quinta-feira, 5 de abril de 2018

Uma mistura para ração barata mas que exige alguns cuidados

cana com uréiaÉ o uso da tecnologia de mistura da cana-de-açúcar com uréia. Essa ração vem sendo usada como base da alimentação bovina na época da seca, tornando-se uma opção mais rentável e barata para o produtor do que o uso da silagem de milho.
A cana-de-açúcar se destaca pela grande produção de matéria seca e energia. No entanto, ela é deficiente em proteína bruta, problema resolvido pela adição de uma fonte de nitrogênio não-protéico, no caso, a uréia. Com a adição desse elemento, o teor de proteína bruta da mistura fica em torno de 11%. Para completar a dieta do gado, há ainda a necessidade de se adicionar uma fonte de enxofre à mistura.
Os únicos cuidados que se deve ter com a mistura cana-de-açúcar com uréia é em relação ao período de adaptação dos animais, para evitar intoxicações, e ao preparo e armazenagem da mistura, para que não perca sua qualidade. Depois de pronta, a ração deve ser servida em pequenas quantidades inicialmente, até que os animais se adaptem aos novos ingrediente.

Segundo os pesquisadores da Embrapa Gado de Leite o uso dessa mistura, vem se expandido entre pequenos, médios e grandes produtores, com resultados positivos para todos, por ser uma tecnologia de simples adoção e baixo custo, portanto, bastante acessível.
CONTAG entrega pauta de negociação da Agricultura Familiar para o secretário da SEAD

O presidente da CONTAG Aristides Santos, o secretário de Política Agrícola Antoninho Rovaris e parte da Assessoria da Confederação, entregaram na tarde desta terça-feira (03), a pauta de negociação da Agricultura Familiar (2018/2019) para o secretário da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead)
VOLTA DO MDA
Na pauta apresentada, a CONTAG reivindica recriar o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).
“O MDA é uma grande conquista para todos e todas que vivem no campo, bem como para toda a sociedade brasileira. A extinção do MDA significa um prejuízo sem precedentes tanto para quem vive no meio rural, como também para os(as) que estão nas cidades, pois sem programas e políticas públicas voltadas à Agricultura Familiar, os trabalhadores(as) rurais não têm condição de plantar, comercializar e garantir alimentos saudáveis e com variedade nos centros urbanos. Assim, mais uma vez reivindicamos a volta urgente do MDA. A volta da valorização da Agricultura Familiar e do Brasil”, afirmou o presidente da CONTAG, Aristides Santos.
FINANCIAMENTO DA PRODUÇÃO
Garantir R$ 32 bilhões de crédito para o PRONAF, sendo 16 bilhões de investimento, para financiamento da produção da Agricultura Familiar no ano safra (2018 – 2019), e reduzir taxas de juros de 2,5% para 1,5% ao ano no Mais Alimentos , e de 5,5% ao ano para 2,5% nas demais culturas.
PROTEÇÃO À PRODUÇÃO - SEAF E SEGURO RURAL
Revisar as regras do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária da Agricultura Familiar (Proagro Mais) para culturas perenes. Manter a permissão de compra antecipada de insumos até 180 dias dentro da cobertura do Proagro.
CADASTRO DA AGRICULTURA FAMILIAR (CAF)
Garantir a implementação do cadastro a partir de julho de 2018. Passar o teto de renda de enquadramento da DAP de R$ 360 mil para R$ 450 mil.
 
PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO
Disponibilizar R$ 1,5 bilhões para o Programa de Aquisição de Aquisição de Alimentos (PAA). Criar um Política de Formação de Estoques Reguladores para atendimento às necessidades regionais do Brasil, bem como fortalecer incentivar o cooperativismo na agricultura familiar. Reduzir a carga tributária no processo produtivo (máquinas, combustível, etc).
 
RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS
Atualizar os normativos de renegociação de dívidas, para que contemple todas as situações da agricultura familiar no País.
ACESSO A TERRA E REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA
Garantir o pagamento imediato de todas as áreas de obtenção para fins de Reforma Agrária, cujos processos estão conclusos e aguardando apenas a liberação dos recursos; e equiparar os beneficiários (as) do Crédito Fundiário aos do Programa Nacional de Reforma Agrária, no que se refere as políticas públicas.
PESQUISA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA
Realizar a 3ª Conferência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (CNATER) até abril de 2019. Fortalecer a Emprapa no que se refere à pesquisa voltada para Agricultura Familiar.
MEIO AMBIENTE E ENERGIAS RENOVÁVEIS
Incentivar a atividade de recuperação ambiental com recursos financeiros que não precisam ser devolvidos. Criar o Programa de Incentivo à adoção de tecnologias para produção de energias renováveis.
CONVIVÊNCIA COM O SEMIÁRIDO
Criar e implementar a Política Nacional de Convivência com o Semiárido. Uma Política que garanta captação, armazenamento e democratização do acesso a água, bem como a produção de forrageiras para garantir a alimentação para os animais.
TRIBUTAÇÃO DE AGROTÓXICOS
Estabelecer tributação progressiva aos agrotóxicos de acordo com sua escala de toxidez, e utilizar os recursos arrecadados para promover a produção agroecológica, regularização ambiental e financiamento da Assistência Técnica e Extensão Rural.
BIODIESEL
Garantir que nas compras de oleaginosas pelas empresas junto a agricultura familiar, tenha o acompanhamento e a validação do Sindicato.
HABITAÇÃO RURAL
Contratar 100 mil unidades habitacionais em 2018, e também revisar as faixas de renda para fim de enquadramento no Programa, entre outras reivindicações.
Logo após a entrega da pauta, o secretário da Sead, se comprometeu em analisar as propostas da CONTAG e responder o mais breve possível.  
CONTAG SEGUE APRESENTANDO SUA PAUTA DE REIVINDICAÇÃO
“Além da Sead/Casa Civil, também apresentaremos nossa pauta para os Ministérios do Desenvolvimento Social; Agricultura, Agropecuária e Abastecimento; Integração Nacional; Cidades; Minas e Energias; Meio Ambiente; Planejamento, Orçamento e Gestão; Fazenda e Educação. Temos certeza que só assim garantiremos políticas públicas para os povos do meio rural brasileiro, para que possamos ter condições de produzir e garantir a soberania e segurança alimentar no nosso País, com desenvolvimento sustentável e preservação do meio ambiente”, ressaltou o secretário de Política Agrícola da CONTAG, Antoninho Rovaris.  

 
FONTE: Comunicação CONTAG

Servidores da Emater-RN implantam programa ‘Bem Estar’ no trabalho


Lançamento do Espaço 'Bem Estar'

Pensando na Qualidade de Vida no Trabalho dos servidores, a Emater-RN com apoio da Associação dos Servidores da Emater – ASSEMA lançou nesta quarta-feira (28), o espaço “Bem Estar”, localizado no térreo, do órgão.
Com três ambientes, o espaço de convivência tem como objetivo proporcionar um local de trabalho mais agradável e oferecer aos servidores serviços como, orientação nutricional e jurídica, escuta psicossocial, além de outras atividades.
Desenvolvido para os servidores ativos e aposentados, o Projeto “Bem-Estar” estimula o cuidado do servidor com sua saúde física e mental. A Qualidade de Vida no trabalho se constituem de ações específicas, e um local, que visa atender as necessidades dos seus funcionários no que tange os aspectos profissionais como também pessoais.
A direção da Instituição enfatizou a importância do programa e do espaço para os servidores. O programa melhora o clima organizacional e a produtividade da equipe.
Os servidores, ativos e aposentados, podem agendar os atendimentos por meio do e-mail: agendamentobemestaremater@hmail.com.
Serviços gratuitos:
  • Orientação Nutricional (segundas, quartas e sextas, das 8 às 11h)
  • Primeiros Socorros Básicos (todos os dias);
  • Orientação Jurídica (sextas, das 9 às 11h);
  • Escuta Psicossocial (terças e quintas, das 8 às 12h).
Dia da Beleza, toda quarta-feira
Serviços pagos (valor inferior ao de mercado)
  • Manicure/ Pedicure;
  • Design de Sobrancelha;
  • Depilação;
  • Escova;
  • Limpeza de Pele;
  • Massagem.


quarta-feira, 4 de abril de 2018

Plantio de melancia como alternativa de boa renda para o produtor rural

plantio de melanciaA melancia é uma planta rasteira que se desenvolve bem em solos de textura média, profundos e bem drenados, com boa retenção de umidade. O produtor ficar atento á competição com as plantas daninhas, que competem com as frutas por água, luz, nutrientes, e ao ataque de pragas e doenças.
O Brasil é o décimo maior produtor mundial de melancia, e sua importância para a economia é muito elevada. Os técnicos da Embrapa Rondônia, um dos estados bons produtores de melancia, recomendam o  cultivo da melancia para que os pequenos produtores rurais possam ter bons resultados de produtividade e bons lucros.

A melancia é uma fruta bastante apreciada em diferentes partes do mundo, principalmente em regiões tropicais e subtropicais. Suas propriedades refrescantes e diuréticas, associadas ao sabor agradável e ao baixo teor calórico fazem da fruta uma excelente alternativa para os adeptos dos mais variados regimes alimentares.

