quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Chuvas são registradas em vários municípios do RN e passam de 100 milímetros, diz Emparn.

A Empresa de Pesquisa Agropecuária (Emaprn) voltou a registrar chuvas em várias partes do estado entre as 7h de segunda-feira (3) e 7h desta terça (04).

Pelo menos 67 municípios nas regiões Agreste, Central, Leste e Oeste tiveram precipitações. Em Encanto, uma pequena barragem sangrou graças ao bom volume de chuvas.

O maior volume registrado foi no município de Senador Elói de Souza, no Agreste, onde o pluviômetro marcou 119,4 mm ao longo de 24 horas. Na mesma região, tiveram destaque também as chuvas nos municípios de Riachuelo (92,8 mm) e Lagoa D’Anta (75,4 mm).

No município de Fernando Pedroza, choveu 28 mm.

 

 

Orós das Melancias de F. Pedroza

Controle Pode Previnir a Tristeza Parasitária em Bovinos

 

Controle estratégicos pode prevenir a tristeza parasitária em bovinos

A tristeza parasitária bovina é transmitida principalmente por carrapatos e pode trazer grandes prejuízos para os pecuaristas, reduzindo a produtividade do rebanho. A anemia e a febre são um dos principais sintomas da doença e, nos casos mais graves, o animal chega a urinar sangue e pode morrer.

Na maioria das vezes, a doença surge em forma de surtos, prejudicando todo o rebanho e não um único animal. Pesquisas da Embrapa indicam que a melhor forma de prevenir a tristeza parasitária bovina é realizar o controle integrado do carrapato, onde se utilizam várias estratégias de controle que possibilitam manter os rebanhos com baixos níveis de infestação durante todo o ano, sendo o controle estratégico, uma das mais importantes práticas que deve ser adota nos rebanhos.

O controle integrado do carrapato dos bovinos ou controle estratégico deve ser realizado no período que antecede o início das chuvas, no meio deste período, e em seu final. “Utilizando uma série de estratégias, como o controle estratégico, rotação de pastagens e utilização de animais “aspiradores” de larvas nas pastagens, assim como a utilização de carrapaticidas de alta eficiência para o controle das populações de carrapatos nas propriedades consegue-se um bom controle desse ectoparasita nos rebanhos em Rondônia, evitando que haja uma grande concentração de carrapatos nos animais e nas pastagens, permitindo que se faça também um bom controle da tristeza parasitária”, conforme explica Luciana Gatto Brito, pesquisadora da Embrapa Rondônia.

O controle integrado do carrapato também é a melhor forma de combater a tristeza parasitária porque os rebanhos não podem ficar totalmente livres desses parasitos, uma vez que eles funcionam como uma espécie de vacina natural, ajudando o animal a desenvolver resistência contra a doença. Em número reduzido, o carrapato ajuda na manutenção da circulação dos agentes causais da tristeza parasitária nos rebanhos em níveis tão baixos que os animais não chegam a adoecer, uma vez que estarão com seu sistema imunológico ativo contra a doença.

O gado leiteiro costuma ser mais acometido pela tristeza parasitária do que o gado de corte. “A gente sabe que os bovinos de leite têm uma infestação por carrapatos muito maior do que os bovinos de corte”, explica a pesquisadora da Embrapa Rondônia. “Eles são muito mais susceptíveis à ocorrência da doença, principalmente os animais mais jovens porque ainda estão descobertos pela proteção do sistema imunológico”.

Os produtores devem ficar atentos aos sintomas da tristeza parasitária e, em caso de suspeita de sua ocorrência, procurar um especialista para que seja dado o tratamento adequado, evitando maiores danos ao rebanho e prejuízos à sua produção.

Novo Documento Para Agricultor Familiar Acessar o PRONAF

Portaria institui novo documento para agricultor familiar acessar o Pronaf

O CAF-Pronaf será emitido pelas entidades públicas e privadas integrantes da Rede CAF, quando requerido pelo agricultor familiar


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta sexta-feira (31), no Diário Oficial da União, a Portaria nº 387, que institui o documento Cadastro Nacional da Agricultura Familiar do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (CAF-Pronaf) em substituição à Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), para fins de acesso ao crédito rural.

“Trata-se de uma iniciativa importante, pois o novo documento identificará de forma adequada o público beneficiário do Pronaf e o acesso a esse programa ocorrerá de forma mais segura e transparente”, afirma o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Márcio Cândido.

O CAF-Pronaf será emitido pelas entidades públicas e privadas integrantes da Rede CAF, quando requerido pelo agricultor familiar. Para isso, o solicitante deverá estar com a inscrição ativa no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), que começará a ser implementado de forma piloto, no Distrito Federal, a partir de janeiro de 2022.

