sexta-feira, 3 de janeiro de 2020



Produção de etanol deve voltar a crescer

Quando a renda aumenta, o consumo de combustível também cresce
     
O Programa Renovabio, que se iniciará neste mês, deve possibilitar a retomada do crescimento da produção de etanol. Além disso, segundo pesquisadores do Cepea, outro ponto que deve favorecer o esperado crescimento do mercado brasileiro do biocombustível é a possibilidade do uso de outras matérias-primas além da cana-de-açúcar para a produção de etanol, como o milho.

Quanto ao preço do etanol, deve continuar competitivo relativamente à gasolina nos estados onde ocorre a maior parte da produção e do consumo nacional. A proximidade do preço do etanol relativamente ao da gasolina, por sua vez, vai depender da taxa de crescimento da renda.

Quando a renda aumenta, o consumo de combustível também cresce, tanto pela maior aquisição de veículos que passam a fazer parte da frota, quanto por maior uso daqueles que já existem. 

Produtores rurais tendem a fazer mais sexo que outras profissões, aponta pesquisa


Levantamento feito no Reino Unido com 2 mil pessoas indica que 33% dos produtores fazem sexo ao menos uma vez ao dia



Uma pesquisa realizada pela empresa britânica de produtos eróticos Lelo UK aponta que os produtores rurais são sexualmente mais ativos em relação a outros profissionais. O levantamento realizado no Reino Unido questionou duas mil pessoas sobre suas profissões e vidas sexuais. O resultado revelou que os agricultores fazem mais sexo, uma vez que 33% alegou ter relações pelo menos uma vez por dia.
Dos produtores rurais que participaram da pesquisa, 67% também disseram que o desempenho sexual nas relações é ‘incrível’. Arquitetos (21%) e cabeleireiros (17%) estão em seguida na lista, que relaciona a performance sexual com as condições da profissão.

De acordo com Kate Moyle, especialista da Lelo UK, o desempenho pode estar ligado diretamente à disposição física dos profissionais. “O nível de atividade física em uma carreira como um agricultor, em vez de alguém em um ambiente de escritório, pode afetar os níveis de condicionamento físico e energia”, ela explica.

Nota do Blog: Aqui no nosso semiarido velho de guerra, existe uma explicaçao:
Os mais antigos sempre diziam que era o unico divertimento do pobre. Pode ser!

Definida regulamentação dos processos de reforma agrária e regularização fundiária

Acesso à terra

Três instruções normativas do Incra foram publicadas na última terça-feira (31), no Diário Oficial da União

 Lavoura
Lavoura

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) regulamentou o processo de regularização fundiária e reforma agrária, com base na Medida Provisória (MP) 910 e nos Decretos 10.165 e 10.166, assinados pelo presidente Jair Bolsonaro, simplificando os procedimentos relativos à execução dessas políticas. As três instruções normativas foram publicadas na última terça-feira (31), no Diário Oficial da União.

As novas normas que o Incra passa a adotar são: IN nº 98, que trata das dos procedimentos para seleção de famílias beneficiárias do Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA), IN nº 99, que dispõe sobre as normas para Titulação de Assentados e Consolidação de Assentamentos da reforma agrária e IN nº 100, que discorre sobre os procedimentos para regularização fundiária das ocupações incidentes em áreas rurais. Dessa forma, ficam inteiramente revogadas as IN 95, 96 e 97 que anteriormente regulavam esses processos.

Seleção de famílias

A IN nº 98 traz entre as suas principais mudanças na seleção de famílias candidatas a lotes de reforma agrária do Incra a obrigatoriedade de inscrição ativa no CadÚnico. Os candidatos também não podem ter renda proveniente de atividade não agrícola superior a três salários mínimos mensais ou a um salário mínimo por membro da família.

