMO (ASSU) RAIMUNDO FERNANDES DE BRITO 304 SELECIONADO 1
1022 ENGENHEIRO AGRÔNOMO (ASSU) GRACE KELLY LEITE DE LIMA 256 RESERVA 2
1022 ENGENHEIRO AGRÔNOMO (ASSU) MÁRCIO GLEDSON OLIVEIRA DA SILVA 229 RESERVA 3
1120 TÉCNICO AGRÍCOLA (CAICÓ) CLARICE MEDEIROS DE AZEVEDO 214 SELECIONADO 1
1120 TÉCNICO AGRÍCOLA (CAICÓ) EDMILSON GOMES 209 SELECIONADO 2
1120 TÉCNICO AGRÍCOLA (CAICÓ) ADRIANO MARCELO LEITE BARBOSA 209 SELECIONADO 3
1120 TÉCNICO AGRÍCOLA (CAICÓ) ALEX ALVARES DA SILVA 188 SELECIONADO 4
1120 TÉCNICO AGRÍCOLA (CAICÓ) IZAQUE SALVIANO GOMES 174 SELECIONADO 5
1120 TÉCNICO AGRÍCOLA (CAICÓ) NEY DANTAS PONTUAL DE MOURA 168 SELECIONADO 6
1120 TÉCNICO AGRÍCOLA (CAICÓ) JOSAFA ANTONIO DOS SANTOS JUNIOR 165 SELECIONADO 7
1120 TÉCNICO AGRÍCOLA (CAICÓ) WAGNER DA SILVA DANTAS 111 SELECIONADO 8
1122 ENGENHEIRO AGRÔNOMO (CAICÓ) NEIRIVANE SANTOS DO NASCIMENTO 271 SELECIONADO 1
1122 ENGENHEIRO AGRÔNOMO (CAICÓ) FRANCO EDUARDO OLIVEIRA DA SILVA 261 RESERVA 2
1122 ENGENHEIRO AGRÔNOMO (CAICÓ) CIRO IGOR TORRES SIZENANDO 220 RESERVA 3
1122 ENGENHEIRO AGRÔNOMO (CAICÓ) GUILHERME DE FREITAS FURATDO 182 RESERVA 4
1220 TÉCNICO AGRÍCOLA (CURRAIS NOVOS) ROBERTO CARLOS CAVALCANTE FERREIRA 276 SELECIONADO 1
1220 TÉCNICO AGRÍCOLA (CURRAIS NOVOS) RANNIERY PIRES GUIMARES 196 SELECIONADO 2
1220 TÉCNICO AGRÍCOLA (CURRAIS NOVOS) TOMAZ AUGUSTO JUNIOR 188 SELECIONADO 3
1220 TÉCNICO AGRÍCOLA (CURRAIS NOVOS) JOÃO ÍTALO DE SOUSA 187 SELECIONADO 4
1220 TÉCNICO AGRÍCOLA (CURRAIS NOVOS) ELLYSON SOUZA DE OLIVEIRA 185 SELECIONADO 5
1220 TÉCNICO AGRÍCOLA (CURRAIS NOVOS) WANESSA MARIA SANTOS ADELINO 171 SELECIONADO 6
1220 TÉCNICO AGRÍCOLA (CURRAIS NOVOS) PEDRO PAULO FERNANDES DE MEDEIROS 164 SELECIONADO 7
1220 TÉCNICO AGRÍCOLA (CURRAIS NOVOS) RAFAEL SANTOS DE ARAUJO 161 SELECIONADO 8
1220 TÉCNICO AGRÍCOLA (CURRAIS NOVOS) JOSÉ IVANILSON DE LIMA 153 SELECIONADO 9
1220 TÉCNICO AGRÍCOLA (CURRAIS NOVOS) TATIANA MÔNICA DANTAS DE MEDEIROS 137 SELECIONADO 10
1220 TÉCNICO AGRÍCOLA (CURRAIS NOVOS) PAULO DEHON NOBRE DE ARAUJO 126 SELECIONADO 11
1220 TÉCNICO AGRÍCOLA (CURRAIS NOVOS) GUILHERME CÉSAR MELO PEREIRA DA SILVA 120 SELECIONADO 12
1222 ENGENHEIRO AGRÔNOMO (CURRAIS NOVOS) RAIANI DOS SANTOS GUIMARÃES GONÇALVES 280 SELECIONADO 1
1222 ENGENHEIRO AGRÔNOMO (CURRAIS NOVOS) CLEITON JOSÉ DE OLIVEIRA 244 RESERVA 2
1222 ENGENHEIRO AGRÔNOMO (CURRAIS NOVOS) MAGALY MORGANA LOPES DA COSTA 236 RESERVA 3
1222 ENGENHEIRO AGRÔNOMO (CURRAIS NOVOS) MARINA MATIAS URSULINO 190 RESERVA 4
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) SYLBENIA ALVES MACHADO SARAIVA 254 SELECIONADO 1
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) FRANCISCO EDSON ARAUJO DA COSTA FERREIRA 235 SELECIONADO 2
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) KALYANA DA SILVA LOURENÇO 232 SELECIONADO 3
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) JOSÉ JUBENICK PEREIRA DA SILVA 225 SELECIONADO 4
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) GILBERTO PRAXEDES JUNIOR 213 SELECIONADO 5