Pastejo rotacionado é vantajoso para a criação de ovinos e caprinos


pastejo ovinosUm sistema especial de pastejo foi planejado pelos pesquisadores da Embrapa para promover oferta de alimento durante todo o ano na região do semiário brasileiro. É o chamado sistema de pastejo rotacionado e é direcionado para os ovinos e caprinos. Ele também explora a utilização de irrigação. O sistema resolve o principal problema dos produtores da região oferecendo a produção  de alimento para o rebanho o ano todo.
A escassez e a má distribuição de chuvas no semi-árido tornam a produção de pastagem bastante irregular na região. Uma outra característica do sistema rotacionado é que ele pode  ser utilizado em qualquer região do País, desde que o produtor tenha água disponível para irrigar as pastagens.

Qualquer gramínea forrageira pode ser usada no plantio, desde que seja bem adaptada à região, resistente ao pastejo e tenha um bom rendimento forrageiro. Com a adoção desse tipo de pastejo, os produtores podem oferecer carne de boa qualidade e atender às exigências do mercado de pele. Uma das principais vantagens do sistema é a redução na idade de abate de 18 meses para 4 a 6 meses, com variação de peso vivo de 26 a 32 quilos após 75 a 90 dias de pastejo.

terça-feira, 3 de abril de 2018

01 de abril e o custo da mentira-ARTIGO

Pense nisso. Sucesso
     

Antes da adoção do calendário gregoriano, o ano novo era comemorado na chegada da Primavera no Hemisfério Norte e o ano começava dia 01 de abril, após uma semana de festas. 
Conta-se que em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o  rei Carlos IX de França determinou que o ano novo começasse no dia 01 de janeiro, mas os franceses resistiram à mudança de calendário e continuaram a comemorar o início do ano em 01 de abril.  

Os que resistiram foram alvos de muitas brincadeiras como o envio de presentes estranhos e convites para festas inexistentes. 
Desde então, o dia 01 de abril é comemorado no mundo inteiro como o “Dia dos Tolos”, “Dia dos Bobos”, etc. 
Em Minas Gerais, foi lançado no dia 01 de abril de 1828 um jornal que se chamou “A Mentira” que teve como manchete o falecimento do Imperador Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. Por isso, no Brasil, o dia 01 de abril é chamado “Dia da Mentira”.
As brincadeiras de 01 de abril parecem estar caindo de moda até porque o hábito de mentir parece ter se estendido para todos os dias do ano. 
O problema que vemos hoje é que o que caiu realmente em desuso é a verdade. Até mesmo autoridades e pessoas de quem esperamos um mínimo de decência e retidão parecem ter perdido a vergonha de mentir descaradamente para obter vantagens, lícitas ou não.

Desde as Fake News nos órgãos oficiais da imprensa tradicional até as mentiras que se multiplicam pelas redes sociais sem nenhuma preocupação com as vítimas dessas calúnias, estamos vivendo um tempo que já se chamou de “Pós-verdade”, onde tudo é relativo, inclusive a verdade. 

Na empresa, a mentira acarreta custos incalculáveis e precisa ser combatida através do incentivo e até prêmio àqueles que falam a verdade, mesmo que essa verdade incomode  e as pessoas não gostem de ouvi-la.
Esconder a verdade em benefício de um clima cordial e ameno não pode ser incentivado nem permitido na empresa. A qualidade e o sucesso dependem da verdade, mesmo que ela doa e incomode.

Indústria de mel e própolis espera aumentar receita em até 18% em 2018

Desempenho será puxado especialmente por maior demanda de própolis e ampliação de catálogo de produtos, diz presidente da Apis Flora

Abelha-mel-colmeia (Foto: Kamillo Kluth/Flickr)
Empresa especializada em produtos à base de mel, própolis e extratos vegetais, a Apis Flora espera um crescimento entre 15% e 18% neste ano, um ritmo bem superior ao da economia brasileira. É o que afirma o presidente da companhia, Raul Ferreira, que vê demanda crescente e espera colher resultados dos investimentos em novos produtos.
“Estamos crescendo a dois dígitos há pelo menos seis anos. Temos investido em produtos novos na cadeia de própolis, que é a que tem dado melhores resultados”, explica o executivo.
A Apis Flora iniciou suas atividades no início dos anos 1980, com uma produção apícola e a exploração do extrato de própolis. Ainda nessa época, começou a comercializar misturas de mel com outros extratos vegetais.
Os apiários próprios foram mantidos até 2002, quando a Apis Flora passou a se dedicar apenas à parte industrial, delegando a fornecedores integrados a oferta da matéria-prima. Atualmente, são mais de cem produtos no catálogo entre medicamentos, insumos para a indústria farmacêutica, alimentos e itens de higiene.