Outra mudança atende uma recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU) e altera o cálculo dos critérios de pontuação para classificação das famílias candidatas a beneficiárias do PNRA. “Anteriormente, uma família acampada poderia receber até 15 pontos no processo de seleção, esses pontos foram equilibrados entre os demais critérios divididos entre primeira seleção e substituição de lotes”, explica a cordenadora-geral substituta de Implantação da Diretoria de Obtenção de Terras e Implantação de Projetos de Assentamento do Incra, Cinair Correia da Silva.

Titulação e consolidação

Entre as mudanças trazidas pela IN nº 99 está a modernização no procedimento do fluxo de titulação que torna o processo mais simplificado e objetivo. “Este é o ponto considerado o maior avanço para os trabalhos de titulação do Incra, pois dispensa a necessidade de uma vistoria prévia in loco a todo instrumento de titulação que a instituição for emitir”, afirma o diretor de Desenvolvimento de Projetos de Assentamento do Incra, Giuseppe Serra Seca Vieira.

Vieira explica que a intenção da IN foi instituir outros mecanismos para garantir que o beneficiário esteja cumprindo as cláusulas previstas no Contrato de Concessão de Uso (CCU,). “Como exemplo, podemos citar o uso de tecnologia para validar a preservação do meio ambiente no lote buscando dados disponíveis no Sistema do Cadastro Ambiental Rural (Sicar) do Serviço Florestal Brasileiro ou a inscrição do lote no Cadastro Ambiental Rural (CAR), ou ainda validar a exploração efetiva da parcela através do uso de imagem de satélite, de sensoriamento remoto”, completa.

Mas o diretor destaca que há casos previstos na norma em que a realização de vistorias é obrigatória. São eles: quando o imóvel tiver sido objeto de termo de embargo ou infração ambiental lavrada por órgão ambiental competente, quando o requerimento de titulação ou de regularização for realizado por meio de procuração, se constar na lista de exploração de mão de obra em condição análoga à de escravo da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia ou se houver conflito agrário declarado ou registrado na Ouvidoria Agrária do Incra.

Com relação à consolidação dos assentamentos da reforma agrária, a nova norma trata de forma objetiva as condições para consolidação, além de prever casos específicos em que a consolidação poderá ser afastada.

Regularização Fundiária

A IN nº 100 traz como principal mudança a fusão dos procedimentos da antiga IN nº 95 do Incra, que tratava da regularização fundiária fora da Amazônia Legal, com a Portaria nº 645/2018, da extinta Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário (Sead), que dispunha sobre os processos de regularização fundiária no âmbito da Amazônia Legal, para regulamentar a MP 910 e o Decreto 10.165.

A nova regra adéqua os procedimentos relacionados à vistoria prévia para regularização fundiária de imóveis rurais, que passou de 4 para 15 módulos fiscais com a medida provisória. “A norma detalha os procedimentos relacionados a essa mudança, sempre respeitando o que recomenda a ADIN 4269/2009/STF, que afasta o entendimento de que não existe necessidade de fiscalização. É preciso esclarecer que a necessidade de vistoria não deixa de existir”, frisa o diretor de Ordenamento da Estrutura Fundiária, Humberto César Mota Maciel.
“Dependendo do caso, ela poderá deixar de ser feita in loco, para ser feita por sensoriamento remoto e cruzamento de dados do Incra com outros sistemas de informação do Governo Federal, como Receita Federal, órgãos ambientais e outros que a autarquia necessitar”, afirma.

O normativo regulamenta a obrigatoriedade e a forma com que o Cadastro Ambiental Rural (CAR) entrará no processo da regularização fundiária como uma informação extra para o fortalecimento da fiscalização remota. Entre outros pontos, também elenca os procedimentos que devem ser obedecidos no processo e a documentação necessária que o interessado na regularização precisa apresentar junto ao Incra.

