segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Agronegócio bateu recordes


Crescendo desde o início dos anos 2000, a safra de grãos brasileira voltou a ser recorde em 2013. A estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é que ela fechará o ano em 186,8 milhões de toneladas. A supercolheita teve reflexos nas exportações, especialmente de milho e soja. O milho se beneficiou novamente da quebra de safra nos Estados Unidos e deve encerrar o ano com venda de 25 milhões de toneladas. No caso da soja, as exportações devem ficar em 43 de milhões de toneladas contra a previsão inicial de 38 milhões. Os dois produtos ajudaram a absorver os danos causados à balança comercial pela queda na produção e vendas externas de petróleo este ano.
“O agronegócio foi nossa sorte. Era uma receita que não estava prevista”, comenta José Augusto de Castro, presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior (AEB). Castro destaca, no entanto, que a entidade estima que haverá queda no preço para algumas commodities em 2014, entre elas a soja e o milho. Para a soja em grão, a projeção é que o preço recue dos atuais US$ 540 por tonelada para US$ 490. Para o milho, a previsão de recuo é de US$ 197 para US$ 180 por tonelada.
De acordo com o presidente da AEB, o motivo para a variação do preço é que a produção agrícola tem sido grande nos últimos anos. “O mundo está se acomodando. Sobram soja, cana (açúcar e etanol), café e milho. Você tem uma oferta superior à demanda”, analisa. Com a expectativa de queda de preços, o setor privado está apostando na retomada da produção de petróleo para alavancar a balança comercial no próximo ano.
O IBGE prevê ainda que a safra de grãos fique estagnada em 2014, embora em patamares elevados. De acordo com o levantamento mais recente do órgão, a colheita do ano que vem deve superar a de 2013 (186,8 milhões de toneladas) em apenas 63.363 toneladas. A estimativa difere da divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que espera colheita de 195,9 milhões de toneladas. A Conab, no entanto, usa como referência o ano-safra 2013/2014, enquanto o IBGE trabalha com o ano civil 2014.
Apesar dos prognósticos, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller, não acredita em desaquecimento das exportações do agronegócio. “Estamos com margem elevada, poderíamos até absorver queda de preços. Mas achamos que o mercado continuará aquecido no mínimo pelos próximos dois anos. Temos previsão para crescimento da população mundial até 2030, o que vai aumentar a demanda por alimentos”, disse. Geller destaca que o Brasil possui áreas disponíveis para expandir a produção agrícola, atualmente em 60 milhões de hectares. “Quem pode suprir essa demanda por alimentos é o Brasil”, afirmou.
O secretário atribui o aumento da produção desde o início dos anos 2000, quando estava na casa das 100 milhões de toneladas, à mecanização do setor agrícola e ao investimento em pesquisa, que aumentou a produtividade. Para ele, o crédito facilitado e a juros baixos concedido aos produtores rurais também contribuiu para a expansão. Geller reconhece, no entanto, que a infraestrutura de armazenamento e transporte ainda é um gargalo para as exportações agrícolas. “A logística não acompanhou a velocidade do aumento da produção. Mas o governo está fazendo todos os esforços”, disse, citando iniciativas como a concessão de ferrovias e rodovias à iniciativa privada.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Até Segunda, meus Amigos

Amanhã estaremos indo a Riacho Doce. Vou carregar as baterias e me preparar para o ano que vem. Curtir a minha fazenda, trabalhando, administrando, por enquanto é o meu melhor divertimento. Amando acima de tudo a mãe natureza. Até segunda meu povão.

Projeto São Francisco

O que é o Projeto?

O Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional é um empreendimento do Governo Federal, sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional. Tem objetivo de assegurar oferta de água para 12 milhões de habitantes de 390 municípios do Agreste e do Sertão dos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.
A Integração do rio São Francisco com bacias dos rios temporários do Semi-árido será possível com a retirada contínua de 26,4 m³/s de água, o equivalente a apenas 1,42% da vazão garantida pela barragem de Sobradinho (1850 m³/s), sendo que 16,4 m³/s (0,88%) seguirão para o Eixo Norte e 10 m³/s (0,54%) para o Eixo Leste.
Nos anos em que o reservatório de Sobradinho estiver com excesso de água, o volume captado poderá ser ampliado para até 127 m³/s, aumentando a oferta de água para múltiplos usos.