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) FRANCISCA CILENE TEIXEIRA DA SILVA 213 SELECIONADO 6
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) BRUNO MARCOS 203 SELECIONADO 7
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) EDVANILSON DE OLIVEIRA BARBOZA 202 SELECIONADO 8
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) JODELSON SARAIVA DA SILVA 199 SELECIONADO 9
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) JOSÉ DE ARIMATEIA JERONIMO PEREIRA 195 SELECIONADO 10
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) RANNYEDJA KAROLYNNE SANTIAGO 191 SELECIONADO 11
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) LUIS CARLOS DA SILVA 183 SELECIONADO 12
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) CYNTIA SUELLEN DE ARAÚJO ALVES 181 SELECIONADO 13
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) JANIA ROCHA RICARDO 174 SELECIONADO 14
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) EVERTON SILVA SANTOS 174 SELECIONADO 15
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) DAMIÃO JOSÉ DOS SANTOS 173 SELECIONADO 16
1320 TÉCNICO AGRÍCOLA (JOÃO CÂMARA) JÉSSICA MOURA DA SILVA 129 RESERVA 17
1321 TÉCNICO EM AGROINDÚSTRIA (JOÃO CÂMARA) JOÃO PAULO DA COSTA SOARES 230 SELECIONADO 1
1321 TÉCNICO EM AGROINDÚSTRIA (JOÃO CÂMARA) FRANKLYN JOAN DE OLIVEIRA TEIXEIRA 227 RESERVA 2
1321 TÉCNICO EM AGROINDÚSTRIA (JOÃO CÂMARA) HOSANA LOURENÇO DA SILVA 166 RESERVA 3
1321 TÉCNICO EM AGROINDÚSTRIA (JOÃO CÂMARA) LIZANDRA DE MELO ATANAZIO 146 RESERVA 4
1322 ENGENHEIRO AGRÔNOMO (JOÃO CÂMARA) JOSE MARIA DA COSTA 266 SELECIONADO 1
1322 ENGENHEIRO AGRÔNOMO (JOÃO CÂMARA) MARIALDO SANTANA DA CUNHA 220 RESERVA 2
1322 ENGENHEIRO AGRÔNOMO (JOÃO CÂMARA) EDNA DE OLIVEIRA SILVA 219 RESERVA 3
1324 ZOOTECNISTA (JOÃO CÂMARA) ADELÍLIAN BARACHO RIBEIRO 317 SELECIONADO 1
1324 ZOOTECNISTA (JOÃO CÂMARA) MARIA VIVIANNE FREITAS GOMES DE MIRANDA 277 RESERVA 2
1324 ZOOTECNISTA (JOÃO CÂMARA) HELDER DA CÂMARA RAIMUNDO 251 RESERVA 3
1420 TÉCNICO AGRÍCOLA (MOSSORÓ) JANIO COSTA AMORIM 244 SELECIONADO 1
1420 TÉCNICO AGRÍCOLA (MOSSORÓ) CLARICE LEONILA COSTA 188 SELECIONADO 2
1420 TÉCNICO AGRÍCOLA (MOSSORÓ) EDWARD BEZERRA DE OLIVEIRA 183 SELECIONADO 3
1420 TÉCNICO AGRÍCOLA (MOSSORÓ) FABIANO OLIVEIRA DE SOUSA 181 SELECIONADO 4
1420 TÉCNICO AGRÍCOLA (MOSSORÓ) MARIA SILVANA TORRES DE LIMA 172 SELECIONADO 5
1420 TÉCNICO AGRÍCOLA (MOSSORÓ) ANA CRISLAYNE DE ALBUQUERQUE AMORIM 171 SELECIONADO 6
1420 TÉCNICO AGRÍCOLA (MOSSORÓ) MÁRCIO ROGÉRIO DE SOUSA 170 SELECIONADO 7
1420 TÉCNICO AGRÍCOLA (MOSSORÓ) LINDEMBERG DA SILVA 166 SELECIONADO 8
1420 TÉCNICO AGRÍCOLA (MOSSORÓ) JOSINAIDE CLÁUDIA ARAÚJO DE SANTANA 144 SELECIONADO 9
1420 TÉCNICO AGRÍCOLA (MOSSORÓ) JULIO CESAR MARINHO DA SILVA 143 SELECIONADO 10
1420 TÉCNICO AGRÍCOLA (MOSSORÓ) LUNARA DE SOUSA ALVES 142 RESERVA 11
1420 TÉCNICO AGRÍCOLA (MOSSORÓ) DAMIÃO HUGO MAIA 131 RESERVA 12
1420 TÉCNICO AGRÍCOLA (MOSSORÓ) RICHARDSON LORSCHEIRDER SANTIAGO PEREIRA 126 RESERVA