Do total, 70% do catálogo é de produtos alimentícios à base de mel. Os itens de higiene pessoal representam outros 25% e os medicamentos 5%. Segundo Ferreira, estão na fila do lançamento pelo menos mais sete itens, todos do segmento de fármacos da empresa. No mercado varejista, as vendas em farmácias, aliás, representam 90% da receita da companhia.
De todo o faturamento, 85% são provenientes do mercado interno e 15% de exportações para pelo menos 15 países, como China, Estados Unidos, Canadá, Japão, Coreia do Sul e Argentina. A expectativa é aumentar essa participação do mercado externo a partir da obtenção de um certificado de produção orgânica.
“A Ásia é um consumidor mais tradicional, mas queremos reduzir essa dependência, aumentando as vendas na Europa e América do Norte. A certificação orgânica é importante para entrara nesses mercados”, diz Ferreira, que vê um ambiente externo “estável”. Ele espera já estar com a produção certificada até o meio do ano, para prospectar mercados no segundo semestre.
Para minimizar riscos, como o da variação cambial, o executivo explica que a empresa opera com 60% a 70% da produção hedgeada. Especialmente com o chamado ACC, Adiantamento sobre Contratos de Câmbio, instrumento usado para financiar operações de exportação em que o contrato de câmbio é feito antes mesmo do exportador receber o pagamento pela mercadoria.

“Quando o risco de baixa do dólar é menor, dá para assumir um certo risco, mas se vemos que o câmbio está no limite, fazemos mais hedge”, explica Ferreira, que tem a expectativa de alta do dólar, pelo menos até o período eleitoral, no mês de outubro.

Água: Quadro da barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves é mais grave que em 2017

Mesmo com as chuvas que caíram no RN nos primeiros meses do ano, a situação da barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, localizada na região do Vale do Açu, o maior reservatório de água do estado, é grave.

Isso porque, segundo boletim divulgado em março, o reservatório está com apenas 11,81% de sua capacidade hídrica, ou seja, está com pouco mais de 283 milhões de metros cúbicos de água, quando seu volume total é de 2,4 bilhões m³.

A situação, inclusive, é mais grave que a do ano passado, aponta reportagem de Ciro Marques, publicada neste sábado 931) através do portal Agora RN.  

Em abril de 2017, segundo Instituto de Gestão das Águas do Estado do RN (Igarn), o reservatório, situado no leito do rio Piranhas-Açu, entre os municípios de Assú, Itajá e São Rafael, tinha um volume de, aproximadamente, 18,9%, com mais de 453 milhões m³.

A situação foi piorando com o passar dos meses, por conta da ausência de chuvas na região e, em janeiro, a barragem possuía um volume de menos de 11,4%.

Em fevereiro, a situação piorou ainda mais e a barragem caiu para menos de 11% – seu pior nível em um ano.
Em março, com a retomada das chuvas, o nível melhorou pouco menos que 1%. Contudo, ainda requer cuidados e economia de água por parte da população, conforme alerta o Igarn.


Como aproveitar melhor o plantio de sorgo no semiárido

plantação de sorgoO valor nutricional do sorgo equivale a 95% ao do milho, ou seja, é uma cultura muito mais resistente à seca e quase tão nutritiva quanto ao milho. Por isso, os pesquisadores da Embrapa desenvolveram várias cultivares de sorgo das espécies forrageiro e granífero que podem oferecer uma melhor produtividade no Semi-Árido brasileiro. Dessa forma, a cultura do sorgo torna-se uma boa opção para os produtores dessa região.
Os pesquisadores de Embrapa Milho e Sorgo, destacam que o sorgo tem boa produtividade, mesmo em lugares com pouca oferta de água. Dessa forma, o sorgo pode ser usado como fonte de carboidrato na alimentação humana e animal.

O sorgo granífero tem porte baixo e o seu principal produto é o grão. Ele pode ser utilizado na alimentação humana e na fabricação de ração. Já o sorgo forrageiro tem porte mais alto, poucas sementes e elevada produção de forragem. É utilizado na produção de silagem, sendo uma boa opção para rebanhos produtores de leite, e no pastejo de animais. Para uma boa produção, é importante que os agricultores procurem sementes certificadas e de boa qualidade.