Investimento
O Projeto São Francisco é hoje a maior obra de infraestrutura hídrica para usos múltiplos sendo executada diretamente pelo governo federal. O investimento de R$ 8,2 bilhões resulta do acréscimo de novas condicionantes ambientais exigidas pelo IBAMA - serão mais de R$ 900 milhões de recursos para esta área -, da revisão de obras civis em decorrência dos projetos executivos, dos gastos com eletromecânica e da supervisão e gerenciamento da obra em função do prolongamento do prazo.

Metas de Conclusão
O Ministério da Integração Nacional estabeleceu, em 2011, um novo modelo de licitação, contratação e acompanhamento dos seis trechos de obras (Metas 1N, 2N, 3N, 1L, 2L e 3L).
As metas possuem os seguintes prazos de conclusão:
Eixo Leste (Trecho V)               
META 1L - Meta Piloto (16 km): Compreende a captação no reservatório de Itaparica até o reservatório Areias, ambos em Floresta (PE). É uma meta piloto para testes do sistema de operação. A Meta 1L apresenta 86,1% de conclusão.
Antigos Lotes: 9 e13.

META 2L (167 km):
Inicia na saída do reservatório Areias, em Floresta (PE), e segue até o reservatório Barro Branco, em Custódia (PE). A Meta 2L apresenta 57,8% de execução.
Antigos Lotes: 9,10,11,12 e 13.

META 3L (34 km):
  Este trecho está situado entre o reservatório Barro Branco, em Custódia (PE), e o reservatório Poções, em Monteiro (PB). A Meta 3L apresenta 26,2% de execução.
Antigo Lote 12.

Eixo Norte (Trecho I e II)

META 1N (140 km):
 Vai da captação do rio São Francisco, no município de Cabrobó (PE), até o reservatório de Jati, em Jati (CE).  A Meta 1N apresenta 55,5% de execução.
Antigos Lotes: 1,2,3,4 e 8.
META 2N (39 km):  Começa no reservatório Jati, no município de Jati (CE), e termina no reservatório Boi II, no município de Brejo Santo (CE). A Meta 2N apresenta 24,1% de execução.
Antigo Lote: 5.
META 3N (81 km): Estende-se do reservatório Boi II, no município de Brejo Santo (CE), até o reservatório Engenheiro Ávidos, no município de Cajazeiras (PB). A Meta 3N apresenta 46,4% de execução.
Antigos Lotes: 6,7 e 14.

Andamento das Obras**
As obras do Projeto de Integração do São Francisco estão em andamento e apontam mais de 51,3% de avanço. Estão em construção túneis, canais, aquedutos e barragens na maior obra de infraestrutura hídrica do pais. O empreendimento está previsto para ser concluído no final de 2015.
 O Projeto contempla ainda 38 ações socioambientais, como o resgate de bens arqueológicos e o monitoramento da fauna e flora. O investimento nestas atividades é de quase R$ 1 bilhão.
Atualmente, a obra emprega mais de 7,7 mil trabalhadores. Dos 16 lotes de obras, que compõe as Metas, dois já estão concluídos: o Canal de Aproximação do Eixo Norte e Leste.
Atualmente, estão em atividades 14 lotes: Lote 1, em Cabrobó (PE); 2,3 e 8, em Salgueiro (PE); Lote 4, em Verdejante (PE); Lote 5, em Brejo Santo (CE); Lote 6, em Mauriti (CE) - mobilização; Lote 7, em São José de Piranhas (PB) - em mobilização; Lotes 9 e 13, em Floresta (PE); Lotes 10 e 11, em Custódia (PE); 12, em Sertânia (PE); e 14, em São José de Piranhas (PB).
Quatro trechos do Eixo Norte funcionam 24 horas por dia: em Salgueiro (PE), em Cabrobó (PE), em Jati (CE), e  em São José de Piranhas (PB). Cerca de dois mil equipamentos estão em operação.