Os prazos e as instruções para que o agricultor familiar do Distrito Federal realize a sua inscrição no CAF serão divulgados posteriormente no portal do Mapa. Essa etapa contará com a parceria da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/DF).

“Todos precisam ficar atentos, pois o documento CAF-Pronaf só será emitido após ser realizada a inscrição do agricultor familiar no CAF e essa inscrição estiver com a situação cadastral ativa”, ressalta a coordenadora de Cadastro do Agricultor Familiar do Mapa, Silvia Castanheira Maia.

De acordo com a Portaria publicada pelo Mapa, para obter o CAF-Pronaf também será preciso atender aos critérios e condições de enquadramento do agricultor familiar estabelecidos pelo Manual de Crédito Rural (MCR), conforme resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Outras informações sobre o CAF podem ser solicitadas à Coordenação de Gestão do Cadastro Nacional da Agricultura Familiar do Mapa pelo e-mail caf@agricultura.gov.br ou pelos telefones (61) 3276-4540 e 3276-4533.

 

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

 

Economia: Idema bate recorde em emissões de licenças em 2021

 

Em 2021, o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente - Idema emitiu 4.588 licenças ambientais para todo o estado, contemplando diversas atividades econômicas. O quantitativo superou o ano de 2020. Desse número, 1.412 são referentes às atividades petrolíferas, o que representa 31% do desempenho anual.

De acordo com o levantamento realizado pelo Cerberus, sistema de gerenciamento de processos do Idema, os setores econômicos mais licenciados foram o de Agricultura Irrigada, com 287 licenças; Eólica: 183; Extração de areia, argila, cascalho e similares: 146; Carcinicultura: 108; Extração de minérios diversos (ferro, ouro, granito, mármore, calcário, rochas pegmatíticas e quartzitos, feldspato, xisto, xelita): 86; Extração de sal marinho (salinas): 69; Energia Solar: 63; Subestações de energia elétrica: 43, Supermercados, shopping centers: 15, entre outros serviços.


O licenciamento ambiental é um instrumento que concilia o desenvolvimento econômico no Rio Grande do Norte com a proteção do meio ambiente. O sucesso das emissões e produtividade recorde para o ano de 2021, representa a retomada da economia e dos serviços públicos. O Sistema de Esgotamento Sanitário de São Gonçalo do Amarante; obras importantes para a Avenida Omar O’Grady, o Sistema Complementar de Drenagem de águas pluviais do entorno do Gancho de Igapó, a Licença de Regularização da CBTU, licenciamento de cemitérios públicos para as Prefeituras de Itaú e Lucrécia, a emissão de licenças para o Aterro Sanitário de Caicó e da Central de Tratamento de Resíduos, em Nova Cruz, estão entre os empreendimentos destaques nesse período.

A partir das inovações adotadas no licenciamento, foi possível entregar a primeira Licença Prévia (LP) para um projeto de carcinicultura marinha na modalidade de condomínio. "Essa foi uma conquista para o setor de aquicultura potiguar", frisou o diretor-geral do Idema, Leon Aguiar.

Além disso, em dezembro de 2021, a governadora Fátima Bezerra entregou as Licenças de Operação para que a Codevasp, órgão ligado ao Ministério de Desenvolvimento Regional, possa realizar o processo licitatório de quatro adutoras, atendendo as necessidades de nove municípios: Florânia, Tenente Laurentino Cruz, Cruzeta, Lagoa Nova, Bodó, Cerro Corá, Currais Novos, Acari e São Vicente.

Segundo Leon Aguiar, o órgão tem passado por avanços, o que contribui, junto a outros fatores, com o desenvolvimento e otimização dos processos. “Investimos em tecnologia e em pessoal. Atualmente, mais da metade do corpo técnico da instituição são novos profissionais especializados em diversas áreas, o que aprimora a análise do licenciamento ambiental. Nossa tendência sempre foi ascendente com o amadurecimento profissional e técnico dos nossos colaboradores”, disse o diretor-geral.

Para o diretor técnico do Idema, Werner Farkatt, o aumento da emissão das licenças se dá pela mudança do perfil do órgão nos últimos três anos. “Hoje todos os processos são virtuais, mesmo os colaboradores precisando trabalhar em regime de teletrabalho, em razão da pandemia, puderam executar suas atividades sem prejuízos, uma vez que o sistema é totalmente eletrônico. Também melhoramos a rede de internet, adquirimos novos computadores e novos sistemas. Um exemplo da evolução é que em janeiro de 2021 emitimos 218 e já em dezembro 385 foram emitidas”, explicou o gestor.

