sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Fátima Bezerra não pagou ao produtores de leite


Por Robson Pires
O governo de Fátima Bezerra deixou o produtor de leite do Rio Grande do Norte sem receber o pagamento do Programa do Leite no Natal. E e no caminho que está vai passar o Réveillon liso também.
Nota do Blog: Isso e uma sacanagem. Uma falta de compromisso com o produtor rural. E ninguém diz nada. Alo Deputados Estaduais. Vão ficar calados? 

Genômica mostra influência do sexo dos reprodutores na maciez da carne bovina

Ana Maio - Conhecimento poderá orientar se características serão herdadas por via paterna ou materna
Conhecimento poderá orientar se características serão herdadas por via paterna ou materna
Estudo desenvolvido na Embrapa Pecuária Sudeste (SP) comprovou que a maciez da carne bovina está diretamente relacionada ao sexo dos reprodutores. Assim como os humanos, os bovinos também apresentam duas cópias de cada um dos seus genitores: do pai e da mãe. Em alguns casos, porém, há maior expressão de genes paternos ou maternos.
A pesquisa identificou que variações no DNA dos progenitores afetam a expressão de cópias de um mesmo gene nos bezerros. Os resultados são relevantes para o melhoramento genético de raças, pois não adianta selecionar um reprodutor se os seus descendentes não herdarem as suas características de interesse, como a maciez da carne, por exemplo, ou, na linguagem técnica: se os seus alelos (formas alternativas de um determinado gene) não se manifestarem na progênie (prole).
“Foram estudadas as variações do DNA que apresentam essa diferença. A partir daí, é possível prever se determinadas características se expressarão mais ou menos no animal,” conta a pesquisadora da Embrapa Luciana Regitano. “A pesquisa nos ajuda a entender por que algumas características ‘saltam gerações’, ou seja, passam de avós para netos, mas não se manifestam nos filhos”, esclarece. Esse trabalho foi apresentado no Congresso da Sociedade Internacional para Genômica Funcional dos Animais (ISAFG), na Austrália.
Esse conhecimento permite aos cientistas definir se a seleção de um determinado gene deve ser feita pela via paterna ou materna. Contribui também para mapear as mutações regulatórias, pois sempre que existe essa diferença de expressão entre os dois alelos, espera-se encontrar na vizinhança uma mutação que afete a regulação daquele gene.

Carne mais macia depende do touro ou da vaca?

A pesquisa é interessante para as áreas de reprodução e melhoramento. Mesmo tendo uma cópia do gene da mãe e outra do pai, ocorre um fenômeno observado na última década em que somente a cópia herdada do pai (ou da mãe) vai se manifestar. Esse problema foi chamado de “imprinting” e a sua origem ainda é pouco conhecida dos cientistas.
Os estudos sobre “imprinting” geralmente se voltavam às doenças. Uma das hipóteses é que com a evolução, os organismos não conseguiram se adaptar à condição diploide (duas cópias do genoma) e, das duas cópias, uma acaba se desligando (apenas uma se manifesta).
Como exemplo, Regitano cita um gene que melhora a maciez da carne. “O processo de melhoramento seleciona o animal que produz carne mais macia. Se a expressão do gene desse animal só se dá a partir da cópia da mãe, não adianta usar um touro melhorado e esperar que seus filhos produzam esse tipo de carne. Essa característica só poderá se manifestar nos netos dele que forem filhos de suas filhas, pois terão herdado a cópia do gene de suas mães”, explica a pesquisadora.
Segundo ela, é preciso repensar a forma como se vai “levar” esse gene para as gerações futuras ou considerar isso na hora de fazer a modelagem matemática do que se espera da seleção. “É necessário valorizar o ganho na progênie”, afirma a cientista.

Equipes e premiação

A pesquisa que descreveu o desbalanço na expressão dos alelos no músculo foi desenvolvida durante o doutorado da bióloga Marcela Maria de Souza, que foi orientada por Regitano, em parceria com Simone Niciura, pesquisadora da mesma Unidade da Embrapa. Já a doutoranda Marina Ibeli realizou a descrição do desbalanço no fígado, sob a orientação de Niciura, e recebeu uma premiação (veja quadro abaixo).