Relatório da situação volumétrica dos reservatórios do Estado



O Relatório da Situação Volumétrica dos principais reservatórios do Estado, divulgado pelo Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN), nesta segunda-feira (02), indica que o retorno das chuvas ao interior do estado propiciou a chegada de águas em três reservatórios anteriormente secos. Os maiores ganhos de reservas hídricas ocorreram na Bacia Apodi/Mossoró.
Dos 47 reservatórios com capacidade superior a cinco milhões de metros cúbicos, monitorados pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Igarn, 19 continuam em volume morto e 11 estão secos. Em termos percentuais, 40,42% dos mananciais potiguares estão em volume morto e 23% secos. No último levantamento, divulgado no dia 26 de março, o número de mananciais secos era de 14, o que representava uma percentagem de 29,78% dos reservatórios, os considerados em volume morto permaneceram com percentuais inalterados, correspondendo a outros 40% dos mananciais monitorados pelo Instituto.
Após vários anos completamente seco, o reservatório Pau dos Ferros recebeu 31 mil metros cúbicos após as últimas chuvas, o que em termos percentuais ainda é muito pouco, correspondente a 0,06%, dos 54,846 milhões de metros cúbicos da capacidade total da barragem. O açude Malhada Vermelha, localizado em Severiano Melo, foi outro manancial que recebeu água saindo da situação de seco para volume morto, 389,116 mil metros cúbicos, que correspondem a 5,16% da capacidade total do reservatório, que é de 7,587 milhões de metros cúbicos.
O aumento mais expressivo de volume de águas foi verificado no açude Santo Antônio de Caraúbas, localizado no município de Caraúbas, que recebeu 1,046 milhões de metros cúbicos, chegando a 12,26% da sua capacidade total, que é de 8,538 milhões de metros cúbicos. Este reservatório, portanto, saiu da situação de seco para um suporte de águas que suportará dois meses, caso não ocorram mais chuvas na região.
O reservatório Marcelino Vieira, no último dia 26 de março, estava com 356,943 mil metros cúbicos, correspondentes a 3,19% da sua capacidade total que é de 11,200 milhões de metros cúbicos. Após as chuvas o manancial está com 1,400 milhão de metros cúbicos, que correspondem a 12,51% da sua capacidade total.
A barragem Riacho da Cruz II, localizada em Riacho da Cruz, também recebeu bom aporte de águas. No dia 26 de março estava com 2,625 milhões de metros cúbicos, correspondentes a 27,33% da sua capacidade total. No relatório de hoje está apresentando 7,024 milhões de m³, em termos percentuais, 73,14% dos 9,604 milhões de metros cúbicos que acumula quando completamente cheia.
Com relação aos maiores reservatórios estaduais, a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, no dia 26 de março, estava com 280.454.733 milhões de metros cúbicos, ou 11,69% da sua capacidade total. Atualmente está com 282.267.266 milhões de metros cúbicos, o que corresponde em termos percentuais a 11,76%, dos 2,4 bilhões de metros cúbicos da sua capacidade total.
Segundo maior reservatório do Estado, a barragem Santa Cruz do Apodi estava, no dia 26 de março, com 81,042 milhões de metros cúbicos de água, ou 13,51%, da sua capacidade total, que é de 81,042 milhões de metros cúbicos dos 599 milhões que acumula quando cheia. Nesta segunda-feira, 2 de abril, está com 87,666 milhões de m³, em termos percentuais 14,62% da sua capacidade total.
A barragem de Umari, em Upanema, praticamente manteve o mesmo volume. No dia 26 de março estava com 36,674 milhões de m³, em termos percentuais 12,52% de sua capacidade. Atualmente está com 36,601 milhões de metros cúbicos, que correspondem a 12,50% dos 292 milhões que acumula quando cheia.
A Bacia Apodi/Mossoró está com 140,409 milhões de metros cúbicos, o que corresponde a 12,76% da sua capacidade hídrica superficial total. Já a Bacia Piranhas/Assu está com 355,066 milhões de m³, 11,97% do seu volume total superficial.
Sobre os volumes das principais lagoas potiguares
A Lagoa de Extremoz, responsável por parte do abastecimento da Zona Norte da Capital, está com 7,806 milhões de metros cúbicos, correspondente a 70,85% do seu volume máximo, que é de 11 milhões de m³. Já a Lagoa do Jiqui que possui 440 mil metros cúbicos e abastece parte da Zona Sul de Natal permanece completamente cheia. A Lagoa do Bonfim, que fornece água para a Adutora Monsenhor Expedito, está com 52,86%, 44,547 milhões de metros cúbicos dos 84,2 que possui quando cheia.

Feriadão da Semana Santa foi chuvoso em todas as regiões do Estado


Mapa Chuvas Semana Santa

A unidade de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), registra durante o feriado prolongado a Semana Santa um volume expressivo de chuvas, desde a manhã da quarta-feira (28/03) até a manhã de hoje (02/04). Em 106 postos pluviométricos monitorados foram registradas boas chuvas no acumulado, como no município de Senador Georgino Avelino, onde o acumulado chegou a 223 milímetros. Choveu com intensidade também na região Oeste potiguar, em Doutor Severiano choveu 183,5.
Previsão
A previsão para amanhã no Estado, é que continua a ocorrência de pancadas de chuva em todas as regiões do Estado, provocadas pela a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).  