Para 2022, o Idema prevê mais investimentos em equipamentos de informática, plataformas tecnológicas com o objetivo de aperfeiçoar e agilizar os trabalhos. "É preciso seguir avançando no aprimoramento dos processos e na cadeia de investimentos na infraestrutura do órgão para atender bem os empreendedores que buscam o Rio Grande do Norte", afirmou.

Atividades florestais

Entre outros destaques no trabalho desenvolvido ao longo do ano pelo Idema estão as 226 autorizações para atividades florestais, incluindo Planos de Manejo Florestal Sustentável, Autorizações para as atividades de energias renováveis (parques solares e eólicos, linhas de transmissão, canteiros de obras dos parques, RMT´s e acessos). Dentre as autorizações também foram contempladas as atividades econômicas de Agricultura, Petróleo, Extração de Minério, Obras Públicas e usos residenciais e turísticos.

Nota do Blog: O IDEMA  é uma máquina azeitada de fazer dinheiro. Enquanto isso, os funcionários ativos e inativos, não tem reajustes nos seus salários, a mais de 12 anos.



 

Recomendações e cuidados com as crias de ovinos e caprinos


crias caprinosCom um bom manejo de crias na Ovinocaprinocultura, espera-se contribuir para a redução dos índices de mortalidade, melhoria dos sistemas produtivos e, consequentemente, para o avanço da caprinocultura no país. Segundo Samuel Souza, analista da Embrapa Tabuleiros Costeiros, as práticas de manejo no contexto da ovinocaprinocultura aborda de maneira direta e objetiva os cuidados necessários durante uma determinada fase da produção dessas espécies que apresenta grande necessidade de procedimentos especiais com os animais.
“Desde a fase de gestação, estes animais vêm sofrendo influências diretas e indiretas quanto ao manejo da fêmea gestante. Portanto, devemos iniciar os cuidados desde a fase de gestação, mais especificamente no seu terço final, até o completo desaleitamento do animal, momento em que se encerra o período denominado ‘fase de cria'”, ressalta.

Souza afirma que os produtores da ovinocaprinocultura devem estar atentos aos cuidados necessários com os animais durante a fase inicial de desenvolvimento, de maneira que as práticas de manejo sejam adotadas e implantadas nas propriedades. Para ele, esses cuidados geram  redução das perdas produtivas por mortalidade de animais durante essa faixa etária, garantem a proteção imunológica passiva, previne contra enfermidades oportunistas, possibilita o controle zootécnico de maneia a organizar e monitorar a produção e garante melhor desenvolvimento dos animais preparando-os para a vida

 

A importância das forrageiras para alimentação dos animais

   

Plantas forrageiras compõe a melhor opção de pasto como alternativas para a alimentação de todos os rebanhos, desde o gado de leite e de corte até ovinos e caprinos, pois são um alimento saudável para os animais. Além disso, o cultivo de forrageiras traz economia para o pecuarista que podem gastar menos com a compra de rações para complementar a alimentação dos animais.

Quanto mais o pecuarista cultivar forrageiras, menor será a necessidade do usar grãos para alimentar seus rebanhos. Com isto, os custos de produção ficam menores. Os produtores da região sul do Brasil levam uma vantagem que é o clima desta região que permite o cultivo de praticamente todas as espécies de forrageiras. É o que lembra Renato Fontaneli, pesquisador da Embrapa Trigo “Na região sul temos a possibilidade de produzir pasto o ano todo. Podemos cultivar todas as espécies que se cultiva na região tropical e praticamente todas as espécies que se cultiva na região temperada “.

Mas o produtor precisa estar atento à melhor época para o cultivo das forrageiras, principalmente quando também trabalha com culturas agrícolas. Neste caso, uma recomendação da Embrapa é pela adoção do sistema de rotação de culturas.

 

Mapa e estados debatem apoio a produtores afetados pela estiagem

Os produtores estão localizados na Região Sul e no estado de Mato Grosso do Sul

O secretário-executivo do Mapa, Marcos Montes, e o secretário de Política Agrícola (SPA), Guilherme Bastos, reuniram-se nesta segunda-feira (3) com secretários de Agricultura dos estados da Região Sul e de Mato Grosso do Sul, afetados pela estiagem.

No encontro, os secretários estaduais relataram as dificuldades enfrentadas pelos produtores rurais em razão da seca. Diante do cenário, o Mapa avalia a possibilidade de intermediar com as instituições financeiras a prorrogação do pagamento das dívidas dos produtores desses estados, além do estudo de apoio de crédito adicional aos produtores dos municípios em que o estado de emergência foi decretado pelo Governo Federal.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) está fazendo levantamento sobre a intensidade e amplitude do impacto na produção agrícola, dimensionando os níveis de perdas.