Assessoria de Comunicação Social do Incra

Governo amplia investimentos para pequenos e médios produtores rurais

Crédito agrícola

Medida contempla instituições financeiras que operam com juros equalizáveis, como Banco do Brasil, BNDES, Sicredi e Bancoob

 Recursos para investimentos
Recursos para investimentos

Em decorrência de forte demanda nas operações de financiamento em investimentos agropecuários do Plano Safra 2019/2020, a Secretaria do Tesouro Nacional autorizou o remanejamento de recursos com juros equalizáveis, sobretudo de custeio, para investimentos. A medida foi tomada a pedido do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Foram beneficiados com recursos adicionais especialmente o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o Programa Nacional de Apoio aos Médios Produtores Rurais (Pronamp), o Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (ABC) e o Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA). O Pronaf recebeu mais R$ 874 milhões e o Pronamp, um acréscimo de R$ 614 milhões.
A medida foi publicada no Diário Oficial da União do último dia 12 de dezembro e contemplou as instituições financeiras que operam com recursos equalizáveis – Banco do Brasil, BNDES, Sicredi e Bancoob.
De acordo com Wilson Vaz de Araújo, diretor do Departamento de Financiamento e Informação da Secretaria de Política Agrícola, a medida foi possível em decorrência de oferta relevante de recursos provenientes dos depósitos à vista, que compõem os Recursos Obrigatórios para financiamento no âmbito do crédito rural, o que assegurará a normalidade na concessão dos financiamentos de custeio da safra.
“Com essa movimentação, o governo espera que as demandas nos diversos programas de investimentos sejam atendidas pelo menos até o mês de março”, avalia o diretor do Mapa.

Aplicações da RMN no agro conquistam mercados em 3 continentes

Victor Otsuka - Reconhecido pela comunidade científica com o Prêmio Capes 2019, o pesquisador Luiz Alberto Colnago vê o uso da RMN atingir novos mercados
Reconhecido pela comunidade científica com o Prêmio Capes 2019, o pesquisador Luiz Alberto Colnago vê o uso da RMN atingir novos mercados
A parceria entre a Embrapa Instrumentação e a FIT – Fine Instrument Technology, ambas localizadas em São Carlos (SP), trouxe importantes resultados na aplicação da Ressonância Magnética Nuclear (RMN) no agronegócio, em 2019 - quando o Centro de Pesquisa completou 35 anos (em dezembro).
Depois da assinatura - durante a maior feira do agronegócio brasileiro, a Agrishow (Ribeirão Preto – SP) - de um contrato para licenciamento do “Equipamento de Ressonância Magnética Nuclear para análise não-destrutiva da qualidade de alimentos”, o SpecFit foi vendido no Brasil e na América do Sul, Europa e Ásia.
A tecnologia é capaz de analisar amostras em segundos, sem destruí-las e sem deixar resíduos químicos, ao contrário dos métodos tradicionais, que usam solventes e o tempo de avaliação é superior a quatro horas. Outra vantagem da técnica é a possibilidade de integração com outros sistemas, maquinários e internet das coisas (IoT, na sigla em inglês).
Soma de competências
Os três aparelhos exportados, um para cada país - Colômbia, Holanda e Malásia - a 45 mil dólares cada, mais a instalação, são exemplos de sucesso da junção de competências entre o setor público, representado pela pesquisa agropecuária, e a iniciativa privada.
De um lado, o conhecimento de uma equipe de cientistas altamente qualificada, que tem à frente o pesquisador Luiz Alberto Colnago, com mais de três décadas de estudos no desenvolvimento da metodologia e instrumentação de RMN para o agro.
A ousadia em romper paradigmas o levou a conquistar o Prêmio Capes de Tese edição 2019, na área de Química, cuja entrega ocorreu em Brasília (DF), em dezembro, junto com Flávio Vinícius Crizóstomo Kock, seu orientado de doutorado no Instituto de Química de São Carlos - USP.
Do outro, a expertise técnica e mercadológica da empresa privada FIT na construção do equipamento. Da união surgiu o SpecFIT, nome comercial do aparelho de RMN de baixo campo, robusto e que pode ser transportado, características consideradas como os maiores desafios da pesquisa.
Daniel Consalter, diretor de Tecnologia, diz que a aceitação se deve à rapidez da análise, qualidade dos resultados e serviço oferecido. “Entregamos relatórios que são usados para monitorar o processo e que podem usados como laudo. O nosso suporte é um grande diferencial que vem sendo cada vez mais elogiado e sendo um ponto de decisão entre nós e a concorrência”, afirma.
Além de atender países como a Malásia, no sudoeste asiático, segundo maior produtor mundial de óleo de dendê, atrás da Indonésia, a inovação tecnológica chegou primeiro às indústrias brasileiras, produtoras de óleo de palma, como também é conhecido o óleo de dendê.
Impacto no mercado brasileiro
O Brasil ocupa a quinta posição no ranking mundial, com a produção concentrada no estado do Pará, de acordo com a Associação Brasileira de Produtores de Óleo de Palma (Abrapalma). Quatro aparelhos de RMN atendem atualmente a região Norte do País.
“Dado que o Brasil produz 300 mil toneladas de óleo de palma e o SpecFit proporciona aumento de rendimento de 2%, estima-se um impacto potencial de R$ 12 milhões por ano. Além disso, o melhor rendimento econômico das indústrias pode melhorar também a remuneração dos produtores rurais”, explica o chefe-geral da Embrapa Instrumentação, João Naime.
Para atender aos mercados interno e externo, a FIT está ampliando o quadro de funcionários, dobrando a área física da empresa, e projetando novas aplicações e negócios.
Com o aporte de recursos da aceleradora NTAgro e do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo (Fapesp), a empresa pretende desenvolver novos aparelhos aplicados às análises de alimentos frescos, como frutas, e industrializados, entre eles, azeite e vinho.
“O nome Embrapa carrega um grande peso de credibilidade tecnológica, mas as portas se abrem além disso. Divulgação, atração de investimento e parcerias são valores que a Embrapa nos traz, que não vêm de qualquer cooperação”, afirma Consalter.

