sexta-feira, 7 de abril de 2023

 

Investidores brasileiros dizem que o momento é para apostar no setor de agronegócio

   

O setor agro é um dos segmentos mais importantes para a economia brasileira e um dos grandes responsáveis pelo desenvolvimento do país. Por isso, é comum que surja o interesse em investir no agronegócio. Para tanto, vale a pena entender melhor sobre o setor de agronegócio e por que ele pode ser interessante para quem investe.

Em 2021, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro cresceu 8,3% em relação a 2020. Além disso, o setor atingiu a participação recorde de 27,4% no PIB brasileiro — o maior valor desde 2004. Esse resultado, junto ao desempenho de 2020 de 24,3%, fez com que o biênio fosse especialmente significativo para a performance desse segmento.

Em 2022, entretanto, o resultado foi um pouco diferente. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que juntas calculam o PIB do agronegócio brasileiro especificamente, destaca que o segmento agro no país apresentou recuo de 4,28% entre janeiro e setembro de 2022, em comparação ao mesmo período do ano anterior. No entanto, o valor bruto da produção (VBP) aumentou 2,2% no ano e chegou a R$ 1,3 trilhão. Vale destacar que parte dos resultados se deve ao aumento dos custos causados pela guerra entre Rússia e Ucrânia, por exemplo.

“Apesar da recente queda nos resultados de agronegócio do Brasil,  acredito que o agronegócio permanece desempenhando um papel importante no Brasil. Por isso, investir no segmento pode ser uma ótima alternativa para investidores brasileiros, uma vez que trata-se de um mercado de insumos extremamente necessários para o nosso país e para o mundo”, explica Cauê Mançanares, CEO da Investo.

Mesmo com este recente cenário em 2022, é importante ressaltar que, entre 2011 e 2020, a agropecuária apresentou um avanço de 25,4%, superando os resultados gerais do PIB brasileiro, da indústria e dos serviços. O aumento no volume produzido e comercializado de itens agropecuários é um dos fatores mais relevantes para o desempenho do setor. Em 2021, por exemplo, havia a estimativa de uma safra recorde de 285 milhões de toneladas de grãos. Já no ano passado, também houve um bom desempenho de partes do setor nesse sentido. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), havia a projeção de safra recorde de grãos, cereais, leguminosas e oleaginosas em 2022, podendo chegar a 293,6 milhões de toneladas.

Logo, o aumento no volume produzido pelo agro é determinante para o crescimento do segmento. Essa questão está relacionada ao clima favorável e às condições de plantio, como uso de recursos mais adequados ou expansão das terras cultiváveis. O aumento na safra também está relacionado à adoção de tecnologia e de outros recursos que tornam o trabalho no campo mais efetivo. Inclusive, esse tipo de resultado pode ser medido pela produtividade total dos fatores (PTF).

Após entender melhor o desempenho do agronegócio no Brasil, é interessante saber por que aproveitar essa alternativa pode ser vantajoso. Veja abaixo alguns dos principais aspectos positivos para investimento no setor:

Potencial de crescimento nos próximos anos: apesar do cenário no último ano, as projeções para 2023 são mais animadoras, já que o PIB do setor poderá crescer 10%, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Diante das dificuldades econômicas mundiais, o segmento pode ser o principal motor do PIB brasileiro no ano;

Grande participação no PIB: outro motivo que pode justificar o investimento no agronegócio é a elevada participação que ele tem no PIB brasileiro. Afinal, o segmento responde, em média, por um quarto de toda riqueza anual produzida no país;

Diversificação do setor: investir no agronegócio traz muitas oportunidades de diversificação, já que existem empresas com diferentes tipos de atuação. Ademais, há a possibilidade de investir no agronegócio em outros países. Desse modo, há como diversificar ainda mais a sua carteira e aproveitar o potencial do agro em diferentes mercados, auxiliando a mitigar os riscos do portfólio e a melhorar o potencial de resultados da carteira;

Uma das formas de investir com foco no agro é por meio de títulos de renda fixa que tenham lastro nesse segmento. Entre as alternativas, estão a letra de crédito do agronegócio (LCA) e o certificado de recebíveis do agronegócio (CRA).  Na renda variável, você pode investir em ações de empresas ligadas ao agronegócio, como as companhias exportadoras de produtos agrícolas. Nesse caso, o investidor adquire papéis que representam uma parte do capital social do negócio e passa a participar dos seus resultados e riscos.