Chips de DNA relacionam o sexo dos reprodutores à qualidade de carne do rebanho

A pesquisa utilizou um chip de SNPs (fala-se snips - variação de um nucleotídeo, que é a base do DNA) que contém mais de 700 mil marcadores do tipo snip para o genoma do boi. Esse chip é usado para a seleção genômica. “Marcela comparou as informações do chip com as da região expressa do genoma que produz o RNA mensageiro, primeiro passo para a expressão de um gene”, detalha Regitano.
De acordo com a pesquisadora, o estudo verificou quantas cópias de RNA de cada SNP eram correspondentes ao alelo herdado da mãe e quantas correspondiam ao alelo herdado do pai nessa etapa, sem se preocupar com as características de produção. “Desse conjunto de snips, foram descobertos aproximadamente 430 com diferenças de expressão entre os dois alelos”, relembra.
“Nosso objetivo agora é entender a causa dessas diferenças de expressão. Para isso, estamos investindo em testes capazes de identificar as mutações regulatórias que explicam o comportamento dos alelos”, complementa.

Dados genéticos de bovinos inéditos no mundo

A pesquisa desenvolvida por Marcela Souza durante seu doutorado na Alemanha resultou na elaboração de um compêndio de fatores de transcrição bovinos inédito no mundo.
Ao começar a estudar a expressão alélica de genes importantes para a maciez da carne em bovinos, ela percebeu que não havia na literatura um banco de dados curado manualmente para esse fim, a exemplo dos que existem para camundongos e humanos.
O compêndio foi construído com base no banco de humanos mais utilizado na literatura. “Entrei em contato com o autor desse banco, Juan Vaquerizas, pesquisador principal do Instituto Max Planck de Biomedicina Molecular em Münster, na Alemanha, que me recebeu por quatro meses”, explica a estudante.
“O período na Alemanha não foi suficiente para analisar, um por um, os cerca de 1.600 genes, conferindo funções evidenciadas na literatura e domínios presentes nas sequências dos genes. Foi um longo processo até conseguir terminar e publicar”, assinala.
O documento traz ainda um banco de cofatores de transcrição, proteínas que interagem com os fatores auxiliando em sua função de controle sobre a expressão dos genes.
Ainda não se conhece funcionalmente 100% do genoma bovino e esse trabalho é um ganho para o campo de estudo da genética desses animais. Além do conhecimento de base acrescentado, os pesquisadores poderão usar o compêndio em vez dos bancos de dados humanos ou de camundongos.
“Mas esse é só o começo, ainda temos muitos desafios à frente. Um deles é a atualização do banco, que foi construído com base nos dados disponíveis na literatura naquele momento. Com o passar dos anos, mais proteínas terão suas funções conhecidas e o documento precisará ser retificado”, pondera.

Eficiência alimentar também é herança

A partir de dados do fígado de animais da raça Nelore, a bióloga Marina Ibelli Pereira Rocha (foto) está buscando descobrir como a característica de eficiência alimentar é transmitida do pai, ou da mãe, para o filho. Eficiência alimentar é a capacidade de o bovino alcançar o peso ideal (e produzir mais) consumindo menos alimentos.
Para sua pesquisa, ela está avaliando os extremos em eficiência alimentar – 15 animais mais eficientes (que alcançam o mesmo peso comendo menos) e 15 menos eficientes (comem mais para chegar ao mesmo peso). “Temos dados de sequenciamento de RNA, ou seja, expressão dos genes dos dois grupos, e estamos avaliando as diferenças de expressão de cada um deles”, afirmou.
No caso, Rocha estuda um tipo de expressão dos genes chamado alelo-específica. Cada animal possui duas cópias de cada gene – uma oriunda do pai e outra da mãe. “Supostamente, eles vão se expressar igualmente, porém, em determinados casos um se expressa mais que o outro. Ainda há muito a estudar sobre a expressão diferencial desses alelos, se vêm do pai ou da mãe. É o que chamamos de imprinting”, conta. Uma descoberta a cientista já fez: a vaca é tão importante para determinar as características do filhote quanto o touro.
Nos estudos sobre a expressão alelo-específica e a diferença entre as cópias, a pesquisa levantou alguns genes que fazem sentido para explicar essa “transmissão de dados”, que a genômica chama de transcrição. Para descobrir o fenótipo (característica “visível”) de, por exemplo, depósito de menos gordura, que geralmente indica um animal mais eficiente, a cientista procurou as vias metabólicas nas quais os genes que tentam explicar essa característica atuam. Nesse caso, a atuação dos genes em vias de ácidos graxos ou na ocorrência de estresse oxidativo dentro da célula poderia ajudar a entender.
Na literatura há vias que explicam as modificações fenotípicas. Encontrar essas vias seria como localizar a página de um livro, mas ainda é preciso descobrir se as letras que estão ali fazem sentido.