Embrapa Instrumentação 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Gás natural canalizado ficará mais barato a partir de quarta (1º)



Redução representa um desconto de quase 10% no valor do combustível.

Todos os segmentos de atuação da Potigás deverão sentir a diminuição do preço do gás natural canalizado a partir da próxima quarta-feira, 01/01: comercial, industrial, residencial e automotivo. A redução que foi de 2,8% no último trimestre de 2019 será acrescentada de mais 7% a partir de janeiro de 2020, representando um desconto de quase 10% no valor do combustível.
A diminuição do preço foi possível depois da realização de uma Chamada Pública Coordenada para a compra do suprimento de gás por parte das distribuidoras de gás canalizado do Brasil.
 “Conseguimos avançar nessa questão do preço do gás e acreditamos que é possível deixar o gás natural ainda mais acessível a partir da entrada dos novos players no mercado de produção e exploração na Bacia Potiguar. Nosso objetivo é tornar as empresas potiguares mais competitivas, investir em infraestrutura a partir da ampliação da rede de gasodutos no nosso estado e, assim, contribuir efetivamente com o crescimento econômico sustentável do Rio Grande do Norte”, explica Larissa Dantas Gentile, diretora-presidente da Potigás.
Além da economia crescente, os usuários do gás natural canalizado ainda dispõem de outros benefícios proporcionados pelo combustível como a praticidade de ter acesso ao produto 24 horas por dia nos sete dias da semana, a segurança de não precisar estocar gás, além da sustentabilidade de utilizar um produto que agride menos o meio ambiente.
A partir desta quarta, 01/01, o Gás Natural Veicular (GNV) terá redução de R$ 0,16 no m³. E a queda do preço também chegará para as indústrias, comércios e residências.
“O GNV tem um impacto ambiental e também social, pois a economia gerada com esse combustível pode ser usada para investimento em outras áreas. A tendência atual é de crescimento da oferta de gás e maior competitividade no mercado”, finalizou Larissa