Alô IDEMA recebe denúncias contra crimes ambientais


ASCOM/IDEMA


O sistema foi criado em 2008 e tornou-se um forte aliado do órgão. Por meio dele, a população denuncia crimes ambientais e contribui com o trabalho do instituto, auxiliando na atuação dos técnicos responsáveis pela fiscalização no estado.
O “Alô Idema” faz em média 150 atendimentos por mês, entre recebimento de denúncias, dúvidas e outras informações solicitadas pela população. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 7h00 às 18h00. Através dele, as denúncias recebidas são encaminhadas para os técnicos que atuam na Coordenação de Fiscalização do Idema. O  órgão conta com o apoio da Companhia Independente de Policiamento Ambiental (CIPAM).

“Essa ferramenta é de grande importância no combate aos crimes ambientais. O meio ambiente é responsabilidade de todos e por meio do Alô Idema a população torna-se parceira do Instituto e consequentemente do estado do Rio Grande do Norte”, ressaltou Rondinelle Oliveira, Diretor-geral do IDEMA.

Operação Carne sem Fiscalização

Diante das denuncias de carne de má qualidade, fiscalizadas pela Polícia Federal no Brasil, não custa nada o nosso IDIARN fiscalizar as carnes comercializadas aqui no interior do estado, principalmente nas cidades onde não possuem matadouros públicos.
O NOSSATERRA já chamou a atenção das autoridades sanitárias sobre o problema, a bastante tempo.
Depois não digam que não houve aviso.