Importante lembrar que os investidores também podem recorrer aos ETFs ou fundos de índice. Esses são veículos financeiros que funcionam de modo coletivo, a partir da compra de cotas na bolsa de valores. Entre as possibilidades, existem ETFs ligados ao segmento agro, inclusive com foco internacional. Um exemplo é o FOOD11, baseado no ETF VanEck Agribusiness. Como o desempenho é baseado no índice MVIS Global Agribusiness (MVMOOTR), é possível se expor a mais de 50 empresas do segmento agrícola global.

quinta-feira, 6 de abril de 2023

 

Produção agropecuária ganha reforço com a nova Lei do Autocontrole

   

O setor agropecuário brasileiro ganhou uma nova regulamentação: a Lei do Autocontrole, que modifica e moderniza o sistema de fiscalização da produção agrícola. A partir do novo modelo, o sistema passa a ser de responsabilidade compartilhada entre o Poder Público e os agentes privados. A decisão visa garantir mais agilidade e liberdade para a produção rural e, ainda, mais qualidade e segurança dos alimentos. As mudanças ainda geram algumas dúvidas, e o entendimento pode ser crucial para que o estabelecimento se mantenha regular perante o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

De acordo com o advogado Whelliton Ribeiro, a finalidade da nova Lei 14.515/22 é disciplinar de forma mais racional o processo de fiscalização, no âmbito do Mapa. As alterações limitam o poder discricionário dos fiscais e abrem oportunidade para o fiscalizado recorrer até a terceira instância. “A nova lei inovou ao fixar que a fiscalização deve ter uma atuação preventiva, devendo permitir, sempre que possível, que o fiscalizado corrija a irregularidade antes de autuá-lo. A linha da legislação anterior era punitiva, mesmo que se tratasse de pequeno erro. Com a nova lei, o recurso administrativo possui efeito suspensivo, ou seja, a penalidade só é aplicada ao final do recurso administrativo, isso se o recurso não for acolhido. A nova legislação trouxe a presunção de boa-fé por parte do fiscalizado, alterando totalmente a postura anteriormente adotada pela fiscalização que era de presunção de má-fé”.

Os julgamentos em terceira instância serão realizados pela Comissão Especial de Recursos de Defesa Agropecuária, criada pela nova lei. “Os fiscais continuam tendo poder de fiscalização, mas há uma maior racionalidade para essa fiscalização. Antes, também, a penalidade era aplicada imediatamente, mesmo que houvesse interposição de recurso administrativo. Agora, ocorre só quando não houver outra alternativa. Impedindo que a empresa ficasse fechada por longos períodos enquanto o processo administrativo tramitava. Por isso, o julgamento por colegiado traz mais segurança jurídica, pois inibe interesses pessoais sobre o caso, já que o julgamento é realizado por várias pessoas”, complementa Whelliton.

Aos empresários, cabe o conhecimento da nova Legislação e atenção aos detalhes que são exigidos para a correta fiscalização. “Os empresários da área precisam ter em mente que é preciso cumprir todas as determinações do Ministério da Agricultura; tem que documentar tudo e quando ocorrer a fiscalização, eles precisam ter um profissional que entenda a linha de produção dele, da legislação do Mapa, das obrigações que a empresa deve ter junto ao Mapa, para evitar qualquer mal-entendido, como já tem ocorrido. Além disso, as empresas que passarem por uma situação ruim, em relação à fiscalização do Mapa, devem procurar um bom profissional do Direito, que entenda da matéria para que ele possa fazer o recurso de forma técnica e defender os direitos daquele estabelecimento”, finaliza o advogado.

 

Um jeito saudável de transformar água salobra em água potável

EMBRAPA

O aproveitamento das águas salobras acumuladas em fontes subterrâneas no semiárido nordestino  é um objetivo que os técnicos e cientistas tentam alcançar o mais rápido possível. Na Embrapa Semiárido, pesquisadores desenvolveram um sistema que a partir de um equipamento de dessalinização, transforma parte dessa água em potável e, usa a outra com grande concentração de sais na criação de peixes Tilápia e na irrigação de uma planta forrageira, a erva-sal.

Esse sistema é base para uma política pública vinculada ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Programa Água Doce, que já beneficia comunidades rurais em vários locais do sertão nordestino. O pesquisador da Embrapa, Gherman Garcia Leal Araújo, explica que essa forma de aproveitamento combina a produção de água de boa qualidade, e dá suporte a atividades agrícolas que geram renda e ampliam as fontes de segurança alimentar das comunidades rurais.

De acordo com Gherman Garcia, o sistema pesquisado resolve um dos mais sérios problemas enfrentados pelas comunidades que fazem uso de dessalinizador para tratamento da água captada no subsolo da região. Atualmente, os efluentes produzidos no processo de retirada dos sais são despejados no solo sem qualquer tratamento, o que cria grave problema ambiental.