Nota do Blog: Em fim uma noticia boa para a economia do estado.
A agricultura de precisão e as tecnologias digitais aumentaram a necessidade de a fazenda estar online. E a demanda por conectividade está levando operadoras de telecomunicações a olhar com mais atenção o agronegócio e adotar estratégias que incluem desde parcerias com empresas até a presença em feiras agropecuárias.
Executivos falam em metas ambiciosas. Prometem infraestruturas seguras e confiáveis para o tráfego de informações, aumentando a eficiência e a produtividade no campo. E pacotes que incluem ferramentas como armazenamento em nuvem, gerenciamento de dados, internet das coisas (IoT), entre outros serviços.
“O agronegócio é um setor estratégico. A Oi espera seguir crescendo no segmento de IoT a taxas aceleradas, tanto no provimento de conectividade como de soluções integradas de equipamentos, sistemas e serviços”, afirma Rodrigo Shimizu, diretor de marketing corporativo da empresa.


A Oi aposta em sistemas rodando na faixa de 450 MHz, que, em sua visão, permitem a cobertura de amplas áreas a um custo atrativo. Segundo Rodrigo, a companhia oferece a clientes de grande porte e diversas culturas projetos de implantação de redes privadas, adaptadas à demanda de cada um.

Antônio Cesar Santos, chefe de inovação e novos produtos B2B da Vivo 
“Tipicamente, encontramos um cliente que não tem nenhuma conectividade. Ao implantar uma rede, muitas vezes, ele precisa ajustar sistemas e, às vezes, até mesmo processos internos para capturar os benefícios da solução”, diz ele.
Na TIM, o projeto de levar o 4G para o campo começou em abril de 2018. Já neste ano, a operadora se aliou a empresas de tecnologia e de máquinas na iniciativa ConectarAGRO. A companhia opera na faixa de 700 MHz, oferecendo infraestrutura para conexão de dispositivos móveis e IoT.
A meta é levar cobertura a cerca de 5 milhões de hectares até o final do ano. “Um aumento de produtividade de 1% em uma safra de soja paga um investimento que fica por muitos anos”, explica o diretor de marketing do segmento corporativo Rafael Marquez, usando como referência uma média de 50 sacas por hectare e um investimento equivalente a até meia saca por hectare.
Ao menos por enquanto, a concorrência parece estar concentrada nos grandes produtores e empresas, com quem projetos e negócios têm sido anunciados. Mas os de menor porte também estão no radar das operadoras. Na TIM, por exemplo, o plano é se aproximar de entidades representativas do setor e cooperativas.
Operadoras de telecomunicações levam às fazendas soluções integradas de conectividade de equipamentos, sistemas e serviços 
A Vivo aposta no uso da rede 4G de 450 MHz no campo integrada a um portfólio de soluções digitais. A companhia tem formado o que chama de “ecossistema”, através de parcerias com fornecedores. Um investimento anunciado recentemente foi um aporte de cerca de R$ 500 mil em uma startup de telemetria para maquinário.
“Não é uma visão baseada na conectividade pela conectividade. Entregamos uma solução completa de forma simplificada”, explica Antônio Cesar Santos, chefe de inovação e novos produtos B2B da companhia. “O produtor pode contratar diretamente da Vivo tudo isso ou ir ao mercado e contratar como bem entender.”
Com proposta semelhante, a Claro fez uma parceria com uma startup que fornece, entre outros serviços, acompanhamento em tempo real de volumes de grãos em silos. O diretor de negócios IoT da Claro Brasil, Eduardo Polidoro, associa a expansão na zona rural à modernização da infraestrutura da operadora, iniciada em 2017. Além da conexão 4G, os novos equipamentos habilitam duas redes voltadas para a internet das coisas.
“À medida que amplio a estrutura para pessoas, habilito essas duas novas redes. O agronegócio é prioridade e, na área que gerencio, o que mais recebe investimentos. Atuamos na conectividade, como operadora, mas também oferecemos soluções desde instalação de sensores até plataforma em nuvem”, resume Eduardo.
Diretor de assuntos regulatórios do SindiTelebrasil, entidade que representa as operadoras, Sérgio Kern reforça que o agronegócio traz oportunidades para o setor, mas poderia ser ainda melhor se houvesse um ambiente mais atrativo. Os tributos e taxas, por exemplo, são altos e comprometem o retorno do investimento em IoT.
“O que temos discutido para considerar nesse tipo de aplicação, que será intensivamente usada na área rural, é uma tributação zero de Fistel. É a grande reivindicação das empresas para impulsionar a oferta”, diz ele, referindo-se ao Fundo de Fiscalização das Telecomunicações.