Trabalho que avalia efeitos da metilação no fígado de bovinos é premiado

Em abril de 2019, um trabalho de Marina sobre metilação gênica foi premiado em um workshop realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Trata-se de uma modificação química do nucleotídeo, que é a base nitrogenada da estrutura que compõe o DNA. Em sistemas biológicos, a metilação está normalmente associada à regulação de expressão gênica e de funções de proteínas e metabolismo.
Para sua pesquisa, a bióloga extraiu o tecido do fígado do Nelore, macerou as amostras, quebrando as células e deixando apenas o DNA. O grupamento metil pode ou não fazer parte do DNA e a bióloga usou uma técnica que modifica quimicamente o DNA de forma a separar e quantificar as bases que contêm metil das que não têm. Os genes portadores dessa alteração química são geralmente inativos. “Conseguimos identificar as regiões do genoma nas quais a modificação química ocorreu e que provavelmente estão desativados”, conta.
A partir daí, foi feita a comparação dos animais mais eficientes com os menos produtivos para descobrir quais tinham metil e em quais genes. “Assim podemos saber que genes estudar para compreender melhor as características produtivas”, finaliza.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

CONTAG apresenta emendas à MP da regularização fundiária

Com objetivo de “simplificar e modernizar” o processo de regularização fundiária no Brasil foi publicada no dia 11 de dezembro a Medida Provisória nº 910/19, alterando importantes pontos da legislação brasileira e gerando grande preocupação em estudiosos, entidades e organizações que trabalham o tema. Durante a solenidade de assinatura, ocorrida no dia 10 de dezembro no Palácio do Planalto, o governo federal fez questão de destacar a importância histórica da medida, sendo afirmada pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que “é uma medida importantíssima, porque responde a uma dívida que o Brasil tem com a sociedade.”
A Medida Provisória altera três leis, sendo a Lei nº 11.952/09, que dispõe sobre a regularização fundiária das ocupações incidentes em terras situadas em áreas da União, no âmbito da Amazônia Legal; a Lei nº 8.666/93, que regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências; e a Lei nº 6.015/73, que dispõe sobre os registros públicos, e dá outras providências.
Para além, juntamente com a MP nº 910/19, foram publicados os Decretos nº 10.165/19 – que altera o Decreto nº 9.309/18 que dispõe sobre a regularização fundiária das áreas rurais – e o Decreto nº 10.166/19, alterando o Decreto nº 9.311/18, que dispõe sobre o processo de seleção, permanência e titulação das famílias beneficiárias do Programa Nacional de Reforma Agrária. É válido lembrar que os dois decretos alterados 9.309/18 e 9.311/18 são frutos da Medida Provisória nº 759/16 e Lei nº 13.465/17, alterações na regularização fundiária promovidas ainda no Governo Temer.
A nova Medida Provisória nº 910/19 traz grandes alterações ao ordenamento jurídico brasileiro como, por exemplo, a ampliação do “Programa Terra Legal” para além da região da Amazônia Legal – e a extensão para ocupações incidentes em áreas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Outro ponto polêmico diz respeito ao novo prazo para regularização, que aumenta em sete anos, de 22/7/2008 para 5/5/2014 para comprovação do exercício de ocupação e exploração direta, mansa e pacífica.
Vale mencionar ainda que a MP nº 910/19 aumenta de quatro para quinze módulos fiscais para averiguação dos requisitos por meio de declaração do ocupante, dispensando a obrigatoriedade de vistoria prévia para áreas até este limite de 15 módulos fiscais. Para se ter ideia, alguns dos requisitos auto declaráveis pelo interessado é não manter na propriedade trabalhadores em condições análogas as de escravo e que o imóvel não se encontre sob embargo ambiental ou seja objeto de infração do órgão ambiental federal, estadual, distrital ou municipal.
“Quanto ao conteúdo da MP, a CONTAG já apresentou emendas às questões contraditórias e que colocam em risco a regularização fundiária no Brasil, não deixando de observar a importância desta para os agricultores e agricultoras familiares, em especial do norte do país. A Confederação seguirá também acompanhando a MP e fazendo as articulações necessárias junto ao Congresso Nacional”, destaca o secretário de Política Agrária da CONTAG, Elias Borges.
Por fim, quanto aos dois Decretos publicados junto à Medida Provisória, o de maior impacto é o Decreto nº 10.166/19, uma vez que altera as regras de seleção das famílias, reduzindo de 15 para 5 pontos para as famílias acampadas. Ainda estabelece que o título definitivo de Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) será disponibilizado exclusivamente para os projetos ambientalmente diferenciados; e que independentemente do cumprimento dos requisitos de concessão de créditos de instalação e a conclusão dos investimentos, considera-se consolidado o Projeto de Assentamento após quinze anos de sua implantação. “Quanto aos Decretos, a CONTAG já analisa as possibilidades de judicialização para que não ocorra mais nenhum retrocesso na reforma agrária e na regularização fundiária”, explica Elias.
FONTE: Assessoria da Secretaria de Política Agrária da CONTAG
Em 2019, o Zoneamento Agrícola de Risco Climático teve crescimento de 27% em relação ao ano passado