Em função da eficiência destes equipamentos e da qualidade da água subterrânea, a quantidade de efluente gerado varia de 40 a 70% do total de água retirada do poço para ser dessalinizada.  Com o Programa Água Doce, eles passam a ser utilizados em tanques para criação de peixes e, ainda, na irrigação de uma planta que tem capacidade de crescer em solo salino. Com o nome popular de Erva-sal, possui altos níveis de proteína, o que é interessante para compor a dieta dos rebanhos na região seca do Nordeste.

“Esse sistema integrado, além de disponibilizar água potável para as comunidades, possibilita uma condição de renda para a população, por meio de produção de peixes e do uso da erva sal como alimento para caprinos e ovinos”, destaca o pesquisador da Embrapa Semiárido, Gherman Garcia.

 

Operação da PF e CGU investiga suposto desvio de recursos para compra de medicamentos em municípios do RN: saiba os municípios

 

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (5), a Operação Lambujem, destinada a apurar possível prática dos crimes de frustração do caráter competitivo de licitação, além de peculato, na aquisição de medicamentos e produtos hospitalares por quatro prefeituras de municípios do Rio Grande do Norte. Cerca de 60 policiais federais e 7 servidores da CGU estão cumprindo 13 mandados judiciais de busca e apreensão, expedidos pela 15ª Vara Federal/RN, nos municípios de Natal/RN, Parnamirim/RN, Ceará-Mirim/RN, Macaíba/RN, Canguaretama/RN, Parazinho/RN e Recife/PE.

A operação decorre de inquérito policial instaurado em março de 2022, com base em denúncia formulada por cidadão junto ao MPF, dando conta da suposta existência de um esquema de fraude em processos licitatórios, que abrangeria algumas empresas e prefeituras de municípios potiguares. 

A ilegalidade consistiria na oferta de itens por preços abaixo dos praticados pelo mercado, de modo a garantir o êxito no certame licitatório. Em seguida, durante a execução do contrato, as empresas entregariam medicamentos em quantidade inferior à pactuada, ocasionando prejuízo ao erário.

Durante fiscalização realizada pela CGU nas Prefeituras de Ceará-Mirim/RN, Macaíba/RN, Canguaretama/RN e Parazinho/RN, foram identificadas irregularidades que corroboraram a denúncia inicial, incluindo-se indícios de pagamentos por medicamentos que não foram efetivamente entregues. 

Em caráter preliminar, apenas mediante análise amostral, foi contabilizado um potencial prejuízo de aproximadamente R$ 3 milhões.

As medidas de busca e apreensão visam obter novos elementos de prova que permitam o pleno esclarecimento dos fatos, com a aferição do efetivo dano ao erário e a identificação de todos os autores e partícipes dos crimes.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de frustração do caráter competitivo de licitação e peculato e, se condenados, poderão cumprir penas de até 20 anos de reclusão.

Sobre o nome da operação, “Lambujem” tem como um dos significados, vantagem obtida em negócio, sendo assim uma referência ao favorecimento indevido das empresas investigadas.

Por Robson Pires

 

Assentamentos do Extremo Sul da Bahia vão passar por supervisão ocupacional

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Ações foram anunciadas durante assembleia de trabalhadores rurais no assentamento Jacy Rocha / Antônio Araújo 

Assentamentos baianos, no Extremo Sul do estado, começarão a passar por supervisão ocupacional. O objetivo é regularizar famílias que atendam às exigências da legislação e titular os assentados aptos. Os trabalhos começam após a Semana Santa, quando servidores da Superintendência Regional do Incra na Bahia serão deslocadas para a região.

As ações foram anunciadas pelo superintendente da regional baiana, Carlos Borges, que participou da assembleia de trabalhadores rurais no assentamento Jacy Rocha/Antônio Araújo, ocorrida em 30 de março. Com 227 lotes, essa área de reforma agrária – que fica no município de Prado, no Extremo Sul –, será a primeira contemplada pela ação de supervisão.

Durante o evento, Borges garantiu o compromisso do Incra/BA de promover uma supervisão ocupacional eficiente. “Iremos incluir na Relação de Beneficiários as famílias aptas de se tornarem beneficiárias da reforma agrária”, frisou. Segundo o superintendente, outra equipe atualizará as tabelas de valores de imóveis rurais. “Estamos retomando os processos que envolvem a aquisição de imóveis rurais no Extremo Sul”, explicou.

O encontro também envolveu uma reunião com lideranças de outros assentamentos da região. Ainda foram discutidas a concessão de modalidades do Crédito Instalação e a criação de novos assentamentos.

Além de Borges, participaram da agenda o chefe da Divisão de Desenvolvimento e Consolidação do Incra/BA, Adelson Gomes, e o chefe da Unidade Avançada do Sul e Extremo Sul, Marcos Nery.