**Dados atualizados em 11/12/2013.

Boa notícia para o sertão >> A esperança que vem do céu


Previsão dos meteorologistas é de chuva normal no interior do estado, durante o primeiro trimestre de 2014, e pode representar um índice três vezes maior do que o que foi registrado este ano

Após uma longa estiagem no sertão potiguar, os meteorologistas esperam que chova no primeiro trimestre de 2014 três vezes mais que a quantidade precipitada durante o mesmo período desse ano. A previsão indica que no interior do estado – entre as mesorregiões do oeste, central e leste potiguar - deve chover normalmente no próximo ano, atingindo uma média de 450 milímetros. Em 2013, a média nos três primeiros meses foi de 145 milímetros.

A previsão foi formulada após a 1ª Reunião de Órgãos Meteorológicos do Nordeste, realizada em Campina Grande, reunindo meteorologistas de estados como Pernambuco, Ceará e Rio de Grande do Norte nos últimos dias 19 e 20 de dezembro.

Segundo Gilmar Bristot, meteorologista da Empresa de Pesquisa Agropecuária (Emparn), as chuvas esperadas são importantes para os cidadãos do interior. “Esta quantidade de chuvas tem um valor considerável, principalmente no semiárido nordestino, que passou esse ano pela seca”, avalia. Gilmar foi um dos participantes da reunião e disse que a previsão feita não é conclusiva, mas representa a experiência de profissionais de todo o país.
“Houve discussões e comparações com dados referentes a 2012, e esperamos que 2014 seja um ano dentro da normalidade, o que significa quantidades consideráveis de chuvas”, alegou Gilmar.

Apesar da previsão não ser conclusiva, Gilmar disse que existem dois indícios que se relacionam e confirmam a tendência de chuvas para o próximo ano. O primeiro deles, apontou o meteorologista, é o rebaixamento da temperatura do oceano Atlântico no hemisfério norte. “Diferente do comportamento dos últimos dois anos, a temperatura do oceano está melhorando. Fator favorável à incidência de chuvas”, contou.

Outro fator que pode contribuir para as chuvas ao longo do ano é a velocidade do vento em dezembro. Segundo Gilmar, os dois últimos anos foram de ventos fracos, o que impedia a vinda da Zona de Convergência Intertropical, efeito natural responsável pela precipitação nos três primeiros meses do ano na região nordeste. O meteorologista disse que os ventos estão mais fortes neste mês.

“Quando as águas do hemisfério norte esfriam, elas trazem ventos mais fortes, os chamados ventos alísios, que empurram a Zona de Convergência em direção à região Nordeste, trazendo chuvas”, explicou Gilmar.

Além disso, esses dois fatores já estão atuando em favor das chuvas durante novembro e dezembro desse ano. Com a mudança na temperatura do oceano Atlântico e os ventos mais fracos foi possível a formação do Vórtice Ciclônico de ar Superior no início do mês de novembro. O fenômeno natural foi responsável pelas precipitações de chuva no interior do estado e a chuva de granizo na cidade de Santana do Seridó.

Os fatores que apontam um 2014 normal, com chuvas regulares, são os mesmos que justificam a seca que o estado passou nos anos de 2012 e 2013. De acordo com Gilmar, a temperatura do oceano e a velocidade dos ventos foram essenciais para que as chuvas pouco caíssem no interior do estado potiguar.

“Com o oceano mais quente e, consequentemente, com ventos mais fracos, os últimos dois anos foram de poucas precipitações”, alegou o meteorologista.

No dia 16 de março desse ano a governadora Rosalba Ciarlini decretou “situação de emergência por seca” em 144 dos 167 municípios do estado. Com o decreto, o governo fez convênio com a Defesa Civil para garantir o abastecimento das cidades que sofriam com a seca. Em função da situação, muitos agropecuaristas viram seu rebanho morrer e sua lavoura destruída.

No entanto, com pouca água nas barragens e nas cisternas, a população teve que comprar, inclusive com dinheiro do Bolsa Família, água de carros-pipa. No dia 19 de setembro, após o primeiro decreto expirar, a governadora Rosalba Ciarlini decretou novamente “situação de emergência por seca” em mais seis municípios do estado.