 

Foram publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira (24) as portarias com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ano-safra 2019/2020, para a cultura de milho consorciado com braquiária - 1ª safra no estado de Roraima e na Região Nordeste (Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Maranhão, Ceará, Bahia e Alagoas).
Também foram publicadas as portarias que aprovam o Zarc do trigo, para a safra 2019/2020, por sistema de produção. Trigo duplo propósito: PR, RS e SC; trigo irrigado: DF, GO, MT, MS, BA, MG e SP; e trigo sequeiro: DF, GO, MS, MG, SP, PR, RS e SC.
O diretor do Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Pedro Loyola, explica que, além da atualização da lista de cultivares indicadas, o zoneamento do trigo apresenta novidades em relação à safra passada.
“Houve a exclusão do plantio nos solos tipo 1 para o cultivo de sequeiro e o atraso das janelas de plantio em alguns municípios visando eliminar o risco de perdas por geadas. É sempre importante lembrar que devido aos riscos climáticos e de doenças que afetam a cultura, o produtor deve seguir as boas práticas agrícolas recomendadas pela pesquisa para a produção de trigo”, destaca.
Boas práticas no plantio do trigo
As portarias de Zarc de trigo trazem a recomendação de boas práticas agrícolas, como rotação de culturas e controle químico de doenças, via tratamento de sementes ou pulverizações da parte aérea, dentre outras. A ideia é que o produtor rural e os agentes da assistência técnica possam ir se acostumando com essa inovação no sistema Zarc, uma vez que, nos próximos anos, o uso de tecnologia de produção poderá adquirir caráter de obrigatoriedade.
O Zarc, além de ser uma ferramenta de gestão de riscos no cultivo de trigo no Brasil, para maior eficiência de uso, também deve atuar como indutor de tecnologia de produção desse cereal. No caso do trigo de sequeiro, além dos itens especificados nas portarias, admite-se como padrão mínimo de tecnologia de produção aquele que é especificado nas Informações Técnicas para Trigo e Triticale, que são anualmente atualizadas pela Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale (CBPTT).
Destaca-se atenção especial ao manejo de doenças nesse cereal, enfatizando-se a importância da rotação de culturas, que apesar de não ser obrigatória na safra 2019/2020, sugere-se que seja adotada pelo menos um ano de alternância no cultivo de espécies não hospedeiras dos patógenos do trigo; pela comprovada eficiência no controle de manchas foliares e podridões radiculares.
Adicionalmente, recomenda-se que, no controle químico de doenças, via tratamento de sementes ou por pulverizações aéreas, sejam observadas a especificidade de controle dos produtos usados para a doença-alvo e a adoção de boas práticas de tecnologia de aplicação.
Trigo de duplo propósito
Os chamados trigos de duplo propósito, que têm aptidão para a produção de forragem (pastejo/corte) e grãos na mesma estação de crescimento, conforme experiências realizadas há vários anos no Sul do Brasil, são alternativas que visam à otimização do uso da terra no inverno, pela integração lavoura-pecuária, facultando a cobertura do solo após a colheita dos cultivos de verão, atenuando o vazio forrageiro de outono para a produção animal, diluindo os custos fixos de produção e reduzindo os riscos pela colheita antecipada na forma de forragem.
Balanço 2019 do Zarc
Em 2019, foram publicadas 390 Portarias do Zarc, um aumento de 27% em relação ao ano anterior. As culturas contempladas com portarias deste ano foram: algodão herbáceo, amendoim, arroz de sequeiro, arroz irrigado, banana, banana irrigada, cacau, cevada de sequeiro, cevada irrigada, feijão 1ª safra, feijão 2ª safra, feijão caupi, girassol, mamona, milho 1ª safra, milho 2ª safra, milho com braquiária (2ª safra e safra), palma forrageira, soja, sorgo, trigo de sequeiro, trigo irrigado, trigo duplo propósito, uva clima tropical, uva clima subtropical ameno, uva clima subtropical ameno 2ª safra, uva clima subtropical frio.  
Aplicativo Plantio Certo
Produtores rurais e outros agentes do agronegócio poderão acessar por meio de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, ferramenta utilizada para orientar os programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível no sistema Android.