Assessoria de Comunicação Social do Incra na Bahia
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Agricultura e Pecuária

quarta-feira, 5 de abril de 2023

 

Barragem Armando Ribeiro acumula 57,74% da sua capacidade total.

Último Relatório de Volume dos Principais Reservatórios do Estado, divulgado pelo Governo do Estado, através do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), indicam que as reservas hídricas superficiais totais do RN já somam 53,72% da sua capacidade total, que é 4,37 bilhões de metros cúbicos (m³).

A barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, maior manancial do RN, localizado no Vale do Açu, recebeu águas e já acumula 1,370 bilhões de m³, percentualmente, 57,74% da sua capacidade total, que é de 2,37 bilhões de m³.

No último dia 30 de março passado, a barragem Armando Ribeiro Gonçalves estava com 55,24% da sua capacidade total. 

Detalhe: O açude Óros da melancia situado no município de Fernando Pedroza atingiu sua lamina da sangria desde a semana passada. O reservatório não sangrava a cerca de 10 anos, segundo agricultores da cidade. 

Por Foco Central

 

Transição agroecológica traz benefícios econômicos para agricultores do Ceará

Saulo Coelho - Produtores familiares diversificam a produção de forma sustentável

Produtores familiares diversificam a produção de forma sustentável

  • Pesquisa realizada com 70 famílias de pequenos agricultores do Ceará mostrou que a transição agroecológica resulta em incremento da produção bruta e de valor agregado.
  • Foram avaliadas propriedades em diferentes níveis de adoção de transição agroecológica, nos territórios de Sertão de Crateús e Sertão de Sobral.
  • Trata-se de um processo de implantação gradual baseado em práticas mais sustentáveis nos sistemas de produção.
  • As propriedades rurais que adotam esse modelo há mais tempo já se beneficiam de ganhos econômicos, ambientais e sociais.
  • Outra melhoria observada é a autonomia dos produtores, que passam a depender menos de insumos agropecuários.
 

A transição agroecológica, baseada em práticas mais sustentáveis nos sistemas de produção, resulta em benefícios econômicos e ecológicos para agricultores familiares do semiárido nordestino. É o que demonstram os estudos realizados pela Embrapa Caprinos e Ovinos (CE) com 70 famílias de agricultores familiares do Ceará. Foram comparados aspectos quantitativos (produção bruta e valor agregado) e qualitativos (autonomia e protagonismo da juventude) em dois territórios do estado. Os dados revelam um aumento da renda das propriedades que vêm adotando práticas agroecológicas há mais tempo quando comparadas com aquelas que estão no início do processo ou ainda praticam agricultura de forma tradicional. 

Os projetos foram desenvolvidos entre 2012 e 2022 nos territórios Sertão de Crateús e Sertão de Sobral. Algumas famílias participaram desde o início e estão em um estágio mais avançado do processo; outras foram entrando no decorrer das atividades. De 2019 a 2022, uma equipe de pesquisa avaliou os impactos ecológicos e econômicos do processo de implantação da transição agroecológica em propriedades desses dois territórios, comparando as que estão em diferentes níveis do processo e as que não aderiram a ele.

A transição agroecológica é um processo gradual de mudança dos manejos no sistema de produção, com o objetivo de passar de um modelo convencional para a prática da agricultura com princípios e tecnologias de base ecológica. O processo implica maior racionalização dos recursos e mudança de atitudes e valores em relação ao manejo e à conservação dos recursos naturais. De acordo com o zootecnista Éden Fernandes, líder do projeto Redinovagroeco, que realizou esse estudo, a maioria dos agricultores que aderiram a esse sistema está em nível intermediário da transição, quase não usam mais insumos químicos e não adotam pacotes tecnológicos fechados. Isso é resultado de um redesenho que faz modificações na estrutura e no funcionamento das propriedades”, explica. 

Esse é o caso do jovem agricultor Ramom Ximenes, 20 anos (segundo à esquerda na foto acima), cuja propriedade familiar está no processo de transição agroecológica desde 2012. A família cria caprinos, ovinos, bovinos, suínos, aves, peixes e abelhas, além de possuir árvores frutíferas, palma, gliricídia e uma capineira para alimentar o rebanho. “Comecei a participar porque eu queria trabalhar preservando a natureza”, afirma Ximenes. Além de cuidar dos animais e da plantação, ele participa de reuniões e eventos em que troca conhecimentos com outros agricultores. Entre as modificações implantadas ao longo do processo, destaca a estrutura para armazenamento de forragem e água para os animais, um galinheiro e área cercada para animais e plantas. 