Carne Fraca põe em alerta fronteira agrícola por temor de queda dos preços de grãos

Com uma maior oferta de grãos -- matéria-prima das rações para aves, suínos e bovinos--, os preços da soja e do milho devem ser pressionados


A operação Carne Fraca da Polícia Federal deixou em alerta agricultores das principais áreas produtoras do Brasil, com expectativas de que o saldo exportável e os estoques de soja e milho do país possam aumentar com uma queda nos embarques de carnes devido a embargos internacionais aos produtos brasileiros. Com uma maior oferta de grãos -- matéria-prima das rações para aves, suínos e bovinos--, os preços da soja e do milho devem ser pressionados, potencialmente desestimulando investimentos e expansões de áreas plantadas em regiões como o Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), no caso de os desdobramentos da operação da PF se prolongarem.

Regiões do Matopiba, onde os preços dos grãos são naturalmente mais baixos em função dos custos logísticos, estão entre aquelas com maior crescimento de área plantada, pela maior disponibilidade de terras --um ritmo de expansão que poderia ser colocado em xeque em um eventual cenário de preços mais baixos. "A agricultura vai sofrer também, os preços vão cair", disse à Reuters o superintendente de Desenvolvimento Econômico do governo do Estado de Tocantins, Vilmar Carneiro.
Na avaliação da autoridade, o Brasil vai demorar para recuperar sua condição exportadora anterior à operação Carne Fraca, uma vez que os processos de liberações de frigoríficos são morosos, com muitos importadores se aproveitando da situação de fragilidade do país. Tocantins, com pouco mais de 1 milhão de hectares destinados à soja e ao milho na safra atual, ampliou em quase 10 por cento o plantio da oleaginosa. Mas ainda teria 8 milhões de hectares de terras disponíveis, sendo considerado um dos Estados com maior disponibilidade de área, segundo dados do governo local.
Uma solução para os agricultores seria exportar os grãos que não forem utilizados pela indústria produtora de carnes do país, diante de uma esperada queda nas exportações de proteína animal, disse o superintendente de Desenvolvimento do Tocantins. "Vamos ter crescimento na forma de exportação de proteína vegetal", opinou ele, durante um evento no terminal ferroviário de Porto Nacional, da empresa de logística integrada VLI.

Até o momento neste ano as exportações de milho estão lentas, com produtores retraídos diante de um preço enfraquecido pela grande oferta esperada no Brasil e Argentina, além do câmbio atual, que reduz a competitividade do cereal brasileiro. "As exportações vão depender do mercado (preços) e câmbio. Dependendo de como for, vai ficar milho para o mercado interno, que paga um pouco melhor", afirmou à Reuters o coordenador de negócios da multinacional Cargill, Lucas Horst Maidana, no mesmo evento, realizado em parceria com o Rally da Safra, acompanhado pela Reuters nos Estados do Matopiba esta semana.
Segundo Maidana, se o produtor vendesse parte do milho para a exportação, ele valorizaria o produto que sobraria para o mercado interno. "Mas até o momento ele tem feito poucos negócios para exportação", comentou. As exportações de milho, que tradicionalmente ganham força no segundo semestre, poderiam crescer este ano para 26 milhões de toneladas, ante 18 milhões em 2016, segundo dados da Agroconsult, organizadora do Rally da Safra, com uma expectativa de safra recorde de 95 milhões de toneladas. Mas tais previsões foram feitas antes da eclosão da operação Carne Fraca.
Caso essas exportações não se confirmem, poderão elevar ainda mais os estoques de milho, já estimados pelo governo (Conab), ao final da temporada 2016/17, nos maiores volumes da história.
PRODUÇÃO PREOCUPADA
Enquanto esperam produtividade elevada na safra de milho este ano, alguns produtores têm o ânimo contido com a expectativa de preços menores do que no ano passado, quando a severa quebra de produção elevou fortemente as cotações. E mais recentemente estão ficando preocupados com os efeitos da Carne Fraca. O agricultor Sérgio Luis Bortolozzo Jr., da Canel, que planta em uma das melhores áreas de Uruçuí (PI), afirmou que muitas das consequências da operação Carne Fraca ainda são incertas. Mas ele vê como preocupante os efeitos para os preços.