Guandu para produção de forragem e de grãos no Semiarido cearense.



Ano de publicação: 2019
Tipo de publicação: Folhetos

Nota do Blog: O Capim Guandu está sendo muito procurado para a produção de forragem. Este folheto vai ajudar ao produtor rural como produzir esta leguminosa.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Natal Com Muita Saude

Natal é época de renascimento; é época de reacender o fogo da vida, de renovar os sonhos e metas para o ano novo que já se anuncia.

É época também de celebrar todas as conquistas vividas e os objetivos alcançados. Esta é a época da virada, é tempo de planejar um ano ainda melhor do que este que está dando adeus.

É tempo de reafirmar parcerias, e olhar para a frente com determinação e otimismo, levando conosco todas as lições que aprendemos.

Desejamos a você um Feliz Natal e um Ano Novo muito próspero. Esperamos, por mais um ano, compartilhar grandes momentos e conquistas!


6 maneiras de usar suco de cebola para combater queda de cabelo e estimular crescimento capilar


suco de cebola combate a queda de cabelo e estimula o crescimento mais rápido dos fios, além de fortalecer as raízes.

Síndrome metabólica, cigarro em excesso, anemia e problemas intestinais são algumas das principais causas da queda de cabelo.
O problema é que o tratamento para a calvície, muitas vezes, envolve medicamentos, produtos químicos e até antibióticos.
E o pior, nem sempre eles dão certo.
Se esse é o seu caso, fique atento à leitura deste artigo.
Você vai ver que a cura para a sua queda capilar pode ser muito mais simples – e eficaz –  do que você imagina. 
Vamos mostrar cinco maneiras de usar suco de cebola  para tratar a queda de cabelo e estimular o crescimento capilar.
O suco de cebola é antibacteriano, antifúngico e antimicrobiano.
Antes de aprender a usar o suco de cebola, é importante entender por que as cebolas são usadas há centenas de anos, tanto para o crescimento do cabelo quanto para combater o envelhecimento.
A razão está nos nutrientes e fitoquímicos das cebolas que ajudam a oxigenar o couro cabeludo e impulsionar a raiz do cabelo.
A enzima catalase, por exemplo, combate o envelhecimento, e o enxofre faz os fios crescerem. 
Para você entender melhor: o cabelo é feito de queratina, mas precisa do enxofre para se fortalecer e evitar quebras. 
Além disso, o enxofre age como ótimo complemento à dieta para melhorar a pele, reduzir a inflamação e a dor, melhorar os níveis de energia e desintoxicar o corpo.
Ele também melhora a saúde das unhas e dos cabelos.
Para evitar a queda de cabelo, faça um enxágue com o suco de cebola:
  • Rale uma cebola e coe para separar o suco até conseguir ¼ xícara de suco de cebola.
  • Adicione 1 colher de sopa de mel e ¼ xícara de suco de limão.
  • O suco de limão ajuda a retardar, prevenir ou reverter o envelhecimento, graças à vitamina C.
  • Deixe no couro cabeludo por 15 a 30 minutos e lave como de costume.
Agora, vamos ver mais cinco maneiras de usar suco de cebola para auxiliar no crescimento do cabelo.

Imersão no couro cabeludo com suco de cebola

Ingredientes:

  • 2 cebolas de tamanho médio
  • limão (para retirar o cheiro e ajudar a deixar o cabelo brilhante)
  • Ralador / liquidificador / espremedor
  • Gaze ou filtro

Modo de preparo:

  1. Lave bem a cebola e retire as camadas externas.
  2. Pique a cebola ao meio e rale. Você também pode triturá-la no liquidificador.
  3. Coloque a polpa da cebola em uma gaze e aperte para obter o máximo de suco possível.
  4. Adicione o suco de um limão inteiro no suco de cebola.
  5. Massageie o suco no cabelo, concentrando-se nas raízes e no couro cabeludo.
  6. Deixe agir por 30-45 minutos e lave com seu shampoo.
  7. Faça isso uma ou duas vezes por semana.

Máscara de suco de cebola e mel

Ingredientes:

  • 2 cebolas de tamanho médio
  • 2-3 colheres de sopa de mel puro

Modo de preparo:

  1. Siga as etapas acima para obter o máximo de suco de cebola da polpa ralada
  2. Misture o suco de cebola com o mel cru.
  3. Aplique nos cabelos e massageie o couro cabeludo por cinco minutos. 
  4. Deixe agir por cerca de 15 a 45 minutos.
  5. Lave bastante até que saiam todos os resíduos do suco. 
  6. Faça isso uma vez por semana.