 Fonte: Novo Jornal

Análise da Cultura do Algodão-SAFRA 2013/14

Fonte: AgroSat Brasil/SECEX/MDIC. 
O terceiro levantamento para a safra 2013/14 registra uma área a ser cultivada com
algodão no país em 1.076,9 mil hectares (Tabela 9), 20,4% superior aos 894,3 mil
hectares cultivados na safra 2012/13, este resultado representa um acréscimo de 182,6
mil hectares em relação à safra anterior.
Em Mato Grosso, que responde por mais de 60,0% da produção brasileira,
apresentou incremento de 24,5%, com a área passando para 591,7 mil hectares, ante os
475,3 mil hectares cultivados na safra anterior. O estado da Bahia, segundo na produção
nacional, apareceu na pesquisa com incremento de área de 18,0%, saindo de 271,4 mil
hectares cultivados na safra passada, para 320,3 mil hectares na safra atual. No estado
de Goiás, a área cresce 14%, passando para 52,6 mil hectares. Há também importante
tendência de incrementos de área em São Paulo, Minas Gerais e nos estados da Região
Norte/Nordeste.
Fatores como: a recuperação dos preços internos ao longo de 2013, favorecida
pela oferta mais restrita, a elevação dos preços no mercado externo com tendência de
permanecerem em patamares favoráveis, os atuais níveis de preços de mercado das
commodities concorrentes, notadamente milho, justificam o referido incremento na área
plantada com algodão no país.
O plantio ocorre a partir da segunda quinzena de outubro em São Paulo, Paraná e
sul de Mato Grosso do Sul. Em Mato Grosso, maior estado produtor, o plantio ocorre em
dois períodos: o da primeira safra, semeado preferencialmente no mês de dezembro e o
da segunda safra, nos meses de janeiro e fevereiro. Nas demais regiões produtoras a
semeadura ocorre nos meses de novembro e dezembro, podendo prolongar-se até
janeiro, como são os casos de Goiás e a região de Barreiras (BA). O algodão irrigado
cultivado no oeste da Bahia é plantado nos meses de janeiro e fevereiro.
Se configurado o quadro atual, e as condições de clima ao longo do ciclo da cultura
permanecerem estáveis, haverá incremento na produção de algodão em pluma na ordem
de 327,8 mil toneladas, devendo totalizar 1.638,1 mil toneladas.
Oferta e demanda
A mais recente pesquisa de campo realizada pela Conab na última semana de
novembro/13 aponta para um volume de produção da ordem de 1.638,1 mil toneladas de

 



pluma, portanto, ligeiramente superior ao que foi anunciado no levantamento precedente.
A perspectiva de aferição de que a receita financeira supere o custo de produção já que
os indicativos de preços atuais e futuros para a venda da fibra são considerados
satisfatórios, vem levando os produtores a incrementar a área de plantio e
consequentemente a produção.
Torna-se oportuno ressaltar que, ao contrário do que ocorreu na safra passada, o
algodão aparece como melhor alternativa de plantio em relação ao milho segunda safra
para alguns estados da Região Centro-Oeste, notadamente Mato Grosso, se considerar a
perspectiva de melhor retorno financeiro.
Com relação aos números de exportação, a Conab não efetuou ajustes,
permanecendo, assim, o indicativo de embarque de 560,0 mil toneladas para o ano de
2013, pois o volume total embarcado no período de janeiro a novembro/13 somou 527,6
mil toneladas, resultando em um remanescente a ser exportado de aproximadamente
32.400 toneladas de pluma.
As venda realizadas pelos produtores para exportação direta e exportação com
opção para o mercado interno, registradas na Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM) no
acumulado de janeiro/novembro/13 indicam um desempenho inferior em cerca de 11,0%,
quando comparado com o mesmo período do ano passado, em que pese o indicativo de
produção da safra que se inicia indicar superioridade ao volume colhido na safra passada.
Neste sentido, o novo prognóstico de embarques projetado pela Conab para o próximo
exercício de 2014 permanece inalterado em relação ao que foi divulgado no mês anterior,
ou seja, na casa das 540,0 mil toneladas.
A pluma a ser colhida no mercado doméstico na safra vindoura deverá ser
suficiente para abastecer as necessidade de consumo da indústria têxtil nacional, ora
avaliada em 920,0 mil toneladas e suprir parte da demanda internacional. Desta forma,
conclui-se, em princípio, que não deverão ocorrer pressões extras por importações. Por
conta disto, a Conab projeta que o volume de pluma a ser internalizado no ano de 2014
deverá ficar próximo de 25,0 mil toneladas.
Considerando a atual conjuntura, a configuração do quadro de suprimento
estimado para 2014 passa a ser a seguinte: oferta total do produto (estoque inicial +
produção + importação) situa-se em 2.047,0 mil toneladas, enquanto que a demanda total
(consumo interno + exportação) é estimada em 1.460 mil toneladas.
Como resultado final, tem-se uma previsão de estoque de passagem no
encerramento do exercício de 2013 estimado em 383,9 mil toneladas de pluma, que
equivale a 3,2 meses de consumo. Quanto a 2014, verifica-se que a partir de um volume
de produção maior haverá naturalmente uma recomposição dos estoques de passagem,
devendo totalizar cerca de 587,0 mil toneladas de pluma; quantidade suficiente para suprir
a demanda da indústria nacional no período de entressafra e mais exportações por um
período aproximado de 4,8 meses. 
 