"Se diminuirmos o consumo de carne, como vai consumir mais (milho), uma vez que 100 por cento do grão é para alimentação animal?", questionou Bortolozzo Jr., gerente de manejo da Canel, uma empresa de propriedade familiar que se instalou no Piauí em 1988. Bortolozzo diz que a Canel, que planta cerca de 15 mil hectares, entre soja, milho e algodão, ainda poderia expandir a área agrícola em mais 5 mil hectares. "Mas não vamos abrir (na próxima safra)", afirmou ele, lembrando que o mercado não está favorável.
Nas áreas visitadas pela Reuters esta semana nas principais regiões produtoras do Tocantins, Bahia, Maranhão e Piauí, as produtividades devem ser elevadas, beneficiadas pelas chuvas, mas o agricultor não vê muito para comemorar. "Vai produzir bem mais, mas a questão é o preço, que vai ser ridículo", disse Bortolozzo Jr. Alguns produtores da região do Matopiba temem que o preço do milho possa cair para cerca de 20 reais a saca, quando entrar a segunda safra em mais alguns poucos meses. Esse valor seria menos da metade que os agricultores receberam na temporada passada, quando as cotações foram infladas pela severa quebra.

Artigo: Carne fraca, operação eficaz ou midiática?



carne-fraca O dia 17 de março de 2017 marcou três anos da prisão de Alberto Youseef, estopim da operação Lava Jato. Em 17 de abril de 2014, o Brasil começava a mudar o rumo da sua história. Ao que tudo indica, não por coincidência, no dia 17 de março de 2017 a Polícia Federal trouxe à tona a operação Carne Fraca, que aponta irregularidades em frigoríficos, que vão desde a compra de etiquetas de conformidade junto a órgãos de fiscalização até a produção de alimentos com carne estragada.
O Brasil é o maior exportador mundial de carnes bovina e de frango, transacionando com mais de 100 países, e isso não acontece sem comprovada qualidade dos milhares de produtores rurais, eficiência da indústria, controle sanitário e ótimos produtos. Vale ressaltar que os produtos exportados são auditados para entrar nos mercados de destino.
As fábricas que produzem para exportação têm a obrigação de aportar a mesma qualidade de produtos para o mercado interno, portanto acredita-se que o selo do SIF (Serviço de Inspeção Federal) deva ser um indicador confiável de que o brasileiro consome um produto de excelente qualidade e padrão dos mercados mais exigentes. Pelo que foi divulgado até o momento, os dois anos de investigação da PF numa indústria com mais de 2.800 fábricas confirmou irregularidades em 3 fábricas e tem 21 sendo investigadas.
Como reflexo dessa operação, já houve manifestação de representantes do mercado europeu, que exige que todas as empresas envolvidas no escândalo da fraude da carne tenham sua entrada bloqueada e pedem que membros do bloco adotem uma vigilância extra ao tratar de qualquer produto brasileiro no setor de carnes.
O ministro da agricultura, Maggi, disse ter recebido a boa notícia que o Japão restringirá sua limitação de compra aos 21 estabelecimentos alvos da operação e ainda foi categórico em afirmar que foram divulgadas informações errôneas, como a da mistura de papelão aos embutidos.
Fica a expectativa e a torcida de que seja possível separar o joio do trigo, pois o Paraná, especialmente no setor de cooperativas, tem empresas sérias e com elevado controle de qualidade. Seria este um momento de valorização e crescimento de frigoríficos regionais de pequeno e médio porte?
Alguns players do mercado entendem que a cadeia do agronegócio foi afetada sistemicamente pela forma como ocorreu a divulgação. Se as gigantes não conseguirem colocar os seus produtos no mercado internacional, possivelmente se voltarão com tudo para o mercado nacional, o que pode fazer despencar preços não só da carne, mas também do milho e da soja, utilizados como matéria-prima para produzir ração.