Estão agendadas também reuniões virtuais da SPA com diversos órgãos e entidades representativas do agronegócio do RS e do PR. Os demais estados afetados também entrarão em programações futuras.

Seguro Rural

Em 2021, a cobertura de seguro rural disponibilizada pelo Mapa foi recorde. O ministério aplicou R$ 1,181 bilhão. Desde 2018, o investimento e a área segurada no país triplicaram.

Levantamento preliminar da Secretaria de Política Agrícola aponta cobertura significativa de seguro rural para médios e pequenos produtores de soja e milho, com Proagro e Seguro Rural, no Rio Grande do Sul e no Paraná.

Além disso, os produtores enquadrados no Pronaf, que têm financiamento de custeio, por obrigatoriedade legal, têm 100% de contratação de Proagro ou Seguro nos dois estados citados. Esses produtores têm a cobertura do custeio e uma Garantia de Renda Mínima (GRM), que depende de análise das perdas.

Já os médios produtores do Pronamp tiveram de 79% a 95% das operações com cobertura de seguro ou Proagro, dependendo da cultura, estado e instituição financeira. Esse índice cai para 40% a 60% no caso dos demais produtores.

Vale ressaltar que nas operações de custeio de produtores, que não sejam do Pronaf e com valor de até R$ 335 mil, é obrigatória a contratação de garantia via Proagro ou em substituição ao seguro rural.

No crédito rural, os produtores que não têm seguro ou Proagro, nas operações de custeio ou investimento, podem solicitar nas instituições financeiras a prorrogação de dívidas, que são analisadas caso a caso, conforme regras estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Zarc

Os representantes do Mapa esclareceram que não é possível alterar a data de plantio da soja, estabelecida em 12 de maio de 2021 por meio das portarias que tratam do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), conforme regras previstas na Portaria Nº 412/2020 do Mapa.

Isso porque, a partir da publicação das portarias de Zarc, as seguradoras e o Banco Central precificaram os prêmios e a taxa adicional cobrada dos produtores, não podendo aceitar novos riscos, por questões contratuais, como nova data de plantio diferente da estabelecida em portaria.

Além disso, as datas só podem ser modificadas após elaboração de novos estudos, que demandam quase um ano de duração, entre planejamento, orçamento, execução e publicação da pesquisa.

O Mapa informou que está em desenvolvimento uma nova pesquisa de Zarc para a cultura da soja, que deve ser divulgada em junho de 2022 com vigência para a safra 2022-2023.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

 

2022 começa com chuva em várias Regiões do Brasil

 

O ano de 2022 começou com chuva forte espalhada por várias Regiões do Brasil. A capital do Amazonas foi mais chuvosa, com 63 mm acumulados em apenas 12 horas de acordo com dados do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais. Nas primeiras 12h deste sábado (01), entre 00h30 e 12h choveu quase 90 mm no estado do Amazonas e no Pará.

 

Confira abaixo os maiores acumulados de chuva entre 00h e 12h:


Atalaia do Norte-AM: 89mm
Rurópolis-PA: 89mm
Bacuri-MA: 78mm
Manaus-AM: 63mm
Santarém-PA: 60 mm
Terra Santa-PA: 60 mm
Três Corações-MG: 57,4mm
Tabatinga-AM: 53mm
Souza-PB: 52mm

 

 

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No estado do Rio De Janeiro, choveu durante a madrugada e manhã, mas os maiores volumes não se concentraram na Capital. Itatiaia-RJ e Teresópolis-RJ tiveram os maiores volumes de chuva hoje, com 29mm e 25 mm, respectivamente. 


A capital mais quente desde 1° de janeiro foi Natal-RN, com seus 27,6°C e a tarde mais quente deve ser observada em Porto Alegre-RS. 

 

Confira a previsão completa para o mês de janeiro de 2022

 

Até o final do dia de hoje ainda são esperados volumes de chuva significativos sobre as regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil, devido à atuação da ZCAS (Zona de Convergência do Atlântico Sul) que segue transportando umidade para estar Regiões.