Os ministérios da Agricultura e da Ciência e Tecnologia anunciaram, em agosto, a criação da Câmara do Agro 4.0, para ampliar a conectividade no campo. A iniciativa é parte do Plano Nacional de Internet das Coisas, lançado em junho, que integra ainda o Ministério da Economia, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a sociedade civil.

Vendas de Semem

A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia) prevê ultrapassar 18 milhões de doses de sêmen comercializadas em 2019. O cálculo, do presidente da entidade, Márcio Nery Magalhães Júnior, considera "o crescimento significativo nas vendas registradas no decorrer do ano".
Até setembro, foram 11.450.505 doses, contra 9.701.282 no mesmo período de 2018. Segundo Magalhães Júnior, a expectativa para 2020 é crescer mais. "Trabalhamos com a possibilidade de chegar acima dos 22 milhões de doses comercializadas, abrangendo as vendas diretas para clientes, exportações e prestações de serviço", disse ele em nota.
Esse resultado representaria um crescimento de 22 a 24%. "O criador realmente acordou para o impacto da genética dentro do negócio dele - não só no aumento da produtividade, mas também na redução dos custos na fazenda", avalia o executivo.
Para o presidente da Asbia, o incremento também reflete o aumento do uso da genética de corte em vacas de leite - a tecnologia beef on dairy - e a maior utilização da IATF (inseminação artificial em tempo fixo) em rebanhos leiteiros.

Chuvas de até 134 mm no interior do RN; Confira

O ano de 2020 começou trazendo muita alegria aos sertanejos.
Com chuva.
Chove no interior do RN.
– Portalegre – 134 mm
– Alexandria – 100 mm
– Severiano Melo – 100 mm
– Parelhas – 87 mm
– São João do Sabugi – 33 mm
– Jardim de Piranhas – 28 mm
– Caicó – 8 mm
Nota do Blog: As chuvas se concentraram em maiores proporções, nas regiões oeste e serido. Ontem dia 1º chuveu bem na regiao do pico do cabugí.

A pecuária faz o Valor Bruto da Produção Agropecuária de 2019 crescer

valor bruto de produção - pecuáriaCom a chegada do fim de 2019, a estimativa do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) é de R$ 617 bilhões, com base nos dados de novembro. Um crescimento de 2,1% em relação ao valor obtido em 2018, que foi de R$ 604,5 bilhões. Com a nova estimativa, o valor deste ano se iguala ao VBP de 2017, o maior já registrado e considerado excepcional para a agropecuária do país. 
O resultado de 2019 foi puxado pela melhoria no desempenho da pecuária, que somou R$ 213,7 bilhões de produção, com acréscimo real de 7,8%. Enquanto que o valor da produção das lavouras teve ligeira queda em relação ao ano anterior, totalizando R$ 403,2 bilhões.
“O mercado internacional favorável, onde os preços das carnes principalmente de frango e de suínos, situaram-se em níveis maiores, e as quantidades exportadas fizeram com que os resultados atingissem posições favoráveis ao setor em 2019. Na pecuária, apenas o leite teve queda de valor, 2,1%. Aumento acentuado ocorreu na carne bovina, 5,1%, carne suína, 12,5%, de frango, 13,1%, e ovos, 24,1%. A proximidade das celebrações de final de ano no país, sem dúvida estão estimulando a demanda interna desses produtos”, explica nota técnica do Departamento de Financiamento e Informação, da Secretaria de Política Agrícola do Ministério.
Conforme as estimativas do VBP dos meses anteriores já apontavam, um grupo de produtos apresentou bom desempenho este ano, com destaque para o algodão (alta de 16,6%), amendoim (14,6%), banana (16,6%), batata-inglesa (93,4%), feijão (55,9%), mamona (36,9%) e milho (24,3%). Já cinco produtos apresentaram queda no faturamento: arroz (-4,9%), café (-26,9%), cana-de-açúcar (-9,6%), mandioca (-14,1%) e soja (-10,4%.