Qualquer cenário traçado atualmente pode ser imaturo, mas a realidade é que toda cadeia deve ter prejuízos ainda incalculáveis.

sexta-feira, 24 de março de 2017



A Secretaria da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (Sape) lança nesta segunda-feira (27), às 8h, o calendário do Circuito Estadual de Exposições Agropecuárias 2017, em parceria com a Associação Norte-rio-grandense de Criadores (Anorc). O lançamento acontece no restaurante Tia Nelza, no bairro de Lagoa Nova, em Natal, e contará com a presença das associações de produtores, criadores e prefeituras.

.

 Emergência por causa da seca em 153 cidades do RN

Resultado de imagem para quadro de seca no rn
Em decreto publicado nesta quinta-feira (23), no Diário Oficial do Estado, o Governador Robinson Faria reconheceu em situação de emergência 153 municípios do Rio Grande do Norte em virtude dos efeitos da seca no interior do estado. O decreto tem validade de 180 dias e leva em consideração análises técnicas das áreas do Governo que monitoram a questão da Segurança Hídrica no RN.
Esta é a 8ª vez consecutiva que o governo toma a medida, que tem como objetivo facilitar o trâmite dos processos que envolvem obras e serviços para minimizar os efeitos da estiagem, considerada a maior dos últimos 100 anos.
O decreto é importante também para que o estado continue captando recursos do Governo Federal. Somente em 2017, já foram garantidos pelo Ministério da Integração Nacional, para continuidade da Operação Vertente, que fornece água potável à população através de carros-pipa, R$ 12,7 milhões. Também já estão assegurados para o Estado, via Ministério, R$ 88 milhões para a Adutora Afonso Bezerra – Pendências, e para a mudança de captação da Adutora de Jerônimo Rosado e Sertão Central Cabugi.
Segundo estimativa feita pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (SAPE), o prejuízo anual gerado pela estiagem na economia do estado gira em torno de R$ 4 bilhões. Apenas na agricultura, se comparados os anos de 2016 e 2014, a área colhida de feijão foi reduzida em 49%, a de milho caiu 64% e a de sorgo sofreu queda de 79%.
A equipe de Segurança Hídrica que monitora as ações de resposta à emergência é composta, além da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil, pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH), Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (SAPE), Companhia de Águas e Esgotos do RN (CAERN), e pelo Instituto de Gestão das Águas do Estado do Rio Grande do Norte (IGARN).
Chuvas
Mesmo com as fortes chuvas que caíram nos primeiros três meses do ano, dados do Instituto de Gestão de Águas do RN (IGARN) mostram que 57% dos açudes e barragens do RN ainda estão em estado crítico. Dos 47 reservatórios, 12 estão secos e 15 estão no volume morto, dificultando o abastecimento da população, o que justificaria a manutenção do estado de emergência.
 “A chuva no Estado ainda não foi capaz de elevar o nível dos mananciais, o que não nos afasta do desastre da seca neste momento, assim, precisamos dar continuidade às ações para garantir a situação de convivência do homem no campo”, disse o coordenador da Defesa Civil Estadual, coronel Elizeu Dantas.
Operação Vertente
Com o objetivo de abastecer com água potável cidades que estavam em situação de colapso, o Governo lançou, em setembro de 2016, a Operação Vertente. Através de caminhões-pipa, cerca de 110 mil pessoas das regiões Oeste e Seridó já foram beneficiadas com água potável.
Os caminhões possuem sistema de georreferenciamento, e tem seus percursos monitorados desde os mananciais de captação de água, até sua entrega aos moradores, direto do Centro Administrativo, em Natal.
Agora, o Governo está em fase de implementação da Operação Vertente II, que deve abastecer, inicialmente, 19 cidades, alcançando cerca de  mil pessoas.