Suco de cebola e óleo de coco

Ingredientes:

  • 1 cebola de tamanho médio
  • 3 colheres de sopa de óleo de coco
  • 2 gotas de um óleo essencial de sua escolha (opcional)

Modo de preparo:

  1. Siga as etapas acima para obter o máximo de suco de cebola da polpa ralada
  2. Misture o suco de cebola com o óleo de coco.
  3. Adicione o óleo essencial à mistura. (os óleos essenciais ajudam a disfarçar o forte cheiro da cebola).
  4. Massageie a mistura no couro cabeludo por cinco minutos e deixe descansar por uma a duas horas.
  5. Lave o cabelo com shampoo e água morna.
  6. Faça isso apenas uma vez por semana.

 Lavagem com suco de cebola

Ingredientes:

  • 2 colher de sopa de suco de cebola
  • suco de limão
  • 1 litro de água morna

Modo de preparo:

  1. Misture o suco de cebola e água morna.
  2. Esprema duas colheres de sopa de suco de limão à mistura de água
  3. Depois que lavar os cabelos, enxágue os fios com essa mistura.
  4. Esta receita pode ser usada todos os dias.

Cebola E rum

Ingredientes:

  • 1 cebola pequena
  • 60 ml de rum

 Modo de preparo:

  1. Pique a cebola em pedaços pequenos.
  2. Coloque as cebolas picadas e o rum em uma jarra de vidro e deixe durante a noite.
  3. Coe a mistura e passe no couro cabeludo.
  4. Enxágue com shampoo e água morna.
  5. Faça isso apenas uma vez por semana.

Importante:

Não se exponha ao sol durante o período em que fizer algum desses tratamentos, especialmente os que contêm suco de limão.
Por segurança, ‘aconselhável fazer um teste antialérgico antes de aplicar quaisquer desses tratamentos.
Passe um pouco em uma pequena área do seu couro cabeludo.
espere alguns minutos.

Mapa publica zoneamento do trigo e do milho braquiária de 1ª safra

Gestão de Riscos

Em 2019, o Zoneamento Agrícola de Risco Climático teve crescimento de 27% em relação ao ano passado


Foram publicadas no Diário Oficial da União desta terça-feira (24) as portarias com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ano-safra 2019/2020, para a cultura de milho consorciado com braquiária - 1ª safra no estado de Roraima e na Região Nordeste (Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Maranhão, Ceará, Bahia e Alagoas).
Também foram publicadas as portarias que aprovam o Zarc do trigo, para a safra 2019/2020, por sistema de produção. Trigo duplo propósito: PR, RS e SC; trigo irrigado: DF, GO, MT, MS, BA, MG e SP; e trigo sequeiro: DF, GO, MS, MG, SP, PR, RS e SC.
O diretor do Departamento de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Pedro Loyola, explica que, além da atualização da lista de cultivares indicadas, o zoneamento do trigo apresenta novidades em relação à safra passada.
“Houve a exclusão do plantio nos solos tipo 1 para o cultivo de sequeiro e o atraso das janelas de plantio em alguns municípios visando eliminar o risco de perdas por geadas. É sempre importante lembrar que devido aos riscos climáticos e de doenças que afetam a cultura, o produtor deve seguir as boas práticas agrícolas recomendadas pela pesquisa para a produção de trigo”, destaca.
Boas práticas no plantio do trigo
As portarias de Zarc de trigo trazem a recomendação de boas práticas agrícolas, como rotação de culturas e controle químico de doenças, via tratamento de sementes ou pulverizações da parte aérea, dentre outras. A ideia é que o produtor rural e os agentes da assistência técnica possam ir se acostumando com essa inovação no sistema Zarc, uma vez que, nos próximos anos, o uso de tecnologia de produção poderá adquirir caráter de obrigatoriedade.
O Zarc, além de ser uma ferramenta de gestão de riscos no cultivo de trigo no Brasil, para maior eficiência de uso, também deve atuar como indutor de tecnologia de produção desse cereal. No caso do trigo de sequeiro, além dos itens especificados nas portarias, admite-se como padrão mínimo de tecnologia de produção aquele que é especificado nas Informações Técnicas para Trigo e Triticale, que são anualmente atualizadas pela Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale (CBPTT).
Destaca-se atenção especial ao manejo de doenças nesse cereal, enfatizando-se a importância da rotação de culturas, que apesar de não ser obrigatória na safra 2019/2020, sugere-se que seja adotada pelo menos um ano de alternância no cultivo de espécies não hospedeiras dos patógenos do trigo; pela comprovada eficiência no controle de manchas foliares e podridões radiculares.
Adicionalmente, recomenda-se que, no controle químico de doenças, via tratamento de sementes ou por pulverizações aéreas, sejam observadas a especificidade de controle dos produtos usados para a doença-alvo e a adoção de boas práticas de tecnologia de aplicação.
Trigo de duplo propósito
Os chamados trigos de duplo propósito, que têm aptidão para a produção de forragem (pastejo/corte) e grãos na mesma estação de crescimento, conforme experiências realizadas há vários anos no Sul do Brasil, são alternativas que visam à otimização do uso da terra no inverno, pela integração lavoura-pecuária, facultando a cobertura do solo após a colheita dos cultivos de verão, atenuando o vazio forrageiro de outono para a produção animal, diluindo os custos fixos de produção e reduzindo os riscos pela colheita antecipada na forma de forragem.
Balanço 2019 do Zarc
Em 2019, foram publicadas 390 Portarias do Zarc, um aumento de 27% em relação ao ano anterior. As culturas contempladas com portarias deste ano foram: algodão herbáceo, amendoim, arroz de sequeiro, arroz irrigado, banana, banana irrigada, cacau, cevada de sequeiro, cevada irrigada, feijão 1ª safra, feijão 2ª safra, feijão caupi, girassol, mamona, milho 1ª safra, milho 2ª safra, milho com braquiária (2ª safra e safra), palma forrageira, soja, sorgo, trigo de sequeiro, trigo irrigado, trigo duplo propósito, uva clima tropical, uva clima subtropical ameno, uva clima subtropical ameno 2ª safra, uva clima subtropical frio.  
Aplicativo Plantio Certo
Produtores rurais e outros agentes do agronegócio poderão acessar por meio de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, ferramenta utilizada para orientar os programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível no sistema Android.
>> Acesse aqui o aplicativo 
Para que serve o Zarc?
O zoneamento tem o objetivo de reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos.
O sistema considera elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento da produção agrícola como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível nos solos, demanda hídrica das culturas e elementos geográficos (altitude, latitude e longitude). Os agricultores são obrigados a seguir as indicações do Zarc para contratar recursos do crédito rural, da agricultura familiar e do seguro rural.
O Zarc foi publicado pela primeira vez na safra de 1996 para o trigo. Hoje contempla os 26 estados e o Distrito Federal, incluindo mais de 40 culturas.