Para a zootecnista Maria Gardênia Sousa, que atuou como bolsista no projeto, as principais transformações observadas nas propriedades que estão no processo de transição agroecológica estão relacionadas à maior autonomia e capacidade de resposta das propriedades (agroecossistemas). “As famílias alcançaram maior independência em relação a adubo orgânico, água, sementes e produção de forragem, diminuindo a necessidade da compra de insumos para a produção em mercados”, observa. Segundo ela, também houve um aumento da biodiversidade animal e vegetal nos sistemas produtivos, estoque de insumos e na diversidade de mercados acessados. “Os agricultores passaram a acessar um número maior de feiras para comercializar os produtos, gerando renda para suas famílias.”

Aumento da produção bruta e de valor agregado nas propriedades rurais

A metodologia utilizada no estudo acompanhou quatro propriedades, duas no Sertão de Sobral e duas no Sertão de Crateús, entre 2018 e 2022. Em cada território, foram avaliadas uma propriedade em estágio mais avançado de transição agroecológica e outra que não aderiu ou entrou mais tardiamente. Fernandes observa que alguns aspectos estão presentes nas propriedades dos dois territórios, como a diversidade dos cultivos e das criações. Porém, algumas características as diferenciam e interferem nos resultados. “O gado bovino, por exemplo, é mais presente no Sertão de Crateús e não aparece tanto no território de Sobral, onde as propriedades são menores e existem áreas compartilhadas que não pertencem aos agricultores. Tudo isso impacta os resultados da produção”, afirma.

No Sertão de Sobral, foram analisadas duas propriedades no Sítio Areias (Sobral). Aquela que está há mais tempo no processo de transição agroecológica obteve valores mais altos que os da propriedade que pratica agricultura de forma tradicional, tanto no produto bruto (tudo o que é produzido) quanto no valor agregado – que exprime a riqueza efetivamente gerada e equivale à renda bruta menos os custos relacionados aos insumos adquiridos nos mercados. Veja nos gráficos:

Variáveis econômicas anuais da propriedade em transição agroecológica avançada

Variáveis econômicas anuais da propriedade que não está em transição agroecológica

 

Os resultados indicaram, ainda, que a propriedade em transição agroecológica destina a maior parte da produção para a geração de renda, depois autoconsumo, estoque e doação. Também obteve aumento no volume de produtos comercializados, pela participação em ações do projeto que visam ao acesso dos agricultores a novos mercados.

No Sertão de Crateús, as propriedades avaliadas são da localidade Picos de Baixo (Santa Quitéria). Enquanto uma delas está em estágio mais avançado, a outra intensificou a transição agroecológica somente a partir de 2021. Nesse território, também se observou crescimento do produto bruto na propriedade que iniciou a transição agroecológica há mais tempo. Outro impacto observado foi maior agregação de valor em função da menor dependência de insumos adquiridos nos mercados. Confira nos gráficos:

Variáveis econômicas anuais da propriedade em transição agroecológica mais avançada

Variáveis econômicas anuais da propriedade em transição agroecológica menos avançada

 

Estudos também mostram impactos ambientais e sociais

Na avaliação dos impactos produzidos pelas atividades realizadas, a equipe constatou ainda incremento na venda direta dos produtos para os consumidores em espaços como feiras municipais, venda na comunidade, pela internet, de porta em porta, por encomenda e em loja especializada. A venda direta atende a uma demanda dos consumidores por produtos com origem conhecida e ajudam a formar vínculo entre os agricultores e os compradores, colaborando na fidelização de clientes. “Mesmo com dez anos de trajetória, ainda existem questões estruturais a serem vencidas para que se chegue à transição completa”, observa Fernandes. Entre os desafios estão a logística de transporte das mercadorias para comercialização fora das comunidades e o acesso maior a políticas públicas.

Além dos aspectos econômicos, outros indicadores são considerados quando se avalia o avanço do processo de transição agroecológica: autonomia, que implica independência em relação aos mercados de insumos e serviços e em relação à força de trabalho; responsividade, que diz respeito à capacidade de resposta às mudanças nos entornos social, econômico e ambiental; integração social, relacionada à participação em outros espaços fora da propriedade e acesso às políticas públicas; equidade de gênero e protagonismo das mulheres; e protagonismo da juventude, que garante a sucessão familiar no trabalho.

A zootecnista Dalcilene Paiva, que também atuou como bolsista no projeto, destaca outras mudanças, além das econômicas. “Houve melhorias em diversos aspectos, entre eles o ambiental, com o uso mais consciente da terra, sem queimada, desmatamento e com preservação da mata nativa; o econômico, com incentivo à geração de riqueza a partir dos insumos presentes nas propriedades, e aumento do valor agregado dos produtos; e por fim, o aspecto social, com a maior integração social entre as famílias, destacando a intensa participação das mulheres e dos jovens nesse processo de transição agroecológica.”