NOTA DO BLOG:
A cultura do algodão, aqui no nordeste, que já foi no século passado o nosso maior produto de exportação, hoje resume-se ao estado da Bahia, com o algodão irrigado.
Figura 12 - Mapa da produção agrícola - Algodão
Fonte: Conab/IBGE.
Figura 13 -
Calendário de plantio e colheita
- Algodão
Acomp. safra bras. grãos, v. 1 - Safra 2013/14, n. 3 - Terceiro Levantamento, dez. 2013
32
Out
Nov
Dez
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Norte
TO
P
P
P
P
P
C
C
C
C
Nordeste
MA
P
P
P
C
C
C
PI
P
P
P
C
C
C
CE
C
P
P
P
C
C
C
C
RN
P
P
P
C
C
C
C
PB
C
P
P
P
P
C
C
C
PE
C
C
P
P
P
P
P
C
C
C
AL
C
P
P
P
C
BA
P
P
P
P
C
C
C
C
C
Centro-Oeste
MT
P
P
C
C
C
C
C
MS
P
P
C
C
C
GO
P
P
P
C
C
C
C
C
Sudeste
MG
P
P
P
C
C
C
C
C
SP
P
P
P
C
C
C
C
C
Sul
PR
P
P
P
C
C
C
Legenda:
P
- Plantio; C - Colheita; P/C - Plantio e Colheita
Fonte: Conab
Algodão (plantio-colheita)
Primavera
Verão
Outono
Inverno
23/09 a 21/12
21/12 a 20/03
20/03 a 21/06
21/06 a 23/09
UF/Região
Tabela 12 - Comparativo de área, produtividade e produção - Algodão em caroço
Tabela 13 - Compa
rativo de área, produtividade e produção - Algodão em pluma
Acomp. safra bras. grãos, v. 1 - Safra 2013/14, n. 3 - Terceiro Levantamento, dez. 2013
33
Safra 12/13
Safra 13/14
VAR. %
Safra 12/13
Safra 13/14
VAR. %
Safra 12/13
Safra 13/14
VAR. %
(a)
(b)
(b/a)
(c)
(d)
(d/c)
(e)
(f)
(f/e)
NORTE
6,0
8,5
41,7
3.150
3.610
14,6
18,9
30,7
62,4
TO
6,0
8,5
42,2
3.150
3.610
14,6
18,9
30,7
62,4
NORDESTE
300,8
351,8
17,0
3.351
3.884
15,9
1.008,0
1.366,5
35,6
MA
16,7
18,2
9,0
3.970
3.970
-
66,3
72,3
9,0
PI
11,4
12,0
5,1
3.270
3.660
11,9
37,3
43,9
17,7
CE
0,9
0,9
-
295
655
122,0
0,3
0,6
100,0
RN
0,1
0,1
-
3.000
3.000
-
0,3
0,3
-
PB
0,1
0,1
-
300
615
105,0
-
0,1
-
PE
0,1
0,1
-
380
540
42,1
-
0,1
-
AL
0,1
0,1
-
320
390
21,9
-
-
-
BA
271,4
320,3
18,0
3.330
3.900
17,1
903,8
1.249,2
38,2
CENTRO-OESTE
560,9
684,2
22,0
3.943
3.854
(2,3)
2.211,6
2.636,7
19,2
MT
475,3
591,7
24,5
3.915
3.825
(2,3)
1.860,8
2.263,3
21,6
MS
39,5
39,9
1,0
4.365
4.125
(5,5)
172,4