BLOG SERTÃO RN:

Cana

Força tarefa em Brasília em defesa da cana do NE diante da 6ª seca na década

Problema e os pleitos pertinentes para fóruns da CNA e do Ministério da Agricultura

Apesar dos efeitos negativos enfrentados pelo setor pecuário diante da repercussão da operação Carne Fraca da Polícia Federal, cujo carece de plena atenção, um outro setor agropecuário líder em exportação do Brasil tem sofrido muito e sem a devida visibilidade política, mesmo com graves problemas e de forma continuada. O segmento sucroenergético nordestino tem enfrentado o 6º ano consecutivo de seca com expressiva redução produtiva e de produtividade e com a inviabilização da cultura em áreas tradicionais que são alicerce da economia da região. A safra 2016/2017 encerrou meses antes do padrão por conta da falta de cana e a atual safra terá déficit produtivo ainda maior. O problema foi tratado em Brasília nesta terça-feira (21), a partir das 14h, durante a reunião da Comissão Cana de Açúcar da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA).

“Desde meados de julho de 2016 não chove normal em grande parte da Zona da Mata canavieira do NE. E mesmo que comece a chover a partir deste mês, a próxima safra terá uma redução média de 30%, visto toda a mortandade do broto da cana”, lamenta Alexandre Andrade Lima, que é presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana) e da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida). Pernambuco e Alagoas, que são os maiores estados produtores da região, sofrem ainda mais com a atual seca que se repete pelo sexto ano consecutivo.
O dirigente, que participará da reunião de hoje na CNA, lembra que as secas provocadas, sobretudo pelo fenômeno climático El Niño no NE, já contribuíram para reduzir sete safras de cana­, nos últimos 24 anos. Isso significa que foram 14 anos de estiagem nesse período. “A única saída para continuar plantando cana na região depende de políticas públicas de irrigação, sobretudo para os fornecedores de cana do que as usinas, pois irrigam menos e não possuem reservas de água nas propriedades.

Este assunto e o pagamento da subvenção federal da cana, sancionada em lei desde 2014 e ainda não pago, será defendido por Andrade Lima hoje em Brasília, quando, na ocasião, também serão tratados de outras pautas: Plano Agrícola e pecuário 2017/2018, Consecana, RenovaBio 2030. O dirigente estará acompanhado dos demais dirigentes da Unida.
Lima e a comitiva nordestina levarão o problema da seca nos canaviais e os seus pleitos pertinentes para outros fórum da CNA e do Ministério da Agricultura (Mapa) nesta semana. O caso será abordado durante a Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do Mapa nesta quarta-feira (22). Os dirigentes também participarão do Conselho Agro da CNA na quinta-feira (23). A Feplana e a Unida também buscarão dos parlamentares do Congresso Nacional o apoio aos pleitos dos 21 mil canavieiros do NE. 

JBS suspende por três dias produção de carne bovina em quase todas as unidades no Brasil

O movimento é o mais agressivo da JBS desde que a Polícia Federal deflagrou na última sexta-feira a operação Carne Fraca

A JBS afirmou nesta quinta-feira que suspendeu a produção de carne bovina em 33 de suas 36 unidades no país por três dias, enquanto espera definições sobre suspensões de importações por vários mercados consumidores, conforme comunicado da multinacional de alimentos. Para próxima semana, a companhia, maior processadora de carne do mundo, informou que irá operar em todas as suas unidades de carne bovina com uma redução de 35 por cento da sua capacidade produtiva.

O movimento é o mais agressivo da JBS desde que a Polícia Federal deflagrou na última sexta-feira a operação Carne Fraca, para desarticular um esquema de propina a fiscais agropecuários e que envolveu dezenas de empresas. Desde então, importantes mercados consumidores de carne brasileira decidiram suspender as compras do produto, incluindo China e Hong Kong. "Essas medidas visam ajustar a produção até que se tenha uma definição referente aos embargos impostos pelos países importadores da carne brasileira", afirmou a JBS, acrescentando que está empenhada na manutenção do emprego dos seus 125 mil colaboradores em todo o Brasil.

As ações fecharam o pregão em queda de 1,1 por cento, a 10,83 reais. Desde sexta-feira, os papéis acumulam queda de 9,7 por cento. Mais cedo nesta quinta-feira, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, voltou a garantir a qualidade da carne brasileira, afirmando que houve exageros na comunicação feita pela Polícia Federal e que as investigações tratam da conduta de servidores e não da qualidade.