Para a professora Cellyneude Fernandes, da Faculdade Luciano Feijão, parceira no projeto, é importante destacar também o impacto desses estudos na educação formal e não formal dos atores sociais envolvidos. “Os agricultores acessam conhecimentos que se somam às suas experiências de vida; e os estudantes que visitam esses espaços interagem com os agricultores e ainda alinham teoria e prática. A parceria entre a Embrapa Caprinos e Ovinos e a Faculdade tem contribuído para o fortalecimento da aprendizagem dos alunos de diversos cursos como administração, psicologia, zootecnia, técnico em agropecuária, dentre outros. Sendo assim, é importante reconhecer a relevância não só técnica, mas também social dos projetos desenvolvidos”, enfatiza.

Os resultados completos desses estudos estão na publicação “Espaço rede para transição agroecológica: avaliação de impactos em dois agroecossistemas de territórios do Semiárido cearense”, disponível no portal da Embrapa. 

Construção do Novo Legislativo Angicano, será modelo para o Estado do RN.

 

𝐂𝐥𝐨𝐯𝐞𝐬 𝐓𝐢𝐛ú𝐫𝐜𝐢𝐨: 𝐄𝐬𝐜𝐫𝐞𝐯𝐞𝐫𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐮𝐦 𝐧𝐨𝐯𝐨 𝐜𝐚𝐩í𝐭𝐮𝐥𝐨 𝐧𝐚 𝐡𝐢𝐬𝐭ó𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐚 𝐂â𝐦𝐚𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐀𝐧𝐠𝐢𝐜𝐨𝐬




𝑪𝒐𝒏𝒔𝒕𝒓𝒖çã𝒐 𝒅𝒐 𝒏𝒐𝒗𝒐 𝒑𝒓é𝒅𝒊𝒐 𝑳𝒆𝒈𝒊𝒔𝒍𝒂𝒕𝒊𝒗𝒐 𝒑𝒓𝒐𝒎𝒆𝒕𝒆 𝒔𝒆𝒓 𝒎𝒐𝒅𝒆𝒍𝒐 𝒑𝒓𝒐 𝑹𝑵.

A Câmara de Angicos pretende iniciar ainda este ano as obras de construção de sua nova sede. A expectativa foi anunciada pelo vereador e presidente do Legislativo Municipal, Cloves Tibúrcio (MDB) durante reunião com equipe técnica nesta terça-feira (04.abril). O encontro aconteceu no Gabinete presidencial e contou com a presença casual dos companheiros de legislatura, Jalmir Filho (PSB) e Tiago Braga (MDB).
Na oportunidade Cloves ressaltou que o projeto arquitetônico para a construção da sede será audacioso, inovador e promete servir de modelo para o Rio Grande do Norte.
“Sem sombra de dúvidas, nossa Câmara se tornará uma das mais modernas do nosso Estado. Faremos um conjunto de investimentos estruturantes para melhor atender nosso povo. Juntos com os demais vereadores e servidores, escreveremos um novo capítulo na história do parlamento angicano.”, frisou o Presidente do Poder Legislativo Cloves Tibúrcio.

 CI

 
SEMANA SANTA

Como escolher peixe de qualidade na Semana Santa? VEJA AS DICAS AQUI

Aprenda a escolher um bom pescado
Por:  

Na Semana Santa, período tradicional de maior consumo de peixes em todo o país, o bacalhau é o preferido por muitos brasileiros, mas o pescado, que também tem consumo significativo no período, é, sem dúvida, o mais procurado pela maioria, principalmente, devido às melhores opções de preço. O termo pescado engloba todos os tipos de peixes, incluindo crustáceos, camarões, moluscos, entre outros.

Os auditores fiscais federais agropecuários (Affas) realizam um trabalho intenso, de fiscalização e inspeção dos pescados, da produção à mesa do brasileiro. No entanto, quando os pescados e demais peixes chegam aos estabelecimentos comerciais, cabe ao consumidor estar atento à escolha, verificando as características do produto, para evitar intoxicações e outras doenças causadas pela ingestão do alimento inadequado ao consumo.

Por isso, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários, reuniu dados sobre as principais características a serem observadas pelo consumidor no momento da compra do pescado estão relacionadas ao frescor e a uma análise dos atributos sensoriais do peixe.

A quantidade de gelo que envolve o peixe, que precisa estar imerso em uma boa camada de gelo, em temperatura baixa. Textura, pele e escamas do pescado também devem ser observadas com atenção. A região próxima à cauda deve estar limpa, lisa e livre de perfurações, com um aspecto brilhante e odor normal, característico do produto. Quanto às escamas, é preciso que se observe a firmeza delas, pois ao tentar puxar, a escama não deve se soltar do peixe.  Outra região importante a ser observada é a barriga do peixe, onde o consumidor deve apalpar com um dedo e verificar se a impressão digital desaparece logo em seguida. Caso ela se mantenha, é sinal que o peixe está inadequado para o consumo.