BOLETIM PLUVIOMÉTRICO
Período: das 7h de 28/03/2018 às 7h de 02/04/2018

Número de Postos Existentes: 177               Número de Postos sem Contato:71
Número de Postos com Chuva: 106              Número de Postos sem Chuva:   0

MESORREGIAO OESTE POTIGUAR 
Dr. Severiano(Emater)                                   183,5
Portalegre(Particular)                                  175,9
Itau(Particular)                                        143,0
Serrinha Dos Pintos(Prefeitura)                         129,6
Campo Grande(Particular  2)                             126,7
Rodolfo Fernandes(Prefeitura)                           126,5
Severiano Melo(Prefeitura)                              117,5
Pau Dos Ferros(Particular)                              116,0
Janduis(Emater)                                         111,6
Barauna(Emater)                                         105,0
Caraubas(Particular)                                     98,9
Apodi(Base Fisica Emparn)                                93,0
Jose Da Penha(Emater)                                    91,6
Lucrecia(Emater)                                         90,1
Mossoro(Prefeitura)                                      87,0
Pendencias(Ana)                                          84,7
Riacho Da Cruz(Emater)                                   84,6
Ipanguacu(Base Fisica Da Emparn)                         79,7
Gov. Dix-sept Rosado(Particular)                         79,4
Campo Grande(Particular)                                 78,4
Umarizal(Fazenda Camponesa(partic))                      78,0
Rafael Godeiro(Emater)                                   77,9
Assu(Emater/st. Casa Forte)                              75,6
Piloes(Prefeitura)                                       68,3
Felipe Guerra(Prefeitura)                                68,0
Olho D'agua Dos Borges(Particular)                       67,8
Antonio Martins(Emater)                                  62,0
Riacho De Santana(Emater)                                62,0
Apodi(Prefeitura)                                        59,5
Sao Francisco Do Oeste(Prefeitura)                       59,5
Areia Branca(Emater)                                     49,6
Itaja(Emater)                                            48,0
Vicosa(Prefeitura)                                       46,0
Grossos                                                  42,5
Sao Rafael(Particular Ii)                                42,3
Parau(Prefeitura)                                        42,0
Martins(Particular)                                      40,5
Frutuoso Gomes(Emater)                                   40,0
Carnaubais(Emater)                                       31,5
Upanema(Prefeitura)                                      30,8
Ipanguacu(Emater)                                        26,3
Francisco Dantas(Emater)                                 24,0
Agua Nova(Prefeitura)                                    23,0
Tenente Ananias(Emater-st Mororo)                        22,0
Messias Targino(Prefeitura)                              18,5
Major Sales(Prefeitura)                                  18,2
Alto Do Rodrigues(Diba/baixo Assu)                       17,5
Luis Gomes(Delegacia)                                    17,0
Parana(Emater)                                           11,5
Tibau(Prefeitura)                                        11,0

MESORREGIAO CENTRAL POTIGUAR
Caico(Acude Itans)                                      141,0
Macau(Posto Nosso Barco)                                 85,8
Sao Fernando(Emater)                                     81,8
Equador(Particular)                                      80,3
Ouro Branco(Sindicato Trab.rurais)                       77,2
Serra Negra Do Norte(Emater)                             76,0
Guamare(Lagoa Doce)                                      72,4
Sao Joao Do Sabugi(Emater)                               68,0
Timbauba Dos Batistas(Emater-fz. Timbauba)               62,0
Florania(Sitio Jucuri)                                   61,2
Cerro Cora(Emater)                                       54,3
Parelhas(Emater)                                         48,5
Angicos(Prefeitura)                                      46,0
Pedro Avelino(Base Fisica Da Emparn)                     44,0
Sao Bento Do Norte(Prefeitura)                           42,5
Acari(Particular)                                        35,8
Macau(Defesa Civil (ex-emater))                          34,5
Lajes(Olho Dagua Dois Irmaos)                            34,0
Lajes(Prefeitura)                                        31,5
Pedro Avelino(Particular)                                25,2
Lagoa Nova(Emater/st. Humaita)                           23,0
Jardim Do Serido(Emater/passagem)                        22,8
Currais Novos(Sec Meio Amb. Ex Cersel)                   18,2
Sao Jose Do Serido(Associacao Usuarios Agua)             15,5
Carnauba Dos Dantas(Emater)                              13,8
Sao Jose Do Serido(Fz Caatinga Grande)                    8,6
Sao Vicente(Emater(ex-particular))                        7,8
Caicara Do Rio Dos Ventos(Particular)                     5,6
Cruzeta(Base Fisica Da Emparn)                            3,7