 

 


 

Mapa e Anater viabilizam R$ 53,6 milhões para contratações de serviços de assistência técnica

Agricultores assentados, produtores de orgânicos e estudantes de ciências agrárias podem ser beneficiados em todo o país


A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) lançou Chamadas Públicas e Instrumentos Específicos de Parceria (IEPs) para contratação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), que somam R$ 53,6 milhões e beneficiarão áreas rurais de todas as regiões do Brasil, no início de 2022. Os editais apresentam novas políticas públicas de Ater, direcionadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O lançamento ocorreu nesta segunda-feira (27). A partir desta data, empresas privadas e públicas de Ater interessadas podem participar dos processos de seleção.

Agricultores assentados, produtores de orgânicos e estudantes de ciências agrárias fazem parte do público-alvo. As iniciativas do Governo Federal são referentes ao Programa de Consolidação de Assentamentos – Produzir Brasil – Região Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo; ao Projeto de Ater para Família de Agricultores e Agricultoras Orgânicos Vinculados a Organizações de Controle Social (OCS); e ao Programa AgroResidência.

“Este final de ano traz mais um marco para a história da Ater no Brasil. É com orgulho que anunciamos esse recurso que contemplará todas as regiões. A Anater, com o direcionamento do Mapa, potencializou as ações e iniciaremos 2022 ainda mais fortes”, destacou o presidente da Anater, Ademar Silva Júnior.

A última versão do Produzir Brasil atenderá demandas específicas da área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). A finalidade é acelerar o processo de consolidação dos projetos de reforma agrária por intermédio da inserção produtiva em cadeias de valor que garantam a sustentabilidade econômica e ambiental, bem como, a estabilidade social das famílias assentadas para inserção dessas em mercados.

A iniciativa é executada em parceria com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e, por isso, oferece também o título de posse rural, ampliando o acesso a outras políticas públicas. O recurso de aproximadamente R$ 30,3 milhões beneficiará mais de 6.600 famílias de assentados titulados ou em titulação, de nove estados da Região Nordeste, além de Minas Gerais e Espírito Santo. Além da contratação de empresas privadas por chamamento, o valor inclui a assinatura de seis IEPs com Emateres.

Já o Projeto de Ater para Família de Agricultores e Agricultoras Orgânicos Vinculados a Organizações de Controle Social (OCSs) visa a prestação de serviços para agricultores(as) familiares agrupados(as) em OCSs  que comercializam com venda direta. Devem ser legalmente constituídas e devidamente cadastradas no Mapa.

Será realizado o apoio à produção familiar de alimentos orgânicos, organização e controle social, rastreabilidade, execução de registros das atividades e acesso a mercados. O recurso de R$ 7,8 milhões contemplará mais de 80 OCSs dos seguintes estados: Amazonas, Ceará, Paraíba, Sergipe, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

O AgroResidência tem o objetivo de selecionar propostas de projetos de residência profissional agrícola de instituições de ensino públicas. Serão contemplados os jovens entre 15 e 29 anos de idade, estudantes de nível médio ou superior e recém-egressos de cursos de ciências agrárias e afins. São quatro editais lançados e a abrangência é nacional, com recurso que soma R$ 15,5 milhões.

>> Confira os editais aqui

A Anater operacionalizou mais de R$ 100 milhões nas contratações de serviços de Ater, nos últimos dois anos.

 

Armando Ribeiro, maior reservatório de água do RN, termina 2021 com 45% da capacidade total

A Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório de água do Rio Grande do Norte, fechou o ano de 2021 com 45% de sua capacidade. O reservatório comporta 2.373.066.510 m³ de água e estava com 1.073.050.284 m³ na medição feita em 31 de dezembro. G1RN.  

 

Algumas orientações para construção de viveiro de mudas

   

O primeiro cuidado que se deve ter é quanto à escolha do local e, para isso, é preciso seguir duas orientações básicas, segundo o pesquisador da Embrapa Amapá, Antônio Carlos Pereira. A primeira é que o terreno onde o viveiro vai ser construído não deve ser inclinado pois, nessas áreas, a enxurrada causada pelas chuvas, além de prejudicar o desenvolvimento das mudas, também pode danificar o viveiro. A segunda orientação é construir o viveiro o mais próximo possível de uma boa fonte de água. Assim, os gastos com irrigação serão menores.

Outras recomendações básicas se referem os equipamentos e materiais necessários para a construção do viveiro. Para sua cobertura, a recomendação da Embrapa Amapá é que seja utilizado o sombrite, material resistente, de baixo custo e de fácil manutenção.

O pesquisador Antônio Carlos também lembra que em alguns casos o produtor precisa se cadastrar  no Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Esse registro, de produtor de mudas, é feito uma única vez. Mas cada vez que construir um novo viveiro, o produtor precisa registrá-lo. “Se fizer dez viveiros, cada um deles tem que ser cadastrado junto ao Ministério”, esclarece o pesquisador.