A região dos olhos do pescado é outro local importante para avaliação, na escolha desse tipo de produto. "Os olhos devem estar limpos, translúcidos, transparentes, com aspecto vivo, convexo e ocupando toda a cavidade orbitária do peixe", ensina Carolina.

Por último, outro aspecto que definirá a boa qualidade ou não do pescado é a coloração das brânquias ou guelras, que devem ter cor rosa avermelhada, de aspecto úmido e brilhante. 

O que observar na compra do peixe?

1 - Pescado deve estar envolvido (em contato) com boa quantidade de gelo, pois precisa estar acondicionado a baixas temperaturas;

2 - Região da cauda deve estar limpa, lisa e livre de perfurações, com aspecto brilhante e odor normal;

3 - Escamas e nadadeiras devem ser firmes e não se soltar quando puxadas;

4 -- A barriga também deve ser firme e quando apalpada, deve registrar a impressão digital, que deve desaparecer em seguida. Ela não deve se manter visível.

5 - Os olhos do peixe devem estar limpos, translúcidos; transparentes, com aspecto vivo, convexo e ocupando toda a cavidade orbitária;

6 - Brânquias ou guelras devem ter coloração rosa e avermelhada, úmida e brilhante.

 

Investidores brasileiros dizem que o momento é para apostar no setor de agronegócio

  

O setor agro é um dos segmentos mais importantes para a economia brasileira e um dos grandes responsáveis pelo desenvolvimento do país. Por isso, é comum que surja o interesse em investir no agronegócio. Para tanto, vale a pena entender melhor sobre o setor de agronegócio e por que ele pode ser interessante para quem investe.

Em 2021, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro cresceu 8,3% em relação a 2020. Além disso, o setor atingiu a participação recorde de 27,4% no PIB brasileiro — o maior valor desde 2004. Esse resultado, junto ao desempenho de 2020 de 24,3%, fez com que o biênio fosse especialmente significativo para a performance desse segmento.

Em 2022, entretanto, o resultado foi um pouco diferente. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que juntas calculam o PIB do agronegócio brasileiro especificamente, destaca que o segmento agro no país apresentou recuo de 4,28% entre janeiro e setembro de 2022, em comparação ao mesmo período do ano anterior. No entanto, o valor bruto da produção (VBP) aumentou 2,2% no ano e chegou a R$ 1,3 trilhão. Vale destacar que parte dos resultados se deve ao aumento dos custos causados pela guerra entre Rússia e Ucrânia, por exemplo.

“Apesar da recente queda nos resultados de agronegócio do Brasil,  acredito que o agronegócio permanece desempenhando um papel importante no Brasil. Por isso, investir no segmento pode ser uma ótima alternativa para investidores brasileiros, uma vez que trata-se de um mercado de insumos extremamente necessários para o nosso país e para o mundo”, explica Cauê Mançanares, CEO da Investo.

Mesmo com este recente cenário em 2022, é importante ressaltar que, entre 2011 e 2020, a agropecuária apresentou um avanço de 25,4%, superando os resultados gerais do PIB brasileiro, da indústria e dos serviços. O aumento no volume produzido e comercializado de itens agropecuários é um dos fatores mais relevantes para o desempenho do setor. Em 2021, por exemplo, havia a estimativa de uma safra recorde de 285 milhões de toneladas de grãos. Já no ano passado, também houve um bom desempenho de partes do setor nesse sentido. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), havia a projeção de safra recorde de grãos, cereais, leguminosas e oleaginosas em 2022, podendo chegar a 293,6 milhões de toneladas.

Logo, o aumento no volume produzido pelo agro é determinante para o crescimento do segmento. Essa questão está relacionada ao clima favorável e às condições de plantio, como uso de recursos mais adequados ou expansão das terras cultiváveis. O aumento na safra também está relacionado à adoção de tecnologia e de outros recursos que tornam o trabalho no campo mais efetivo. Inclusive, esse tipo de resultado pode ser medido pela produtividade total dos fatores (PTF).