164,6
(4,5)
GO
46,1
52,6
14,0
3.870
3.970
2,6
178,4
208,8
17,0
SUDESTE
25,8
31,5
22,1
3.429
3.701
7,9
88,5
116,5
31,6
MG
20,0
21,3
6,5
3.375
3.720
10,2
67,5
79,2
17,3
SP
5,8
10,2
75,0
3.615
3.660
1,2
21,0
37,3
77,6
SUL
0,8
0,9
12,5
2.625
2.375
(9,5)
2,1
2,1
-
PR
0,8
0,9
12,5
2.625
2.375
(9,5)
2,1
2,1
-
NORTE/NORDESTE
306,8
360,3
17,4
3.347
3.878
15,8
1.026,9
1.397,2
36,1
CENTRO-SUL
587,5
716,6
22,0
3.919
3.845
(1,9)
2.302,2
2.755,3
19,7
BRASIL
894,3
1.076,9
20,4
3.723
3.856
3,6
3.329,1
4.152,5
24,7
Fonte: Conab.
Nota: Levantamento dezembro/2013.
PRODUÇÃO (Em mil t)
REGIÃO/UF
ÁREA (Em mil ha)
PRODUTIVIDADE (Em kg/ha)
Safra 12/13
Safra 13/14
VAR. %
Safra 12/13
Safra 13/14
VAR. %
Safra 12/13
Safra 13/14
VAR. %
(a)
(b)
(b/a)
(c)
(d)
(d/c)
(e)
(f)
(f/e)
NORTE
6,0
8,5
41,7
1.213
1.390
14,6
7,3
11,8
61,6
TO
6,0
8,5
42,2
1.213
1.390
14,6
7,3
11,8
61,6
NORDESTE
300,8
351,8
17,0
1.323
1.544
16,7
397,9
543,1
36,5
MA
16,7
18,2
9,0
1.568
1.568
-
26,2
28,5
8,8
PI
11,4
12,0
5,1
1.275
1.427
11,9
14,5
17,1
17,9
CE
0,9
0,9
-
103
229
122,3
0,1
0,2
100,0
RN
0,1
0,1
-
1.050
1.050
-
0,1
0,1
-
PB
0,1
0,1
-
105
215
104,8
-
-
-
PE
0,1
0,1
-
133
189
42,1
-
-
-
AL
0,1
0,1
-
112
137
22,3
-
-
-
BA
271,4
320,3
18,0
1.315
1.552
18,0
357,0
497,2
39,3
CENTRO-OESTE
560,9
684,2
22,0
1.551
1.515
(2,3)
869,7
1.036,8
19,2
MT
475,3
591,7
24,5
1.539
1.503
(2,3)
731,3
889,5
21,6
MS
39,5
39,9
1,0
1.724
1.629
(5,5)
68,1
65,0
(4,6)
GO
46,1
52,6
14,0
1.525
1.564
2,6
70,3
82,3
17,1
SUDESTE
25,8
31,5
22,1
1.341
1.449
8,1
34,6
45,6
31,8
MG
20,0
21,3
6,5
1.316
1.451
10,3
26,3
30,9
17,5
SP
5,8
10,2
75,0
1.428
1.446
1,3
8,3
14,7
77,1
SUL
0,8
0,9
12,5
1.000
903
(9,8)
0,8
0,8
-
PR
0,8
0,9
12,5
998
903
(9,5)
0,8
0,8
-
NORTE/NORDESTE
306,8
360,3
17,4
1.321
1.540
16,6
405,2
554,9
36,9
CENTRO-SUL
587,5
716,6
22,0
1.541
1.512
(1,9)
905,1
1.083,2
19,7
BRASIL
894,3
1.076,9
20,4
1.465
1.521
3,8
1.310,3
1.638,1
25,0
Fonte: Conab.
Nota: Levantamento dezembro/2013.
PRODUÇÃO (Em mil t)
REGIÃO/UF
ÁREA (Em mil ha)
PRODUTIVIDADE (Em kg/ha)