Entre as regiões do país, o Centro-Oeste permanece na liderança com um valor de produção de R$ 182,7 bilhões, seguido pelo Sul (R$ 153 bilhões), Sudeste (R$ 147,9 bilhões), Nordeste (R$ 57,7 bilhões) e Norte (R$ 37,8 bilhões)

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Chuva no Sertão

Bom Dia Região Central do Estado.

A cidade de Fernando Pedroza, amanheceu no   primeiro dia de 2020 com muita chuva. Pelo que se tem conhecimento as precipitações se estendem por todo município e por toda região central do estado. Para os mais experientes, significa um bom sinal para o decorrer de 2020.Graças a Deus.

Brasil tem muita chuva no primeiro dia de 2020



Brasil tem muita chuva no primeiro dia de 2020
Risco de chuva forte é alto em todas as Regiões do país

O primeiro dia de um novo ano é feriado no Brasil, mas para os meteorologistas que trabalham com a previsão e monitoramento do tempo, o primeiro dia do ano de 2020 será de muito trabalho. Por causa do ar muito quente e úmido que predomina no paí, grandes nuvens carregadas crescem sobre todas as regiões do país e provocam pancadas de chuva com raios, muitas vezes com forte intensidade e com ventania. 

As condições para chuva são aumentadas no Norte e no Nordeste do Brasil pela atuação de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) e pela Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).
Na Região Sul do Brasil, a circulação de ventos em vários níveis da atmosfera e a passagem de uma frente fria pelo litoral estimulam a formação de várias áreas de instabilidade.

Confira como fica o tempo no Brasil no primeiro dia de 2020




Previsão da Climatempo para 1/1/2020


Poucas áreas do Brasil ficam livres da chuva nesta quarta-feira, 1º de Janeiro de 2020. O tempo fica seco com muito sol e calor em todo o centro-norte do estado de Roraima, incluindo a região de Boa Vista. Dia de muito sol também no extremo norte do Amapá, onde está a região do Oiapoque. 
sudoeste do Rio Grande do Sul, região de Uruguaiana, é outra área no país que deve ficar sem chuva apesar da grande quantidade de nuvens. Dia de sol e tempo seco na região dos Lagos, no Rio de Janeiro, e no Litoral Norte Fluminense.

Quase todo o Brasil tem pancadas de chuva com raios nesta quarta-feira, principalmente à tarde à noite. Mas antes da chuva o sol vai aparecer forte em praticamente toda a região Sudeste do país. Tem muito sol no litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro. A chance de chover em São Paulo aumenta na tarde desta quarta-feira. Vitória tem sol e chuva rápida. 

Já sobre o Nordeste, na maioria das áreas da Região Norte e também no Distrito Federal, no norte de Goiás e no norte de Mato Grosso, o ano de 2020 começa  muitas nuvens e as pancadas de chuva podem acontecer a qualquer hora. Há risco de chuva forte em todos os estados do Nordeste e do Norte, exceto em Roraima. 

No Sul do Brasil, os maiores períodos com sol devem acontecer sobre o Paraná, no Vale do Itajaí e no litoral norte de Santa Catarina, mas também há risco de temporais.