Governo do RN terminará 2019 pagando duas folha do aporte ao Programa Garantia Safra



Graças ao diálogo com os Movimentos Sindicais e Sociais ligados ao campo através dos diversos espaços, por exemplo, no Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável (CEDRUS), o governo do estado do RN terminará 2019 garantindo recursos para pagar o aporte do Garantia Safra para as safras 2019/2020.

Mas segundo o Secretário de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar, Alexandre Lima, na prática a governadora e professora Fátima Bezerra terminará 2019 garantindo o pagamento de duas folhas do aporte ao programa, pois embora o pagamento só possa ser efetuado até final de janeiro próximo, mas os recursos já estão empenhados do orçamento 2019.


Segundo ainda o Secretário assim que assumiu o governo Fátima recebeu sem o pagamento ou empenho dos recursos do aporte do governo do estado ao programa, ou seja, estava inadimplente para a safra 2018/2019 e o pagamento foi efetuado em janeiro deste ano. No último dia 07 de outubro o CEDRUS aprovou a previsão de 50 mil cotas, ou seja, 50 mil famílias que poderão serem cadastradas para a safra 2019/2020.
fonte do blog de jocelino dantas

Instituto de Meteorologia emite alerta de chuvas com 'perigo potencial' para 44 municípios do RN

Moinho de Vento de Macau foi parcialmente destruído após
rajadas de vento no início do ano — Foto: Arafran Peter
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas com “perigo potencial” nesta quarta-feira (25) em 44 municípios do Rio Grande do Norte. 

De acordo com o Inmet, pode chover de 20 a 30 milímetros por hora, ou até 50 milímetros por dia nessas localidades, com ventos de 40 a 50 quilômetros por hora. O alerta também é válido para 70 cidades do Ceará. 