Após entender melhor o desempenho do agronegócio no Brasil, é interessante saber por que aproveitar essa alternativa pode ser vantajoso. Veja abaixo alguns dos principais aspectos positivos para investimento no setor:

Potencial de crescimento nos próximos anos: apesar do cenário no último ano, as projeções para 2023 são mais animadoras, já que o PIB do setor poderá crescer 10%, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Diante das dificuldades econômicas mundiais, o segmento pode ser o principal motor do PIB brasileiro no ano;

Grande participação no PIB: outro motivo que pode justificar o investimento no agronegócio é a elevada participação que ele tem no PIB brasileiro. Afinal, o segmento responde, em média, por um quarto de toda riqueza anual produzida no país;

Diversificação do setor: investir no agronegócio traz muitas oportunidades de diversificação, já que existem empresas com diferentes tipos de atuação. Ademais, há a possibilidade de investir no agronegócio em outros países. Desse modo, há como diversificar ainda mais a sua carteira e aproveitar o potencial do agro em diferentes mercados, auxiliando a mitigar os riscos do portfólio e a melhorar o potencial de resultados da carteira;

Uma das formas de investir com foco no agro é por meio de títulos de renda fixa que tenham lastro nesse segmento. Entre as alternativas, estão a letra de crédito do agronegócio (LCA) e o certificado de recebíveis do agronegócio (CRA).  Na renda variável, você pode investir em ações de empresas ligadas ao agronegócio, como as companhias exportadoras de produtos agrícolas. Nesse caso, o investidor adquire papéis que representam uma parte do capital social do negócio e passa a participar dos seus resultados e riscos.

Importante lembrar que os investidores também podem recorrer aos ETFs ou fundos de índice. Esses são veículos financeiros que funcionam de modo coletivo, a partir da compra de cotas na bolsa de valores. Entre as possibilidades, existem ETFs ligados ao segmento agro, inclusive com foco internacional. Um exemplo é o FOOD11, baseado no ETF VanEck Agribusiness. Como o desempenho é baseado no índice MVIS Global Agribusiness (MVMOOTR), é possível se expor a mais de 50 empresas do segmento agrícola global.

terça-feira, 4 de abril de 2023

 

O Rio São Francisco recebe mais de 50 mil alevinos

   

A iniciativa é da companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) ealizou que um peixamento em trecho do rio São Francisco em Pernambuco. O local escolhido foi a orla fluvial do município de Petrolina, sede da 3ª Superintendência Regional. Ao todo, foram depositados, no rio, 50 mil alevinos das espécies curimatã, piau e pacamã, produzidos no Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura de Bebedouro, em Petrolina.

Rozzano Figueiredo, engenheiro de pesca da Codevasf, conta que essas são espécies nativas do rio São Francisco com valor econômico, social e ecológico. “O piau verdadeiro tem valor econômico e é utilizado na pesca esportiva; o curimatã também tem bastante valor econômico, e o pacamã é uma espécie ameaçada de extinção”, pontuou.

Estudantes de escolas públicas de Petrolina participaram do peixamento. Para Ana Célia Cerqueira, aluna da Escola Municipal Miguel Arraes, esse foi um momento de aprendizado e de conscientização. “Que todo mundo possa economizar a água, não deixando torneira ligada na hora de escovar os dentes, de tomar banho. A gente deve preservar a nossa água, que é tão importante”, disse.

Participaram do peixamento o superintendente regional e técnicos da 3ª Superintendência Regional da Codevasf; professores e alunos da Escola Municipal em Tempo Integral Governador Miguel Arraes e o prefeito de Petrolina, Simão Durando.

 

Inmet emite alertas de chuvas para o RN; Angicos esta entre elas. confira as cidades


O Instituto de Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu três alertas de perigo para chuvas. A previsão do alerta amarelo informa que as chuvas serão entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos (40-60 km/h). Já a do alerta laranja, informa que algumas regiões terão chuva entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, com ventos intensos (60-100 km/h).

Como forma de prevenir acidades, o instituto aconselha que m caso de rajadas de vento, não se deve abrigar debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda) e evitar usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Os alertas das chuvas vão das 10h30 desta segunda-feira 3 até às 10h desta terça-feira 4 para o município de Tibau. Já o segundo alerta amarelo, vai das10h21 desta segunda até às 10h da terça. Por fim, o alerta laranja informa que as chuvas irão das 10h desta segunda até às 10h da terça.

Confira as cidades com risco de chuva:

Assú
Afonso Bezerra
Água Nova
Alexandria
Almino Afonso
Alto do Rodrigues
Angicos
Antônio Martins
Apodi
Areia Branca
Augusto Severo
Baraúna
Caicó
Caraúbas
Carnaubais
Coronel João Pessoa
Doutor Severiano
Encanto
Felipe Guerra
Florânia
Frutuoso Gomes
Grossos
Jardim de Piranhas
Jucurutu
Macau
Martins
Mossoró
Olho d’Água do Borges
Rodolfo Fernandes
São Fernando
Serra do Mel
Serra Negra do Norte
Tibau
Umarizal
Upanema
Viçosa 

INMET