MESORREGIAO AGRESTE POTIGUAR
Monte Alegre(Emater)                                    159,0
Ielmo Marinho(Prefeitura)                               104,4
Parazinho(Emater - Ex-particular)                        97,4
Joao Camara(Centro Saude)                                96,6
Coronel Ezequiel(Particular)                             79,4
Tangara(Emater)                                          76,5
Sao Pedro(Emater)                                        72,0
Sitio Novo(Prefeitura)                                   72,0
Vera Cruz(Emater)                                        72,0
Barcelona(Particular)                                    69,5
Rui Barbosa(Emater)                                      69,5
Santa Maria(Sind.trab.rurais)                            55,0
Boa Saude(Emater)                                        53,6
Sao Bento Do Trairi(Prefeitura)                          52,3
Monte Das Gameleiras(Emater)                             45,0
Sao Tome(Emater)                                         45,0
Jacana(Emater)                                           38,5

MESORREGIAO LESTE POTIGUAR
Senador Georgino Avelino(Particular)                    223,0
Goianinha(Emater)                                       193,4
Espirito Santo(Prefeitura)                              185,1
Natal                                                   168,5
Parnamirim(Base Fisica Da Emparn)                       163,2
Sao Goncalo Do Amarante(Base Fisica Da Emparn)          131,4
Montanhas(Prefeitura)                                   114,2
Ceara Mirim                                             100,0
Macaiba(Piripiri)                                        95,5
Extremoz(Emater)                                         45,2

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Plano Safra

banco Santander avalia que há espaço para taxas menores de juros no crédito rural no Plano Safra para o ciclo 2018/2019. Mas essa redução pode ser limitada pela situação fiscal do Brasil, pondera o diretor de Agronegócios da instituição, Carlos Aguiar Neto.
“Pode haver uma redução, mas não deve ser grande dada a redução fiscal do país. É muito mais psicológico”, diz ele.
O executivo acredita que a taxa Selic a 6,5% ao ano - com o Banco Central sinalizando a possibilidade de mais cortes - traz uma “oportunidade” aos bancos privados em relação aos públicos nos negócios com a agropecuária. O líder nacional em financiamentos para o setor é o Banco do Brasil.
“Sou cético em relação à necessidade de recursos públicos com uma taxa de 6,5%. Selic abaixo do custo do crédito é uma oportunidade para os bancos mostrarem que gostam do setor”, diz Aguiar.
Ele acredita também que a oferta de crédito para a próxima safra deve ter uma participação maior dos financiamentos a juros não controlados. “O cenário está dado para a parte da economia real sem subsídio prevalecer”, acredita, sem, contudo, detalhar a que proporções isso deve ocorrer.

No geral, a safra atual já registra um crescimento desse tipo de contratação. Segundo o Ministério da Agricultura, de julho de 2017 a fevereiro de 2018, foram R$ 23,55 bilhões, 54,8% a mais que no mesmo período na safra passada. Nas taxas controladas, foram R$ 68,55 bilhões, um aumento de apenas 2,8% na mesma comparação.
O crédito a juros não controlados representou 25,57% do total liberado de julho de 2017 a fevereiro de 2018, que foi de R$ 92,10 bilhões. No mesmo período na safra passada, a proporção era de 18,56%, o equivalente a R$ 15,21 bilhões dos R$ 81,93 bilhões emprestados até então.
No Santander, o volume atual em financiamentos para o agronegócio, segundo Aguiar, está em torno de R$ 14 bilhões. Desse total, R$ 4 bilhões são subsidiados. É o equivalente a 28,57% do total da carteira e bem mais do que ele diz que gostaria, que é em torno dos 10%.
Juros em discussão
Os juros estão entre os principais pontos de discussão do próximo Plano Safra. Com o atual ciclo de redução imposto pelo Banco Central, a Selic de 6,5% ao ano é menor que as taxas das linhas de financiamento para o agronegócio. Lideranças do setor têm pressionado o governo por redução no custo de capital para custeio e investimentos.
No Ministério da Agricultura, o discurso é o que de as taxas tendem a cair. O próprio ministro Blairo Maggi tem dito que, diante da situação atual, o produtor não pode continuar pagando os mesmos patamares de juros.
Em debate com produtores rurais, em Lucas do Rio Verde (MT), na semana passada, o secretário de Política Agrícola, Neri Geller, disse que o novo Plano terá, ao menos, os R$ 188 bilhões aprovados para a safra atual. Ele tem dito que, em função da queda da Selic e da inflação, o governo tem espaço para bancar a equalização das taxas subsidiadas.
Mas o Ministério descarta mudanças antes da virada do calendário-safra, em 1º de julho. Diante da situação, representantes do empresariado e do setor financeiro tentam evitar que a indefinição dos juros afete a decisão do produtor. Dizem que quem tiver negócios para fechar agora, que o faça, pois o futuro pode não ser tão vantajoso.
“Existe a possibilidade dos juros caírem, mas o produto pode ficar mais caro nos próximos meses”, diz Francisco Matturro, presidente da Agrishow, em entrevista à Globo Rural. A feira de tecnologia chega, neste ano, à 25ª edição, entre 30 de abril e 4 de maio, em Ribeirão Preto (SP).
Carlos Aguiar Neto, do banco Santander, faz avaliação semelhante. “Aproveitar um desconto a vista agora pode ser melhor do que o 1% que pode nem vir. Sempre falo para o cliente pensar em vez de esperar pelo governo.”