O Instituto orienta que, em caso de rajadas de vento, as pessoas não devem se abrigar debaixo de árvores, pois há “leve risco” de queda e também de descargas elétricas. Além disso, o Inmet diz também para não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

Confira as cidades do RN para as quais foi emitido o alerta:

Afonso Bezerra
Alto do Rodrigues
Angicos
Areia Branca
Açu
Baraúna
Bento Fernandes
Caiçara Do Norte
Carnaubais
Ceará-Mirim
Extremoz
Galinhos
Governador Dix-Sept Rosado
Grossos
Guamaré
Ielmo Marinho
Ipanguaçu
Jandaíra
Jardim De Angicos
João Câmara
Lajes
Macau
Maxaranguape
Mossoró
Natal
Parazinho
Pedra Grande
Pedra Preta
Pedro Avelino
Pendências
Porto Do Mangue
Poço Branco
Pureza
Riachuelo
Rio Do Fogo
Santa Maria
Serra Do Mel
São Bento Do Norte
São Gonçalo Do Amarante
São Miguel Do Gostoso
Taipu
Tibau
Touros
Upanema

Estudo mostra que regeneração natural de florestas é menor do que se pensava


Marizilda Cruppe/RAS - A recuperação das florestas necessita de mais intervenções para que tenha sucesso.
A recuperação das florestas necessita de mais intervenções para que tenha sucesso.
Um estudo conduzido por pesquisadores brasileiros e estrangeiros, publicado na revista científica Ecology, mostra que a regeneração natural de florestas na Amazônia acontece em um ritmo menos intenso do que se imaginava. Se essa tendência continuar, segundo os especialistas, levará cerca de 150 anos para as florestas se recuperarem totalmente.

O artigo foi publicado no dia 16 de dezembro e é resultado de um trabalho de pesquisa de longo prazo, que monitora florestas em regeneração – aquelas que crescem após o desmatamento, comumente chamadas de florestas secundárias – desde 1998, no município de Bragança, na região Nordeste do estado do Pará.  Um dos principais resultados revela que mesmo após 60 anos de recuperação, as áreas dessa região tiveram apenas 40% do carbono das florestas conservadas. Além disso, a pesquisa também mostra que as florestas secundárias absorveram menos carbono da atmosfera durante as secas severas. 
Segundo o biólogo Fernando Elias, da Universidade Federal do Pará, primeiro autor do estudo, a temperatura na região avaliada aumentou 0,1 oC por década e o crescimento da vegetação foi reduzido durante os períodos de seca. “Com a previsão de mais secas no futuro, devemos ser mais cautelosos quanto ao sucesso das soluções para mitigar os impactos das mudanças climáticas. A capacidade de absorção do carbono atmosférico nessas florestas pode estar sendo superestimada”, alerta o biólogo.

Outro resultado apontado no artigo foi quanto aos níveis de biodiversidade nas florestas secundárias estudadas, que representaram apenas 56% daqueles encontrados em florestas conservadas. Ao longo de 20 anos de monitoramento também não houve incremento na diversidade de espécies nas áreas. 

Restauração florestal em pauta

A bióloga Joice Ferreira, pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental, uma das autoras do trabalho, afirma que as florestas secundárias são consideradas uma ferramenta importante no combate às mudanças climáticas. “Além de reduzirem as mudanças climáticas, elas também fornecem habitat importante para espécies ameaçadas”, ressalta.
Muitas nações tem assumido metas ambiciosas de reflorestamento, incluindo o Brasil que se comprometeu a restaurar 12 milhões de hectares no Acordo de Paris. De forma geral, segundo a especailista, os resultados trazem evidências de que essas metas de restauração necessitam de atenção cuidadosa de onde e como reflorestar.
 “Nosso estudo no Nordeste Paraense mostra que nessas áreas muito desmatadas e submetidas a muitos ciclos agrícolas, a recuperação das florestas necessita de mais intervenções para que tenha sucesso, dada a falta de fonte de sementes e de animais dispersores. Esse é um cenário bastante diferente quando comparamos com outros locais que possuem muita floresta em nossa rede de estudos no Pará”, explica Joice Ferreira. 
Para a engenheira florestal Maria do Socorro Ferreira, pesquisadora aposentada da Embrapa Amazônia Oriental, também coautora do artigo, estudos de longa duração são importantes para acompanhar a regeneração de florestas ao longo do tempo. “O monitoramento que se iniciou em 1998, tinha como principal objetivo oferecer oportunidades para a conservação, manejo e renda aos agricultores por meio dessas florestas se recuperando naturalmente. Porém esses objetivos ainda necessitam de ações efetivas para se concretizarem”, afirma. 
Jos Barlow, pesquisador da Universidade de Lancaster no Reino Unido, destaca que precisamos de mais estudos dessa natureza para entender a resiliência das florestas Amazônicas. “Estudos de longo prazo são importantes para entender como maximizar a resiliência delas e priorizar áreas para restauração que sejam mais eficazes para combater mudanças climáticas e conservar biodiversidade”, finaliza.