 

Um parasita que provoca muitos prejuízos ao produtor rural

bovino carrapatoTrata-se do carrapato dos bovinos (Rhipicephalus microplus),  um dos principais desafios enfrentados pelos produtores. Dados de pesquisas brasileiras indicam que o parasito é responsável por prejuízos anuais de cerca de US$ 3,2 bilhões, associados à queda na produtividade, mortalidade de animais, custos com os tratamentos e com mão de obra.
De maneira geral, como ocorre nas outras parasitoses, cerca de 95% da população de carrapatos encontra-se no pasto e apenas 5% está diretamente nos bovinos. “Durante o ano, o produtor precisa investir em uma série de medidas para reduzir as infestações nas pastagens e, consequentemente, no rebanho”, explica o Gerente Técnicos de Pecuária de Corte da Ceva Saúde Animal, Marcos Malacco.
O controle estratégico é imprescindível para evitar a proliferação do parasito. Ele consiste na inserção de tratamentos com produtos adequados e altamente efetivos em determinadas épocas do ano. Para desenvolver um programa eficaz, deve-se levar em consideração uma série de fatores como: ciclo de vida do carrapato, manejo, raça dos animais e identificação daqueles que corriqueiramente apresentam as mais altas infestações no rebanho.
De maneira geral, os carrapatos podem ser observados nos bovinos ao longo do ano, entretanto existem picos de infestações, denominados gerações dos carrapatos, que são estimuladas por condições ambientais favoráveis ao desenvolvimento do parasito nas pastagens.

Em média, o rebanho enfrentará três gerações no período de um ano. Em algumas regiões, dependendo das condições climáticas, ainda poderão ocorrer uma quarta ou uma quinta geração. É importante mencionar que a quantidade de carrapatos nas pastagens e, consequentemente nos animais, se acumula de geração para geração. Assim, o impacto ou a intensidade de uma geração posterior tem relação direta com a intensidade de infestação da geração imediatamente anterior a ela. Portanto, o sucesso do programa de controle dependerá do combate adequado dos carrapatos já no início da primeira geração, pois o grau da infestação dos próximos picos estará diretamente ligado a esse momento. Caso a primeira geração não tenha sido convenientemente controlada, deveremos iniciar o controle o quanto antes, logo no início da geração que encontrarmos na época do ano correspondente.

Animais de sangue doce são mais vulneráveis ao carrapato no rebanho bovino


carrapato plulverizaNos programas de controle do carrapato, um ponto muito importante para o sucesso das ações é identificar, os animais de sangue doce. “Normalmente esses bovinos correspondem entre 10% e 20% do total de animais e carregam mais que a metade do total do número de carrapatos do rebanho. Portanto, são verdadeiras “fábricas” de carrapatos para o restante do rebanho. Estes animais necessitarão de um esquema especial de tratamento, caso permaneçam no rebanho, ou até mesmo serem descartados, pois essa característica é passada para sua descendência”, explica o Gerente Técnicos de Pecuária de Corte da Ceva Saúde Animal, Marcos Malacco.
O bem-estar dos animais também deve ser levado em conta dentro do esquema de controle: o manejo agressivo, tempo excessivo dentro do curral, entre outros fatores estressantes ocasionarão aumento nas taxas de cortisol sanguíneo, o que poderá culminar em queda da imunidade natural nos animais (imunodepressão) e maior possibilidade de altas infestações por ectoparasitos e outras enfermidades.

Para combater a infestação de carrapatos, Malacco orienta que o produtor use o Fluron® Gold, carrapaticida altamente eficaz que une efeito de contato e sistêmico para o controle do carrapato. O produto possui em sua formulação três princípios ativos com mecanismos de ações diferentes: dois deles agindo por contato e o outro sistemicamente sobre o carrapato. Também há um sinergista, que auxilia um dos princípios ativos. Os ativos que agem por contato são o Clorpirifós e a Cipermetrina. Eles controlam todos os estágios parasitários do carrapato, juvenis e adultos, levando-os a paralisia e morte.